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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Nosso Lar lidera as bilheterias com mais de 3 Milhões de pessoas em quatro semanas


Nosso Lar lidera as bilheterias com mais de 3 Milhões de pessoas em quatro semanas.

por:FERNANDA EZABELLA
26/09/2010 - 17h18

A distribuidora também afirmou que "Nosso Lar" liderou as bilheterias brasileiras com US$ 1,7 milhão em 405 salas em três dias.
No total, o filme espírita já foi visto por mais de 3 milhões de pessoas e acumula US$ 16,3 milhões em quatro semanas em cartaz.

Na semana passada, "Nosso Lar" liderou a bilheteria em termos de público, mas perdeu em termos de arrecadação de ingressos para "Resident Evil 4", em 3D.

fonte:http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/804991-nosso-lar-lidera-as-bilheterias-no-brasil-mais-uma-vez.shtml
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VEJA ONLINE – 27/09/2010

LIVROS MAIS VENDIDOS – AUTO AJUDA E ESOTERISMO

http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/?gclid=CJ_Fzb7dpqQCFYVk7Aodsmj33w
1
Ágape
Padre Marcelo Rossi [1 | 6] GLOBO
2
Nosso Lar
Francisco Cândido Xavier [2 | 20#] FEB

3
O Monge e o Executivo
James Hunter [4 | 290#] SEXTANTE
4
O que Realmente Importa?
Anderson Cavalcante [7 | 2] GENTE
5
Por que os Homens Amam
as Mulheres Poderosas?
Sherry Argov [3 | 58#] SEXTANTE
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Segunda-feira, 20/9/2010
Nosso Lar
Gian Danton

Nosso Lar é um dos grandes best-seller brasileiros. Escrito pelo espírito André Luiz, através do médium Chico Xavier, popularizou a literatura espírita com a história de um médico em uma colônia espiritual. Publicado em 1944, o livro já vendeu mais de 2 milhões de exemplares e gerou uma versão cinematográfica assinada por Wagner de Assis (A Cartomante).

Bastante conhecido, o enredo do livro inicia com o narrador chegando ao Umbral após a sua morte. O relato lembra muito as descrições do inferno católico, com o protagonista assediado por formas diabólicas de expressões animalescas. Ele sofre ali por oito anos, até finalmente ser levado para a colônia espiritual de Nosso Lar. A grande falta do médico, que o leva ao Umbral, é o ceticismo e o orgulho, que fazem com que ele demore tanto a pedir ajuda.

Uma vez na colônia, André Luiz é iniciado nos mistérios da vida espiritual, da cura, da comunicação com os vivos etc. Há, em todo o livro, um excesso de adjetivos que atrapalha a leitura: o aposento é confortador; as luzes, cariciosas. Mas essa característica, hoje considerada um vício de linguagem, era comum na maioria dos autores antigos. Fora isso, o livro passaria tranquilamente por uma boa obra de ficção científica da primeira metade do século XX.

A linguagem antiquada foi facilmente resolvida na versão cinematográfica com uma bem pensada atualização. Mas a história apresentava um outro problema: um certo caráter de"diário de viagem", que torna difícil sua adaptação para a sétima arte. Um filme precisa ter uma trama, com conflitos e uma estrutura narrativa que caminha na direção da resolução do conflito.

Em Nosso Lar, todos são bons demais e não existe uma possível figura de vilão. Da mesma forma, não há um destino que represente o conflito, já que os personagens gozam de livre-arbítrio. Em suma: não há quase nenhum conflito visível na obra original. Como transportar isso para o cinema sem que o resultado seja duas horas de sono?

O diretor Wagner de Assis optou por focar a narrativa no conflito interno dos personagens (apenas sugerida no livro), especialmente André Luiz e Eloísa, uma moça que aparece rapidamente no livro se lamentando de ter morrido antes de casar e de saber que seu noivo encontrou uma nova esposa.

André Luiz luta contra a arrogância, o egoísmo e o ceticismo (e, no final do filme, contra o ciúme), e Eloísa quer a todo momento voltar para seu noivo. Boa parte da narrativa se sustenta nessa sustentação. André será capaz de ultrapassar seus conflitos internos, e, dessa forma, ajudar a moça, fazendo com a que a trama paralela se una à principal num roteiro bem costurado.

Ou seja: o diretor optou por uma inteligente estrutura narrativa, que prende o espectador exatamente pela identificação. Alguns talvez se identifiquem com André, outros com Eloísa.

Se o roteiro é competente e enxuto, a direção é outro ponto forte. Os efeitos especiais são grandiosos (o filme custou 20 milhões de reais, boa parte deles gastos com efeitos), mas usados em favor da narrativa. Não há efeitos apenas pelo efeito, como Hollywood muitas vezes tem feito. Entretanto, muitos que assistiram à fita comentaram que gostaram de ver esse nível de efeitos num filme nacional de FC ou fantasia.

O diretor também trabalha muito bem a imagem, em ótimas cenas sem diálogos, como no reencontro de André Luiz com sua esposa. Com pouquíssimas falas, toda a tensão da situação é repassada aos espectadores.

Há algumas cenas que chamam a atenção dos mais atentos: quando começa a II Guerra Mundial, a colônia espiritual recebe centenas de desencarnados. A maioria deles usando a estrela de Davi (judeus), mas há também pessoas com outros símbolos usados em campos de concentração, o que se relaciona com os ensinamento de Chico Xavier de que o sofrimento liberta. A mesma cena traz um conteúdo de tolerância religiosa que se reflete também na cena da sala do governador, cujas paredes ostentam símbolos das principais religiões terrenas.

Sobre a questão da II Guerra, Chico conta, no livro, que os nazistas, ao morrerem na guerra, fugiam dos que iam resgatá-los, chamando-os de "fantasmas da cruz". Esse ponto, no entanto, não foi explorado pelo filme.

Outro aspecto curioso da versão cinematográfica é inverter o paradigma convencional do ser humano com relação à dualidade vida-morte. Em Nosso Lar, vemos personagens chorando e lamentando a partida de entes queridos que vão reencarnar. Nesse ponto o roteiro foi particularmente eficiente ao mostrar que vida e morte são apenas dois lados da mesma moeda em um ciclo de reencarnações. Chega, inclusive, a brincar com isso, como na cena em que uma senhora reclama que o marido estava sempre muito doente, "Mas morrer que é bom, nada!".

Nosso Lar conta com uma equipe internacional: o fotógrafo suíço Ueli Steiger (O dia depois de amanhã, Godzilla, 10.000 a.C), os canadenses da Intelligent Creatures para os efeitos especiais (Watchmen), a diretora de arte brasileira Lia Renha (A muralha, Hoje é dia de Maria, Auto da Compadecida), e o músico Philip Glass (As horas, O ilusionista).

É um filme que irá agradar tanto aos espíritas quanto aos não espíritas ou simples simpatizantes da doutrina. Mesmo aqueles que forem assisitir Nosso Lar apenas como um filme de ficção científica provavelmente irão gostar. Prova disso é que apenas 5 dias após o lançamento ele já ultrapassou a marca de um milhão de espectadores

FONTE:http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3154&titulo=Nosso_Lar

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

NOSSO LAR - DESCORTINA-SE


Por: Fábio José Lourenço Bezerra
VEJA OS CINCO PRIMEIROS MINUTOS DE NOSSO LAR - ANDRÉ LUIZ NAS ZONAS UMBRALINAS

Em 1943, pela psicografia do grande médium Chico Xavier, o mundo ganhava de presente um rico manancial de informações sobre o mundo espiritual: o livro “Nosso Lar”. Pelas mãos do nosso querido Chico, o médico André Luiz colocou no papel as suas experiências pós-morte, descrevendo em detalhes suas impressões acerca dessa nova etapa de sua existência. Causando estranheza em muitos, ele descreveu um ambiente muito parecido com o mundo material, em vários aspectos. Prédios, casas, aparelhos eletrônicos, vegetação, necessidade de alimentar-se e até um ônibus voador fazem parte de suas descrições (Diga-se de passagem, bastante avançadas para a época em que foi escrito o livro). A reação de estranhamento de algumas pessoas, aliás, já tinha sido previsto pelo próprio Emmanuel, o grande Espírito guia de Chico Xavier, como consta no prefácio deste mesmo livro, cujo trecho transcrevo abaixo:

Certamente que numerosos amigos sorrirão ao contacto de determinadas passagens das narrativas. O inabitual, entretanto, causa surpresa em todos os tempos. Quem não sorriria, na Terra, anos atrás, quando se lhe falasse da aviação, da eletricidade, da radiofonia?
A surpresa, a perplexidade e a dúvida são de todos os aprendizes que ainda não passaram pela lição. É mais que natural, é justíssimo. Não comentaríamos, desse modo, qualquer impressão alheia. Todo leitor precisa analisar o que lê.

E, no prefácio do livro “Os mensageiros”, o segundo livro ditado por André Luiz, ele explica:
Lendo este livro, que relaciona algumas experiências de mensageiros espirituais, certamente muitos leitores concluirão, com os velhos conceitos da Filosofia, que “tudo está no cérebro do homem”, em virtude da materialidade relativa das paisagens, observações, serviços e acontecimentos (grifo nosso).
Forçoso é reconhecer, todavia, que o cérebro é o aparelho da razão e que o homem desencarnado, pela simples circunstância da morte física, não penetrou os domínios angélicos (grifo nosso), permanecendo diante da própria consciência, lutando por iluminar o raciocínio e preparando-se para a continuidade do aperfeiçoamento noutro campo vibratório.
Ninguém pode trair as leis evolutivas.

E, em outro trecho do prefácio:
“A morte física não é salto do desequilíbrio, é passo da evolução, simplesmente.”
No próprio livro “Nosso Lar”, no capítulo VII, André Luiz refere-se às explicações de Lísias:
A morte do corpo não conduz o homem a situações miraculosas, dizia. Há regiões múltiplas para os desencarnados, como existem planos inúmeros e surpreendentes para as criaturas envolvidas na carne terrestre. Almas e sentimentos, formas e coisas, obedecem a princípios de desenvolvimento natural e hierarquia justa.

No livro da codificação do Espiritismo “A Gênese” (Editora FEB), constam as seguintes explicações de Allan Kardec, no capítulo XIV, de título OS FLUIDOS, da 2ª à 14ª parte:
“O fluido cósmico universal é, como já foi demonstrado, a matéria elementar primitiva, cujas modificações e transformações constituem a inumerável variedade dos corpos da Natureza. (Cap. X.) Como princípio elementar do Universo, ele assume dois estados distintos: o de eterização ou imponderabilidade, que se pode considerar o primitivo estado normal, e o de materialização ou de ponderabilidade, que é, de certa maneira, consecutivo àquele. O ponto intermédio é o da transformação do fluido em matéria tangível. Mas, ainda aí, não há transição brusca, porquanto podem considerar-se os nossos fluidos imponderáveis como termo médio entre os dois estados. (Cap. IV, nos 10 e seguintes.)

Cada um desses dois estados dá lugar, naturalmente, a fenômenos especiais: ao segundo pertencem os do mundo visível e ao primeiro os do mundo invisível. Uns, os chamados fenômenos materiais, são da alçada da ciência propriamente dita, os outros, qualificados de fenômenos espirituais ou psíquicos, porque se ligam de modo especial à existência dos Espíritos, cabem nas atribuições do Espiritismo. Como, porém, a vida espiritual e a vida corporal se acham incessantemente em contacto, os fenômenos das duas categorias muitas vezes se produzem simultaneamente. No estado de encarnação, o homem somente pode perceber os fenômenos psíquicos que se prendem à vida corpórea; os do domínio espiritual escapam aos sentidos materiais e só podem ser percebidos no estado de Espírito.

No estado de eterização, o fluido cósmico não é uniforme; sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão variadas em gênero e mais numerosas talvez do que no estado de matéria tangível (grifo nosso). Essas modificações constituem fluidos distintos que, embora procedentes do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos peculiares do mundo invisível.

Dentro da relatividade de tudo, esses fluidos têm para os Espíritos, que também são fluídicos, uma aparência tão material, quanto a dos objetos tangíveis para os encarnados e são, para eles o que são para nós as substâncias do mundo terrestre. Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os homens com os seus materiais, ainda que por processos diferentes (grifo nosso).

Lá, porém, como neste mundo, somente aos espíritos mais esclarecidos é dado compreender o papel que desempenham os elementos constitutivos do mundo onde eles se acham. Os ignorantes do mundo invisível são tão incapazes de explicar a si mesmos os fenômenos a que assistem e para os quais muitas vezes concorrem maquinalmente, como os ignorantes da Terra o são para explicar os efeitos da luz ou da eletricidade, para dizer de que modo vêem e escutam.

Os elementos fluídicos do mundo espiritual escapam aos nossos instrumentos de análise e à percepção dos nossos sentidos, feitos para perceberem a matéria tangível e não a matéria etérea. Alguns há pertencentes a um meio diverso a tal ponto do nosso, que deles só podemos fazer idéia mediante comparações tão imperfeitas como aquelas mediante as quais um cego de nascença procura fazer idéia da teoria das cores.

[...] A pureza absoluta, da qual nada nos pode dar idéia, é o ponto de partida do fluido universal; o ponto oposto é o em que ele se transforma em matéria tangível. Entre esses dois extremos, dão-se inúmeras transformações, mais ou menos aproximadas de um e de outro. Os fluidos mais próximos da materialidade, os menos puros, conseguintemente, compõem o que se pode chamar a atmosfera espiritual da Terra. É desse meio, onde igualmente vários são os graus de pureza, que os Espíritos encarnados e desencarnados, deste planeta, haurem os elementos necessários à economia de suas existências. Por muito sutis e impalpáveis que nos sejam esses fluidos, não deixam por isso de ser de natureza grosseira, em comparação com os fluidos etéreos das regiões superiores.

[...] O perispírito, ou corpo fluídico dos Espíritos, é um dos mais importantes produtos do fluido cósmico; é uma condensação desse fluido em torno de um foco de inteligência ou alma. Já vimos que também o corpo carnal tem seu princípio de origem nesse mesmo fluido condensado e transformado em matéria tangível. No perispírito, a transformação molecular se opera diferentemente, porquanto o fluido conserva a sua imponderabilidade e suas qualidades etéreas. O corpo perispirítico e o corpo carnal têm, pois origem no mesmo elemento primitivo; ambos são matéria, ainda que em dois estados diferentes (grifo nosso).

[...] A natureza do envoltório fluídico está sempre em relação com o grau de adiantamento moral do Espírito. Os Espíritos inferiores não podem mudar de envoltório a seu bel-prazer, pelo que não podem passar, à vontade, de um mundo para outro (grifo nosso). Alguns há, portanto, cujo envoltório fluídico, se bem que etéreo e imponderável com relação à matéria tangível, ainda é por demais pesado, se assim nos podemos exprimir, com relação ao mundo espiritual, para não permitir que eles saiam do meio que lhes é próprio (grifo nosso). Nessa categoria se devem incluir aqueles cujo perispírito é tão grosseiro, que eles o confundem com o corpo carnal, razão por que continuam a crer-se vivos (grifo nosso). Esses Espíritos, cujo número é avultado, permanecem na superfície da Terra, como os encarnados, julgando-se entregues às suas ocupações terrenas. Outros um pouco mais desmaterializados não o são, contudo, suficientemente, para se elevarem acima das regiões terrestres.

[...] Os Espíritos superiores, ao contrário, podem vir aos mundos inferiores e, até, encarnar neles. Tiram dos elementos constitutivos do mundo onde entram os materiais para a formação do envoltório fluídico ou carnal apropriado ao meio em que se encontrem. Fazem como o nobre que despe temporariamente suas vestes, para envergar os trajes plebeus, sem deixar por isso de ser nobre.

[...] Os Espíritos atuam sobre os fluidos espirituais, não manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e a vontade. Para os Espíritos, o pensamento e a vontade são o que é a mão para o homem. Pelo pensamento, eles imprimem àqueles fluidos tal ou qual direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizam com eles conjuntos que apresentam uma aparência, uma forma, uma coloração determinadas; mudam-lhes as propriedades, como um químico muda a dos gases ou de outros corpos, combinando-os segundo certas leis. É a grande oficina ou laboratório da vida espiritual.
Algumas vezes, essas transformações resultam de uma intenção; doutras, são produto de um pensamento inconsciente (grifo nosso). Basta que o Espírito pense uma coisa, para que esta se produza, como basta que modele uma ária, para que esta repercuta na atmosfera.

Através de uma leitura atenta das explicações de Kardec, acima, torna-se fácil deduzir-se que a espiritualidade superior, através da ação do pensamento e da vontade sobre a matéria espiritual, criou a colônia Nosso lar, verdadeiro hospital e escola para os Espíritos ainda muito materializados, bem como milhares de colônias semelhantes em volta da Terra. Sua semelhança com o mundo material, obviamente, deve-se ao grau de materialidade dos Espíritos que ainda necessitam daquela instituição para reequilibrarem-se e aprenderem, rumo a graus mais elevados. Além disso, os Espíritos pouco evoluídos, ainda muito apegados à matéria, dificilmente se adaptariam a um ambiente que fosse muito diferente ao da Terra. Trata-se de uma zona de transição, ainda muito distante do máximo grau evolutivo a que podem chegar os Espíritos.

O alto grau de materialidade dos Espíritos também explica a necessidade de os mesmos serem resgatados da zona purgatorial chamada Umbral, descrita no livro. Seus corpos espirituais, ainda muito grosseiros e pesados para o plano espiritual, embora invisíveis e imponderáveis para os encarnados, estão presos à superfície da Terra. Ao adotar uma atitude mental positiva, aproximando-se do equilíbrio, o Espírito que estacionou naquela zona modifica a qualidade vibratória do seu perispírito, pondo-se em condições de ser resgatado pelas equipes espirituais socorristas das colônias.

Outros médiuns poderosos, antes mesmo da codificação kardequiana (nome comum para as obras codificadas por Allan Kardec), obtiveram detalhes do plano espiritual que coincidem bastante com os relatos de André Luiz, como Emmanuel Swedenborg no século XVII, e Andrew Jackson Davis no século XIX.
Swedenborg, nas palavras de Sir Arthur Conan Doyle, no seu livro “História do Espiritismo”, através de sua clarividência:

Verificou que o outro mundo, para onde vamos após a morte, consiste de várias esferas, representando outros tantos graus de luminosidade e de felicidade; cada um de nós irá para aquela a que se adapta a nossa condição espiritual. Somos julgados automaticamente, por uma lei espiritual das similitudes; o resultado é determinado pelo resultado global de nossa vida, de modo que a absolvição ou o arrependimento no leito de morte têm pouco proveito. Nessas esferas verificou que o cenário e as condições deste mundo eram reproduzidas fielmente, do mesmo modo que a estrutura da sociedade. Viu casas onde viviam famílias, templos onde praticavam o culto, auditórios onde se reuniam para fins sociais, palácios onde deviam morar os chefes (grifo nosso).”

Andrew Jackson Davis, ainda conforme Conan Doyle, na obra supracitada, a respeito da vida pós-morte, através de sua visão espiritual:

Viu uma vida semelhante à da Terra, uma vida que pode ser chamada semimaterial, com prazeres e objetivos adequados à nossa natureza, que de modo algum se havia transformado pela morte (grifo nosso). Viu estudo para os estudiosos, tarefas geniais para os enérgicos, arte para os artistas, beleza para os amantes da Natureza, repouso para os cansados. Viu fases graduadas da vida espiritual, através das quais lentamente se sobe para o sublime e para o celestial (grifo nosso). Levou a sua magnífica visão acima do presente universo e o viu como uma vez mais este se dissolvia numa nuvem de fogo, da qual se havia consolidado, e, uma vez mais se consolidado para formar o estágio, no qual uma evolução mais alta teria lugar e onde uma classe mais alta se iniciaria do mesmo modo que algures a classe mais baixa. Viu que esse processo se renovava muitas vezes, cobrindo trilhões de anos e sempre trabalhando no sentido do refinamento e da purificação.

O conceituado magnetizador francês Louis Alphonse Cahagnet, conforme Gabriel Delanne (citado no livro “Allan Kardec”, de Zeus Wantuil e Francisco Thiesen) foi “Um lutador soberbo”, “que teve a glória de fazer-se o que foi: um dos pioneiros da verdade”. Obtendo comunicações com os desencarnados, por intermédio de vários pacientes em estado sonambúlico, também obteve informações parecidas com as de André Luiz. Abaixo temos perguntas feitas por Cahagnet ao Espírito de um sacerdote católico e suas respectivas respostas, de um trecho do seu livro de 1847, de título original “Arcanes de La vie future dévoilés” (extraído do livro “ Allan Kardec”, acima citado):

P. – A forma da alma que tendes é perfeitamente semelhante à do corpo em que ela habitava?
R. – Sim.
P. – Vós dormis e comeis?
R. – Dorme e come quem quer; isto não é uma necessidade como no planeta; é mais uma satisfação para aqueles que o fazem.
P. – Morais numa casa como na Terra?
R. – Eu estou numa casa; há casas nesta vida, do mesmo modo que sobre a Terra.
P. – Há também cidades e aldeias?
R. - Eu não sei como se nomeiam as cidades no céu; basta dizer-vos que há casas. Não me ocupo do resto.
P. – Quais são as vossas ocupações ordinárias?
R. – Leio, escrevo e passo parte do meu tempo a aconselhar o bem aos indivíduos inclinados ao mal.
P. – Podeis então comunicar com eles?
R. – Sim, com os Espíritos deles.

Informações bastante semelhantes também foram obtidas durante várias ocorrências do fenômeno conhecido como Experiências-de-Quase-Morte (EQM), quando um indivíduo, estando numa situação próxima à morte, tem o seu corpo espiritual parcialmente desprendido do corpo físico. Numa média de 10 a 20% dos casos, após terem sido ressuscitadas pelos médicos ou, de alguma forma, se recuperarem, as pessoas conseguem lembrar o que perceberam durante o desprendimento, quando o coração e o cérebro estavam parados. O relato abaixo consta no livro “Vida Depois da Vida”, do Dr. Raymond Moody Jr. :

[...] Sofri um ataque cardíaco e me encontrei em um vácuo negro, e aí soube que tinha deixado para trás o meu corpo físico. Sabia que estava morrendo e pensei: ‘Ó Deus, fiz o melhor que eu pude fazer na ocasião. Por favor me ajude’. Imediatamente, fui sendo movido para fora daquela treva, através de um cinzento pálido, e fui indo, flutuando e movendo rapidamente , e bem em frente, ao longe, via uma névoa cinza, e eu estava indo aceleradamente para lá. Não estava chegando tão rápido quanto queria, e, à medida que ia me aproximando, dava para ver através dela. Além da névoa, podia ver bem as pessoas, e as suas formas eram as mesmas que tinham tido na Terra, e dava para ver também coisas que pareciam construções (grifo nosso). Toda a cena estava permeada da mais encantadora luz ---- uma luz vívida, de brilho amarelo-ouro, de cor pálida, e não como o dourado berrante que conhecemos na Terra. Quando eu me aproximei mais, tive certeza de que ia passar através da névoa. Era uma sensação tão alegre e maravilhosa que não há palavras que a possam descrever. No entanto, ainda não tinha chegado a minha vez de ultrapassar a névoa, e isso porque vindo do outro lado instantaneamente apareceu na minha frente meu tio Carl, que tinha morrido muitos anos antes (grifo nosso). Ele bloqueou minha passagem dizendo: ‘ Volte. Seu trabalho na Terra ainda não acabou. Agora volte’. Eu não queria voltar, mas não tinha escolha, e imediatamente estava de volta ao meu corpo. Senti aquela dor horrível no peito e ouvi meu filhinho chorando: ’Deus, traga a minha mãe de volta’.

Fazendo-se uma comparação entre as informações obtidas pelas mais variadas e independentes fontes, vistas acima, e o relatado por André Luiz, além das conclusões de Allan Kardec em “A Gênese”, vemos que existe grande coincidência em vários pontos (conforme o método kardequiano do controle universal dos ensinamentos dos Espíritos), o que confere ao relatado no livro “Nosso Lar” alto grau de confiabilidade. Não podemos esquecer, também, que o médium Chico Xavier, através do qual essa obra veio à luz, possui imensa envergadura moral, exemplo de vida dedicada à prática da caridade cristã, atraindo sempre para si, dessa forma, o concurso de Espíritos de alto nível evolutivo, o que afasta a possibilidade de fraude por parte dos Espíritos. Isso sem falar da importância do trabalho realizado: a divulgação do Espiritismo em grande escala, através de livros.

REFERÊNCIAS

DOYLE, Arthur Conan (Sir). História do espiritismo. São Paulo: Pensamento, [1999]. 498 p.

KARDEC, Allan. A gênese: os milagres e as predições segundo o Espiritismo. 31 ed. Brasilia: FEB, 1944. 423 p.

MOODY JR., Raymond A. Vida depois da vida. Rio de Janeiro: Nórdica, 1979. 172 p.

PARNIA, Sam. O que acontece quando morremos: um estudo sobre a vida após a morte. São Paulo: Larrouse, 2008. 246 p.

WANTUIL, Zeus; THIESEN, Francisco. Allan Kardec: pesquisa biobliográfica e ensaios de interpretação. 3. ed. Brasília: FEB, 1980. 311 p., v. 2.

XAVIER, Francisco Cândido. Nosso lar: quando o servidor está pronto, o serviço aparece. 19. ed. Rio de Janeiro: FEB, 1944. 281 p. (ditado pelo espírito André Luiz).

FONTE:http://espiritismoparainiciantes.blogspot.com/2010/09/nosso-lar.html

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Nosso Lar - Faz Milagres (Relatos de Religiosos e Ateus)


VÍDEO INÉDITO NO G1 - PASSEIO DE ARERÓBUS - CONHEÇA NOSSDO LAR

INÉDITO - TRILHA SONORA NOSSO LAR

Eis que fui ao cinema hoje para assistir o filme "Nosso Lar" baseado no famoso livro psicografado por Chico Xavier. Já havia assistido recentemente a outro filme sobre a vida do Chico Xavier, e nada mais coerente que avançar um pouco mais, assistir o "Nosso Lar", e tentar entender um pouco melhor a doutrina espirita, mesmo sendo um ateu.
A minha primeira surpresa foi quando comprei os ingressos, pois praticamente não haviam lugares vagos. O cinema estava lotado. Com sorte consegui lugar na 1a fila. Minha segunda surpresa foi o público presente. Eu imaginava que seriam expectadores idosos (puro preconceito), pelo contrário havia muitos jovens, a maioria. Na verdade tinha pessoas de todas as idades mostrando que o espiritismo ainda resiste aos ataques evangélicos e católicos.


Inicia-se a projeção e a história de André Luiz começa a ser contada. O ator principal, Renato Prieto, está confortável no papel de André Luiz. Suas expressões são perfeitas e sua interpretação chama a atenção. O cenário é todo meio forçado e em geral o filme é óbvio desde a chegada dos desencarnados `as zonas umbralinas (espécie de purgatório), bem como a chegada dos mesmos ao "Nosso Lar". A cidade é cheia de prédios, sentimentos, burocracias e coisas assim que me são difíceis de crer que existam após a morte. Certa hora me veio a mente como seria legal ver o Lula, a Dilma, o Collor e o Sarney no UMBRAL se contorcendo abraçados naquela lama fétida. Consegui sorrir com este breve desatino. Por outro lado me senti triste na cena em que o espírito viaja a dimensão carnal, vendo sua família viver, sem ele, somente com lembranças. Neste momento pensei que ficaria feliz se meus mortos viessem me ver e conversar comigo. Seria meu segundo desatino da noite. Será que eu conseguiria acreditar na doutrina Kardecista? Ela me parece mais justa que a lei dos homens. Na teoria ela é, no mínimo, confortante; pois reduz o peso da morte e da ausencia transformando-as em um "até breve". Gostaria , como tantos outros, de acreditar na teoria - mas esta ainda não me desce bem.
Enfim, gostei de assistir o filme. Foi útil para entender melhor o assunto. Não estou convencido que André Luiz existe ou é apenas um personagem fruto da brilhante mente de Chico Xavier. Sou ateu mas sou romântico e não posso ser cego nas minhas idéias nem ser insensível diante de um mundo tão injusto - sem nexo e sem explicações. Não posso imaginar-me desprezando o espírito de um ente querido, ausente, somente por eu ser ateu. Quero que os espíritos venham e falem comigo caso eles existam. Mas eles nunca vem. Não quero ser ATEU, mas não vejo como não se-lo.
Ao final do filme senti-me estranhamente feliz, não pelo filme ter despertado-me ao espiritismo, definitivamente isto não ocorreu, mas sim por estar consciente que minhas convicções são fortes mas não eternas ou inabaláveis. Sinto me seguro por estar sempre disposto a modificar velhos conceitos `a luz de novas teorias que pareçam-me razoáveis.

Para finalizar existe uma ONG em São Paulo ,em homenagem ao André Luiz, chamada "Casas Andre Luiz" que cuida de mais de 1400 pacientes com deficiência mental. A ONG faz um trabalho lindo e emocionante ao qual todos deveríamo-nos somar. Por isso torno a repetir: se André Luiz é um espírito real ou uma criação fascinante do Chico Xavier pouco importa. O que importa é que siga fazendo seus milagres.
http://www.casasandreluiz.org.br/
FONTE:http://slowfoodbych.blogspot.com/2010/09/nosso-lar-faz-milagres.html
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Postado por Cris França às Domingo, Setembro 12, 2010

Ontem eu tive a grata satisfaçãode ir conferir o filme NOSSO LAR, baseado na obra do Médium Chico Xavier, narrado pelo espírito de André Luiz.
Narra a história do médico André Luiz, sua vida aqui na Terra, seu desencarne, e seu encontro com a eternidade.
O filme é belíssimo, sem falar de nenhuma religião, o filme fala de amor , de esperança, dos nossos anseios e de tudo aquilo que nos afasta de sermos seres humanos melhores ou melhorados, afastando assim nosso entendimento da vida e de sua plenitude.
Confesso que o filme mexeu muito comigo, me emocionei demais.
Eu não sou espírita, mas eu sou uma pessoa em busca da minha espirítualidade.
A mensagem do filme é muito forte, eu achei.
Fala da capacidade de cada um de nós de desenvolvermos o nosso espírito e de sermos responsáveis pela nossa própria evolução.
O Filme tem cenas que me impressionaram muito, principalmente relativas ao "Umbral", uma espécie de purgatório para onde vamos para nos purificar dos pecados.
Eu fiquei impressionada, porque quando eu era pequena ainda, a mãe do meu era falecida, e eu sonhei com ela, ela estava num lugar, muito, muito parecido com esse lugar do filme, no meu sonho, ela apanhava de chicote de um homem, que a açoitava e ela gritava para mim, tá foi mais um pesadelo do que um sonho, na época eu contei para minha mãe e ela fez orações pela minha avó, mas o sonho voltou-me muito nitidamente durante o filme.
Depois, quando a tia do meu marido, por quem eu tinha um carinho enorme faleceu, eu sonhei com ela em um lugar de muitas janelas, num corredor enorme, ela estava recebendo e orientando as pessoas, que chegavam nesse lugar, me lembro claramente disso, ela era espírita e uma pessoa que só fez o bem aqui na Terra.
Nas palavras sobre servir o próximo, sobre a nossa busca tão vazia por entendimento das coisas além da vida, o filme me pareceu muito coerente.
Foi em muitos momentos muito delicado, muito bonito, com várias frases e mensagens riquíssimas, senti não ter ido com lápis e caneta ao cinema para anotar todas elas e compartilhar com vocês.
Mas o mais importante.
Hoje eu acordei com uma vontade enorme de ser uma pessoa melhor.
Seja o que for que possa despertar isso no ser humano, vocês devem convir comigo, vale a pena ser visto.
Peço desculpas por falar de cinema aqui, e não no Cinema Paradiso, mas é que realmente eu queria dividir essa sensação com vocês, porque muitas coisas que leio em blogs amigos, me voltaram durante o filme, aprendizados que tenho ganho e mais do isso, o filme realmente me deu esperanças, de ver nascer mais obras assim, que despertem as pessoas para um sentido mais espiritual da vida e do entedimento da nossa responsabilidade sobre a felicidade, nessa grande lei de Causa e Efeito, que chamamos de Vida.
Um abraço, paz , luz e bem para os que por aqui passam!

FONTE: http://cantodecontarcontos.blogspot.com/
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domingo, 12 de setembro de 2010 Nosso lar (filme)
Postado por Alexandre Ferrari


Não sou um cara espiritualizado, não tenho religião, minha fé não move sequer um montinho de poeira. Tenho muitas preocupações, mas nenhuma delas tangencia o crescimento espiritual.
Rezo pela minha mãe. Rezo por alguns amigos (e para os nem tão amigos tb). Peço sempre para ser uma pessoa melhor, para aprender mais, ouvir mais, mas esses pedidos não são a materialização de uma crença, são, eu acho, maneiras de refletir um pouco sobre a minha vida (e a falta de compreensão em relação a ela).
Ainda que eu peça (sem saber direito a quem), sei que a resposabilidade de quaisquer mudanças é minha. E sei tb que é muito difícil entender, mudar, se desprender de sentimentos pequenos.
Hoje ao assistir ao filme Nosso Lar, baseado na obra psicografada por Chico Xavier (por certa influência do post da Cris), confesso que me senti muito vazio (muito pequeno). Senti a minha vida vazia de conhecimentos espirituais. Senti-me demasiadamente humano, no sentido primitivo.
É claro, não óbvio, que não ser espiritualizado ou não ter conhecimentos espirituais não me faz ser indiferente às pessoas, aos seus sofrimentos, dores, pesares.
O filme é reconfortante quando nos mostra que essa vida terrena é mesmo para aprendermos: a ser mais humanos (agora, no sentido de sermos compreensivos, bondosos e humanitários), a acreditar que a vida por aqui é passageira, a esperar tempos melhores em termos de sabedoria espiritual.
Vale à pena assisti-lo.
Saí melhor do que entrei no cinema, pelo menos acredito que sim.

FONTE:http://alexandreferrarisaores.blogspot.com/2010/09/nosso-lar-filme.html

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

'Nosso Lar' já foi visto por mais de 2 milhões de espectadores


Nosso Lar ultrapassa dois milhões de ingressos
17 de setembro de 2010

Baseado na obra de Chico Xavier, filme já arrecadou mais de R$ 19 Milhões
A Fox divulgou que o filme Nosso Lar ultrapassou 2 milhões de ingressos vendidos ao fim de duas semanas em cartaz. O longa já foi visto por 2.083.254 espectadores em apenas 14 dias de exibição, registrando bilheteria de R$ 19.102.330,00. O resultado faz o filme ser o primeiro no ranking dos filmes mais vistos desde que entrou em cartaz.


Adaptação para o cinema de romance psicografado por Chico Xavier, o filme de Wagner Assis já havia estabelecido recorde ao ultrapassar um milhão de espectadores nos cinco primeiros dias de exibição.
Nosso Lar conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte e acompanha sua jornada, desde os primeiros dias, numa dimensão de dor e sofrimento até ser resgatado para uma cidade espiritual cujo nome intitula o filme. Escrito e dirigido por Wagner de Assis, traz no elenco Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart.

FONTE: http://wp.clicrbs.com.br/matine/2010/09/17/nosso-lar-ultrapassa-dois-milhoes-de-ingressos/?topo=77,2,18,,,77

REPORTAGEM NOSSO LAR - TV CEI

Reportagem Nosso Lar 03 from TVCEI on Vimeo.


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SUCESSO DE NOSSO LAR É DESTAQUE INTERNACIONAL

TRADUÇÃO DO INGLÊS PARA O PORTUGUÊS: GOOGLE TRADUTOR

Nosso Lar: Blockbuster Spiritist Movie from Brazil
Posted by red pill junkie at 17:11, 17 Sep 2010


We've recently discussed Clint Eastwood's upcoming movie that deals with NDEs and mediumpship. A promising movie but an exceptional director, for sure

But hey: this is 2010, when the US no longer has a monopoly on cinema; and from the land of Samba comes yet another film that seems to boldly go where the Gran Torino dared not to!

Nosso Lar (Our Home), a Brazilian film inspired by the the most popular book of spiritist medium Chico Xavier —a very prominent figure in the Brazilian spiritual movement, who penned dozens of books using the process known as psychography— has already broken all the box office records in the Brazilian theaters, and in just one weekend it has already been viewed by over 2 million spectators.

Nosso Lar is the first spiritual drama to be developed in Brazil but the third to go on release after Bezerra de Menezes througth Fox Brazil and Chico Xavier through Downtown-Sony in April this year.

Nosso Lar tells the story of a 1930's era physician called André Luiz. When he dies, André arrives to another dimension and is forced to redeem his earthly mistakes in a sort of "purgatory", before being accepted in an idyllic spirit colony —the beauty of Rio de Janeiro & the futuristic architectural features of Brasilia served to create the stunning backgrounds of the main character's life on the other side.

The film's ground-breaking success, with musical tracks by Philip Glass, has already obtained most of the voting by Brazil's Ministery of Culture to; with the voting, Nosso Lar will go and represent Brazil in this year's competition for Best Foreign Movie at the Oscar awards ceremony —which will surely ensure its global distribution.

Who knows? Maybe the reason films like these are coming from South America instead of the US, it's because *they* don't fear the wrath of a Randy or a Richard Dawkins ;)

Whatever the case, I'm sure looking forward to seeing this one. How about you?

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TRADUTOR GOOGLE NA ÍNTEGRA:

Nosso Lar: Blockbuster Movie Espírita do Brasil
Postado por junkie pílula vermelha às 17h11min, 17 de setembro, 2010

Nós temos discutido recentemente próximo filme de Clint Eastwood, que lida com uma EQM e mediumpship. Um filme promissor, mas um diretor excepcional, com certeza

Mas hey: trata-se de 2010, quando os E.U. não tem mais o monopólio do cinema e da terra do Samba vem ainda outro filme que parece audaciosamente indo onde o Gran Torino não ousou!

Nosso Lar (Nosso Lar), um filme brasileiro inspirado no livro mais popular do espírita Chico Xavier médio uma figura muito importante no movimento espírita brasileiro, que escreveu dezenas de livros através do processo conhecido como psicografia, já quebrou todas as recordes de bilheteria nos cinemas brasileiros, e em apenas um fim de semana já foi visto por mais de 2 milhões de espectadores.

Nosso Lar é o drama espiritual primeiro a ser desenvolvido no Brasil, mas o terceiro a ir para o lançamento após Bezerra de Menezes througth Fox Brasil e Chico Xavier através do Centro Sony em abril deste ano.

Nosso Lar conta a história de um médico era de 1930 chamado André Luiz. Quando ele morre, André chega para uma outra dimensão e é forçada a resgatar seus erros terrena em uma espécie de "purgatório", antes de ser aceito em um espírito de colônia idílica, a beleza do Rio de Janeiro e as características arquitectónicas futuristas de Brasília serviu para criar os cenários deslumbrantes da vida do personagem principal do outro lado.

sucesso inovador do filme, com trilhas musicais de Philip Glass, já obteve a maioria dos votos pelo Ministério da Cultura do Brasil para, com o voto, Nosso Lar irá e representar o Brasil na competição deste ano de melhor filme estrangeiro no Oscar cerimônia de premiação, que certamente irá garantir a sua distribuição global.

Quem sabe? Talvez a razão de filmes como estes são provenientes da América do Sul em vez de os E.U., é porque * eles * não temem a ira de um Randy ou Richard Dawkins;)

Seja qual for o caso, eu tenho certeza ansioso para ver este. Como sobre você?

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FONTE:
http://www.dailygrail.com/TV-and-Movies/2010/9/Nosso-Lar-Blockbuster-Spiritist-Movie-Brazil

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Nosso lar chega com ar de campeão


Longa de Wagner de Assis detém o recorde de produção nacional mais cara e em maior número de cópias, 435
VEJA CENAS INÉDITAS DO FILME NO VÍDEO SHOW - REDE GLOGO


03 de setembro de 2010 | 0h 00
Luiz Carlos Merten - O Estado de S.Paulo

Serão 435 cópias, a partir de hoje, em salas de todo Brasil. É o recorde de lançamento do cinema brasileiro - Os Normais chegou a 434 cópias, perdendo por uma para Nosso Lar. O longa adaptado do best seller de Chico Xavier chega para arrebentar. A Federação Espírita do Brasil, que detém os direitos do livro, dá seu aval. As plateias de espíritas, que já assistiram às pré-estreias - no Rio e em São Paulo, entre outras praças -, reagem emocionalmente, muitos chorando. Nosso Lar baterá outro recorde, o de público, de Chico Xavier? O longa de Daniel Filho bateu nos 5 milhões de espectadores. Dependendo do sucesso de Nosso Lar, haverá nova enxurrada de filmes inspirados na doutrina espírita, a começar por Os Mensageiros, também ditado pelo espírito de André Luiz, que o diretor Wagner de Assis também gostaria de verter para a tela.


Quando ele se lançou ao projeto, parecia coisa de louco. Para tornar real o mundo pós-mortem relatado por Chico Xavier em seu livro ditado por André Luiz, Assis sabia que ia necessitar de efeitos, muitos efeitos. Eles não o assustavam, mas, além de não dominar tecnologias de ponta nessa área de produção, o cinema brasileiro tem o hábito de só timidamente recorrer a elas. Efeitos são coisas de Hollywood, aumentam os custos. Felizmente, o projeto interessou a uma empresa do Canadá, e o próprio governo daquele país barateia custos ao subsidiar a produção estrangeira. Um compositor tão prestigiado quanto Philip Glass também ligou seu nome a Nosso Lar, e não por dinheiro, mas por achar intrigante esse mundo retratado por Assis em seu longa.

No comando de tudo isso, a produtora Iafa Britz arrisca a maior cartada de sua carreira. Ex-Total Entertainment, ela se desligou da outra empresa para desenvolver projetos próprios. Estreia com o mais caro filme produzido no Brasil - outro recorde associado a Nosso Lar. Até aqui, o campeão era Lula, o Filho do Brasil, de Fábio Barreto, que estreou no começo do ano. Nosso Lar foi orçado em US$ 10 milhões, o que, convertido em reais, fica próximo dos R$ 18 milhões. Toda essa dinheirama está na tela, e boa parte dela convertida em efeitos. Alguns - muitos - são bons, mas Iafa Britz e Wagner de Assis reconhecem o calcanhar de aquiles de seu épico espírita. Quando o "nosso lar" aparece na tela - existem milhares de cidades espirituais como aquela, ao redor dos planetas, não somente da Terra -, o plano de conjunto sugere uma maquete, sobre a qual se move o aerobus. "É o plano que mais nos incomoda, mas temos de conviver com ele", explica a produtora. "Poderíamos até melhorá-lo, mas isso significaria aumentar, e muito, o custo. Tornou-se inviável", acrescenta o diretor.

Afinal, isto aqui não é Hollywood. E o importante é passar a "mensagem". O espiritismo, reflete o presidente da Federação Espírita, Nestor João Masotti, não é filosofia nem religião. É uma doutrina que busca o conhecimento da verdade baseada nas leis naturais. Os mistérios da (i)mortalidade e da reencarnação são encarados sempre por meio de leis morais. Quem for ver Nosso Lar, o filme, esperando uma reprodução exata do livro, vai estranhar as liberdades. Mas elas foram aceitas pelo próprio Masotti baseado na mais simples das evidências - o cinema é uma mídia diferente do livro. Ele aprovou o roteiro e a filmagem teve acompanhamento da Federação. A essência da obra de Chico Xavier está na tela e isso é o que importa.

Masotti já havia gostado de Chico Xavier, mesmo com a ressalva - admitida pelo diretor Daniel Filho - de que um filme de duas horas não poderia dar conta da integralidade de uma vida tão grande quanto a do médium mineiro, que psicografou centenas de livros, ditados por vários espíritos. O campeão de vendas, entre aqueles cujos direitos pertencem à Federação, é Nosso Lar, mas também vende muito bem Há Dois Mil Anos, ditado por outro espírito, o de Emmanuel. Nosso Lar reproduz a experiência do médico André Luiz, que morre e vai para a região sombria do Umbral, de onde será resgatado pelos espíritos para o Nosso Lar. Embora a doutrina espírita não reconheça o inferno, o Umbral seria o seu equivalente, o espaço das trevas. O Nosso Lar é a região da luz, onde os espíritos se aprimoram e de onde retornam às Terra, para novas encarnações. O objetivo do filme não é catequizar, mas levar o público a compartilhar as experiências da imortalidade e do aprimoramento espiritual.

FONTE:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100903/not_imp604535,0.php

terça-feira, 24 de agosto de 2010

-> NOSSO LAR O FILME (CRÍTICAS E OPINIÕES DE QUEM JÁ VIU)


"A CIDADE "NOSSO LAR"

P – O Espírito de André Luiz descreveu experiência de sua vida na condição de
desencarnado,numa cidade espiritual em seu livro, exatamente este que aqui está,traduzido para o japonês ("Nosso Lar"). Como médium o senhor pode atestar cidades como esta, fora do plano terrestre?


Resposta de Chico Xavier :


Eu não posso transferir a minha certeza àqueles que me ouvem, mas posso dizer que, em 1943, quando o espírito de André Luiz começou a escrever por nosso intermédio senti grande estranheza com o que ele ditava e escrevia.
Certa noite, tomadas as providências necessárias, segundo a orientação de Emmanuel, ele próprio e André Luiz me levaram a determinada parte, a determinado bairro da cidade de “Nosso Lar”. Posso dizer que fui em desdobramento espiritual na chamada zona hospitalar da cidade. Foi para mim uma excursão espiritual inesquecível, como se eu desfrutasse os favores de um espírito liberto.
Mas, eu preciso explicar aos telespectadores que fui em função de serviço, naturalmente, assim como um animal – no tempo em que não tínhamos automóvel, locomotiva e avião – um animal que servia a professores para determinados tempos de viagem.

Vi muita coisa maravilhosa sem compreender tudo ou entender muito pouco, porque fui em função de serviço, não por mérito.

Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos Diversos
ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES
por Weber Malcher - webermalcher@hotmail.com

André Luiz, o espírito presente na obra psicografada de Chico Xavier.

André Luiz, o espírito que passou oito anos no umbral, nas penumbras da multidimensionalidade.


André Luiz, pseudônimo de um médico. Foi ele Dr. Faustino Esposel ou Oswaldo Cruz? (recorde-se que Oswaldo Cruz desencarnou em 1917, vítima de insuficiência renal, sendo que André Luiz desencarnou em decorrência de oclusão intestinal e, tendo passado "mais de oito anos" nas regiões umbralinas, estava ainda se adaptando à vida em Nosso Lar, para onde acabara de ser levado, quando recebeu a notícia de que era agosto de 1939. Portanto, deve ter desencarnado por volta de 1929 ou 1930.)

Não importa quem tenha sido ele na vida terrestre, o essencial é que André Luiz está presente entre nós. Está presente na história desenvolvida na obra monumental de Chico Xavier "Nosso Lar", no filme que vai estrear dia 3/9, está presente nas páginas do nosso cotidiano, onde a humanidade vive no umbral terreno, voltada para o consumismo desenfreado.

O grande recado para o mundo vem da espiritualidade no momento quando André é liberado para voltar a reencarnar na nave Terra: "ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES"

Qual é a história que o nosso André interior está contando para nossos filhos? Qual é o recado que estamos dando para a comunidade? Qual é o poema que estamos escrevendo para o mundo?

Há 2.000 anos o meigo Nazareno esteve na terra contando uma história feliz de Amor. O que fizeram com Êle?

Vamos ver o que relata Emanuel no prefácio do livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier:

"O homem terrestre não é um deserdado. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta,
o seu livro.

O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em função restauradora do Cristianismo puro; que ninguém, todavia, se descuide das necessidades próprias, no lugar que ocupa pela vontade do Senhor.

André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior

surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com

própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no

purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.

Guarde a experiência dele no livro dalma. Ela diz bem alto
que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas
precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO, mas, muito

mais, de ESPIRITUALIDADE.

EMMANUEL

Pedro Leopoldo, 3 de outubro de 1943.

Um recado para você, para mim e para toda a humanidade. A Mãe Terra está dando um salto quântico na espiritualidade. E nós, será que estamos acompanhando esse salto? Lembre-se:
ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES.

FONTE: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=23225

PROGRAMA ESPECIAL BASTIDORES - FILME NOSSO LAR



Crítica: Nosso Lar

Filme sobre espiritismo

23 de Agosto de 2010 às 18:54 | (241) Leituras | (0) Comentários | (0) Votos | Publicada por: Rosemar Schick

Fonte: Rosemar Schick/SaladaCultural

André Luiz, médico e pai de família, tem uma vida regada a bebidas e extravagâncias, o corpo não resiste e ele morre jovem deixando mulher e filhos... incorformado, ao chegar no 'nosso lar', quer voltar e rever sua família... passam-se anos até que ele compreenda... e resolve, então, escrever um livro que foi psicografado por Chico Xavier.
Filme interessante para quem é espiritualizado ou espírita - ou, pelo menos, acredita no espiritismo-, a comunidade que lotou teatros com espetáculos sobre o tema e os atores tb acreditam, pois é preciso muita fé para dar veracidade a todos os momentos vividos pelos personagens.
Eu fiquei emocionada em vários momentos e creio que este filme marca pontos em muitos aspectos, com excelente direção e atuação de atores como Paulo Goulart, Ana Rosa, Othon Bastos entre outros.
A direção e roteiro é de Wagner de Assis, que merece elogio.

Produção Globo Filmes-caprichada. Nosso lar parece uma espaçonave do futuro com computadores e telas por todo lado.

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POR:RBN BLOG

Nesta segunda-feira aconteceu uma exibição para imprensa do filme Nosso Lar, baseado no livro homônimo psicografado por Chico Xavier. Estivemos presentes no lançamento e conferimos o que o filme vai mostrar para todos os leitores e ouvintes da Rádio Boa Nova a partir do dia 3 de setembro.

Se você quer ter surpresa ao ver o filme, pare por aqui!!! Ou melhor, dê uma olhada nas fotos abaixo e depois chega. rs



Veja Galeria de Fotos Inéditas sobre o filme NOSSO LAR:http://radioboanova.com.br/rbnblog/nosso-lar-o-filme/?nggpage=2

O filme começa com André Luiz diante de uma grande muralha, e então somos jogados junto com ele num estranho e obscuro lugar (ou estado?) onde o sofrimento é praticamente matéria, não fosse o fato de que nada ali é matéria como conhecemos enquanto vivos. André Luiz está sofrendo no umbral, em meio a criaturas assustadoras e suas próprias lembranças de encarnado. Julgado como suicida, é perseguido por espíritos das sombras, até que pede por perdão, e o espírito Clarência vem em seu auxílio.

Aí é que somos apresentados a Nosso Lar, uma das diversas colônias espirituais que ‘flutua’ sobre a superfície da Terra. É para lá que André é levado para seu tratamento e jornada – como ficaremos sabendo depois. As imagens são incríveis! Mesmo quando ainda estamos dentro do hospital espiritual já temos a sensação de que muito está para ser mostrado nas telas. E esse ‘muito’ vem de forma incrível.

Quando André, sempre curioso, passa a ser guiado pelas terras de Nosso Lar passamos a ver o exemplo de uma das maravilhosas estruturas espirituais para onde somos encaminhados após a morte, de acordo com nosso merecimento. Os pavilhões, suas funções, os espaços de confraternização e contemplação… Tudo nos é mostrado com cores lindas, harmônicas, e aquela boa sensação de calor e vida que temos nos dias mais bonitos de sol. A transposição da imagem que qualquer um cria ao ler é ainda mais perfeita no cinema.

Aos poucos André vai mergulhando no real sentido da vida, ou na vida real. Aprendendo seu propósito e a lidar com seus sentimentos – nosso maior desafio. Quer trabalhar para poder conseguir visitar sua família. Erra, aprende e segue, enquanto vai registrando tudo pelo que tem passado. Parece até um blogueiro espiritual, daqueles que nada publica, apenas salva. Isso até ter conteúdo o suficiente para apresentar aos outros.

Sua relação com outros espíritos o coloca em contato com suas próprias dúvidas e medos. Vai aprendendo a ser maior. Mas sua verdadeira lição vem ao visitar seus parentes encarnados. Descobre que o ‘inferno’, que nunca existiu, está mesmo é dentro da gente. Junto a nossos sentimentos mais obscuros e tristes. Doma suas emoções e aprende mais sobre o amor. Se entrega aos novos fatos da verdadeira vida e assim consegue colaborar ainda mais, como o final deixa a entender.

Quem sabe não teremos mais filmes com o personagem, além de Nosso Lar.


VÍDEO SHOW

ENTREVISTA COM O ATOR Werner Schünemann QUE INTERPRETA EMMANUEL EM NOSSO LAR


Estimados confrades gaúchos:

Estivemos no dia 12 de agosto de 2010, na reunião extraordinária do CFN, na Bienal do Livro em São Paulo, onde tivemos a benção de assistir em sessão especial no Cinemark do Shopping Zona Norte, o filme Nosso Lar.

Tenho poucos adjetivos para qualificá-lo com justiça. Nossa linguagem é pobre para expressar a grandeza da produção. Ela utiliza os meios conhecidos do cinema atual, mas seu efeito é de uma força incomparável e provoca uma emoção inigualável nos que o assistem. Ele é ímpar, cativante, encantador, extraordinário. Estavam lá presentes dirigentes de 18 federativas estaduais, Presidente, Vices, Diretores e colaboradores da FEB, além de outros convidados. Todos, sem exceção, verbalizaram a emoção incontida que aflorou ao assistirem cada cena, diálogo, música ou efeito especial do filme.
Por certo, amigos, vivemos um momento especial.

A Doutrina que será o futuro das religiões ganha um aliado vigoroso para o combate ao materialismo, a tecnologia e a força da comunicação representada pela sétima arte.
Transformemo-nos, cada um, em multiplicador da propaganda do filme e por certo, milhões de pessoas que não leram o livro e vivem na terra como se a vida espiritual fosse apenas um produto da imaginação de místicos, acordarão e começarão a ressignificar suas atitudes acelerando a transição para o estágio de mundo regenerador.

Divulgue, vá ao cinema, leve seus familiares, amigos, vizinhos, colegas. Forme grupos em sua casa espírita ou instituição ou na família e vamos agendar sessões de pré-estreia, comparecer á estréia, voltar ao cinema na segunda, na terceira... enfim, façamos a nossa parte, porquanto aqueles que acolheram do Alto a intuição abençoada de levarem as telas a notícia trazida pelo “peixinho vermelho” estão fazendo, magistralmente, a sua.

Ligue para a FERGS. Fone. 32241493

Mande email para assessoria@fergs.org.br ou decom@fergs.org.br

Vamos empenhar nossos esforços para que a Doutrina que nos felicita a alma, também dessedente milhares de outras que ainda não a conhecem.

Um abraço fraterno da irmã

Beth Barbieri
(Presidente da FERGS)

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DEPOIMENTO DOS ARTISTAS



Nosso Lar *
Depoimentos sobre o filme!

Atriz Samara Felippo:
"Depois desse filme, só consigo pensar nos meus valores, no bem q posso fazer pelo proximo, minha família. Mt emocionada!!! #NossoLar" 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Da atriz Marina Ruy Barbosa:
"O filme é incrível.." 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Do ator Daniel Del Sarto:
"A pessoa acaba o namoro, acorda cedo num sabado chuvoso, vê um filme tocante, chora a sessão inteira e acaba num almoco com criancas lindas. melhora ou sucumbe, ne não?! o filme emocionante: @NossoLarOFilme - recomendo, estréia em breve. Pra assistir de coração aberto." 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *
Do ator Paulo Vilela: Parabéns toda equipe e pra @RoMulholland pelo "Nosso Lar" - emociona!" 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Da Atriz Aparecida Petrowky:
"O filme "O nosso lar" é maravilhoso!! Várias mensagens de amor, reflexão e esperança. Recomendo a todos! 15 ago (4 dias atrás) Luiz Fernando

Da atriz Nivea Stelmann:
"Adorei ver esse filme. Lindo!!! Não paro de pensar... Soco no estômago". 16 ago (3 dias atrás) Nosso Lar*

Do ator Luigi Baricelli,
nos bastidores do Criança Esperança, contou para a imprensa que foi "chorar no banheiro" ao assistir ao filme Nosso Lar. "O filme mexeu comigo, vivi uma experiência".


Em reunião extra foi realizada em SP, na quinta feira dia 12, o filme NOSSO LAR foi apresentado em pré-estreia, para a diretoria da FEB, comovendo a todos pela beleza e elevada concepção com que o livro foi adaptado para chegar às telas.
Vários esclarecimentos foram prestados pelo Nestor e por outras pessoas.

Foi enfatizado o seguinte:

IMPORTANTE
Para a FOX, que produziu o filme, o que interessa é a bilheteria. Se esta for um sucesso o filme será levado para o exterior. E para que isto se concretize o MAIS IMPORTANTE É A PRIMEIRA SEMANA, a segunda será a continuidade
da primeira, mas para fins de estatística o que prepondera é a PRIMEIRA.
Portanto foi recomendado que os espíritas divulguem isto:

VAMOS LOGO NA PRIMEIRA SEMANA EM MAIOR NÚMERO POSSÍVEL.

Outro ponto importantíssimo são as sessões extras, que é o seguinte:
Um grande grupo de pessoas combina com a direção de um dos cinemas uma sessão extra, por exemplo, domingo pela manhã. Se isto acontecer chama a atenção e repercute muitíssimo.

Às vezes a gente pensa em não ir à primeira semana devido às filas, mas devemos fazer um esforço.

Vamos aos cinemas, enfrentemos as filas, afinal Chico Xavier atendeu às filas por mais de 50 anos, de pé enquanto suportou, depois sentado, e assim foi, como sabemos.
Estamos incumbidos de preparar o reino do céu, na Terra - diz Joanna, este é um dos motivos pelos quais é
importante comparecer.

Abraços.
Suely Caldas Schubert



ficha técnica:
título original:Nosso Lar
gênero:Drama
duração:01 hs 50 min
ano de lançamento:2010
site oficial:http://www.nossolarofilme.com.br
estúdio:Cinética Filmes e Produções
distribuidora:Fox Filmes do Brasil
direção: Wagner de Assis
roteiro:Wagner de Assis, baseado em livro de Chico Xavier
produção:Iafa Britz
música:Philip Glass
fotografia:Ueli Steiger
direção de arte:Lia Renha
figurino:Luciana Buarque
edição:Marcelo Moraes
efeitos especiais:Intelligent Creatures
29-07-2010 ////////
NOSSO LAR
FILME DE WAGNER DE ASSIS, QUE ESTREIA EM SETEMBRO, INVESTE EM EFEITOS VISUAIS

Como você imagina que é a vida após a morte? O filme “Nosso Lar”, baseado no best-seller homônimo de Chico Xavier, descreve em detalhes a vida em uma colônia espiritual através de relatos do espírito do médico André Luiz. Para criar estes ambientes desconhecidos, contou com uma direção de arte grandiosa e efeitos especiais jamais vistos em produções brasileiras. O longa leva às telas mais de 350 imagens com efeitos visuais desenvolvidos pela empresa canadense Intelligent Creatures, responsável pelo mesmo trabalho em filmes como “Babel” e “Watchmen”.
A soma de cenários, figurinos, maquiagem e efeitos especiais leva o espectador aos três universos retratados no filme: o planeta Terra, a onírica colônia Nosso Lar e o sombrio umbral, uma espécie de purgatório. A responsável pela tarefa de criar visualmente a história contada no livro de Chico Xavier foi Lia Renha, diretora de arte do filme, que iniciou o trabalho ainda no período de pré-produção. Como o Nosso Lar é uma colônia, ela precisou construir uma cidade fictícia. Para isso, trabalhou com uma equipe grande de arquitetos e cenógrafos para montar os ministérios, vias, prédios, casas e tudo o mais que existe no lugar.
Para diferenciar o Nosso Lar do umbral, Lia brincou bastante com as cores e com a luminosidade: “Por estar em uma dimensão elevada, a cidade precisava ser luminosa, fluídica. Tinha que passar para o espectador toda a energia positiva que permeia o lugar. Já o umbral tem sofrimento, é denso, sem luz. Trabalhamos com muito cinza, cor de ferrugem e fumaça para criar um clima sombrio”. Os figurinos também foram criados nesta mesma linguagem. As roupas são cheias de camadas, translúcidas e leves.
Para marcar a passagem do protagonista pelo umbral, foi preciso mudar a fisionomia do ator Renato Prieto usando técnicas de caracterização. Foram criadas feridas no corpo com o auxílio da maquiagem; com o látex, foi improvisada uma barriga falsa e uma longa barba foi acoplada ao rosto do ator. Completam o visual de Prieto gosmas, poeira e um líquido que lembra sangue coagulado.
No início do projeto, Wagner de Assis não imaginava que “Nosso Lar” seria tão grandioso e revela que a realização de cada cena era repleta de aprendizado e descoberta: “Queria poder dar à história tudo o que ela merece, então precisava investir nos efeitos para que o filme tivesse credibilidade. Usamos todas as técnicas de efeitos visuais disponíveis no mercado”. Isso pode ser percebido, por exemplo, na cena em que o protagonista André Luiz caminha por um imenso e sombrio vale situado entre montanhas pontiagudas criadas por computação gráfica, assim como as árvores mortas e nuvens de fumaça. Já na colônia, as construções de arquitetura ousada e futurista também são fruto do trabalho da Intelligent Creatures, empresa responsável pela pós-produção que, de acordo com o diretor, unia a estrutura, a experiência e a capacidade de lidar com imprevistos necessárias para a tarefa. Flores, animais e outros elementos também foram acrescentados virtualmente em diversas cenas.
A equipe brasileira viajou diversas vezes para Toronto e enfrentou temperatura de 33° C negativos no rigoroso inverno canadense para acompanhar o trabalho de pós-produção, que levou nove meses. Geoff Scott, supervisor de efeitos visuais, chegou a liderar uma equipe de 90 profissionais trabalhando no filme. Ele conta que Wagner tinha uma ideia formada sobre o que queria ver em seu filme e coube à Intelligent Creatures trabalhar para ajudá-lo a realizar essa visão: “Nós trabalhamos juntos para criar centenas de conceitos de imagem que definiam o ‘Nosso Lar’ antes de criar os efeitos finais do filme. Ficamos muito orgulhosos com o resultado. Foi um imenso prazer trabalhar neste projeto”.
Mesmo contando com toda essa tecnologia em seu filme, Wagner diz que a história é o grande atrativo de “Nosso Lar”, que estreia nos cinemas em 3 de setembro: “A gente sempre teve em mente que todos esses efeitos são secundários, apenas ajudam a contar a história. O que importa de verdade é o drama”.
Fonte: http://paginadocinema.com.br/reportagens/index/92/0/Nosso_Lar
Cartaz Oficial


23/07/2010 - 07h02
Rosanne Mulholland explora outras facetas em
"Nosso Lar"
EDU FERNANDES
Da Redação

Atriz Rosanne Mulholland em cena do filme "Nosso Lar", interpretando uma jovem que não acredita que sua vida terrena acabou

De carona na onda espírita que tomou conta do cinema brasileiro com o sucesso de "Chico Xavier", “Nosso Lar” leva para as telas o romance de mesmo nome psicografado pelo médium mineiro.
É a história do médico André Luiz (Renato Prieto), que "desencarna" e vai "para o plano espiritual". O filme tem estreia prevista para 3 de setembro.
O elenco conta ainda com Werner Schünemann, Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart. A atriz Rosanne Mulholland faz o papel de uma jovem inconformada com a própria morte. Ela falou ao UOL Cinema sobre o seu trabalho.
UOL Cinema - Você fez "Araquaya" em 2004. Como é voltar a fazer filmes de época?
Rosanne Mulholland - É muito bom. Nesse filme a imersão é mais intensa do que nos outros, porque a gente vai para uma outra dimensão. Tudo é tão diferente, as roupas, os objetos...
UOL Cinema - Nos filmes que você participou mais recentemente, como "Falsa Loura", a temática era bem diferente, com violência ou cenas sensuais. Como encara esse trabalho mais pacífico?
Rosanne Mulholland
- No meu trabalho, eu gosto de explorar todas as facetas humanas e a violência e o sexo também fazem parte da vida. Acho bom ir para esse lado mais inocente, ou mais puro. Penso que foi mais tranquilo. “Nosso Lar” explora uma faceta muito importante, que é a morte, o destino do qual ninguém escapa. É necessário discutir esse assunto também.
UOL Cinema - As produções com teor espírita estão em alta, a começar pelas telenovelas e, de uns anos pra cá, com filmes. Você usou algo desse material para entrar no clima de "Nosso Lar"?
Rosanne Mulholland - Não vi esse material. Quando a gente filmou “Nosso Lar”, esses filmes não tinham sido lançados. Eu lembro das novelas espíritas, mas não fiz uma pesquisa para o filme com elas. Eu me dediquei mais à história em si do “Nosso Lar” e ao projeto do Wagner de Assis, o diretor.
UOL Cinema - Qual era sua relação com o tema espiritismo antes de começar a trabalhar em "Nosso Lar"?
Rosanne Mulholland - Eu não tinha uma relação com a doutrina. No set de filmagem, eu era uma das poucas no elenco e na equipe que não segue o espiritismo. Talvez por isso que eu tenha sido escalada para a personagem que não acredita que morreu, que quer voltar para a Terra de qualquer maneira. Eu admiro duas coisas no espiritismo, pelo o que já vi. Acho que, especialmente entre as diferentes formas da fé cristã, os espíritas são os que menos julgam os outros e os mais preocupados em ajudar o próximo.
UOL Cinema - "Nosso Lar" tem muitos efeitos visuais para criar o mundo espiritual. Isso influenciou no seu trabalho?
Rosanne Mulholland - Em alguns momentos, sim [risos]. É estranho, pelo menos no Brasil, ter de fazer as cenas com um fundo azul no meio da cidade cenográfica. Mas eu acho que foi bom também, traz uma nova experiência para minha carreira.
Fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/07/23/rosanne-mulholland-explora-outras-facetas-em-nosso-lar.jhtm

ELENCO DE NOSSO LAR
Renato Prieto
... André Luiz
Fernando Alves Pinto
... Lísias
Rosane Mulholland
... Eloisa
Inez Viana
... Narcisa
Rodrigo dos Santos
... Tobias
Werner Schünemann
... Emmanuel
Clemente Viscaíno
... Clarêncio
Helena Varvaki
... Zélia
Aracy Cardoso
... Dona Amélia
Selma Egrei
... Luisa
Othon Bastos
... Governador
Ana Rosa
... Laura
Paulo Goulart
... Genésio
Lu Grimaldi
... Veneranda
Chica Xavier
... Ismália
Nicola Siri
... Ernesto
Amélia Bittencourt
... Judite
Lisa Fávero
... Clarice
César Cardadeiro
... Mariano
Anna Cotrim
... Eloisa's Mom
Vânia Veiga
... Iolanda