RENOVA-TE TAMBÉM! Neste NATAL, por algum motivo, pacifica a tua alma para receber as vibrações de amor que te falam de um tempo excepcionalmente afortunado à humanidade...
Distante de formalidades e comemorações exteriores, medita no significado real desta data e começa a trabalhar na renovação da forma que te é própria de saudar o NATAL.
Esquece por momentos, petiscos e licores, vestes e presentes, sons e ornamentos, e interiorizando-te, deixa que uma luz maior te banhe o entendimento te levando para um lugar à parte, distante de todas as frivolidades, para falar de alegrias que realmente importam ao teu progresso espiritual.
Como te encontras desde o último NATAL?
Olhando em torno sentirás, por certo, porque o mundo prossegue envolto em sombras, apesar de todas as esperanças de um tempo mais íntegro, melhor.
Isso porque não bastam súplicas e desejos; necessário é trabalhar na edificação da paz almejada.
Renova por esta razão, teu modo de apresentar-se à grande festa da Luz.
Envolve-te ricamente, porém nas vestes do amor e do bem; alimenta-te, mas de bom ânimo e coragem; bebe em abundância apenas do licor da alegria e da esperança; presenteia sem erro paz e harmonia ao teu próximo e roga para ti os mimos imortais do aperfeiçoamento, como lembrança preciosa e definitiva:
PACIÊNCIA = PARA AS DIFICULDADES
TOLERÂNCIA ===== PRA AS DIFERENÇAS
BENEVOLÊNCIA =====PARA OS EQUÍVOCOS
MISERICÓRDIA ============= PARA OS ERROS
PERDÃO =================== PARA AS OFENSAS
PRUDÊNCIA ==================== PARA AS ILUSÕES
EQUILÍBRIO ======================= PARA OS DESEJOS
SENSATEZ ========================== PARA AS ESCOLHAS
SENSIBILIDADE ============================ PARA OS OLHOS
DELICADEZA =============================== PARA AS PALAVRAS
DISCERNIMENTO ================================ PARA OS OUVIDOS
RESIGNAÇÃO ====================================== PARA A ESCASSEZ
RESPONSABILIDADE =================================== PARA A FARTURA
CORAGEM ================================================== PARA AS PROVAS
FÉ ========================================================= PARA AS CONQUISTAS
AMOR, MUITO AMOR =========================== PARA TODAS AS OCASIÕES
A letra dessa música é uma psicografia de Chico Xavier pelo espírito Emmanuel que foi entregue a Roberto Carlos nos “anos 70” em visita a Uberaba (MG) e juntamente com Erasmo Carlos, no ano de 1973, a transformaram nessa magnífica canção que emociona ao falar com simplicidade, mas extrema beleza da passagem do Mestre entre nós.
Manancial de Luz
O Homem (R. Carlos e E. Carlos)
Um certo dia um homem esteve aqui Tinha o olhar mais belo que já existiu Tinha no cantar uma oração. E no falar a mais linda canção que já se ouviu.
Sua voz falava só de amor Todo gesto seu era de amor E paz, Ele trazia no coração.
Ele pelos campos caminhou Subiu as montanhas e falou do amor maior. Fez a luz brilhar na escuridão O sol nascer em cada coração que compreendeu
Que além da vida que se tem Existe uma outra vida além e assim... O renascer, morrer não é o fim.
Tudo que aqui Ele deixou Não passou e vai sempre existir Flores nos lugares que pisou E o caminho certo pra seguir
Eu sei que Ele um dia vai voltar E nos mesmos campos procurar o que plantou. E colher o que de bom nasceu Chorar pela semente que morreu sem florescer.
Mas ainda há tempo de plantar Fazer dentro de si a flor do bem crescer Pra Lhe entregar Quando Ele aqui chegar
Tudo que aqui Ele deixou Não passou e vai sempre existir Flores nos lugares que pisou E o caminho certo pra seguir
Tudo que aqui Ele deixou Não passou e vai sempre existir Flores nos lugares que pisou E o caminho certo pra seguir
Já nos idos de 1970, o astro da canção brasileira, Roberto Carlos, revelava no Programa Flávio Cavalcanti, a influência das obras do Chico nas letras das músicas que compõe.
São inúmeras as letras psicografadas pelo Chico que foram e são musicadas, daí resultando belas canções, tais como: Alma Gêmea e Companheiro, letras de Emmanuel.
Segundo relato à epoca, foi o próprio Roberto que falou sobre a origem da música. Disse ele que numa das visitas que fez a Chico Xavier em Uberada, o Chico entregou um papel com essa belíssima música assinada por Emmanuel. Não sei se foi o Chico ou se foi o Emmanuel que disse ao Roberto assim: "Por favor, cante essa música... pode dizer que é sua".
Sabemos que o Rei Roberto Carlos é Católico convícto...e a letra da música "O Homem" possui características espirituais bem marcantes, logo no mínimo foi muito influênciada pelas mensagens psicografadas por Chico Xavier ditadas por Emmanuel...
" Que além da vida que se tem Existe uma outra vida além e assim... O renascer, morrer não é o fim."
Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/audio-video/o-homem-roberto-carlos-chico-xavier-emmanuel/#ixzz1gKGGw7kY Prezados companheiros de ideal,
Legal, fico feliz de já nos aproximamos mais de elucidar esta informação sobre dois ícones da cultura popular brasileira.
Porém, creio que devemos ter em mente que apesar da mensagem ser linda e ter alcançado o seu objetivo, como já foi afirmado. Devemos ter cuidado ao afirmar algo que não sabemos de fato, tal informação poderá ser interpretada de maneira errônea e "manchar" o objetivo da divulgação de uma bela mensagem.
Observemos o que nos diz o livro dos médiuns no capítulo XX, "Da Influência Moral do Médium" ítem 230.: "Mais vale repelir dez verdades que admitir uma só mentira, uma só teoria falsa."
Observemos ainda que em nenhum dos links expostos acima, confirmam que a letra é de Emmanuel. Sinceramente acredito nessa influência sobretudo sabendo dessa amizade e proximidade do médium com o cantor.
Sabendo do poder de penetração nas massas que o querido Roberto sempre exerceu, não me surpreenderia que o próprio houvesse sido inspirado por Emmanuel ou outro espírito com intuito de levar uma mensagem tão linda, como já foi afirmado. Por que não?
Porém, Emmanuel ter escrito pela psicografia de Chico e esta ter sido entregue ao Roberto é outra coisa, não é mesmo? Apenas sugiro, como diz o velho provérbio: "Cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém".
Muita Paz,
Alex.
Clique aqui para ler mais: http://www.forumespirita.net/fe/audio-video/o-homem-roberto-carlos-chico-xavier-emmanuel/#ixzz1gKGYUhVX • Camila Sousa Aceitar que chico e Emannuel teriam passado esta bela mensagem para Roberto, seria privilegiar um em detrimento de outros.Aprendemos no espiritismo que quando existir dúvidas, recorramos à codificação.Por quê eles dariam este privilégio ao Roberto, fama e dinheiro? Só a ele? Tudo que os Espíritos nos deixaram através do chico foi revestido em caridade.E explicado , documentado.Nós, espíritas, temos que ter muito cuidado nas informações passadas.Não devemos aceitar qualquer informação e repassá-las, sem fonte verdadeira, deixarmos de lado os achismos... Mas é uma bela canção. Bela inspiração do Roberto/Erasmo. Dilma Morais Eu sou fã do Roberto Carlos e amo todas as suas músicas, e essa em especial, me comove bastante quando a escuto. • Maridásio Martins • Salvador, Bahia, Brazil Música e letra são extremamente bonitas. Roberto Carlos tb é muito querido. Deus, através de seus mensageiros nos inspira a todos. Portanto, nada a estranhar. Contudo, anúncio dessa natureza, requer cautela, como sempre recomenda o postulado espírita. Necessária se faz a confirmação da autoria, ainda mais quando, como diz a matéria que Chico, sugeriu que dissesse que a letra era de autoria do cantor! Estranha essa recomendação. Induzindo-o a mentir?! De qualquer forma, parabenizo ao amigo que postou, por levantar o debate e pela beleza da letra e música> Um fraternal abraço a todos, Maridásio Martins
Agora sigo estudando... a chuva caindo e o silêncio da madrugada! Tanta tranquilidade..nenhum sono...e tantas coisas na cabeça!
De repente, ligo a TV e dou de cara com a cena de um dos melhores filmes que já assisti na vida: "A corrente do bem" onde o autor da teoria fala:
"...acho que algumas pessoas têm muito medo de pensar que as coisas podem ser diferentes...É difícil para certas pessoas que estão habituadas com as coisas como estão (mesmo que estejam mal) mudarem. Então elas desistem...e quando isso acontece, todos... todos perdem!"
Uma vez ouvi que Deus age e se comunica misteriosamente na vida de cada um... Esse é um momento de renascimento, renovação...Onde todas as coisas se fazem novas! É um tempo de mudança e de não temer a mudança... Então que cada um aproveite a sua chance!
Por isso, ao ver esse vídeo fiquei anestesiado com tantos gestos embrulhados de AMOR.
TOCOU-ME LÁ NO FUNDO.COMO SONHO VER A HUMANIDADE AGINDO ASSIM! CONFIRAM!
EXEMPLO DE VIDA !
A nossa maior glória não reside no fato de nunca cairmos, mas sim em levantarmo-nos sempre depois de cada queda. Confúcio
Celebramos o Seu aniversário em 25 de dezembro. Ele não nasceu nessa data.Ele teria nascido entre os dias 2 a 4 de abril, segundo alguns historiadores. A data é muito imprecisa, por motivos compreensíveis, em face das mudanças de calendário e da falta de registro histórico de confiança.Todas as tradições asseveram que foi nesse período que ocorrera o Seu nascimento.E por que o comemoramos em dezembro? Porque a cultura romana, a sua mitologia propriamente dita, havia reservado o dia 25 de dezembro para a festa pagã do Solis Invictus (o Sol Invencível) logo após o chamado solstício do inverno (22 ou 23), o dia mais curto do ano europeu, celebração essa de natureza sensual para o gozo, para a perversão.Quando os cristãos primitivos resolveram celebrizar Jesus, naturalmente elegeram essa data para o Seu nascimento, a fim de que fosse substituída aquela comemoração, vulgar e perturbadora, por outra de mais alto significado, de conteúdo profundo, que tivesse representação muito maior do que a convencional. Então, transferiram a data do nascimento de Jesus, de abril para dezembro...Dessa maneira, foram empanadas, e mais tarde esquecidas, as evocações aos deuses Baco, Saturno e as grandes entregas à sensualidade. Por que a razão de tantas confusões? Devemos recordar que o calendário primitivo era lunar, e para adaptá-lo à realidade foram necessárias muitas concessões. Entre essas, a colocação de um mês dedicado a Júlio César, o grande conquistador (Julho).A seguir, mais um mês, dedicado a Otaviano, agosto, considerando-o Augusto, conforme fora homenageado. Como conseqüência, houve o acréscimo de mais dois meses, a fim de coincidir com o périplo que a Terra desenvolve em torno do Sol, além de um dia a mais, a cada quatro anos, que o bissexto. Igualmente, Ele não teria nascido no ano 0 da nossa Era. Isso é ainda mais perturbador, porque se assim o fosse, seria necessária uma grave alteração em as narrações evangélicas.Como todos nos recordamos, governava a Palestina, principalmente a Judéia, Herodes, o Grande, que morreu aproximadamente no ano 4 antes de nossa Era. Como Herodes teria mandado matar os recém-nascidos até os dois anos de idade, isso deve ter acontecido dois anos antes de ele ter falecido, o que recuaria a data do nascimento de Jesus para os anos 6 ou 7 antes da convencional vigente em nosso calendário. Mas será importante que Ele tenha nascido no ano 0 da nossa Era ou antes, no ano 6? O importante é que Ele nasceu. Temos esta certeza, porque a história de Jesus está no Evangelho, rica de detalhes dos acontecimentos que Lhe confirmam a existência. A vida de Jesus é também algo paradoxal.Se remontarmos aos mais confiáveis historiadores, aqueles que são aceitos pelos lideres religiosos do mundo cristão, veremos que a Sua vida é tão singular, que a História não define exatamente quando Ele nasceu ou quando morreu. Então, será que Jesus nasceu? Não seria um mito, como tantas outras figuras originadas em nossos arquétipos, que se tornam realidade por uma necessidade de afirmação do nosso inconsciente? Conclusivamente, porém, Jesus foi (e é) um Ser real. Qual seria o aspecto físico e os traços fisionômicos de Jesus? Difícil responder-se. A emissora BBC, procurou fazer uma pesquisa, graças ao código genético de um homem que existiu no século primeiro, e apresentou um Jesus moreno, de traços algo grosseiros, cabelos crespos, dizendo que aquele era um tipo do primeiro século e que Jesus possivelmente teria sido assim.A pesquisa é muito honesta, mas a conclusão, a mim me parece pouco óbvia. Se tomarmos os genes de qualquer um de nós e desenharmos o homem e a mulher do século 21, claro que não será alcançável o biótipo representativo. Somos uma variedade de raças com vários códigos genéticos, não se constituindo em um código-modelo, único, que represente a generalidade.A tradição diz que Jesus, judeu – apesar de os haver de pele negra – era de pele branca e de cabelos claros no tom de mel ou do ouro velho. Os cabelos eram longos, pois era nazareno, e os que nasciam nesse burgo tinham por princípio jamais cortar os cabelos e a barba, porque, na tradição de Moisés raspar o rosto era um desrespeito à dignidade. Eis por que os rabinos, os sacerdotes coptas, os da Igreja Ortodoxa Russa e outros ainda mantêm a barba. O rosto raspado pertence mais à cultura romana. Foram os romanos que lançaram a moda masculina da pele do rosto sem cabelos. Em uma carta atribuída a Publius Lentulus, Jesus apresenta-se com olhos muito transparentes, de tonalidade turquesa semelhante ao céu do entardecer na Galiléia. Deveria ter 1,75 m aproximadamente e pesar entre 65 e 70 Kg. Era um homem magro, sem tórax muito desenvolvido, embora o Seu trabalho fosse de carpintaria, que exige esforço muscular. Era possuidor de voz calma, porte ereto e altivo. A doçura da face, porém, não empanava a energia que dEle se exteriorizava.
Capítulo 2 – Livro: Um Encontro com Jesus – Divaldo Franco – compilado por Délcio Carlos Carvalho – 2007 Luz do Evangelho
"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade!"
Um jovem, muito inteligente, certa feita se aproximou de Chico Xavier e indagou-lhe: Chico, eu quero que você formule uma pergunta ao seu guia espiritual, Emmanuel, pois eu necessito muito de orientação. Eu sinto um vazio enorme dentro do meu coração. O que me falta, meu amigo? Eu tenho uma profissão que me garante altos rendimentos, uma casa muito confortável, uma família ajustada, o trabalho na Doutrina Espírita como médium, mas sinto que ainda falta alguma coisa. O que me falta, Chico? O médium, olhando-o profundamente, ouviu a voz de Emmanuel que lhe respondeu: Fale a ele, Chico, que o que lhe falta é a “alegria dos outros”! Ele vive sufocado com muitas coisas materiais. É necessário repartir, distribuir para o próximo... A alegria de repartir com os outros tem um poder superior, que proporciona a alegria de volta àquele que a distribui. É isto que está lhe fazendo falta, meu filho: a “alegria dos outros”. Será que já paramos para refletir que todas as grandes almas que estiveram na Terra, estiveram intimamente ligadas com algum tipo de doação? Será que já percebemos que a caridade esteve presente na vida de todos esses expoentes, missionários que habitaram o planeta? Sim, todos os Espíritos elevados trazem como objetivo a alegria dos outros. Não se refere o termo, obviamente, à alegria passageira do mundo, que se confunde com euforia, com a satisfação de prazeres imediatos. Não, essa alegria dos outros, mencionada por Emmanuel, é gerada por aqueles que se doam ao próximo, é criada quando o outro percebe que nos importamos com ele. É quando o coração sorri, de gratidão, sentindo-se amparado por uma força maior, que conta com as mãos carinhosas de todos os homens e mulheres de bem. Possivelmente, em algum momento, já percebemos como nos faz bem essa alegria dos outros, quando, de alguma forma conseguimos lhes ser úteis, nas pequenas e grandes questões da vida. Esse júbilo alheio nos preenche o coração de uma forma indescritível. Não conseguimos narrar, não conseguimos colocar em palavras o que se passa em nossa alma, quando nos invade uma certa paz de consciência por termos feito o bem, de alguma maneira. É a Lei maior de amor, a Lei soberana do Universo, que da varanda de nossa consciência exala seu perfume inigualável de felicidade. Toda vez que levamos alegria aos outros a consciência nos abraça, feliz e exuberante, segredando, ao pé de ouvido: É este o caminho... Continue... Sejamos nós os que carreguemos sempre o amor nas mãos, distribuindo-o pelo caminho como quem semeia as árvores que nos farão sombra nos dias difíceis e escaldantes. Sejamos os que carreguemos o amor nos olhos, desejando o bem a todos que passam por nós, purificando a atmosfera tão pesada dos dias de violência atuais. E lembremos: a alegria dos outros construirá a nossa felicidade.
Redação do Momento Espírita, com base em relato sobre episódio da vida de Francisco Cândido Xavier, de autor desconhecido, e que circula pela Internet. Em 29.11.2010.
"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade!"
Um jovem, muito inteligente, certa feita se aproximou de Chico Xavier e indagou-lhe: Chico, eu quero que você formule uma pergunta ao seu guia espiritual, Emmanuel, pois eu necessito muito de orientação. Eu sinto um vazio enorme dentro do meu coração. O que me falta, meu amigo? Eu tenho uma profissão que me garante altos rendimentos, uma casa muito confortável, uma família ajustada, o trabalho na Doutrina Espírita como médium, mas sinto que ainda falta alguma coisa. O que me falta, Chico? O médium, olhando-o profundamente, ouviu a voz de Emmanuel que lhe respondeu: Fale a ele, Chico, que o que lhe falta é a “alegria dos outros”! Ele vive sufocado com muitas coisas materiais. É necessário repartir, distribuir para o próximo... A alegria de repartir com os outros tem um poder superior, que proporciona a alegria de volta àquele que a distribui. É isto que está lhe fazendo falta, meu filho: a “alegria dos outros”. Será que já paramos para refletir que todas as grandes almas que estiveram na Terra, estiveram intimamente ligadas com algum tipo de doação? Será que já percebemos que a caridade esteve presente na vida de todos esses expoentes, missionários que habitaram o planeta? Sim, todos os Espíritos elevados trazem como objetivo a alegria dos outros. Não se refere o termo, obviamente, à alegria passageira do mundo, que se confunde com euforia, com a satisfação de prazeres imediatos. Não, essa alegria dos outros, mencionada por Emmanuel, é gerada por aqueles que se doam ao próximo, é criada quando o outro percebe que nos importamos com ele. É quando o coração sorri, de gratidão, sentindo-se amparado por uma força maior, que conta com as mãos carinhosas de todos os homens e mulheres de bem. Possivelmente, em algum momento, já percebemos como nos faz bem essa alegria dos outros, quando, de alguma forma conseguimos lhes ser úteis, nas pequenas e grandes questões da vida. Esse júbilo alheio nos preenche o coração de uma forma indescritível. Não conseguimos narrar, não conseguimos colocar em palavras o que se passa em nossa alma, quando nos invade uma certa paz de consciência por termos feito o bem, de alguma maneira. É a Lei maior de amor, a Lei soberana do Universo, que da varanda de nossa consciência exala seu perfume inigualável de felicidade. Toda vez que levamos alegria aos outros a consciência nos abraça, feliz e exuberante, segredando, ao pé de ouvido: É este o caminho... Continue... Sejamos nós os que carreguemos sempre o amor nas mãos, distribuindo-o pelo caminho como quem semeia as árvores que nos farão sombra nos dias difíceis e escaldantes. Sejamos os que carreguemos o amor nos olhos, desejando o bem a todos que passam por nós, purificando a atmosfera tão pesada dos dias de violência atuais. E lembremos: a alegria dos outros construirá a nossa felicidade.
Redação do Momento Espírita, com base em relato sobre episódio da vida de Francisco Cândido Xavier, de autor desconhecido, e que circula pela Internet. Em 29.11.2010.
O VERDADEIRO ESPÍRITO DO NATAL Estamos no mês desta data tão especial para muitas pessoas. Alguns, a esperam por causa do misericordioso clima que toma conta do coração da maioria das pessoas já na véspera desta comemoração. Outros, principalmente as crianças, esperam a vinda do Bom Velhinho com seus presentes para todos aqueles que se comportaram bem. E existem também aqueles que não dão a mínima para o dia, “é um dia como outro qualquer”, dizem. Quanto ao sistema capitalista implantado para aproveitar dessas situações, nem precisa falar. Tá na cara que o sistema se aproveita de todas as brechas. Por outro lado, muitas pessoas fazem as pazes, reatam antigos relacionamentos que estavam quase destruídos, festejam, bebem, comem, dançam, ajudam os necessitados, distribuem comida, roupas, agasalhos, se abraçam, se amam como verdadeiros irmãos, vão para a casa dos parentes que moram longe, trocam presentes e tudo isso é muito prazeroso e bonito… É o espírito do Natal. Mas não é o bastante. Quem dera tivéssemos Natal os 365 dias do ano, para podermos dançar, festejar e ajudar os nossos semelhantes que tanto sofrem. A mídia nos convence de que o Natal é o dia para todas essas formas de alegria e ternura, mas essa é uma verdade que poderia existir todos os dias de nossas vidas. Por que esperar o dia 25 de dezembro para fazer o bem, se existem pessoas sofrendo todos os dias do ano? Não seria uma hipocrisia de nossa parte fecharmos os olhos durante 363 dias do ano e fazer o bem somente nos dias 24 e 25 de dezembro? O próprio nascimento do Menino Jesus já aconteceu e não acontecerá de novo. Nós celebramos a recordação deste dia. Jesus pediu que amássemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos e não citou uma data para isso. Então podemos supor que Ele quer que façamos isso todos os dias. Isso sim, ao meu ver, é o Verdadeiro Espírito Natalino: “Amar a Deus sobre todas as coisas e aos nossos semelhantes, (e a tudo o que Deus criou), como a nós mesmos durante todos os dias de nossas vidas.” Jailson Souza da Silva Vieira O Verdadeiro Significado do Natal José Henrique Baldin Natal, dia de confraternização das pessoas, dia de reencontro daqueles indivíduos que a tempo não víamos. Esqueçamos as trocas de presentes, a beleza das ruas iluminadas, o que comeremos neste dia, não importando as diferenças sociais, religiosas, culturais: somos todos filhos de um mesmo Deus, e por conseqüência irmãos. Falaremos de um irmão querido: Jesus. Lembrando o seu nascimento, sua vida e seus ensinamentos. Tudo isso nós concordamos ser o mais importante. Mas antes de falarmos d'Ele, vamos falar um pouca da história da humanidade. Há mais de 1500 anos antes do Cristo, houve um enviado divino - o primeiro enviado - Moisés, que recebeu os Dez Mandamentos para educar os homens de sua época. Este é o primeiro código divino da humanidade. Ele também o foi o primeiro legislador do mundo - criando a lei do "olho por olho, dente por dente". Deu a esta última uma conotação de verdade divina, criando a imagem de um Deus colérico e vingativo, para conter um povo bárbaro e rebelde.
Pensemos: Será que um povo tribal (as 12 tribos de Israel), com costumes e leis bárbaras conseguiria entender a Lei de Amor ? Será que este povo a aceitaria? Fez-se necessário um novo ensinamento com o passar dos séculos, pois o homem evoluiu moral e intelectualmente. Novos costumes. Novas leis. Roma domina o mundo. Os romanos iniciam a defensoria pública no Senado, dando o direito à defesa de grupos sociais elevados e nobres. A população banalizava o ato de procriar, em verdadeiras orgias. Haviam muitos problemas sociais, escravidão, discriminações raciais, dores, perseguições, controle central do Estado - o Império dos Césares (e alguns deles eram muito loucos por sinal). Deus, como pai que é, não deixaria seus filhos (que somos todos nós) ao sabor dos ventos, sem poder dar-nos um norte, um modelo, um grande exemplo. O nosso melhor irmão: Jesus. Ele nos ensinou um Deus de amor e paz, acrescentando novas leis a leis que Moisés recebeu no monte Sinai (os Dez Mandamentos), dizendo: "Eu não vim destruir as Leis, mas faze-las cumprir" (Mateus, Cap. V, v.17,18)
O Mestre, o único que conseguiu dividir as eras (Antes e Depois d'Ele) ensinou-nos em várias de suas relações com os homens da época, os quais citaremos: "Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.", no momento em que uma mulher iria ser apedrejada em praça pública por causa do adultério (costume da época). (S. JOÃO, Cap. VIII, vv. 3 a 11.). Ele nos pergunta: Será que não possuímos "pecados" maiores ou piores que aquela mulher ? Será que não temos pecado ?
Ele nos ensina: Quem somos nós para julgar alguém ? Ele nos pede: Que tenhamos uma vida melhor para, moralmente, exercermos nosso mandato, através do exemplo. "Vedes a palha que está no olho do vosso próximo e não vedes a trave que está no vosso." (Mateus Cap. VII, vv. 3 a 5),
Ele nos pergunta: O homem orgulhoso consegue mirar-se no espelho e identificar seus defeitos morais e físicos ? Não é um hipócrita convicto de suas faltas ? Ele nos ensina: A auto-analise em nossos atos e relacionamentos. Ele nos pede: Será que estamos corrigindo nossos erros ? Ter a primeira caridade, a mais importante e a mais bela: Conosco mesmo - para com o próximo mais próximo: nosso íntimo "A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos não é má; porquanto, cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhem figos nos espinheiros, nem cachos de uvas nas sarças. - O homem de bem tira boas coisas do bom tesouro do seu coração e o mau tira-as más do mau tesouro do seu coração; porquanto, a boca fala do de que está cheio o coração." (S. LUCAS, cap. VI, vv. 43 a 45.) ,
Ele nos pergunta: Que tipo de frutos nos produzimos ? Sabemos diferenciar as atitudes alheias como falsas ou verdadeiras ? Quais os parâmetros de falso ou verdadeiro ? Ele nos ensina: Distinguir os homens por suas atitudes e por seus pensamentos. Ele nos pede: Bons frutos, como boas obras - servirmos de espelho para refletir sua imagem (através de exemplos) para aqueles que nos cercam. "Não vim a este mundo para os sãos, mas sim para os doentes", queria dizer que ele veio para ajudar aqueles que mais precisavam, por os sãos já estavam no caminho do bem. "A tua fé te curou, vá e não peques mais" "Vos sois filho de Deus, vos podes fazer tudo que faço e ainda mais" Ele nos pergunta: Qual a nossa destinação na Terra ? Aprendemos com as circunstancias da vida ? Temos fé ? Se sabemos o que ele quer que façamos com os sofredores do caminho? Se seriamos capazes de ajudar aqueles que precisam, como ele fez ?
Ele nos ensina: O poder da fé, no homem comum, modifica qualquer situação. Somos irmãos, filhos de um Pai Soberanamente Justo e Bom, e com as mesmas capacidades de realizações, Deus não privilegiaria uns dando dons, saúde, riqueza e em outros dando doenças, pobreza, pouco intelectualidade, etc. O que temos em nossa vida (bom ou ruim), somos responsáveis, porque realizamos ou deixamos de realizar. Ele nos pede: Caridade, ação, luta, e conquistas contra nossas imperfeições. Expande esta ação, luta e conquista em ensinamentos para aqueles que precisam de mais força, coragem e fé para vencer angustias morais e físicas, mesmo que não estejamos de acordo com o que se faz. A fé, a evolução moral e intelectual e o conhecimento das leis divinas. "Bem-aventurados os pobres de espírito, pois que deles é o reino dos céus." "Bem-aventurados os que têm puro o coração, porquanto verão a Deus." "Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a Terra" "Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus." "Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia" (S. MATEUS, cap. V, v.3, 8, 4, 9 e 7.)
Ele nos pergunta: Quais dentro os homens serão os bem aventurados ? Como é a justiça de Deus? Ele nos ensina: Que aqueles que forem humildes, forem bons e pacíficos e que tenham compaixão pelo próximo serão bem aventurados. Ele nos pede: Que sejamos bons, misericordiosos e humildes. "Quando alguém bater a sua face direita, ofereça a outra" "Sejamos mansos com a pomba, mas espertos com a serpente" "Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes." (S. MATEUS, cap. XVIII, vv. 15, 21 e 22.)" Ele nos pergunta: Quantas vezes devemos perdoar nossos inimigos ? Devo perdoar alguém que quer me prejudicar ? Devo retribuir o mal com o mal ou o mal com bem ? Ele nos ensina: Perdoar quem nos ama é fácil. Perdoar nossos inimigos, sem restrição e com o coração (em atos e palavras) é o que pega em nosso orgulho personalistico. Retribuir o mal com o mal nos ajudará em que ? Se não formos melhores que aqueles que nos perseguem, estaremos nos igualando a eles ou até no rebaixando. Será que assim faremos uma comunidade de irmãos nos preceitos do "Amai-vos.... Ele nos pede: Perdoar sempre. O nosso inimigo atualmente, é nosso irmão. Analisar a culpa da inimizade: é meu orgulho pedindo passagem, para a minha intransigência, ou será que aquele que se diz nosso inimigo está com amor-próprio ferido, gelando seus mais secretos sentimos. A culpa é nossa, ou dele ? Ainda não compreendemos as verdadeiras virtudes humanas. Quando somos prejudicados não devolver na mesma moeda, é o nosso capital espiritual, nos desvinculando com os que nos querem mal. Procurar mostra o outro lado, isto é, aconselhar o nosso irmão inimigo ou agressor a pensar no que está fazendo, se está certo as atitudes dele, mas sem humilhá-lo, sendo o mais humilde possível. Tenhamos cautela com os nosso inimigos, mas nem por isso deixamos de orar por eles. Aconselhemos e orientemos. Jesus foi perseguido, humilhado e crucificado, mas nem por isso deixou de amar o seu próximo, ele disse "Perdoa-lhes Pai, eles não sabem o que fazem". " Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno porque esta aparelhado para o diabo e para os seus anjos; porque tive fome e não me deste de comer; tive sede e não me deste de beber; era hospede e não me recolhestes; estava nú então me cobriste; estava enfermo no cárcere e não me visitastes". Então, eles perguntaram: "Senhor, quando é que nós te vimos faminto, ou sequioso, ou hospede, ou nú, ou enfermo, ou no cárcere, e deixamos de te assistir?" Então Jesus respondeu: "Todas as vezes que deixastes de dar essas proteções a um destes pequeninos, deixaste de dá-las a mim mesmo." Ele nos pergunta: Será que entendemos a caridade como ela deve ser entendida? O que fazemos ao nosso próximo mais próximo? Ele nos ensina: Se amamos ao próximo como a nós mesmos, deveremos fazer aos outros o quereríamos que os outros nos fizessem. Ele nos pede: Que devemos fazer a caridade nas suas mais variadas formas: a ajuda monetária, uma conversa amiga, um conselho, uma visita aos doentes, ensinar aqueles que não sabem escrever ou ler, enfim qualquer ato de solidariedade para com o próximo. "Não devemos servir a Deus e a Mamom", "Daí a César o que é de César, daí a Deus o que é de Deus", Ele nos pergunta: Qual deles devemos escolher ? É melhor servir a Deus ou a Mamon (um deus egípcio, da riqueza) ? Será que dá para servir aos dois ao mesmo tempo ? Ele nos ensina: Não podemos servir a Deus, em seus princípios de espiritualismo, e a Mamom, cultuando ao mesmo tempo o materialismo. Os bens materiais são provisórios e usados somente nesta vida, enquanto os bens espirituais (inteligência e moral) são eternos.
Ele nos pede: Cuidar da parte espiritual que é eterna e usar a parte material com sabedoria e inteligência para fazer o bem, sem egoísmo. "Meu reino não é deste mundo" "Na casa de meu pai há muitas moradas"
Ele nos pergunta: Onde é o reino de Deus ? Para que serve o nosso planeta Terra ? Há vida em outros planetas ? Será que a vida só existe no planeta Terra ? Para que Deus criou as outras estrelas no universo infinito ? Será que poderemos identificar Deus como um cara burro, que fez coisas sem utilidade ? Ele nos ensina: Que este mundo físico chamado Terra é provisório, o eterno é o espiritual. Este mundo em que vivemos é só uma escola preparatória. Há vários mundos, nós podemos viver, seja no mundo material, seja no mundo espiritual. Ele nos pede: Viver o melhor possível, tirar proveito dos ensinamentos que a vida nos dá, dando valor aos bens espirituais sobre os bens materiais, transitórios e mutáveis.
"Buscai e Acharei" "Ajuda-te que o céu te ajudará"
Ele nos pergunta: Tenho que esperar as coisas cair do céu ? Deus recompensa o preguiçoso ? Se ele ajudar o preguiçoso não estaria incentivando a vadiagem. Os que se esforçam e os que não fazem nada tem os mesmos direitos ? Ele nos ensina: Quer dizer que tudo o que fizermos, seja conosco ou com o próximo, acharemos o que estamos procurando, isto é, como a Lei de Ação e Reação, tudo aquilo que plantamos ou fizemos de bom colheremos, assim como tudo de ruim que plantarmos ou fizermos colheremos também. Podemos dizer que a sementeira é livre, podemos plantar o que quisermos, escolher o caminho que desejarmos, mas a colheita é obrigatória, as dificuldades ou facilidades de cada caminho serão encontradas pelo caminho que escolhermos. A lei de Deus é sabia e justa, não privilegiando ou punindo nenhum de seus filhos, pois cada um colherá o que plantar, com o diz o ditado "Quem planta vento, colhe tempestade".
Ele nos pede: Faça a tua parte, faça o bem, ajude o próximo, se esforce, estude. "Amar a Deus sobre todas as coisas, e amar ao próximo como a ti mesmo. Aí estão todos os profetas e todos os ensinamentos." Ele nos pergunta: A quem devemos amar ? Ele nos ensina: Amar a Deus sobre todas as coisas, e por conseqüência a tudo que ele criou, os mundos e as pessoas com quem nos relacionamos, isto é o próximo.
Ele nos pede: Amar a Deus e a todos os nossos irmãos, mesmo que alguns deles sejam os nossos inimigos, pois somos todos (sem exceção) filhos de um mesmo Pai. Apesar das aparentes diferenças (Credo, cor, cultura), temos as mesmas capacidades, desde que saibamos explorá-las. "Rogarei ao pai que envie um espírito consolador, que lembrará tudo que tenho dito e que dirá coisas novas" Ele nos pergunta: Será que precisa vir um novo Jesus ? Será que Ele vai ensinar alguma coisa diferente daquilo que já ensinou ? Quem é esse consolador ? O que ele trouxe de novidade ? Este consolador lembrou os ensinos de Jesus ? Ele nos ensina: Que na hora certa, isto é, quando o homem estiver em condições intelectuais e morais para receberem novos ensinamentos, e quando alguns homens começaram a se esquecer dos ensinos de Jesus, Deus enviaria um espírito para relembrar tudo que Ele ensinou e ensinaria coisas novas. Ele nos pede: Analisar qual espírito é o consolador, qual que relembrou os ensinos de Jesus e qual que trouxe a nós novos ensinamentos. Em 21 de abril de 1857, Allan Kardec publicou o "Livro dos Espíritos", com a ajuda de vários espíritos superiores, que se auto-denominavam "O Espírito da Verdade". Este espíritos relembraram várias passagens de Jesus e acrescentaram demonstrando a necessidade da reforma íntima das pessoas, a vida espiritual e o relacionamento entre a pessoa encarnada e o desencarnado, e vice-versa. Dava-se início ao Espiritismo e a regeneração dos homens na Terra. Como doutrina puramente racional e de vivência interior, não se assemelha aos cultos religiosos, principalmente aos dogmas de rituais exteriores. Algumas praticas são espiritualistas, mas não espíritas.
Como maior exemplo, para o Espiritismo, citamos a pergunta 625 do Livro dos Espíritos, onde Allan Kardec, indaga aos espíritos superiores, qual o maior exemplo enviado por Deus para a Humanidade ? E os espíritos responderam: " Vêde Jesus"
Na pergunta 932, Allan Kardec indaga, por que o mundo ainda é violento ? E os espíritos disseram: "Porque os maus são ousados e os bons são tímidos, e os bons quando quiserem, preponderarão". Fazer o bem, sem esperar recompensas dos outros. Deixar de fazer o bem por causa da violência do mundo moderno, é fugir da responsabilidade de espíritas e de espíritos. Façamos a nossa parte. No futuro seremos maioria, convencendo os outros a fazerem o bem, pelos exemplos, pelas atitudes que demonstrarmos. Sejamos uma semente melhor, nem que esta só germine bem mais tarde. E o que devemos fazer para melhorar o nosso mundo? Primeiro a nossa reforma íntima, ajudando o nosso próximo mais próximo (nós mesmos), extirpando os vícios grosseiros, combatendo defeitos, aprimorando os conhecimentos. Allan Kardec disse a seguinte frase: "Reconhece o verdadeiro espírita pelo esforço que faz em domar sua más inclinações" e Jesus ainda disse "Sede Perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito", nesta frase Ele nos pede ou nos ordena? Afirmando buscar a nossa perfeição relativa, confirma que um dia seremos perfeitos, dependendo única e exclusivamente de nós, de nossos esforços e vontades para a alcançarmos mais rapidamente ou mais lentamente. Devemos combater o egoísmo, em nosso ser e no mundo todo, o principal entrave da evolução humana. Perguntamos: como um homem se torna egoísta? Quando vê que os outros pensam mais e si mesmo do que nele, ei-lo levado a pensar mais em si mesmo do que nos outros. Colocar-se na defensiva, para não se machucar com a falta de sentimos e de reconhecimento dos outros. Recusar emprestar ou doar um objeto qualquer, é egoísmo: estamos pensando mais em nós do que no próximo. Façamos aos outros o que gostaríamos que eles nos fizesse. Para saber se você está fazendo uma ação boa para com o próximo, analise primeiro se gostaria que ele fizesse o mesmo para você. Se a resposta for não, então para que fazê-la? Se a resposta for sim, então por que não ensinar outros a fazerem o mesmo?
A oração é uma evocação que nos coloca em relação mental com o ser a quem dirigimos o pensamento. Com ela nós podemos glorificar, pedir ou agradecer. É o meio de entrarmos em contato com o Criador e com Jesus, o nosso Irmão Maior. Com ela podemos conversar com os nosso parentes e amigos que estão ao nosso lado, na pátria dos Espíritos. Jesus nos ensinou a oração dominical, o "Pai Nosso". Mas a oração principal, a melhor, a mais garantida de chegar ao endereço desejado é aquela realizada com o coração. Em várias passagens o Cristo nos informou que Deus vê o que se passa no íntimo do homem, no nosso coração. Então perguntamos: As preces pagas ou realizadas por pessoas que não teve afinidade com o ser a quem se dirige, terá o mesmo efeito? Chegará ao seu endereço? As preces decoradas tem o mesmo efeito que as preces feitas de coração? E quais os efeitos da prece? Nos sabemos que os primeiros efeitos são a paz interior, apaziguando a consciência; o reativar dos núcleos geradores de forças mentais, ajudando a pensar melhor e com mais clareza; como tantos outros efeitos. O que é importante é a nossa relação de criatura para com o criador. Com certeza vale mais uma prece espontânea e do coração, que uma prece decorada. Lembramos sempre do nosso corpo, do dinheiro, dos bens materiais, e o quanto lembramos dos bens espirituais? Daqueles amigos e parentes que já estão do outro lado ? Basta a prece com amor que, com certeza, todos os nossos amigos, quer deste plano ou do outro, estarão conosco. Experimentemos. Façamos um teste.
NOSSO PAI Nosso Pai, que estás em toda parte; Santificado seja o teu nome, no louvor de todas as criaturas; Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria; Seja feita a tua vontade, acima dos nosso desejos; Tanto na Terra, quanto nos círculos espirituais; O pão nosso da mente e do corpo dá-nos hoje; Perdoa as nossas dívidas, ensinando-nos a perdoar nossos devedores com esquecimento de todo mal; Não permitas que venhamos a cair sob o golpes da tentação de nossa própria inferioridade; Livra-nos do mal que ainda reside em nós mesmos; Porque só a Ti brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória, e da paz, da justiça e do amor para sempre! Assim seja! Emmanuel (Psicografado por Chico Xavier)
Que neste Natal e nos outros dias do ano lembremos dos ensinamentos de Jesus, aplicando-os em nossas vidas, seja neste mundo físico, seja no mundo espiritual. Um bom Natal a todos e que Deus e Jesus possa iluminar e abençoar a todos nós nos propósitos felizes, nos mostrando o caminho do bem, do amor e da fraternidade, que possamos retribuir a todos que encontramos esta paz que Deus e Jesus estão nos dando hoje e sempre.
Muitas famílias passam juntas esta noite, pessoas perdoam-se mutuamente, desentendimentos são desfeitos, compartilha-se a emoção e a alegria que envolve a história do menino Jesus e a lenda do bom velhinho, tudo gira em torno do amor. É o aval que algumas pessoas precisavam para demonstrar seu carinho e sua gratidão às pessoas que querem bem.
A figura de JESUS simboliza a capacidade humana de ser humilde, generoso, de amar, compartilhar, preocupar-se com o outro e principalmente respeitar as pessoas, independente de classe social, ou mesmo das próprias crenças.
De forma geral, fomos educados dentro de uma concepção filosófico-religiosa onde aprendemos a valorizar o ser generoso, aquele que oferece toda a sua disponibilidade e bens para o outro, sem pedir nada em troca. Só podemos oferecer o que temos, a generosidade é uma capacidade emocional que se relaciona ao desprendimento e a auto-estima.
Quando você oferece algo para alguém esperando algo em troca, isto chama-se na verdade investimento e portanto você não está dando nada; quando você oferece algo e cobra o pagamento, isto é venda e portanto o outro tem direito de saber o que está comprando e qual o preço do produto para decidir se o quer ou não.
As relações afetivas de todo tipo, sejam familiares, amorosas, sexuais, fraternas ou quaisquer outras, tem como base o compartilhar de afetos, pensamentos, emoções, respeito mútuo e portanto não se trata de investimentos no sentido que coloquei anteriormente, nem de venda. É como a garota que gasta todo seu salário com um lindo presente para seu namorado e na noite de natal ele chega com um pacotinho de bombom e sente-se culpado por ter sido tão mesquinho. Na verdade nenhum dos dois estava satisfeito e seguro da própria atitude, ela esperava algo mais substancioso, pelo menos mais próximo do esforço que fez para agradá-lo, enquanto deveria na verdade é reavaliar seu modo de sentir-se passível de ser amada. Esta equação: tenho que oferecer muito para as pessoas perceberem como eu sou legal, e obviamente ser recompensada, são velhas companheiras conscientes ou inconscientes das pessoas que se acham generosas demais para este mundo cruel e mesquinho que não reconhece sua grandeza e generosidade. Na verdade o centro desta questão é uma auto-estima muito baixa, uma dificuldade de perceber o próprio valor.
Como isso é possível numa sociedade capitalista e competitiva como a nossa? Como sermos ‘bons sem nos sentirmos bobos ou nos tornarmos tirânicos? Aprendemos com nosso desenvolvimento pessoal, que toda relação contém em si algum tipo de troca; buscamos ser aceitos em nossa forma de estarmos no mundo, sermos compreendidos em nossos motivos e principalmente, buscamos ser felizes.
Ser BOM é diferente de ser BOBO, como também querer ser esperto também é diferente de ser generoso.
E qual a diferença entre essas coisas?
O diferencial está na capacidade de perceber-se e aceitar-se, de ser autêntico em suas atitudes, respeitando a si e ao outro. O bobo é aquele que na verdade não sabe do que é capaz e portanto não consegue perceber do que o outro é capaz, justamente por não ter real conhecimento da própria natureza (humana), coloca-se numa posição de total desproteção, tornando-se vulnerável. O esperto é aquele que está sempre tentando ‘levar vantagem em tudo’, mas sempre vestido de bom moço, ele é produto do entendimento equivocado da palavra generosidade. E finalmente o bom é aquele que sabe que não é bom nem mau e ao mesmo tempo é simplesmente o 'interjogo' dessas duas forças que existem dentro de nós e as quais procuramos, através de nossa maturidade emocional, aprender a manter em equilíbrio para nos relacionarmos de forma harmoniosa e feliz.
O advento da generosidade é algo maior que o poder econômico. Podemos ser generosos sem necessariamente termos dinheiro, podemos oferecer gratuitamente amor, atenção, solidariedade e principalmente respeito, aprendendo a olhar as pessoas que estão à nossa volta como seres humanos, não apenas enxergando seus defeitos, mas as suas qualidades e potenciais pessoais.
Desejo a todos um Natal generosamente fraterno e feliz.
Sirley Bittú é Psicóloga Especialista Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia Psicodramatista Didata Supervisora Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute/EUA Consultório (11) 5083-9533 - Visite seu Site Email: sirley.regina@terra.com.br