SEGUIDORES

Mostrando postagens com marcador NOSSO LAR - O FILME. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador NOSSO LAR - O FILME. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Nosso Lar no Canadá


Nosso Lar no Canadá

O filme Nosso Lar estará disponível no Canadá com direitos de difusão para Guido Rud’s FilmSharks International, com o título Our Home: The Astral City. A FilmSharks mantém negociações para distribuição no Reino Unido, Japão, Coréia, França e países que adotam o idioma alemão.

A Escola Cinematic Arts Complex, da University of Southern California estará exibindo o filme "Nosso Lar" (Astral City: a Spiritual Journey), no dia 6 de março, nas dependências do "The Ray Stark Family Theatre", em Los Angeles (SCA 108, George Lucas Building, 900 W. 34th Street).

Informações:http://cinema.usc.edu/events/event.cfm?id=12439;wagner.assis@cineticafilmes.com.br

Compartilhe a notícia em sua rede social.

http://www.febnet.org.br/site/noticias.php?CodNoticia=1457

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Chico Xavier e Nosso Lar premiados pela Academia Brasileira de Cinema



Na 10ª edição do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, evento produzido pela Academia Brasileira de Cinema, os filmes Chico Xavier e Nosso Lar, que abordam o médium mineiro e a vida na colônia espiritual, respectivamente, foram premiados. Nosso Lar foi indicado em duas categorias (edição de som e efeitos visuais) e venceu em “Melhor Efeitos Visuais”.

Concorrente em 16 categorias, “Chico Xavier” levou os prêmios de “Melhor Roteiro Adaptado”, “Melhor Maquiagem” e “Melhor Atriz Coadjuvante”. Confira mais sobre a premiação em http://academiabrasileiradecinema.com.br

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

NOSSO LAR - SURPREENDENTEMENTE BOM!



Postado por Julio às 01:37 18
Com "Nosso Lar - O Filme" chegando próximo a marca de 2 milhões de espectadores nesse final de semana, e após ter tido a oportunidade de assistir a essa pérola nos dias que passaram, deixarei aqui algumas considerações com respeito às críticas que tenho lido sobre o filme.

Ao ler as primeiras críticas confesso ter ficado preocupado. Todos falavam do didatismo exagerado, dos temas fantasiosos e viam com reservas a trilha sonora, além das roupas e do aspecto da cidade. O Alex, que escreve neste blog, me afiançou após ver o filme que muitas delas não se justificavam, opinião totalmente de acordo com a maioria esmagadora dos comentários do público geral em sites especializados e blogs. Qual a razão, portanto, de tanta má vontade? O que de fato o filme traz a tona e porque incomoda tanto? É algo que tentaremos responder.

Quanto a cidade em si, os comentários variaram de "uma mistura de Brasília com Krypton" até "o brasileiro não se livra de Niemeyer nem no além", ou ainda que "Nosso Lar copiou Brasília". É preciso lembrarmos, entretanto, como responde Richard Simonetti em carta a revista Veja, as datas em questão. O livro é de 1944 e Brasília teve seu projeto em meados dos anos 50. Logo, Brasília que copiou Nosso Lar! E depois, é uma cidade espiritual, de difícil descrição pela falta de termos para analogia em nosso mundo material, portanto, é muito difícil conceituar corretamente todos os detalhes arquitetonicos, de cores e formas da cidade, ainda que o filme tenha sido muito feliz nesse aspecto e os efeitos especiais cumprem seu papel de tornar esse mundo real (mas algumas cenas, poucas, deixam a desejar nesse quesito...)

Quanto aos aspectos fantasiosos.... Bem, Júlio Verne escreveu sobre submarinos nucleares, sobre o poder da mídia e viagens assombrosas que foram tidos como "ficção e fantasiosos", para no século seguinte se tornarem realidade. É preciso ter alguma humildade com relação ao Conhecimento, para se reconhecer suas próprias limitações e seu assentamento sobre "verdades" transitórias. Ter um onibus que voa não nos parece tão improvável. A Teoria M admite 12 dimensões que se interpenetrariam e teriam vida dentro delas, verdadeiros planos adstritos ao nosso planeta. A mente tem sido compreendida com cada vez mais complexidade e assombro e o invisivel, as ondas, energias, nos cercam de todos os lados. Pensemos duas vezes antes de dizermos que "Nosso Lar" é tão fantasioso assim.

Com relação a trilha sonora, acho que foi o ponto de maior má-vontade da crítica em geral. Todos comentavam que o ganhador do Oscar Philip Glass havia composto a trilha, para logo em seguida dizer "que estava longe de seus melhores trabalhos". Ora, a trilha, na minha opinião está ótima. É uma feliz leitura do filme e emociona em vários momentos. Não me lembro no cinema nacional de uma trilha com a qualidade de "Nosso Lar". Quanto à narrativa, o filme está bem agradável, e longe de ser "uma chatice" como disse um repórter da Folha. A história flui dinâmica, bem amarrada, com cenas lindíssimas regada com boa música. O "didatismo" tão citado é necessário, e não foi usado de maneira doutrinária, mas apenas para conduzir o espectados com mais facilidade pelo filme, e a solução final, se não for a melhor, foi a mais exequível pela grande quantidade de variáveis que o filme teve que lidar em aspectos de público.

Desse modo, não via há muito tempo tanta má-fé por parte de um número tão grande de formadores de opinião da mídia escrita. O julgamento do filme, apesar de todos dizerem o contrário, foi sim influenciado pelo fato de ser um filme espírita. É nítido. Até tentaram criar polêmica com relação aos desencarnados judeus que aparecem no filme, dizendo se tratar de uma falta de respeito. Ora, apenas foi retratada o que ocorreu na 2 Guerra com milhares de judeus mortos. O filme é bom sim. Surpreendentemente bom! E todos que o assistiram, espíritas ou não, dizem o mesmo.

Um amigo evangélico que foi assistir o filme comigo confessou ao final da sessão: "dá até vontade de acreditar..."

E creio ser esse o real motivo de tantas críticas ruins. O filme incomoda. Falar em imortalidade, em regeneração, em aperfeiçoamento moral com planos dimensionais habitáveis, numa sociedade como a nossa com tantas inversões de valores, é uma verdadeira afronta, um perigo para os materialistas aguerrido em seus princípios supostos irrevogáveis ou aos religiosos insinceros ou sufocados pelas dúvidas.

É exatamente como assevera Emmanuel no início do livro:
"André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com a própria consciência, na qual edificamos o Céu, estacionamos no purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração"

COMENTÁRIOS:
floresdasueli disse...
olá,colegas parabéns pelo blog, é 10 bjs sueli

19 de setembro de 2010 02:01
Anônimo disse...
Parabéns, amigo, pelo excelentes comentários refutando críticas exageradas mais recorrentes em relação ao filme.

9 de outubro de 2010 23:26
Alberto Maçorano disse...
Parabéns Júlio pelo seu excelente e oportuno comentário.

Estão também de parabéns todos aqueles que tiveram a ideia fantástica desta iniciativa, ou seja, incrementar a difusão do espiritismo através da cinematografia, como também todos os que direta ou indiretamente trabalharam e participaram em colocar nas telas essa obra fantástica da temática espírita. Realmente, está mais do qu...e na hora de uma maior conscientização da problemática existencial do homem, despida de preconceitos, sectarismos ou radicalismos de qualquer natureza. Tenhamos a coragem de pensar por nós próprios à luz da razão, deixando de fazer parte de rebanhos seguidores de princípios dogmáticos e utópicos sem qualquer fundamentação. Despindo-se desses preconceitos, acredito que qualquer pessoa tenha capacidade em abraçar o espiritismos de braços abertos.
Aproveito a oportunidade de dar a conhecer através do meu site: www.olivrodosespiritos.com.br
a tradução mais moderna e fácil de entender de "O Livro dos Espíritos" a primeira obra indispensável para quem se quiser iniciar nesta doutrina, e também para os que já sendo espíritas queiram absorver uma melhor leitura e compreensão.
Não deixem de ver este invulgar e divino filme.

10 de outubro de 2010 00:44
Thays disse...
Gostei do que você disse. Acho que as críticas negativas vêm das pessoas que não querem realmente pensar no assunto pois admitir que aquilo não é fantasia implica em começar a repensar como se leva a vida atual. Para estas pessoas, é mais fácil e prazeroso não pensar a respeito. Escolhem só o 'a curto prazo'...

10 de outubro de 2010 10:39
Acid disse...
A trilha de Phillip Glass é parecida com todas as outras que ele faz. Não da pra cantarolar ou decorar ela, mas é bonita, tocante e fica ecoando na sua cabeça depois do filme.

10 de outubro de 2010 15:29
Postar um comentário

Postagem mais recente Postagem mais antiga Início
Assinar: Postar comentários (Atom)

FONTE:http://espiritismoluz.blogspot.com/2010/09/surpreendentemente-bom.html

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

NOSSO LAR APRESENTA


NOSSO LAR A PRESENTA:
OS CINCO PRIMEIROS MINUTOS – NAS ZONAS UMBRALINAS E TOUR DE LÍSIAS E ANDRÉ PELA COLÔNIA ESPIRITUAL NOSSO LAR . NA CENA DE NOSSO LAR COM OS ATORES FERNANDO ALVEZ PINTO E RENTO PRIETO.

Nosso Lar - O Filme (Oficial) INFORMA:
Celebremos - em sua 6a semana de exibição, Nosso Lar continuará em cartaz em mais de 340 salas em todo o Brasil. Um feito raro para um filme! Agora, é com vocês, o público, mais uma vez! Prestigiem, indiquem, levem os amigos e parentes ! Neste feriado, Nosso Lar !!!

DEPOIMENTOS NO FACEBOOK:

Angela Maimone Uma amiga que não é espírita foi ver o filme e fez o seguinte comentário: " pelo sim pelo não é melhor ser bom nesse mundo pq: De uma: se nada disso for verdade , ser legal nos deixa de bem com a vida, de duas: se tudo isto for verdade fico menos tempo naquele lugar horrível. Achei fantástico o raciocínio!!!

Nosso Lar - O Filme (Oficial) O mesmo filme - reações contraditórias. Choro, emoção, saudades, sentimentos nobres. De outro lado, incômodo, irritação (sem saber em relação a que), até mesmo virulência nas ponderações (em casos pontuais). Que história é essa? Aquela que afirma que a vida continua e que precisamos repensar urgentemente nossa vida.
o Angel Marques É verdade, com certeza são várias reações contraditórias, afinal, cada individuo é único e tem uma história, e o filme, acredito eu, q mexe com algo a mais, toca no íntimo, desnuda a alma, nos mostra, mesmo p os descrentes, a nossa vulnerabilidade.
Paulo Vitor kkkkkkkkkkk..fala igual a mim, eu vi 6 vezes e levei umas 15 distribuidas em 6 vezes de exibição, mais o melhor de todos foi meu amigo(evangélico) dizendo que não acreditava em nada do que via durante o filme, mais chorou no final e disse que o filme não era espírita e sim humanista!!! que seja né?!;)

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

NOSSO LAR - DESCORTINA-SE


Descortina-se
Por:Nivaldo Sernaglia

22/9/2010 09:42:16

O que faz um filme só, quando a semente foi bem plantada! É, como se ela por si, conseguisse condensar o que há anos estivesse germinando. E, de repente, a obra bem feita, desabrocha aos olhos estarrecidos dos que antes só desconfiavam.


NOSSO LAR não está só na produção bem elaborada dos seus realizadores físicos. Ela representa, por trás dos bastidores, uma boa equipe espiritual comandada por instrutores inteligentes.

E o filme chama a atenção dos brasileiros de uma forma impactante. E quiçá, também dos estrangeiros!

Em verdade, era para causar impacto no meio intelectual e tocar o coração das massas. E, parece que atingiu o objetivo. A aceitação foi muito boa. E a CORTINA que separava os dois planos da existência, abre-se para dar um novo ensejo: A VIDA CONTINUA ! E, por incrível que pareça, aos mesmos moldes da que estamos acostumados! Não há grandes surpresas entre a vida física e a espiritual. Não há grandes novidades entre a matéria que usamos aqui e a que usaremos do lado de lá. A de lá é somente mais leve. A de cá é mais pesada e mais gordinha!

Entretanto, o ESPÍRITO É O MESMO, com todas as suas emoções, ódios, rancores, fofocas, saudades, amores etc.

O ser humano não muda um ceitil! É um eterna mesmice! E, também, uma excessiva paciência dos que lá estão à nossa espera para consertar a nossa rabugice.

Vocês viram que o doutor André Luiz continuou o mesmo rabugento que era quando encarnado? E orgulhoso de si mesmo, achando que como médico importante na Terra, o seria também no Pronto Socorro Espiritual para onde foi levado, após o seu arrependimento.

Aos poucos, compreendeu que sem humildade e sem a caridade, o título que ostentava e o orgulho que carregava, de nada lhe valeriam.

Assim, a CORTINA que cobre os olhos de nossa pretensa Vaidade, se abre para mostrar o que nós somos em verdade!

O EU ainda anda muito forte por estas bandas. É por isso que sofremos com as agruras do tempo e com as adversidades em família.

Aquele JESUS, que esteve conosco em carne e osso e não de forma fluídica como alguns dissidentes suscitam, ainda não decolou! Continua sendo vendido e não vivido pelos que só se propõem a se divertirem com o que têm. As rádios e tevês usam e abusam dos ensinos do Mestre para angariarem mais poder sobre os incautos.

Em verdade, meus amigos, estamos longe, mais muito longe, da Realidade do Espírito!

Quem o sabe, talvez , ao final desse milênio possamos alcançar o objetivo que a Ciência do CRISTO propõe há 2000 anos.

Somerset

fonte: http://www.jornaldemocrata.com.br/materias/read.asp?id=7651

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Filme espírita "Nosso Lar" pode virar série de TV


Da Redação
entretenimento@eband.com.br
Os produtores do filme “Nosso Lar”, que é baseado em um best-seller de Chico Xavier, pretendem transformar o longa em uma série de TV.


Segundo a coluna “Outro Canal”, da “Folha de S. Paulo”, o sucesso nos cinemas foi tanto que a história pode ser adaptada. Os produtores acreditam que muitas partes do livro, que foram deixadas de lado no cinema, poderiam ser abordadas na televisão.

Apesar de ainda não haver negociação com emissoras, a Globo já mostrou interesse pelo projeto. A rede tem investido no segmento espírita com a novela “Escrito nas Estrelas” e a série “Cura”, mostrando bom desempenho.

Sinopse do filme

O longa conta a história de André Luiz, um médico bem sucedido que, após a morte, acorda no mundo espiritual. Lá começa sua nova jornada de autoconhecimento e transformação, desde os primeiros dias numa dimensão de dor e sofrimento, até ser resgatado e levado para a cidade espiritual Nosso Lar, local que dá nome ao filme e que paira nas camadas mais altas da atmosfera terrestre.


Redação: Clara Velasco

fonte:http://www.band.com.br/entretenimento/cinema/conteudo.asp?ID=100000347735

Nosso Lar para estudantes universitários agnósticos


Por Armata » 14 Set 2010, 11:32

Nosso Lar

A dúvida, sobre as condições da vida após a morte, apresentada por um cardiologista nos chamou a atenção. Diversas pessoas já nos fizeram a mesma questão e outros nos confessaram que iriam deixar para ler o livro "Nosso Lar" depois que melhor estivessem inteirados das verdades básicas da Doutrina Espírita. Esta é a conduta pedagógica correta, pelo menos para os que não são afeiçoados da Física. Lembramos Antonie van Leewenhoek (1632-1723) que descreveu, com auxílio de microscópios óticos, o mundo invisível dos micróbios, aos seus contemporâneos:
"Recebi em minha casa diversos cavalheiros, que estavam ansiosos por ver os micróbios do vinagre. Alguns deles ficaram tão enojados do espetáculo, que juraram nunca mais usar vinagre. Mas o que seria se se contasse a essa gente que existem mais germes na boca humana, vivendo na escuma junto aos dentes, do que homens em todo o reino?"
Algumas pessoas respondem da mesma forma (nunca mais usar vinagre) diante da realidade do espírito imortal. Admitem a sua existência, mas não querem pensar nas condições da vida após a morte.
Se não é como André Luiz escreve, através do médium Francisco Cândido Xavier, como será? É bom lembrar a universalidade do ensino dos espíritos. Diversos médiuns também confiáveis, em pontos diferentes do globo, descrevem relatos parecidos e coincidentes. Como coincidentes e parecidos são os relatos das pessoas que tiveram a experiência autoscópica.
Aparentemente morto o indivíduo chega ao hospital. Algum tempo depois seu coração recomeça a bater. Depois contam as histórias de suas mortes. É a experiência de morte iminente, onde há extraordinária percepção de visões, sons e acontecimentos que a pessoa tem, quando clinicamente morta, próxima ao retorno impossível.
É tão real que um paciente após ter tido uma experiência dessas, escondeu dos médicos mas nos segredou: " Não acredito em vida após a morte, eu sei. Algumas publicações técnicas já focalizaram o fenômeno especificamente. Numa delas há 116 entrevistas em cinco anos. Lembram de sua breve passagem do outro lado - 40%. Tiveram experiência autoscópica - flutuando sobre a mesa operatória ou campo de batalha, vendo seus próprios corpos sem vida - 30%. Tiveram experiências transcendentais - 50%. São 100% de relatos parecidos e coincidentes, mas suas declarações não se vinculam a influências de religiões, seitas, ocupação, raça ou sexo.
A alma, antes apresentada como um dogma de fé pelas religiões e que a filosofia nos mostrava por palavras, é hoje uma realidade traduzida por diversas evidências científicas sugestivas. Onde ficam "depositadas" depois que perderam seus corpos físicos, uma vez que não perdem a individualidade?
Para onde foi e de onde veio Katie King (espírito) após despedir-se de Florence Cook (médium) nas memoráveis experiências de William Crookes? Com "paranormais" obtivemos uma "epidemia de informações" semelhantes às de André Luiz.
O Professor Hiroshi Motoyama, japonês, médico, em sua tese para o sétimo Congresso Internacional de Parapsicologia (1975) apresentou a "Máquina chacra", com grande contribuição da eletrônica. Com o aparelho Motoyama fez mapeamento dos meridianos da acupuntura. O mesmo mapeamento feito há mais de quatro mil anos pelos "médiuns vidente" era absolutamente idêntico.
Se não é como André Luiz descreve como será?
Os médiuns muito têm contribuído para que possamos aprofundar-nos na verdadeira realidade. Um médium permitiu ao espírito Bezerra de Menezes anunciar com antecedência (1915) o advento do rádio e da televisão. Por isso foi considerado invigilante, convidado a orar e vigiar. O espírito foi doutrinado, como mistificador, perturbador da ordem e do bom senso.
Algumas pessoas já me disseram que não gostariam que fosse como André Luiz relata, porque é ainda muito palpável, muito material, muito semelhante ao nosso plano terráqueo. Gostariam talvez de ser uma leve e santa "fumacinha"!
A lógica é a vida continuar, sem dar saltos, sem deixar o bom senso. Quem dá saltos em a natureza é o eletron, assim mesmo existem as famigeradas órbitas. O eletron deve ficar contrariado com estas leis!
Não foram os médiuns que anunciaram ao meio acadêmico a descoberta da anti-matéria, mas sim os físicos, que ainda suspeitam da existência de mundos paralelos, universos dentro de universos. Será que não existe elemento mais leve do que o hidrogênio?
Foi a Física que nos trouxe os leptons, antileptons, quarks e antiquarks. Um Professor de Física da Universidade de Harvard comentou que "num raio de 10 elevado a -29 centímetros, isto é, um centésimo de octilionésimo do centímetro, o mundo pode ser um lugar simples, com um só tipo de partícula elementar. A mediunidade nos fala de "fluido cósmico universal".
O nobel de Física que apontou o antipróton disse que "pelo que os físicos atuais sabem, o antimundo seria idêntico ao nosso mundo. Um anti-ovo teria o mesmo sabor de ovo, se fosse dado a um anti-homem. Outro ganhador do prêmio, ainda da Física, afirmou que "o mundo que observamos não é senão uma minúscula película na superfície da verdadeira realidade".
Foi em Stanford que se disse que as partículas obedeciam a um comando externo, com vontade própria, confirmando-se o "Princípio da Incerteza" de Heisenberg. Surge a existência de um estruturador de outro domínio, externo ao energético. Agentes que atuam sobre a energia cósmica, dando-lhes forma e vida, modulando-a em sua expansão.
O médico Moody Jr. no seu livro - Reflexões sobre a vida depois da vida - opina que " estritamente dentro do contexto da ciência, talvez nunca venha a existir uma prova da existência de vida após a morte." Mas o que é uma prova?
Para determinado tipo de indivíduo dez ou mil provas não bastariam. Diante da prova final ("morte") fica sem nada entender.
Moody Jr. faz uma analogia: "embora quase todos nós acreditemos na existência dos átomos, nunca houve uma prova dramática do fato. Pelo contrário, o que aconteceu parece ter sido um prolongado e histórico desenvolvimento do pensamento com relação a essas entidades hipotéticas".
A nossa ansiedade nos faz desafiar uma pessoa, que passou pela experiência autoscópica, a provar que a morte do corpo não mata a vida. Por outro lado os que passaram por ela não parecem interessados em fornecer tal prova a terceiros. Um psiquiatra que teve tal experiência fez uma síntese: "pessoas que tiveram experiência sabem”. Os outros devem esperar. Afinal, o que gira em torno do quê, Galileu?
Na internet – Novo título - Experiência de quase MORTE. Quem viveu uma EQM descobriu que a vida continua
http://www.jornaldosespiritos.com/2007.3/col49.39.htmArmata
Voltar ao topo
--------------------------------------------------------------------------------
Re: Nosso Lar para estudantes universitários agnósticos
por Milton » 16 Set 2010, 11:01

Então, O QUE É A MORTE PARA O ESPÍRITA?

Vejam a resposta e outras do Núcleo Espírita Universitário no link

http://www.panoramaespirita.com.br/modu ... temid=2652

A resposta depende da vertente da ciência em que se insere o pesquisador. Faça-o responder primeiro a pergunta: o que somos? Se ele responder que somos impulsos eletroquímicos num biocomputador que se originou por acaso, num universo de partículas materiais mortas e que se movimentam aleatoriamente, certamente a morte é o nada. Embora isto seja apenas uma questão de fé, uma vez que a ciência ainda não o demonstrou. Aliás a ciência enquanto estiver voltada para fora e para a observação do exterior nada pode dizer a respeito do significado e do propósito da vida. Foi Rhine quem disse que "é chocante, mas verdadeiro que hoje conhecemos melhor o átomo, que a mente que conhece o átomo".

A vertente espiritualista da ciência possui outra leitura da morte. O espírita vê a morte como a interrupção do fenômeno da reencarnação. Logo que ocorre o desenlace pela morte do corpo físico o espírito, se for um ser lúcido, ele recupera a plenitude das suas faculdades. Com a morte perdemos o corpo e continuamos na vida além da sepultura. Poderíamos dizer que a morte é uma mudança de estilo de vida. As evidencias científicas estão sempre apontando neste sentido.

Recentemente a primeira conferência internacional sobre a investigação paranormal, realizada na universidade do colorado (usa), entre 7-10 de julho de 1988, após rigoroso exame, publicou em sua ata um manifesto em favor do reconhecimento científico da hipótese da reencarnação.Milton
--------------------------------------------------------------------------------
Re: Nosso Lar para estudantes universitários agnósticos
por Enilno » 16 Set 2010, 22:00

É POSSÍVEL PROVAR QUE A REENCARNAÇÃO EXISTE MESMO?

EM CIÊNCIA USA-SE A EXPRESSÃO, ATÉ CERTO PONTO ESTRANHA " OS RESULTADOS SUGEREM QUE ", PORQUE O FORNECIMENTO DE UMA PROVA CIENTÍFICA, DE UMA HIPÓTESE, ESBARRA NUM NÚMERO APRECIÁVEL DE OUTRAS, QUE TAMBÉM PODERIAM EXPLICAR O FATO INVESTIGADO. É NECESSÁRIO DEPURAR VARIÁVEIS PARA CHEGAR-SE À HIPÓTESE MAIS PROVÁVEL, ÀQUELA CAPAZ DE MELHOR EXPLICAR O FENÔMENO. HOJE EM DIA A HIPÓTESE DA REENCARNAÇÃO EM SEU CONJUNTO É TÃO VIGOROSA QUE SE PODERIA CONSIDERAR COMO UMA PERVERSIDADE CONTINUAR PENSANDO EM OBJEÇÕES.
EXAMINEMOS UM CASO DA LITERATURA CIENTÍFICA. O DR IAN STEVENSON, PSIQUIATRA E CHEFE DO DEPARTAMENTO DE PSIQUIATRIA E NEUROLOGIA DA UNIVERSIDADE DA VIRGÍNIA, USA, APRESENTA NUM LIVRO INTITULADO XENOGLOSSY O CASO LYDIA JOHNSON. ESTE É UM RELATO DE XENOGLOSSIA RESPONSIVA, AQUELA QUE OCORRE QUANDO A PESSOA É CAPAZ DE RESPONDER NUMA LÍNGUA QUE NÃO LHE FOI PREVIAMENTE ENSINADA, REVELANDO DESTA MANEIRA UMA CAPACIDADE DE COMPREENDER A LÍNGUA FALADA.
LYDIA, SOB HIPNOSE E REGRESSÃO DE MEMÓRIA, COMEÇOU A FALAR E OS PRESENTES NÃO CONSEGUIAM ENTENDER. LINGÜISTAS SUECOS FORAM CHAMADOS PARA TRADUZIR AS DECLARAÇÕES DE " JENSEN JACOBY", ELE FALOU EM SUECO MEDIEVAL, LÍNGUA TOTALMENTE ESTRANHA PARA LYDIA. PERGUNTAS FORAM FEITAS EM SUECO E RESPOSTAS FORAM DADAS EM SUECO DO SÉCULO XVI. "SOU FAZENDEIRO","MORO NA CASA", QUE FICAVA"EM HANSEN".NA PERSONALIDADE DE JENSEN, LYDIA IDENTIFICOU UM MODELO DE NAVIO SUECO DO SÉCULO XVII, UM RECIPIENTE DE MADEIRA USADO NAQUELA ÉPOCA PARA MEDIR A QUANTIDADE DE GRÃOS, UM ARCO E FLECHA, E SEMENTES DE PAPOULA. NÃO SABIA, ENTRETANTO, USAR INSTRUMENTOS MODERNOS COMO ALICATES.
ALÉM DA REENCARNAÇÃO AS HIPÓTESES PARA EXPLICAR O FENÔMENO FORAM: CLARIVIDÊNCIA ALIADA A PERSONIFICAÇÃO SUBCONSCIENTE; XENOGLOSSIA CLARIVIDENTE E HABILIDADES CLARIVIDENTES; E MEMÓRIA GENÉTICA. APÓS EXAUSTIVA DISCUSSÃO ESSAS HIPÓTESES FORAM AFASTADAS E SOMENTE SOBROU A REENCARNAÇÃO. DEPOIS DE EXAMINAR REALMENTE O CASO, É BEM POSSÍVEL QUE O LEITOR IMPARCIAL VENHA A CONSIDERAR A ACUSAÇÃO DE FRAUDE COMO UM CURIOSO RETROCESSO À ATITUDE DOGMÁTICA QUE HAVIA POR TRÁS DA RECUSA DOS CARDEAIS DA IGREJA ROMANA EM OLHAR PELO TELESCÓPIO DE GALILEU. EXAMINANDO O CASO O PESQUISADOR ROBERT ALMEDER, PhD E PROFESSOR ADJUNTO DE FILOSOFIA DA UNIVERSIDADE DA GEORGIA, ASSEVERA QUE NO ESTADO ATUAL DAS COISAS HÁ UMA BOA RAZÃO PARA SE SUPOR QUE A HIPÓTESE DA REENCARNAÇÃO É A MELHOR EXPLICAÇÃO PARA DIVERSOS CASOS DOCUMENTADOS POR IAN STEVENSON.
CABE AOS CÉTICOS PROPOR UMA EXPLICAÇÃO MELHOR, OU IGUALMENTE PLAUSÍVEL.
PELO MENOS UMA VANTAGEM POSSUI A VERTENTE MATERIALISTA DA CIÊNCIA, ELA AJUDA SEUS ADEPTOS A FICAREM TRANQÜILOS, ASSEGURANDO-OS DE QUE NÃO EXISTE NADA NO ESCURO QUE OS POSSA ASSUSTAR.
O QUE ESTARÁ POR TRÁS DOS QUE, INCUMBIDOS DE LEMBRAR AOS HOMENS QUE SÃO UMA ALMA IMORTAL, COLOCAM TODA A SUA ENERGIA NO SENTIDO DE CONTESTAR AS EVIDÊNCIAS SUGESTIVAS DA IMORTALIDADE DA ALMA?

Fonte - http://www.espirito.org.br/portal/artig ... vidas.html

terça-feira, 14 de setembro de 2010

NOSSO LAR - O FILME acumula público de 1,6 milhão em 10 dias de exibição


G1 POP & ARTE

Filme baseado em obra de Chico Xavier acumula público de 1,6 milhão.
Segundo lugar ficou com 'Karate kid', seguido por 'Como cães e gatos 2'.

13/09/2010 19h49 - Atualizado em 13/09/2010 20h41

O filme 'Nosso lar', baseado no livro de mesmo nome do médium Chico Xavier, ficou pela segunda semana seguida em primeiro lugar nas bilheterias brasileiras.

Segundo a distribuidora Fox, o longa de Wagner de Assis foi assistido por mais de 400 mil pessoas na sua segunda semana de exibição. A empresa diz que essa é a maior bilheteria de segunda semana de um filme nacional desde a Retomada. Em dez dias o filme acumulou 1,6 milhão de espectadores com uma bilheteria de mais de R$ 16 milhões.

De acordo com a Rentrak, empresa que contabiliza os dados de bilheteria no país, o segundo lugar do fim de semana ficou com o remake de "Karate kid", com um público de quase 200 mil espectadores. "Como cães e gatos 2" ficou com a terceira posição, levando 96 mil pessoas aos cinemas, seguido de perto por "Amor à distância", visto por 89 mil.

VEJA REPORTAGEM NO " VITRINE " DA TV CULTURA COM CENAS INÉDITAS DO FILME:


Confira abaixo o top 10 do fim de semana no Brasil:

1 - "Nosso lar"
2 - "Karate kid"
3 - "Como cães e gatos 2"
4 - "Amor à distância"
5 - "O último mestre do ar"
6 - "Meu malvado favorito"
7 - "A origem"
8 - "Par perfeito"
9 - "Solomon Kane"
10 - "A ressaca"


FONTE:http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/09/nosso-lar-lidera-bilheterias-no-brasil-pela-segunda-semana-seguida.html

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

NOSSO LAR - O FILME atinge a marca de 1 milhão de espectadores em tempo recorde para filme nacional


por Nosso Lar - O Filme (Oficial) facebook, quarta, 8 de setembro de 2010 às 18:03

O longa Nosso Lar quebra recorde ao levar às salas de cinema mais de um milhão de espectadores em apenas 5 dias – os recordes anteriores são de “Se eu fosse Você 2” (maior filme nacional da Retomada), em seis dia, e Chico Xavier (maior abertural de filme nacional da Retomada), em 8 dias.

Desde sua estreia na última sexta-feira, 03 de setembro, 1 milhão, sete mil e quinhentas pessoas já assistiram ao filme, lotando as sessões em várias partes do País.

“Nosso Lar” conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte e acompanha sua jornada, desde os primeiros dias, numa dimensão de dor e sofrimento até ser resgatado para uma cidade espiritual cujo nome intitula o filme.

“Nosso Lar”, escrito e dirigido por Wagner de Assis e produzido por Iafa Britz, tem produção executiva de Luiz Augusto de Queiroz e Elizabeth Marinho Dias. A distribuição é da Fox Film do Brasil. No elenco estão: Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart.


FONTE:http://nossolar-ofilme.blogspot.com/


segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Por Lauro Jardim
15:24 \ Cultura


O filme espírita Nosso Lar bateu um bolão no fim de semana: as bilheterias registraram 580 000 espectadores entre sexta-feira e ontem. Em números absolutos, é a segunda melhor estreia do cinema nacional desde 1995 em termos de público. Perde somente para a outra fita espírita, Chico Xavier, que levou 590 000 pessoas aos cinemas em seu fim de semana de estreia, em abril.
Quando se considera apenas a bilheteria, porém, Nosso Lar é o número 1 entre os filmes nacionais dos últimos quinze anos: foram arrecadados 6,2 milhões de reais.

Em números relativos, é uma excelente estreia, mas não se pode esquecer que Nosso Lar está passando em 435 salas. Chico Xavier e Se Eu Fosse Você 2 estrearam respectivamente em 377 e 330 cinemas ( a propósito, Se Eu Fosse Você 2 levou 570 000 espectadores aos cinemas nos primeiros três dias de exibição).

FONTE:http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/o-espirita-nosso-lar-bate-recorde-de-bilheteria/

_____________________________________________________________________
VÍDEO COM DEPOIMENTOS DOS ARTISTAS

NOSSO LAR*
Depoimentos sobre o filme!

Atriz Samara Felippo:
"Depois desse filme, só consigo pensar nos meus valores, no bem q posso fazer pelo proximo, minha família. Mt emocionada!!! #NossoLar" 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Da atriz Marina Ruy Barbosa:
"O filme é incrível.." 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Do ator Daniel Del Sarto:
"A pessoa acaba o namoro, acorda cedo num sabado chuvoso, vê um filme tocante, chora a sessão inteira e acaba num almoco com criancas lindas. melhora ou sucumbe, ne não?! o filme emocionante: @NossoLarOFilme - recomendo, estréia em breve. Pra assistir de coração aberto." 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Do ator Paulo Vilhena: Parabéns toda equipe e pra @RoMulholland pelo "Nosso Lar" - emociona!" 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Da Atriz Aparecida Petrowky:
"O filme "O nosso lar" é maravilhoso!! Várias mensagens de amor, reflexão e esperança. Recomendo a todos! 15 ago (4 dias atrás) Luiz Fernando

Da atriz Nivea Stelmann:
"Adorei ver esse filme. Lindo!!! Não paro de pensar... Soco no estômago". 16 ago (3 dias atrás) Nosso Lar*

Do ator Luigi Baricelli,
nos bastidores do Criança Esperança, contou para a imprensa que foi "chorar no banheiro" ao assistir ao filme Nosso Lar. "O filme mexeu comigo, vivi uma experiência".

_______________________________________________________

CENAS DE NOSSO LAR
_____________________
ANDRÉ LUIZ RETORNA AO SEU LAR TERRESTRE
Quando André Luiz retorna ao seu lar terrestre, sua filha Clarisse executa a música “ SONATA AO LUAR “ de Beethowen (Um dos momentos mais emocionantes do filme).
Estou postando três versões da música pra vocês curtirem.
Fraterno abraço,
Geraldo Valintim




_____________________________________________________________

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

‘Nosso Lar’, uma súplica espiritual


A câmera avança sobre as nuvens até chegar às portas de uma cidadela, depois desce chão adentro até encontrar o personagem principal, André Luiz, metido na lama de mundo de purgação – é o Umbral. Lá, almas aparentemente confusas rememoram sem cessar suas dores e ficam aprisionadas nesse universo interior. O Umbral, descrito no filme, é quase como um mundo apocalíptico, sem água, comida, luz e mergulhado numa completa insanidade.

Assim, André Luiz começa a narrar sua história em off, desde criança até o momento em que morreu e acordou nesse mundo de trevas, onde mesmo depois de morto ainda sentia fome, medo, sede... A idéia por si só já é magnífica. É como se ouvíssemos do próprio Chico Xavier, não dá para dissociar as palavras de André Luiz com a profissão de fé de Chico, que os espíritos têm fome e sede. É como se ele dissesse: os espíritos (com certeza nem todos) mantêm um lado instintivo bem aguçado.

Assim começa o filme ‘Nosso Lar’. Com transições de cenas sofisticadas, em flashbacks, vai sendo introduzida a história de André Luiz. Wagner Assis, o diretor, consegue condensar belamente toda a história do médico, um homem seco, descrente e um pai de família distante. A reconstituição de época é primorosa e realmente nos transporta para um Rio de Janeiro dos anos 20. André Luiz não é personificado como um homem mal, apenas inconsciente. Uma inconsciência construída numa vida abastada. O médico é bem sucedido, tem suas noitadas regadas a uísque e mulheres, mas também faz o bem, quando é dissuadido a isto. Não antes de demonstrar alguma resistência.

É bela uma passagem em que o médico olha para a família que se mostra feliz no jardim – os filhos, a esposa e os empregados – e o André Luiz do Umbral diz que as às vezes as trevas podem se esconder numa paisagem de uma família aparentemente feliz. É como se ele dissesse: tudo está bem na superfície, mas há algo que se esconde no interior de todos ali torna falsa essa premissa de felicidade.

Essa visão deixa uma dúvida: seria o Umbral uma realidade concreta, ou apenas a descrição das trevas interiores de André Luiz, seus tormentos e pecados. Talvez ali pulsem as imagens da mente do médico, acima de tudo. Antes de qualquer idéia de um pedaço concreto do mundo espiritual.

André Luiz fica ali (no Umbral) um tempo incontável e só depois de proferir uma súplica, uma oração de perdão, ele consegue receber ajuda. Um homem desce para resgatá-lo. É o ministro da Regeneração, Clarêncio, que vem com Lísias e Tobias carregando uma maca. Eles acolhem André Luiz e o levam para a cidade hospital Nosso Lar. Na cidade o médico irá descobrir que foi parar no Umbral porque é considerado um suicida. Clarêncio lhe explica que os seus atos numa vida desregrada acabaram levando-o a somatização do câncer de estômago. “É o feito da ação e reação”, ele diz. Para o mundo espiritual ele poderia ter evitado a morte prematura.

Ainda que não se concorde com a idéia de que viver inconscientemente, mergulhado no orgulho, vaidade, raivas, prepotência, medos interiores, paixões e prazeres egóicos pode levar ao surgimento de doenças e essas doenças seriam uma forma – inconsciente – de deixar esse mundo. A idéia é interessante, e assustadora.

Num outro momento André Luiz quer se comunicar com a Terra e para obter uma autorização vai até um dos ministérios – são 72 ministérios encravados numa estrela de seis pontas que é a própria cidade. Lá o atendimento é feito em duplas e antes de colocar sua questão ouve uma mulher com a mesma solicitação. O ministro Genésio, interpretado por Paulo Goulart, pergunta se a mulher tem algum bônus que possa apresentar como merecimento. Ela diz que não. André Luiz entende que é preciso merecer para alcançar algumas, digamos, graças.

Afinal, estamos falando da interseção entre encarnados e espíritos, é a graça divina vista por um outro ângulo. O médico entende que tem que trabalhar ajudando no mundo espiritual para conseguir a permissão, mas demora para perceber que não adianta trabalhar pelo propósito, mas sim ter o propósito do trabalho de doação, sem o objetivo da recompensa...o fim não justifica o meio.

Assim somos inseridos no universo espírita e apresentados a cidade Nosso Lar. André Luiz percorre a cidade ciceroneando por Lísias e o mundo espiritual vai sendo descortinado, mas não espere para descobrir respostas do tipo: porque os espíritos ainda se alimentam? Como acontece a reencarnação? E que tipo de matéria é aquele que aparece no mundo espiritual? O foco é outro.

É possível ver que a idealização da cidade Nosso Lar é uma mistura de futurismo e sonho. Uma mistura de Shangri-la – aquela cidade do Horizonte Perdido onde ninguém envelhece, com a cidade de Padme Amidala, rainha do planeta Naboo, de Guerra nas Estrelas. A cidadela é quase a imagem de uma história de contos de fadas de reinos perfeitos. “A vida na Terra é uma cópia daqui”, diz Lísias em certo momento, revelando que o mundo espiritual adianta descobertas e uma ordem que ainda virá. Ao ouvir isso, não dá para não desejar que aquele mundo realmente desça do céu e essa sentença seja verdade, assim na terra como no céu...

Os efeitos especiais são convincentes. Mostram camas suspensas, energias que saem das mãos e do hálito dos espíritos, um ônibus que transita pelo espaço aéreo da cidade e materializações e desmaterializações de espíritos.

A trilha sonora de Phillip Glass é boa, sóbria, minimalista mesmo, como se Glass retornasse as origens do filme Koyaanisqatsi, sem o mesmo brilhantismo, é verdade. Apesar disso, a música casa completamente ao propósito do filme. Não se sobressai, mas embala a viagem. O elenco está correto. Sem grandes arroubos de interpretação – André Luiz é interpretado de forma comedida, às vezes até demais, pelo ator Renato Prieto.

Em relação ao roteiro, primeiro devo afirmar que não conheço a obra de Chico Xavier. Não sou espírita. Tenho apenas algumas noções sobre o espiritismo e, devo dizer, Wagner Assis acertou muito mais que errou ao dar explicações sobre as leis do lugar e as concepções espíritas. Faz parte da coerência interna do filme.

Com essa desculpa, alguns personagens assumem um tom professoral. Em alguns momentos fica um pouco forçado. Mas não é nada que realmente comprometa a obra. O filme também é um pouco arrastado, mas entendo que essa foi uma opção de Wagner Assis. É preciso tempo para entrar na atmosfera de Nosso Lar.

Outro aspecto criticado no filme é a menção a várias religiões na sala da governadoria. Além dessa menção, durante a cena da 2ª Guerra Mundial há também a chegada de judeus ostentando a estrela de Davi no peito. Alguns entenderam isso como se o Espiritismo quisesse se sobressair sobre as demais religiões. Vou dizer o que entendi. O Espiritismo é, antes de ser uma religião, uma espécie de ciência que esclarece como é o mundo espiritual no plano da Terra. Um plano que não é católico, protestante, judeu, muçulmano ou espírita. Um plano espiritual que apenas é para todos. Sob esse aspecto, o ecumenismo é válido e salutar. Mas seria bom que a interpretação das várias religiões, e das crenças das pessoas a cerca das suas religiões, no plano astral fosse melhor explicado no filme.

Bem, um lembrete: aquele que conseguir deixar de lado os defeitos e se deter mais nos feitos do diretor carioca pode ter uma experiência única: conforto. E até paz. O filme funciona como numa meditação.

Assistindo Nosso Lar lembrei-me de filmes como Manika, Paixão, Além da Vida, Um Visto Para o Céu, Noturno Indiano, Encontro Com Homens Notáveis, Muito Além do Jardim, A Última Tentação de Cristo, Kundun, O Fio da Navalha, Felicidade Não Se Compra, Jesus de Nazaré... tantos filmes que tratam de uma forma ou de outra sobre conceitos abstratos e ao mesmo tempo tão concretos sobre as relações humanas, nossos dissabores, dramas e redenções. Filmes que falam de uma relação sublime que vai além do mundo material e físico. Muito além da razão.

Para mim o mais importante em Nosso Lar é que ele faz uma súplica espiritual. E, por favor não venham me dizer que um filme não pode defender uma idéia. Pode sim, vários cineastas já fizeram ou fazem isso. Nos entregam uma obra, com uma idéia subjacente. A questão é o resultado, se é bom é cinema, se é ruim é propaganda. No caso de Nosso Lar, para mim é cinema num novo estágio: quase uma experiência sensorial. Podem chamar isso de auto-ajuda, eu chamo de cinema que não está preocupado em convencer, apenas em tocar.

Nosso Lar faz uma súplica: não se matem, porque viver uma vida sem sentido é o mesmo que cometer suicídio. Não se percam: porque o mundo material não é real. Não se aprisionem: todo prazer físico, mental e emocional é uma forma de aprendizado, mas também de laço, ou nó. Depende da evolução dessas relações. Fazia tempo que eu não via essa arte (o cinema) – que serve tanto ao ego - sendo usada para um propósito mais edificante. Não posso dizer que concordo com tudo, mas não posso deixar de ver a beleza no trabalho.
Postado por mastigada às 10:09
Marcadores: cinema, espiritismo
1 comentários:

Anônimo disse...
Paulo, concordo com tudo que escreveu. Diferentemente do crítico Maurício Sycer, blogueiro do Uol, que derrapa feio quando compara a cidade colônia espiritual Nosso Lar, como um possível projeto de Oscar Niemyer sob, segundo palavras dele, sob efeitos de uma viagem de LSD. Ridículo.
Na verdade Nosso Lar confere com o texto do livro, obra de Chico Xavier. Nos dá inclusive a consolação de que logo alí, será possível o reencontro com nossos amigos e parentes, as pessoas mais caras de nossas vidas. Afinal, espíritos são pessoas que afastaram do corpo carnal para sobreviver apenas através do corpo sutil etéreo, como nos ensina a ciência e a filosifa espírita cristã. A cidade, aí cabe lembrar, mereceria uma explicação ao telespectador, é montada sob um plano magnético, capaz de tornar possível plasmar todo o contexto que alí está, semelhante a cidades terrenas que eles dizem ser pobre imitação, porém com desenvolvimento hiper tecnológico, científico, astral, transcedendo assim, a todo e qualquer projeto cá entre nós. Lendo as obras espíritas da coleção André Luiz/Chico Xavier, é possível compreender um pouco mais. De forma que agradecemos a serenidade com que coloca sua crítica a nos convidar para reflexão maior. Parabéns! Gil Sabino - Jornalista - MKT - Recife - PE.
9 de setembro de 2010 11:19
Postar um comentário
FONTE: http://mastigada.blogspot.com/2010/09/nosso-lar-uma-suplica-espiritual.html

sábado, 4 de setembro de 2010

CRÍTICA DE CINEMA : NOSSO LAR


Posted in Para Ver by Pacha Urbano - Sep 03, 2010

Como de praxe, convém antes de mais nada avisar que todos os comentários a respeito do filme Nosso Lar não são direcionados à Doutrina Espírita, ou aos espíritas e seus simpatizantes. Confesso até que foi dificílimo separar o Pacha de origem espírita do Pacha que se pretende fazer a resenha crítica deste filme.


Primeiro porque o livro homônimo, psicografado pelo médium Chico Xavier, ditado pelo espírito André Luiz, em que foi baseado este filme, é um dos meus favoritos da literatura espírita brasileira, fazendo da experiência de assisti-lo algo muito íntimo. Segundo porque é uma produção nacional de temática espírita sem qualquer outra do gênero para ser possível fazer uma comparação, já que os outros dois filmes relevantes do mesmo tema — Chico Xavier – O Filme e Bezerra de Menezes – O Diário De Um Espírito — são biográficos, abordando a trajetória de dois médiuns famosos. A história contada no filme Nosso Lar é sobre a trajetória de um espírito desencarnado.

Tanto no livro quanto no filme vemos o orgulhoso médico burguês André Luiz (interpretado divinamente por Renato Prieto, que já incorporou o personagem várias vezes, se me permitem o trocadilho involuntário, em peças de teatro) padecer por anos nos pântanos e estepes sombrias de uma região espiritual chamada Umbral, e através de flashbacks o vemos ao lado de sua família, da infância à vida adulta, e ao final sofrer uma morte dolorosa por conta de um câncer, chocando-nos com contrastes terríveis de realidade.

Em suas recordações, protegido por sua vaidade e posição social, vemos André Luiz levando uma vida luxuriosa, sem se preocupar com o que considerava questões metafísicas e religiosas. E ali no Umbral, um lugar tenebroso, sofre as piores perseguições e padecimentos físicos.

Vampiros espirituais e zombeteiros atormentam cada instante de sua vida naquelas paragens, acusando-o de suicida, alcunha que ele nega veementemente. Até que desesperado, com sua fibra por um fio, roga por socorro e é encontrado por um grupo de resgate, Os Samaritanos, que o leva para a colônia espiritual que dá nome a história.

Amparado com muito carinho por Lísias (Fernando Alves Pinto, outro inspirado em sua interpretação), que o acompanhará e guiará pela colônia, André Luiz resiste duramente com seu comportamento impertinente às novas regras com que se depara.

Novas leis físicas e morais bem diferentes do mundo material que abandonara violentamente, levando algum tempo até se adaptar ao ritmo da colônia. Ritmo este que por se tratar de um filme foi abreviado consideravelmente, cabendo a diálogos demasiadamente didáticos, infelizmente, a compensação por esta falta de tempo de desenvolvimento e adaptação do personagem.

Neste processo ele se depara com outros desencarnados que conhecera quando em vida, como a ex paciente Dona Amélia (Aracy Cardoso), pessoa a quem André jamais se importara de fato e mais adiante se mostra peça fundamental para seu ingresso à colônia, bem como sua mãe, Luisa (Selma Egrei), espírito mais elevado e habitante de outras dimensões espirituais que sempre zelou pelo filho.

Em paralelo se desenrola outro drama: o resgaste e tratamento da sobrinha de Lísias, a rebelde Eloisa (Rosanne Mulholland, a segunda personagem mais interessante da película, roubando a cena todas as vezes em que surge), entregue aos dramas internos de uma morte prematura e a impossibilidade de voltar para seu noivo, ainda encarnado.

Em um momento chocante do filme, Eloisa deixa a todos de sua família espiritual, e a nós nas poltronas do cinema, estarrecidos com sua rebeldia ao confrontá-los com ironia e sarcasmo a cerca de suas vidas felizes na colônia. A cena é poderosa porque até nos tons de suas roupas a personagem se destaca, tornando seus gestos bruscos e suas palavras densas em contraste com o clima suave de café da manhã de telenovela ou de propaganda de margarina. Chega a ser metalinguístico. Bravo! Embora acredite que não se tratou de algo intencional, já que todo o núcleo da casa de Lísias lembra em muito as novelas da Globo.

Vale destacar a direção de arte impecável neste filme, dos figurinos aos cenários tudo é eflúvio, translúcido e evanescente na colônia, pendendo para o azul e outras cores pastéis. As vestimentas dos cidadãos de Nosso Lar remetem muitas vezes à época em que viveram quando vivos, como a túnica utilizada pelo ministro Emmanuel (Werner Shünemann, austero como o próprio espírito em seus livros). As roupas dos habitantes do Umbral são escuras, cinzentas, gastas como mortalhas ou andrajos de um mendigo, representando bem o estado espiritual em que aqueles indivíduos se encontram, bem como o cenário em que fora usada uma pedreira como locação. Já o mundo dos vivos é marcado pelos tons terrosos e sépia, como nas fotos envelhecidas dos anos 30 e 40.

Bato palmas também para o trabalho fantástico da Intelligent Creature Inc., empresa canadense que já trabalhou em filmes como Watchmen, Silent Hill e Babel, responsável pelos efeitos digitais do filme, que não são poucos. Acredito que a maior parte dos cerca de 20 milhões de reais investidos nesta super produção foi usada para bancar o visual futurista de Nosso Lar.

Toda a colônia espiritual foi criada em 3D e é visivelmente inspirada na arquitetura de Oscar Niemeyer, utilizando-se inclusive de matte paiting sobre filmagens nas próprias construções do arquiteto, usadas como locação para vários momentos do filme. No passeio de aeróbus (veículo futurista utilizado na colônia como meio de transporte) em que Lísias leva André (e a nós!) para conhecer as áreas da colônia espiritual, podemos ver um lindo panorama aéreo da cidade e sua estrutura de estrela de seis pontas.

Mas incríveis são as vistas a partir da órbita da Terra da colônia, que paira sobre a cidade do Rio de Janeiro no cume de uma montanha espiritual. Em muitos momentos me comovi com o preciosismo e cuidado em retratar algo tão sutil e precioso para a compreensão e imersão do espectador à natureza espiritual da história. Paisagens fantásticas e poéticas que agradam aos olhos.

Filmes como as franquias Harry Potter, A Bússola de Ouro e As Crônicas de Nárnia nos tomam pela mão e nos apresentam a mundos com suas próprias leis e elementos fantásticos, nos fazendo crer em algumas horas de projeção na possibilidade de mundos paralelos ao nosso. Com Nosso Lar é o mesmo, ou pelo menos é pra ser encarado assim por quem não é adepto ou simpático à Doutrina Espírita, em que é possível a vida após a morte, reencarnação, vida em outros planetas e colônias espirituais em dimensões de diferentes níveis evolutivos.

Apesar de diálogos muitas vezes afetados e declamatórios, tudo dito em Nosso Lar sugere disciplina, moralidade e respeito ao próximo, como uma pregação de regeneração, que apesar de bem intencionada reserva ao filme um clima de doutrinação constante a respeito de segunda chance. Ainda assim, momentos muito bonitos de interpretação são vistos na tela, como a entrevista com o Ministro do Auxílio, Genésio, interpretado por um Paulo Goulart paternal e solene. Ou a ponta brilhante, como a de um diamante, da atriz Chica Xavier, dando voz à criada negra, Ismália, herança burguesa ainda dos anos de escravidão na casa da família de André Luiz.

Talvez os que sejam mais fervorosos em suas crenças que não ao Espiritismo se sintam melindrados em ver símbolos de diferentes religiões coabitando na sede do governo da colônia, ou os espíritos dos judeus mortos durante a Segunda Guerra Mundial — época em que se passa parte do filme — sendo recebidos de braços abertos pelos habitantes de Nosso Lar.

Sendo assim, faça como os cidadão de Nosso Lar e recebam a diferença da mesma maneira e vejam este filme de Wagner de Assis (em que assina a direção e roteiro), que soube fazer bom uso do maior orçamento do cinema nacional e a produção brasileira que mais utilizou efeitos digitais, vale ressaltar, em prol da história.

Acaba-se o filme e ficamos com vontade de saber mais a respeito daquele lugar, dos seus habitantes, de suas vizinhanças assustadoras, seus fundamentos. Literalmente sentimos vontade de voltar a Nosso Lar. Rimos, choramos e nos perguntamos intimamente sobre a possibilidade de uma cidade com ares futurista como esta existir de verdade. Para os espíritas há uma série de easter eggs ao longo de todo o filme, como quando o cachorro de sua filha o vê e o reconhece, mesmo sendo um espírito desencarnado. Muitos ficam a cargo de Emmanuel, um deles às margens do lago, quando fala de sua encarnação anterior como o senador romano Públio Lentulus Cornelius, personagem de outro livro psicografo por Chico Xavier chamado Há Dois Mil Anos, ou ainda quando menciona o próprio médium brasileiro, já pronto para transmitir mensagens espirituais.

Nesta tentativa de agradar a espíritas e não espíritas ele fez muito bem o seu trabalho. Acho que será muito bem recebido em Nosso Lar quando desencarnar. Mas somente depois, claro, de filmar as demais obras de André Luiz. =)

Tags: A Bússola de Ouro, André Luiz, As Crônicas de Nárnia, Chico Xavier, desencarnado, Doutrina Espírita, espírita, espiritismo, espírito, espiritualidade, Harry Potter, morte, Nosso Lar, Our Home, psicografia, reencarnação, sobrenatural, trevas, umbral

FONTE:http://pachaurbano.com/2010/09/nosso_lar_ofilme/

NOSSO LAR EXPLICA DIDATICAMENTE O LIVRO


José Luiz Teixeira
De São Paulo (SP)

Estreou ontem o filme "Nosso Lar", baseado no livro homônimo de Chico Xavier.

É a história do médico André Luiz (interpretado pelo ator Renato Prieto) que, uma vez morto na Terra, ressuscita em um mundo espiritual.


Ali, naquele que, segundo o personagem, é o primeiro portal para onde vamos depois de bater as botas, ele aprende sobre o que é o espiritismo.

E relata sua experiência por intermédio de psicografia para Chico Xavier, que a transforma em um best-seller de mais de dois milhões de exemplares vendidos.

O filme deverá acompanhar o mesmo sucesso do livro, pois estima-se que o Brasil tenha cerca de quatro milhões de kardecistas - uma platéia garantida nas mais de quatrocentas salas em que será exibido.

O "Nosso Lar" é uma das muitas cidades espirituais que existiriam em um plano superior da Terra.

É retratada como uma Brasília futurista, com um palácio central e seus ministérios.

O governador, interpretado pelo ator Othon Bastos, lembra um pouco a figura do "Grande Irmão", do livro "1984".

Ele aparece em telões para todos os habitantes - onde quer que estejam - quando precisa fazer algum informe.

Seu caráter, entretanto, ao contrário do personagem de George Orwell, não é repressivo, mas educativo.

No entanto, o partido é único e a oposição fica do lado de fora das grandes muralhas que protegem aquele idílico lugar (seguramente o maior desejo de todos os governantes encarnados).

É o reino do bem, da purificação, um degrau da escada da evolução da alma.

Não há carros particulares e o sistema de transporte público realmente funciona (por intermédio de modernos ônibus voadores), usando energia eletromagnética.

Embora a população, vestindo túnicas brancas e ouvindo música clássica nos parques seja uma visão estereotipada da vida no paraíso, o filme retrata bem o que é descrito no livro.

Para os espíritas que já leram o texto psicografado por Chico Xavier não há muita novidade, a não ser a beleza das imagens e da trilha composta especialmente pelo músico americano Phillp Glass.

Na verdade, como o filme é bem didático, trata-se de uma grande oportunidade para aqueles que querem conhecer a doutrina espírita sem preconceitos.

José Luiz Teixeira é jornalista. Formado pela Faculdade Cásper Líbero, trabalhou em diversos órgãos de imprensa, entre os quais as rádios Gazeta, Tupi e BBC de Londres, e os jornais O Globo, Folha de S.Paulo e Folha da Tarde.

FONTE: http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4659716-EI14381,00-Nosso+Lar+explica+didaticamente+o+espiritismo.html

CRÍTICA DE CINEMA : NOSSO LAR





Posted in Para Ver by Pacha Urbano - Sep 03, 2010
Como de praxe, convém antes de mais nada avisar que todos os comentários a respeito do filme Nosso Lar não são direcionados à Doutrina Espírita, ou aos espíritas e seus simpatizantes. Confesso até que foi dificílimo separar o Pacha de origem espírita do Pacha que se pretende fazer a resenha crítica deste filme.


Primeiro porque o livro homônimo, psicografado pelo médium Chico Xavier, ditado pelo espírito André Luiz, em que foi baseado este filme, é um dos meus favoritos da literatura espírita brasileira, fazendo da experiência de assisti-lo algo muito íntimo. Segundo porque é uma produção nacional de temática espírita sem qualquer outra do gênero para ser possível fazer uma comparação, já que os outros dois filmes relevantes do mesmo tema — Chico Xavier – O Filme e Bezerra de Menezes – O Diário De Um Espírito — são biográficos, abordando a trajetória de dois médiuns famosos. A história contada no filme Nosso Lar é sobre a trajetória de um espírito desencarnado.

Tanto no livro quanto no filme vemos o orgulhoso médico burguês André Luiz (interpretado divinamente por Renato Prieto, que já incorporou o personagem várias vezes, se me permitem o trocadilho involuntário, em peças de teatro) padecer por anos nos pântanos e estepes sombrias de uma região espiritual chamada Umbral, e através de flashbacks o vemos ao lado de sua família, da infância à vida adulta, e ao final sofrer uma morte dolorosa por conta de um câncer, chocando-nos com contrastes terríveis de realidade.

Em suas recordações, protegido por sua vaidade e posição social, vemos André Luiz levando uma vida luxuriosa, sem se preocupar com o que considerava questões metafísicas e religiosas. E ali no Umbral, um lugar tenebroso, sofre as piores perseguições e padecimentos físicos.

Vampiros espirituais e zombeteiros atormentam cada instante de sua vida naquelas paragens, acusando-o de suicida, alcunha que ele nega veementemente. Até que desesperado, com sua fibra por um fio, roga por socorro e é encontrado por um grupo de resgate, Os Samaritanos, que o leva para a colônia espiritual que dá nome a história.

Amparado com muito carinho por Lísias (Fernando Alves Pinto, outro inspirado em sua interpretação), que o acompanhará e guiará pela colônia, André Luiz resiste duramente com seu comportamento impertinente às novas regras com que se depara.

Novas leis físicas e morais bem diferentes do mundo material que abandonara violentamente, levando algum tempo até se adaptar ao ritmo da colônia. Ritmo este que por se tratar de um filme foi abreviado consideravelmente, cabendo a diálogos demasiadamente didáticos, infelizmente, a compensação por esta falta de tempo de desenvolvimento e adaptação do personagem.

Neste processo ele se depara com outros desencarnados que conhecera quando em vida, como a ex paciente Dona Amélia (Aracy Cardoso), pessoa a quem André jamais se importara de fato e mais adiante se mostra peça fundamental para seu ingresso à colônia, bem como sua mãe, Luisa (Selma Egrei), espírito mais elevado e habitante de outras dimensões espirituais que sempre zelou pelo filho.

Em paralelo se desenrola outro drama: o resgaste e tratamento da sobrinha de Lísias, a rebelde Eloisa (Rosanne Mulholland, a segunda personagem mais interessante da película, roubando a cena todas as vezes em que surge), entregue aos dramas internos de uma morte prematura e a impossibilidade de voltar para seu noivo, ainda encarnado.

Em um momento chocante do filme, Eloisa deixa a todos de sua família espiritual, e a nós nas poltronas do cinema, estarrecidos com sua rebeldia ao confrontá-los com ironia e sarcasmo a cerca de suas vidas felizes na colônia. A cena é poderosa porque até nos tons de suas roupas a personagem se destaca, tornando seus gestos bruscos e suas palavras densas em contraste com o clima suave de café da manhã de telenovela ou de propaganda de margarina. Chega a ser metalinguístico. Bravo! Embora acredite que não se tratou de algo intencional, já que todo o núcleo da casa de Lísias lembra em muito as novelas da Globo.

Vale destacar a direção de arte impecável neste filme, dos figurinos aos cenários tudo é eflúvio, translúcido e evanescente na colônia, pendendo para o azul e outras cores pastéis. As vestimentas dos cidadãos de Nosso Lar remetem muitas vezes à época em que viveram quando vivos, como a túnica utilizada pelo ministro Emmanuel (Werner Shünemann, austero como o próprio espírito em seus livros). As roupas dos habitantes do Umbral são escuras, cinzentas, gastas como mortalhas ou andrajos de um mendigo, representando bem o estado espiritual em que aqueles indivíduos se encontram, bem como o cenário em que fora usada uma pedreira como locação. Já o mundo dos vivos é marcado pelos tons terrosos e sépia, como nas fotos envelhecidas dos anos 30 e 40.

Bato palmas também para o trabalho fantástico da Intelligent Creature Inc., empresa canadense que já trabalhou em filmes como Watchmen, Silent Hill e Babel, responsável pelos efeitos digitais do filme, que não são poucos. Acredito que a maior parte dos cerca de 20 milhões de reais investidos nesta super produção foi usada para bancar o visual futurista de Nosso Lar.

Toda a colônia espiritual foi criada em 3D e é visivelmente inspirada na arquitetura de Oscar Niemeyer, utilizando-se inclusive de matte paiting sobre filmagens nas próprias construções do arquiteto, usadas como locação para vários momentos do filme. No passeio de aeróbus (veículo futurista utilizado na colônia como meio de transporte) em que Lísias leva André (e a nós!) para conhecer as áreas da colônia espiritual, podemos ver um lindo panorama aéreo da cidade e sua estrutura de estrela de seis pontas.

Mas incríveis são as vistas a partir da órbita da Terra da colônia, que paira sobre a cidade do Rio de Janeiro no cume de uma montanha espiritual. Em muitos momentos me comovi com o preciosismo e cuidado em retratar algo tão sutil e precioso para a compreensão e imersão do espectador à natureza espiritual da história. Paisagens fantásticas e poéticas que agradam aos olhos.

Filmes como as franquias Harry Potter, A Bússola de Ouro e As Crônicas de Nárnia nos tomam pela mão e nos apresentam a mundos com suas próprias leis e elementos fantásticos, nos fazendo crer em algumas horas de projeção na possibilidade de mundos paralelos ao nosso. Com Nosso Lar é o mesmo, ou pelo menos é pra ser encarado assim por quem não é adepto ou simpático à Doutrina Espírita, em que é possível a vida após a morte, reencarnação, vida em outros planetas e colônias espirituais em dimensões de diferentes níveis evolutivos.

Apesar de diálogos muitas vezes afetados e declamatórios, tudo dito em Nosso Lar sugere disciplina, moralidade e respeito ao próximo, como uma pregação de regeneração, que apesar de bem intencionada reserva ao filme um clima de doutrinação constante a respeito de segunda chance. Ainda assim, momentos muito bonitos de interpretação são vistos na tela, como a entrevista com o Ministro do Auxílio, Genésio, interpretado por um Paulo Goulart paternal e solene. Ou a ponta brilhante, como a de um diamante, da atriz Chica Xavier, dando voz à criada negra, Ismália, herança burguesa ainda dos anos de escravidão na casa da família de André Luiz.

Talvez os que sejam mais fervorosos em suas crenças que não ao Espiritismo se sintam melindrados em ver símbolos de diferentes religiões coabitando na sede do governo da colônia, ou os espíritos dos judeus mortos durante a Segunda Guerra Mundial — época em que se passa parte do filme — sendo recebidos de braços abertos pelos habitantes de Nosso Lar.

Sendo assim, faça como os cidadão de Nosso Lar e recebam a diferença da mesma maneira e vejam este filme de Wagner de Assis (em que assina a direção e roteiro), que soube fazer bom uso do maior orçamento do cinema nacional e a produção brasileira que mais utilizou efeitos digitais, vale ressaltar, em prol da história.

Acaba-se o filme e ficamos com vontade de saber mais a respeito daquele lugar, dos seus habitantes, de suas vizinhanças assustadoras, seus fundamentos. Literalmente sentimos vontade de voltar a Nosso Lar. Rimos, choramos e nos perguntamos intimamente sobre a possibilidade de uma cidade com ares futurista como esta existir de verdade. Para os espíritas há uma série de easter eggs ao longo de todo o filme, como quando o cachorro de sua filha o vê e o reconhece, mesmo sendo um espírito desencarnado. Muitos ficam a cargo de Emmanuel, um deles às margens do lago, quando fala de sua encarnação anterior como o senador romano Públio Lentulus Cornelius, personagem de outro livro psicografo por Chico Xavier chamado Há Dois Mil Anos, ou ainda quando menciona o próprio médium brasileiro, já pronto para transmitir mensagens espirituais.

Nesta tentativa de agradar a espíritas e não espíritas ele fez muito bem o seu trabalho. Acho que será muito bem recebido em Nosso Lar quando desencarnar. Mas somente depois, claro, de filmar as demais obras de André Luiz. =)

FONTE:http://pachaurbano.com/2010/09/nosso_lar_ofilme/

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Wagner de Assis -Diretor de “Nosso Lar” revela curiosidades sobre o filme e o desejo de levar para as telas outro livro de Chico Xavier


O best-seller “Nosso Lar”, psicografado pelo médium Chico Xavier, acaba de ganhar uma versão cinematográfica. A obra já foi traduzida para mais de dez idiomas e soma mais de 16 milhões de leitores. Quem assina o roteiro e a direção é Wagner de Assis, grande fã do livro que conta a história de André Luiz, um médico que, após sua morte, inicia uma jornada de autoconhecimento e transformação, passando por dor e sofrimento no umbral, uma espécie de purgatório, até ser resgatado e levado para a cidade espiritual Nosso Lar, localizada nas camadas mais altas da atmosfera terrestre.

Para descrever a trajetória de André Luiz no umbral e na colônia espiritual, Wagner não economizou nos detalhes e nem poupou a imaginação. Com o objetivo de dar ao filme tudo o que ele merece, o diretor contou com uma direção de arte grandiosa e efeitos especiais jamais vistos em produções brasileiras. O longa, que estreia nessa sexta-feira em 435 salas de todo o país, leva às telas mais de 350 imagens com efeitos visuais desenvolvidos pela empresa canadense Intelligent Creatures, responsável pelo mesmo trabalho em filmes como “Babel” e “Watchmen”.

O protagonista de “Nosso Lar” é Renato Prieto, que divide a tela com nomes como Fernando Alves Pinto, Inez Viana, Werner Schünemann, Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart. Prieto se preparou durante seis meses para esse trabalho. O ator emagreceu cerca de 18 quilos e chegou ficar cerca de sete horas na sala de maquiagem para filmar principalmente as cenas do umbral.

Nesta entrevista, Wagner de Assis conta por que quis adaptar a obra para o cinema, fala sobre a grandiosidade da produção e revela seu próximo projeto cinematográfico.

Por que você quis levar “Nosso Lar” para o cinema?
Li o livro na adolescência e achei muito interessante. Acho importante que a história mostra como a gente pode se libertar, seguir adiante, mesmo que você esteja em uma nova realidade, que nesse caso é a vida depois da vida. Reli a obra de Chico Xavier várias vezes e dava o livro de presente como uma forma de ajudar o próximo. Depois que terminei “A Cartomante”, fiquei pensando qual seria meu próximo projeto no cinema e logo me veio à cabeça “Nosso Lar”. Fui atrás dos direitos com a Federação Espírita Brasileira com duas ideias principais na cabeça: dar à história tudo o que ela merece e fazer um filme universal, ou seja, que atinja a todos independente da religião. O próximo passo foi adaptar o roteiro para as telas do cinema.

Como foi feita a escolha do elenco?
Na verdade, não houve um pré-requisito. Eu já tinha os personagens, então pensava qual ator se encaixaria melhor no papel. Para fazer o protagonista, não queria um rosto muito conhecido do grande público, mas que fosse conhecido pelos espíritas. Convidei o Renato Prieto para interpretar André Luiz, que precisava perder entre 15 e 20 quilos para o papel. Ele conta todo orgulhoso que conseguiu emagrecer 17, 18 quilos. Prieto se entregou completamente ao personagem. Além da preparação de elenco, ele fez um trabalho emocional intenso. Ficou meses sem cortar o cabelo e sem fazer a barba para as cenas do umbral.

“Nosso Lar” é o filme brasileiro com o maior número de efeitos visuais. É uma responsabilidade?
Nunca pensei nisso, só soube dos 350 efeitos depois que o filme já estava pronto. Foi uma surpresa muito bacana para mim. A história pedia isso, precisava do acréscimo dos efeitos visuais para ser contada melhor. Esse tipo de produção abre espaço para que outros cineastas brasileiros ousem mais.

O trabalho do diretor de fotografia e da direção de arte foi fundamental para o filme?
Completamente. Sem o trabalho de Ueli Steigler, Lia Renha e da equipe da “Intelligent Creatures”, responsável pelos efeitos visuais, não conseguiria manter a minha promessa de dar à história tudo o que ela merece. O roteiro tinha muita demanda de trabalho e eles não deixaram passar um único detalhe, fizeram tudo sem pestanejar.

Muitos atores se emocionaram no set de filmagens. Por que você acha que isso acontecia?
É que conseguimos reunir no mesmo filme pessoas de diferentes religiões e crenças. Os atores estavam sentindo a força da história, que fala sobre amor, saudade, esperança. Todos os envolvidos respeitam as diferenças independente de acreditar ou não no que o outro tem fé.

Quais são seus próximos projetos no cinema?
Eu estou pensando em adaptar “Os Mensageiros”, livro psicografado por Chico Xavier, que conta a vinda do André Luiz à Terra após a sua morte.

FONTE:http://paginadocinema.com.br/entrevista/index/81

CRÍTICA DE CINEMA : NOSSO LAR






Crítica por: Silvia Freitas (Blog)

Fazer filmes inspirados em alguma doutrina religiosa é sempre complicado. Corre junto ao filme o descrédito, desinteresse pela religião citada, crítica dobrada e a falta de dinheiro no investimento, que torna a obra sempre inferior.

Mas ao que parece, Nosso Lar (Nosso Lar) irá melhorar essa visão. Baseado na obra literária de mesmo nome, psicografia do espírito André Luiz ao médium Chico Xavier, o filme conta a história desse espírito em sua vida pós-morte.

André Luiz (Renato Prieto) é um importante médico da sociedade carioca com uma vida entediante, que abusa do álcool e orgia com mulheres para se sentir melhor. Casado e pai de três filhos, é um homem frio dentro do lar, que apenas crê que seu compromisso seja dar conforto e regalias aos seus.

Quando uma doença surge em decorrência de seus atos, morre e acorda na espiritualidade. É então que sua trajetória em outra vida começa, com muitas dúvidas e medos. Mas assim que é socorrido para a colônia Nosso Lar, descobre que sempre há uma nova chance para os erros cometidos na vida.

O filme é um ponto de interrogação na cabeça de quem o assiste. O assunto “vida após a morte” ainda é uma incógnita para muitos, e é justamente isso que será discutido aqui. Nosso Lar é uma espécie de cidade espiritual, para onde vão aqueles que se arrependem de seus atos errados quando em vida na Terra. Lá se trabalha, há atividades variadas para a hora de lazer, há transportes, hospitais... só que tudo mais moderno.

Alguns atores seguidores da doutrina espírita foram escolhidos para essa trama, como Renato Prieto, Paulo Goulart e Rosa Maria. O diretor Wagner de Assis ficou impressionado quando leu o livro na década de 80, e em 2005 surgiu a ideia da adaptação para o cinema.

Para os que já leram a obra, sentirão falta de muitos acontecimentos que não foram inclusos no filme, mas é totalmente compreensível, já que 102 minutos é pouco para contar tudo.

A cidade Nosso Lar ficou muito bem feita na adaptação, porém é perceptível que se trata de computação gráfica ao fundo. Mas esquecemos esse detalhe nos deixando levar pela maravilha do lugar e pela bela lição de vida que trata a história. Uma emoção que vale a pena sentir.

FONTE: http://www.cinepop.com.br/criticas/nossolar_101.htm

NOSSO LAR O FILME-DEPOIMENTOS DE MOCIDADES


Aeh...A Estréia é Hoje Pessoal...
Vejam Depoimentos de jovens que já viram o filme NOSSO LAR:

Nosso Lar o Filme: Pré estreia do Blog da Mocidade from Mocidade do CEFAK on Vimeo.


VEJAM CENAS INÉDITAS DO FILME NOSSO LAR NESSES DOIS VÍDEOS:
VEJA REPORTAGEM SOBRE NOSSO LAR NO JORNAL DA GLOBO

Depois do filme sobre Chico Xavier, lançado em abril, estréia nesta sexta-feira "Nosso Lar", uma superprodução baseada em um dos livros do médium de maior sucesso.
VEJA CENAS INÉDITAS DO FILME NO VÍDEO SHOW - REDE GLOGO

Filme "Nosso Lar" estréia nesta sexta-feira (O GLOBO)


VEJA REPORTAGEM SOBRE NOSSO LAR NO JORNAL DA GLOBO

Depois do filme sobre Chico Xavier, lançado em abril, estréia nesta sexta-feira "Nosso Lar", uma superprodução baseada em um dos livros do médium de maior sucesso.
VEJA CENAS INÉDITAS DO FILME NO VÍDEO SHOW - REDE GLOGO

Sandra Passarinho
Rio de Janeiro, RJ

Nosso Lar é uma cidade espiritual para onde vão aqueles que começam uma nova jornada de autoconhecimento, de acordo com a doutrina da reencarnação.


A produção do filme custou R$ 20 milhões, muito dinheiro para o cinema nacional. Os efeitos visuais foram criados no Canadá, onde "Nosso Lar" também foi finalizado.

"A gente usou todos os tipos de técnicas de efeitos visuais que existem e criou mais de 300 cenas com algum nível de inserção visual", afirma o diretor Wagner Assis.

O que acontece após a morte é a essência da literatura que segue a linha Kardecista, a do médium Chico Xavier. O filme é baseado no mais bem sucedido livro psicografado pelo médium Chico Xavier e já vendeu cerca de dois milhões de exemplares.

"Nosso Lar" foi escrito em 1944 e é o primeiro de muitos outros do espírito André Luiz, ditados ao médium Chico Xavier, que puxa as vendas de um mercado crescente de livros religiosos de um modo geral.

Uma pesquisa da Câmara Brasileira do Livro publicada em julho desse ano mostra que a venda desses livros representou 11% do movimento no mercado editorial ano passado. Um aumento de cerca de 60% em relação a 2008.

O presidente da Federação Espírita Brasileira, Nestor Masotti, diz por que histórias do mundo sem barreiras entre mortos e vivos atraem tantos leitores. "Todos nós, de uma forma ou de outra, sempre ficamos esperando ou pelo menos imaginando o que pode ocorrer depois da nossa morte física".

"Essas questões são filosóficas, morais, espirituais e fazem parte de qualquer filosofia de vida", conclui o diretor do filme.