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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

O CÓDIGO CHICO XAVIER



Trecho de As Vidas de Chico Xavier , de Marcel Souto Maior
"Morre um capim, nasce outro"


Eram pouco mais de 19h30 de domingo — 30 de junho de 2002 —, quando o coração de Chico Xavier parou.
Chico tinha acabado de deitar-se na cama estreita de seu quarto acanhado para mais uma noite de sono. Pouco antes de dormir, ergueu as mãos para o alto, como sempre fazia, e rezou pela última vez.
Chico morreu em casa, como queria, sem dor nem sofrimento. Poucas horas antes, ele chamou o enfermeiro que sempre o acompanhava. Precisava de ajuda para fazer a barba, mas Sidnei tinha viajado. A reação de Chico, ao saber da viagem, foi rápida e intrigante:
— Não vai dar tempo.
Nos últimos dias, a cozinheira da casa, Josiane Alberto, estranhou o comportamento de Chico. Bastava ela trazer um copo de água para Chico agradecer:
— Jesus vai te abençoar. Muito obrigado.
Passou a semana agradecendo. Era como se estivesse se despedindo. Foi esta a sensação que teve o médium César de Almeida Afonso ao visitá-lo na semana anterior.
— Agora vieram todos — Chico disse ao vê-lo, depois de uma sucessão de visitas de outros médiuns.
O líder espírita morreu exatos oito dias antes da data em que seria alvo de uma série de homenagens e comemorações: os 75 anos de sua mediunidade.
Para os amigos mais íntimos, a morte, naquele momento, o poupou de novos desgastes com eventos e compromissos.
Chico planejou, com cuidado, a própria despedida.
Uma de suas principais preocupações era impedir que impostores divulgassem, após sua morte, supostas mensagens transmitidas por ele. Temia que, em busca de projeção, médiuns se apresentassem como porta-vozes de seu espírito.
Para evitar fraudes, Chico combinou um código secreto com três pessoas de sua confiança: o médico e amigo Eurípedes Tahan Vieira, o filho adotivo Eurípedes Higino dos Reis e Kátia Maria, sua acompanhante nos últimos anos de vida. Três informações deveriam constar da primeira mensagem enviada do além.
Na tarde anterior à própria morte, Chico confirmou o código com Eurípedes Tahan e avisou:
— Vocês saberão quem sou eu.
Traduzindo: depois de morto, Chico revelaria um dos seus segredos mais bem guardados — quem ele teria sido na última encarnação.
Ele pensou em cada detalhe. Seu corpo deveria ser velado no Grupo Espírita da Prece durante 48 horas, para que todos tivessem tempo de se despedir, sem confusão. O enterro seria feito no cemitério São João Batista, em Uberaba, a cidade que o acolheu em janeiro de 1959, quando Chico deixou para trás a família e os amigos da cidade natal, a também mineira Pedro Leopoldo.
Foram feitas, é claro, as suas vontades.
Quando a notícia sobre a morte dele se espalhou, fogos de artifício ainda espocavam nos céus de Uberaba e do Brasil. O país festejava a conquista do pentacampeonato da Copa do Mundo de futebol. O jogo decisivo aconteceu na madrugada de sábado para domingo.
Mas a principal notícia em Uberaba logo se tornou Chico Xavier. Repórteres, fotógrafos e cinegrafistas correram para a casa dele. O corpo do médium saiu de casa por volta das 23h30 pelo portão dos fundos rumo ao Grupo Espírita da Prece, o centro fundado por ele em 1975. Aplausos o saudaram na saída de casa e na chegada ao Centro.
Uma fila de admiradores logo dobrou o quarteirão e se prolongou dia e noite, por dois dias. A Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros foram mobilizados e, de todo canto do país, chegaram os devotos de Chico Xavier.
Mães e pais que perderam filhos e foram consolados por ele; pobres que teriam morrido de fome ou de frio sem a ajuda dos mutirões que ele promovia; espíritas e não-espíritas de todo o país, que aprenderam a ter fé com a ajuda de Chico.
As 48 horas de velório foram suficientes para que as caravanas de ônibus chegassem em paz. A Polícia Militar fez as contas: 2.500 pessoas por hora, em média, se despediram de Chico no Grupo Espírita da Prece. Ao todo, 1 20 mil pessoas. A fila para ver o corpo atingiu quatro quilômetros e chegou a exigir uma espera de aproximadamente três horas.
Coroas de flores foram enviadas de todo o país por políticos, artistas, admiradores anônimos, enquanto o prefeito decretava feriado na cidade, o Governador anunciava luto oficial por três dias, e o Presidente Fernando Henrique Cardoso divulgava uma mensagem sobre a importância do líder espírita para o país e para os pobres.
Em frente ao cemitério, uma de suas admiradoras, a florista Isolina Aparecida Silva, atravessou a rua, foi até a cova onde Chico seria enterrado e jogou lá no fundo, sem que ninguém visse, uma carta de agradecimento por tudo o que o médium fez por ela e pelo Brasil.
Isolina, 56 anos, tornou-se devota de Chico aos catorze, quando ele curou a sua enxaqueca crônica apenas com o toque das mãos. Isolinas de todo o Brasil rezaram para Chico Xavier naqueles dias de despedida e conversaram com ele, nas breves passagens pela beira do caixão, como se Chico estivesse ouvindo cada palavra de saudade e de gratidão.
Na terça-feira — 48 horas depois da morte —, um carro do Corpo de Bombeiros estacionou em frente ao Grupo Espírita da Prece para transportar o corpo de Chico até o cemitério. Os cinco quilômetros do trajeto demoraram uma hora e meia para serem percorridos.
Mais de 30 mil pessoas acompanharam o cortejo a pé. O trânsito parou e um clima de comoção tomou conta da multidão. A pedido de Chico, as flores das coroas — mais de cem, no total — foram distribuídas a quem acompanhava o corpo. Na porta do cemitério, o caixão foi recebido com uma chuva de pétalas de 3 mil rosas lançadas de um helicóptero da Polícia Rodoviária Federal, ao som de músicas como Nossa Senhora, o canto de fé de Roberto Carlos, e Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores, canção de protesto de Geraldo Vandré.
O corpo permaneceu na entrada do cemitério mais quarenta minutos antes de ser levado para a sepultura. Chico queria se despedir de todos. E se despediu como planejou.
Espíritas esperaram por notícias dele nos dias seguintes. Mas semanas, meses se passaram… e nada. Nenhuma mensagem de Chico Xavier. O "código secreto" nem precisou ser usado. Seis meses depois, um dos médiuns mais concorridos de Uberaba, Carlos A. Bacceli, fechou os olhos e pôs no papel um livro intitulado Na Próxima Dimensão. O espírito do médico Inácio Ferreira, ex-diretor clínico do hospital psiquiátrico Sanatório Espírita de Uberaba teria ditado o texto a ele.
Inácio, segundo o livro, também esteve no enterro de Chico. Era um dos espectadores "invisíveis" da "passagem" do líder mais importante do país. Durante todo o velório, Chico — escreveu Bacceli — teria descansado nos braços de Cidália, segunda mulher de seu pai, considerada sua segunda mãe.
"Chico guardava relativa consciência de tudo…", descreve o texto.
Uma faixa de luz azul enfeitava o céu e foi se tornando cada vez mais intensa à medida que se aproximava a hora do enterro. Esta luz, segundo Inácio, envolveu Chico e partiu, levando o líder espírita para bem longe, no exato instante em que a multidão entoava a canção Nossa Senhora, em frente ao cemitério.
Uma revelação, publicada no livro, causou alvoroço nos meios espíritas: Chico seria a reencarnação de Allan Kardec. Ele teria vindo à Terra para pôr em prática e "sentir na própria pele" a doutrina desenvolvida e divulgada por ele, em livro, na existência anterior.
Com a publicação do livro, Chico teria cumprido a promessa de revelar quem ele era.
Para quem não acredita em vida depois da morte, os cinco parágrafos acima são mera ficção. Para quem acredita, tudo faz sentido.
Verdade irrefutável mesmo é que Chico, o menino pobre e mulato do interior de Minas, filho de pais analfabetos, se transformou em mito, venerado, idolatrado, atacado, perseguido — um ídolo popular.
Foi a história desta metamorfose que decidi contar há dez anos quando desembarquei em Uberaba com uma tarefa ambiciosa: receber um sinal verde do próprio Chico Xavier para escrever sua biografia.
Eu era repórter do Jornal do Brasil, tinha sérias dúvidas sobre questões como vida depois da morte e encarava o líder espírita com o habitual distanciamento jornalístico.
Chico era um mito nacional adorado por milhões de brasileiros e menosprezado por centenas de jornalistas como eu.
— Chico Xavier? Não é o Chico Buarque, não? Chico Anysio? Chico Mendes? — amigos de redação ironizavam ao saberem do meu projeto: lançar a primeira biografia jornalística de um dos personagens mais idolatrados e polêmicos do país.
Lá fui eu.
Aos 81 anos, atormentado por sucessivas crises de angina, abatido por duas pneumonias graves e castigado por uma catarata crônica, Chico Xavier vivia em repouso e — por recomendação médica — já não participava de sessões espíritas há quase nove meses.
Eu teria de contar com o apoio de seu filho adotivo, Eurípedes, para conseguir visitá-lo em casa nas reuniões para poucos amigos aos sábados à noite. Não consegui passar pelo portão.
Eurípedes preferiu preservar o pai de qualquer desgaste, e eu decidi iniciar a reportagem sem autorização de ninguém — nem do possível biografado.
O primeiro passo: acompanhar uma sessão espírita no Grupo Espírita da Prece, mais conhecido como "o Centro do Chico".

Chico Xavier faz aparição em novo filme


Festival Transcendental só traz temas místicos
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Abençoada por números milionários, a onda dos filmes de cunho espiritualista acaba de ganhar uma nova plataforma de apreciação e difusão: o Festival de Cinema Transcendental, cuja primeira edição se realiza entre os dias 24 e 27 de março, em Brasília, e nos dias 28 e 31 do mesmo mês, em Fortaleza. A mais específica das novas maratonas do já gordo calendário cinematográfico brasileiro – há uma outra a ser inaugurada em julho, voltada para os filmes de autor – ampara-se na extraordinária bilheteria de títulos recentes do gênero, como Nosso lar, de Wagner de Assis, assistido por 4 milhões de brasileiros, e Chico Xavier, de Daniel Filho, visto por cerca de 3,4 milhões.
– Filmes similares já são produzidos em Hollywood há vários anos. No Brasil, esta produção encontrou eco por causa da receptividade do povo a temas ligados a religiosidade, paranormalidade e a fatos que a ciência não pode explicar. Títulos como Chico Xavier e Aparecida – O milagre encontram espaço na devoção e na crença do brasileiro – explica Lucas de Pádua, coordenador geral do festival. – Aqui, o gênero cresceu dentro de um movimento artístico e cultural que tem como objetivo aliar técnicas a conceitos, ou seja, a busca de uma arte mais voltada para a solidariedade e a religiosidade.
Jornal do BrasilCarlos Helí de Almeida
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AS MÃES DE CHICO XAVIER – ESTREIA NO DIA 1º DE ABRIL DE 2011

A atriz Vanessa Gerbelli é vista nas filmagens de ''As Mães de Chico Xavier''
Em breve, a figura mais rentável do cinema brasileiro atual estará novamente nas telas. Depois do sucesso de “Chico Xavier”, que em três semanas de exibição já vendeu mais de 3 milhões de ingressos, o médium será revisitado no longa “As Mães de Chico Xavier”, que está em fase de filmagem no Ceará, com a direção de Glauber Filho e Halder Gomes.
No centro da história, no entanto, não está Chico, mas três personagens femininas. “O que liga o drama dessas mulheres é a figura do médium”, explicou o codiretor Glauber Filho, numa entrevista ao UOL Cinema. Uma delas é Ruth (Via Negromonte), cujo filho tem problemas com drogas, o que abala toda a família. A outra é Elisa (Vanessa Gerbelli), que tenta compensar a ausência do pai junto ao filho, cuidando dele excessivamente. E, por fim, Lara (Tainá Muller, de “Cão sem Dono”), que enfrenta uma gravidez indesejada.
Segundo Glauber Filho, que assina o roteiro com Emmanuel Nogueira, o longa foi inspirado no livro “Por trás do Véu de Isis”, do jornalista Marcel Souto Maior, também autor de “As Vidas de Chico Xavier”, que serviu de base para o longa de Daniel Filho. “Não é uma adaptação da obra original, foi apenas um ponto de partida. Fizemos pesquisas sobre pessoas que receberam cartas psicografadas, e, a partir daí, criamos três histórias ficcionais, mas que poderiam ser verídicas”, conta o codiretor e corroteirista. O que amarra essas histórias é a presença de um jornalista, que tem a missão de alavancar a audiência de um programa de televisão usando a figura do médium.
Inicialmente, o longa seria dirigido por três profissionais diferentes. Cada um trabalharia uma história e daria uma identidade visual para cada segmento. No entanto, o terceiro diretor, Gerson Sanginitto, não pôde participar das filmagens e o trabalho teve de ser divido entre os outros dois. “Geralmente, eu cuido da câmera, dos planos, e o Glauber trabalha mais com os atores”, explica Halder Gomes, que também assina uma primeira montagem do filme, que deverá ficar pronta no final de junho.
Segundo Glauber Filho, mais de 60% das filmagens estão concluídas e alguns distribuidores já mostram interesse pelo filme. O diretor tem, aliás, experiência com filmes de temática espírita. Há dois anos, ele lançou “Bezerra de Menezes: O Diário de um espírito”, que codirigiu com Joel Pimentel, e vendeu quase 500 mil ingressos – uma bilheteria bastante expressiva para os padrões brasileiros.
Filho acredita que o interesse do público brasileiro por filmes espíritas vai além da religião. “Creio que haja uma abordagem cultural mesmo. As pessoas querem ver esses filmes não apenas pelo aspecto religioso. O mundo, atualmente, está mais espiritualizado. Questões envolvendo mitologias, seres de outro mundo, sempre foram uma procura do ser humano”.
Para o codiretor, o cinema brasileiro parece, finalmente, estar se dando conta das possibilidades de novas temáticas e como isso pode atrair o público. “Estamos encontrando uma diversidade de temas, e isso graças à coragem que alguns têm para experimentar”, comenta Filho. Ele também aponta que filmes como “Chico Xavier” podem recuperar uma parcela de público que há anos abandonou os filmes nacionais. “Estamos com a chance de resgatar uma plateia que foi perdida. Pessoas que vão ver o filme pela temática e depois acabam pegando gosto pelas produções nacionais”.
Apesar de estar rodando o filme no Ceará, Filho esclarece que as histórias se passam em cidades de Minas Gerais, “mas que poderiam acontecer em qualquer lugar do mundo”. Além disso, o filme deverá intercalar a ficção com depoimentos reais de pessoas que receberam cartas por meio de Chico Xavier. “Foram histórias que nos chamaram a atenção e entram no filme como a pesquisa de nosso personagem, o repórter”.
Nelson Xavier, novamente, assume o papel do médium. Mas, conforme ele mesmo disse na época do lançamento de “Chico Xavier”, só aceitou porque não seria o protagonista do filme, mas um personagem secundário. “Sempre quisemos deixar bem claro que nosso filme não é uma continuação do filme do Daniel Filho, mas uma outra abordagem sobre um universo parecido”.
Depois de concluir as filmagens em Fortaleza, a equipe se desloca para Pacatuba (CE), onde foi construída uma réplica da Casa da Prece, o centro espírita onde Chico Xavier trabalhou em Uberaba. As filmagens devem ser concluídas em Pedro Leopoldo, cidade natal do médium.


cinema.uol.com.br/ultnot/2010/05/09/filmes-es...
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Comentários•
Rubens Freitas, Niterói 02/02/11 22:35
São raros os filmes americanos que abordam o tema com seriedade. Em geral apelam para o que chamam de "sobrenatural". Os parapsicólogos, por sua vez, abordam o tema com ceticismo e materialismo exagerados, buscando "explicações racionais" em tudo (chegam a dar asa à imaginação para negar a espiritualidade! Simples: procurem avaliar com seriedade a Doutrina Espírita de Kardec. Com bases científicas e filosóficas (com consequencias religiosas inevitáveis) a "Doutrina dos Espíritos", ou a "Terceira Revelação", não só explica racionalmente muitos fatos, como antecipou vários assuntos que somente agora estão sendo esclarecidos por diversas experiências científicas.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Convenção Mundial no Umbral


Um texto para as pessoas de todas as religiões refletirem!

O chefe dos espíritos das trevas convocou espíritos obsessores para uma convenção.

Em seu discurso de abertura, ele disse:

"Não podemos impedir os cristãos de irem aos seus templos."
"Não podemos impedí-los de ler os livros e conhecerem a verdade."

"Nem mesmo podemos impedí-los de formar um relacionamento íntimo com Deus, Jesus e Espíritos Elevados. Pois uma vez que eles ganham essa conexão, o nosso poder sobre eles está quebrado.”

"Então vamos deixá-los ir para suas Igrejas, Templos ou Centros Espíritas, vamos deixá-los com os almoços e jantares que neles organizam, MAS, vamos roubar-lhes o TEMPO que têm, de maneira que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento elevado".

"Quero que vocês façam é o seguinte"- disse o obsessor-chefe:

"Distraia-os a ponto de que não consigam aproximar-se de Deus, Jesus ou dos espíritos superiores."

Como vamos fazer isto? Gritaram os seus asseclas.

A Resposta do chefe:

"Mantenham-nos ocupados nas coisas não essenciais da vida, discussões , desavenças , inutilidades do dia-dia cobranças inúteis...e inventem inumeráveis assuntos e situações que ocupem as suas mentes."

"Tentem-nos a consumirem, a gastarem e gastarem...assim como tomar emprestado fazendo empréstimos intermináveis..."

*"Persuadam as suas esposas e maridos a irem trabalhar durante longas horas, trabalharem de 6 à 7 dias por semana, durante 10 à 12 horas por dia, a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios"

"Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos."

"À medida que suas famílias forem se fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho".

"Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranquila que orienta seus espíritos".

"Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia".

"Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos".

"Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, loterias, bolos de apostas, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças".

"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que os maridos acreditem QUE Desta forma eles se tornarão insatisfeitos com suas próprias esposas"...

"Mantenham os casais demasiadamente cansados para se amarem, de forma que eles procurem relacionamentos fora do casamento, isto sem dúvida, fragmentará as suas famílias mais rapidamente."

"Dê-lhes Papai Noel, para que esqueçam da necessidade de ensinarem aos seus filhos o significado real do Natal. Induzam-nos a consumirem mais e mais...

"Dê-lhes o Coelho da Páscoa, para que eles não reflitam sobre a ressurreição de Jesus, ao invés disso que eles consumam doces e mais doces para prejudicarem sua saúde.

"Até mesmo quando estiverem se divertindo, se distraindo, que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!".

"Mantenha-os de tal modo ocupados que nem pensem em andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus. Ao invés disso, mande-os para parques de diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro banais, apresentações artísticas mundanas e à TV entorpecedora. Mantenha-os ocupados, ocupados."

"E, quando se reunirem para um encontro, ou uma reunião espiritual, envolva-os em mexericos e conversas sem importância, principalmente fofocas, para que, ao saírem, o façam com as consciências comprometidas".

"Encham as vidas de todos eles com tantas causas supostamente importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem a espiritualidade e Jesus".

*Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa."

"Isto vai funcionar!! Vai funcionar !!" *

*Os espíritos trevosos ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados e mais apressados, indo daqui para ali e vice-versa, tendo pouco tempo para Deus e para suas família, não sobrando nenhum tempo para contar a outros sobre a sublimidade e o poder do Evangelho de Jesus para transformar suas vidas.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Dez Coisas que Levei Anos


1. Uma pessoa que é boa com você, mas grosseira com o garçom, não pode ser uma
boa pessoa.


2. As pessoas que querem compartilhar as visões religiosas delas com você,
quase nunca querem que você compartilhe as suas com elas.


3. Ninguém liga se você não sabe dançar. Levante e dance.


4. A força mais destrutiva do universo é a fofoca.


5. Não confunda nunca sua carreira com sua vida.


6. Jamais, sob quaisquer circunstâncias, tome um remédio para dormir e um
laxante na mesma noite.


7. Se você tivesse que identificar, em uma palavra, a razão pela qual a raça
humana ainda não atingiu (e nunca atingirá) todo o seu potencial, essa palavra
seria "reuniões".


8. Há uma linha muito tênue entre "hobby" e "doença
mental".


9. Seus amigos de verdade amam você de qualquer jeito.


10. Nunca tenha medo de tentar algo novo. Lembre-se de que um amador solitário
construiu a Arca. Um grande grupo de profissionais construiu o Titanic.


Luís Fernando Veríssimo

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Mediunidade com Jesus


Mediunidade com Jesus é serviço aos semelhantes. Desenvolver esse recurso é, sobretudo, aprender a servir.
Aqui, alguém fala em nome dos espíritos desencarnados;
ali, um companheiro aplica energias curativas;
além, um cooperador ensina ao roteiro da verdade;
acolá, outrem enxuga as lágrimas do próximo, semeando consolações.
Entretanto, é o mesmo poder que opera em todos. E a divina inspiraçao do Cristo, dinamizada através de mil modos para reerguer-nos da condição de inferioridade ou para sanar-nos o sofrimento.
E nessa movimentação bendita de socorro e esclarecimento, não se reclama os títulos convencionais do mundo, quaisquer que sejam, porque a mediunidade cristã, em si, não colide com nenhuma posição social, constituindo fonte do Céu a derramar beneficíos na Terra, por intermédio dos corações de boa vontade.
Em razão disso, antes de qualquer sondagem das forças psíquicas, no sentido de se lhes apreciar o desdobramento, vale mais a consagração do trabalhador à caridade legítima, em cujo exercício todas as realizações nobres da alma podem ser encontradas.
Quem desejar a verdadeira felicidade, há de improvisar a felicidade dos outros;
quem procure a consolação, para encontrá-la, deverá reconfortar os mais desditosos da humana experiência.
Dar para receber. Auxiliar para ser amparado.
Esclarecer para conquistar a sabedoria e devotar-se ao bem do próximo para alcançar a bênção do amor.
Eis a lei, que impera igualmente no campo mediúnico, sem cuja observação, o colaborador da Nova Revelação não atravessa os pórticos das rudimentares noções de vida imperecível.
Espírito algum construirá a escada de ascensão sem atender às determinações do auxílio mútuo.
Nesse terreno há muito que fazer os círculos da Doutrina Cristã rediviva, porque não basta ser médium para honrar-se alguém com as vantagens da luz, tanto quanto não vale possuir uma charrua perfeita, sem a aplicação respectiva no esforço da sementeira.
A tarefa pede fortaleza no serviço com raciocínio no sentimento.
Sem maturidade para superar a desaprovação provisória da ignorância e da incompreensão e sem as fibras harmoniosas do carinho fraterno para socorrê-las, com espírito de solidariedade real, é quase impraticável a jornada para a frente.
Os golpes da sombra martelam o trabalho iluminativo da mente por todos os flancos e preciso se torna ao instrumento humano da verdade, armar-se convenientemente na fé viva e na boa vontade incessante, a fim de satisfazer aos imperativos do ministério a que foi convocado.
Age, assim, com isenção de desânimo, sem desalento e sem inquietação, em teu apostolado de esclarecer e de auxiliar.
Estende as tuas mãos sobre os doentes que te busquem o concurso de irmão dos infortunados, na certeza de que o Senhor é o Manancial de todas as Bênçãos.
O lavrador semeia, no entanto, é a Bondade Divina que faz desabrochar a flor e preparar-se o fruto.
Indispensável marchar de alma erguida para o Alto, vigiando, embora as serpes e espinhos que povoam o chão.
Diversos amigos se revelam interessados em tua tarefa de fraternidade e luz e não seria justo que a hesitação te paralizasse os impulsos mais lies, tão-somente porque a opínião do mundo te não entende os propósitos, nem os objetivos da esfera espiritual, de maneira imediata.
Não importa que o tempo seja humilde e que os mensageiros compareçam na túnica de extrema simplicidade.
O Mestre Divino ensinava a verdade à frente de um lago e costumava administrar os dons celestes sob um teto emprestado; além disso, encontrou os companheiros mais abnegados e fiéis entre pescadores anônimos, integrados na vida singela da natureza.
Não te apoquentes e segue com serenidade.
Claro está que ainda não temos seguidores leais do Senhor sem a cruz do sacrifício.
A mediunidade é um madeiro de espinhos dilacerantes, mas com o avanço da subida, calvárío acima, os acúleos se transformam em flores e os braços da cruz se transformam em asas de luz para a alma livre na imortalidade.
Não desprezes a oportunidade de servir e prossegue de esperança robusta.
A estância física é uma estrada breve.
Aproveitamo-la sempre que possível na sementeira do Bem.
Em suma, ser médium no roteiro cristão, é doar de si mesmo em nome do Mestre.
E foi Ele que nos descerrou a realidade de que somente alcançam a vida verdadeira aqueles que sabem perder a existência em favor de todos os que se constituem seus tutelados e filhos de Deus na Terra.
Segue para diante, amando e servindo.
Não nos deve preocupar a ausência de alheia compreensão.
Antes de cogitarmos do problema de sermos amados, busquemos amar, conforme a Inesquecível Orientador que nos observou: "Amai-vos uns aos outros, tal qual eu vos amei".

BEZERRA DE MENEZES
[92 - página 57]

MEDIUNIDADE E JESUS
Cap. VI — ltem 7

Quem hoje ironiza a mediunidade, em nome do Cristo, esquece-se, naturalmente, de que Jesus foi quem mais a honrou neste mundo, erguendo-a ao mais alto nível de aprimoramento e revelação, para alicerçar a sua eterna doutrina entre os homens.
É assim que começa o apostolado divino, santificando-lhe os valores na clariaudiência e na clarividência entre Maria e Isabel, José e Zacarias, Ana e Simeão, no estabelecimento da Boa Nova.
E segue adiante, ...
enaltecendo-a na inspiração junto aos doutores do Templo;
exaltando-a nos fenômenos de efeitos físicos, ao transformar a água em vinho, nas bodas de Caná;
honorificando-a, nas atividades da cura, em transmitindo passes de socorro aos cegos e paralíticos, desalentados e aflitos, reconstituindo-lhes a saúde;
ilustrando-a na levitação, quando caminha sobre as águas;
dignificando-a nas tarefas de desobsessão, ao instruir e consolar os desencarnados sofredores por intermédio dos alienados mentais que lhe surgem à frente;
glorificando-a na materialização, em se transfigurando ao lado de Espíritos radiantes, no cimo do Tabor, e
elevando-a sempre, no magnetismo sublimado, seja aliviando os enfermos com a simples presença, revitalizando corpos cadaverizados, multiplicando pães e peixes para a turba faminta ou apaziguando as forças da natureza.
E, confirmando o intercâmbio entre os vivos da Terra e os vivos da Eternidade, reaparece, Ele mesmo, ante os discípulos espantados, traçando planos de redenção que culminam no dia de Pentecostes — o momento inesquecível do Evangelho —, quando os seus mensageiros convertem os Apóstolos em médiuns falantes, na praça pública, para esclarecimento do povo necessitado de luz.
Como é fácil de observar, a mediunidade, como recurso espiritual de sintonia, não se confunde com a Doutrina Espírita que expressa atualmente o Cristianismo Redivivo, mas, sempre que eliecida pela honestidade e pela fé, pela educação e pela virtude, é o veículo respeitável da convicção na sobrevivência.
Assim, pois, não nos agastemos contra aqueles que a perseguem, através do achincalhe — tristes negadores da realidade cristã, ainda mesmo quando se escondam sob os veneráveis distintivos da autoridade humana —, porquanto os talentos medianímicos estiveram, incessantemente, nas mãos de Jesus, o nosso Divino Mestre, que deve ser considerado, por todos nós, como sendo o Excelso Médium de Deus.

EURÍPEDES BARSANULFO
[89 - página 157]
JESUS E MEDIUNISMO
Felicitados pelas bênçãos com que o Espiritismo nos distende o socorro do Céu, busquemos no Evangelho o roteiro da Humanidade sublimada.
Intérprete fiel do Pai Celestial, foi Jesus o Excelente Médium da vida abundante.
Em todo o seu ministério, esteve em freqüente comunhão com os desencarnados, sendo, por isso mesmo, denominado “Senhor dos Espíritos”.
Obsidiados e loucos, fascinados e dementes, paralíticos e mudos, surdos e cegos receberam das suas mãos o auxílio vigoroso que os libertou dos desencarnados de mente atormentada, que os detinham sob o fardo de aflições indescritíveis.
Maria a famosa cortesã de Magdala, dominada por pertinaz fascinação obsessiva, recebeu dEle o convite libertador, renovando-se para a vida nobilitante.
Em Cafarnaum, “cheqada a tarde, trouxeram-lhe muitos endemoninhados, e ele com a sua palavra expulsou deles os Espíritos” atormentadores que se compraziarn em obsidiar coletivamente(1)
Descendo do Tabor, um pai aflito, de joelhos, diz-lhe: — “Senhor, tem misericórdia de meu filho, que é lunático e sofre muito”, apresentando, na mediunidade torturada, os estigmas de obsessão profunda.(2)
O paralítico de Cafarnaum, que lhe foi apresentado “pelo telhado”, portava consigo a mediunidade ultrajada por Espíritos possessivos que lhe dominavam os movimentos.
O endemoninhado gadareno, médium obsidiado por “Legião”, defrontado com o seu magnetismo curador, estertorava, “porque lhe dizia: Sai deste homem. Espírito imundo.”(3)
Nos termos de Tiro e Sidon, “uma mullher cuja filha tinha um espírito imundo” e vivia vampirizada pela força maléfica, encontrou alívio para o desequilíbrio psíquico que a infelicitava.(4)
Judas, perturbado por obsessão indireta, serviu de fácil presa dos Espíritos levianos, “tendo-lhe o demônio posto no coração” a dúvida a respeito do apostolado.(5)
E, em todo o Novo Testamento, repontarn as afirmações sobre a Mediunidade em volta do Mestre Divino.
Em Caná, o Senhor honrou a mediunidade de efeitos físicos.
No Tabor, o Cristo elieceu a faculdade da transfiguração.
Sobre as águas do Genesaré, o Enviado Celeste prestigiou os recursos psíquicos da levitação.
Na Montanha, atendendo à multidão esfaimada, Jesus movimentou o mecanismo da materialização abundante.
O cego de Jericó foi por Ele felicitado no exercício da mediunidade curadora.
Em Nazaré, ante a turba enfurecida, utilizou a faculdade da desmateriaIização.
No dia do Pentecostes, favoreceu os companheiros da retaguarda com a psicofonia, desenvolvendo neles a mediunidade poliglota.
E no dia da ascensão triunfal, junto ao lago, na Galiléia, depois de investir os discípulos no sacerdócio da Mediunidade nos seus múltiplos aspectos, alçou-se ao Reino, nimbado de radiosa materialização luminosa.
Iniciou o ministério entre os homens, nas humildes palhas de modesta estrebaria, com o lar assinalado pelas forças espirituais condensadas numa estrela fascinante, e despediu-se dos companheiros, fulgurante como um sol de eterna luz...
Mediunidade, hoje, é recapitulação da Boa Nova sob a Presidência do Sábio Condutor.
Procuremos, assim, sintonizar com a Esfera Superior, no exercício da faculdade com que a vida nos honra, e sirvamos sem desfalecimento.
Toda mediunidade é nobre quando a libertamos da sombra que nasce conosco, como remanescente do passado.
Fascinação,
obsessão,
possessão,
vampirismo,
desequilíbrios e enfermidades são acidentes do caminho mediúnico.
Somos destinados á luz.
Temos a fatalidade do bem.
Libertemos a gema que se demora entre os cascalhos das imperfeições pessoais e, lapidando zelosamente as arestas que obstaculizam a projetação da luz, desenvolvamos os preciosos recursos que jazem latentes em nós.
Honremos a faculdade que nos felicita os dias, mediante a execução de um plano socorrista em favor dos sofredores, a fim de nos libertarmos do currículo das manifestações inferiores.
Cada médium segue o roteiro que se desdobra como senda de purificação.
Uns curam, outros materializam;
uns doutrinam, outros enxergam;
uns falam, outros escrevem;
uns ensinam, outros ouvem;
uns libertam, outros servem na incorporação psicofônica, ajudando os atormentados do Além-Túrnulo com as preciosas luzes do Evangelho.
Não pretendamos atender a todos os “dons espirituais” conforme a linguagem do Vidente de Damasco, que nos apresentou a diversidade deles em sua memorável carta aos Coríntios, 1-12:4-11.
Utilizemos a força mediúnica em todo tempo e lugar, consoante as necessidades, examinando se “os Espíritos vêm de Deus” e ensinando que todo o bem procede sempre do Pai que nos rege a vida.
E, calcando sob os pés dificuldades e óbices, vencendo as imperfeições milenárias, restauremos a Era do Espírito nestes dias que precedem ao Primado da Verdade, mesmo que mantenhamos no coração um espinho, na posição de seta direcional apontando o rumo dos Altos Cimos.

(1) Mat. 8.16; (2) Mat. 17-14; (3) Mar. 5-8; (4) Mar. 7-25; (5) Jo. 13-2, (Notas do autor espiritual)


Do livro À LUZ DO ESPIRITISMO
Ditado pelo Espírito Vianna de Carvalho, psicografado por Divaldo P. Franco
Prezados irmãos!
Mediunidade com Jesus é o pensamento agindo com amor.
Amor no mundo físico e no mundo espiritual.
Afasta-te de ti, medianeiro, o fantasma da dúvida e deixa fluir em ti a dor dos que perambulam pelas vias do sofrimento.
O trabalho incansável é o maior escudo contra as pedradas da incompreensão alheia.
Toma a tua cruz com o Senhor e seca as lágrimas dos que sofrem. Sê o médium do amor. “Fé que não afronta o ridículo dos homens” é fé superficial.
Com Jesus hoje e sempre seca as lágrimas dos que partiram e dos que ainda estagiam no Plano Físico.
Muita paz!

Cláudio Rossini
Mensagem psicografada por J. G. Argel em 28 de abril de 2007 em “Casa de Eurípedes”, Taubaté, SP.
http://www.palavraespirita.com.br/pe_conteudo.php?id_edicao=115&texto=5&detalhe=1

FONTE : http://www.guia.heu.nom.br/mediunidade_com_jesus.htm
JESUS e Mediunidade

.:: JESUS e Mediunidade ::.
IN : Revista "Reformador" Março 2003 - nº.2088 - Ed.FEB (págs.13 a 15)
DIVINA MEDIUNIDADE
Em nos reportando a qualquer estudo da mediunidade, não podemos olvidar que, em JESUS, ela assume todas as características de exaltação divina (19) .
Desde a chegada do Excelso Benfeitor ao Planeta, observa-se-Lhe o pensamento sublime penetrando o pensamento da Humanidade.
Dir-se-ía que no estábulo se reúnem pedras e arbustos, animais e criaturas humanas, representando os diversos reinos da evolução terrestre, para receber-Lhe o primeiro toque mental de aprimoramento e beleza.
Casam-se os hinos singelos dos pastores aos cânticos de amor nas vozes dos mensageiros espirituais, saudando Aquele que vinha libertar as nações, não na forma social que sempre lhes será vestimenta às necessidades de ordem colectiva, mas no ádito das almas, em função da vida eterna.
Antes Dele, grandes comandantes da idéia haviam pisado o chão do mundo, influenciando multidões.
Guerreiros e políticos, filósofos e profetas alinhavam-se na memória popular, recordados como disciplinadores e heróis, mas todos desfilaram com exércitos e fórmulas, enunciados e avisos, em que se misturam rectidão e parcialidade, sombra e luz.
Ele chega sem qualquer prestígio de autoridade humana, mas, com a Sua magnitude moral, imprime novos rumos à vida, por dirigir-se, acima de tudo, ao espírito, em todos os climas da Terra.
Transmitindo as ondas mentais das Esferas Superiores de que procede, transita entre as criaturas, despertando-lhes as energias para a Vida Maior, como que a tanger-lhes as fibras recônditas, de maneira a harmonizá-las com a sinfonia universal do Bem Eterno.
MÉDIUNS PREPARADORES
Para recepcionar o influxo mental de JESUS, o Evangelho nos dá notícias de uma pequena congregação de médiuns, à feição de transformadores eléctricos conjugados, para acolher-lhe a força e armazená-la, de princípio, antes que se lhe pudessem canalizar os recursos.
E longe de anotarmos aí a presença de qualquer instrumento psíquico menos seguro do ponto de vista moral encontramos importante núcleo de medianeiros, desassombrados na confiança e correctos da directriz.
Informamo-nos, assim, nos apontamentos da Boa Nova, de que Zacarias e Isabel, os pais de João Baptista, pecursor do Médium Divino, "eram ambos justos perante Deus, andando sem repreensão, em todos os mandamentos e preceitos do Senhor" (20) , que Maria, a jovem simples de Nazaré, que acolheria o Embaixador Celeste nos braços maternais, se achava "em posição de louvor diante do Eterno Pai" (21) , que José da Galiléia, o varão que O tomaria sob paternal tutela, "era justo" (22) , que Simeão, o amigo abnegado que o aguardou em prece, durante longo tempo, "era justo e obediente a Deus" (23) , e que Ana, a viúva que o esperou em oração, no Templo de Jerusalém, por vários lustros, vivia "servindo a Deus" (24) .
Nesse grupo de médiuns admiráveis, não apenas pelas percepções avançadas que os situavam em contacto com os Emissários Celestes, mas também pela conduta irrepreensível de que forneciam testemunho, surpreendemos o circuito de forças a que se ajustou a onda mental do Cristo, para daí expandir-se na renovação do mundo.
EFEITOS FÍSICOS
Cedo começa para o Mestre Divino, erguido à posição de Médium de Deus, o apostolado excelso em que lhe caberia carrear as noções da vida imperecível para a existência na Terra.
Aos doze anos, assenta-se entre os doutoures de Israel, "ouvindo-os e interrogando-os" (25) , a provocar admiração pelos conceitos que expendia e a entremostrar a sua condição de intermediário entre culturas diferentes.
Iniciando a tarefa pública, na exteriorização de energias sublimes encontramo-Lo em Caná da Galileia oferecendo notável demonstração de efeitos físicos, com acção a distância sobre a matéria, em "transformando a água em vinho" (26) . Mas, o acontecimento não permanece circunscrito ao âmbito doméstico, porquanto evidenciando a extensão dos seus poderes, associados ao concurso dos mensageiros espírituais que , de ordinário, lhe obedeciam às ordens e sugestões, nós o encontramos, de outra feita, a multiplicar pães e peixes (27) , no topo do monte, para saciar a fome da turba inquieta que Lhe ouvia os ensinamentos, e a tranquilizar a Natureza em desvario (28), quando os discípulos assustados lhe pedem socorro, diante da tormenta.
Ainda no campo da fenomenologia física ou metapsíquica objectiva, identificamo-lo em plena levitação, "caminhando sobre as águas" (29) , e em prodigiosa ocorrência de materialização ou ectoplasmia, quando se põe a conversar, diante dos aprendizes, com dois varões desencarnados que, positivamente, apareceram glorificados, a falarem-Lhe de acontecimentos próximos (30) .
Em Jerusalém, no templo, desaparece de chofre, desmaterializando-se, ante a expectação geral (31) e na mesma cidade, perante a multidão, produz-se a voz directa, em que bençãos divinas Lhe assinalam a rota (32).
Em cada acontecimento, sentimo-lo a governar a matéria, dissociando-lhe os agentes e reintegrando-os à vontade, com a colaboração dos servidores espirituais que lhe assessoram o ministério de luz.
EFEITOS INTELECTUAIS
No capítulo dos efeitos intelectuais ou, se quisermos, nas provas da metapsiquica subjectiva, que reconhece a inteligência humana como possuidora de outras vias de conhecimento, além daquelas que se constituem dos sentidos normais, reconhecendo Jesus no mais altos testemunhos.
A distância da sociedade hierosolimita, vaticina os sucessos amargos que culminariam com a Sua morte na cruz (33). Utilizando a clarividência que Lhe era peculiar, antevê Simão Pedro cercado de personalidades inferiores da esfera extra-física, e avisa-o quanto ao perigo que isso representa para a fraqueza do apóstolo (34). Nas últimas instruções, ao pé dos amigos, confirmando a profunda lucidez que lhe caracterizava as apreciações percucientes, demonstra conhecer a perturbação consciencial de Judas (35), a despeito das dúvidas que a ponderação suscita entre os ouvintes. Nas preces de Getsêmani, aliando clarividência e clariaudiência, conversa com um mensageiro espiritual que o reconforta (36).
MEDIUNIDADE CURATIVA
No que se refere aos poderes curativos, temo-los em Jesus nas mais altas afirmações de grandeza.
Cercam-no doentes de variada expressão. Paralíticos estendem-Lhe membros mirrados, obtendo socorro. Cegos recuperam a visão. Ulcerados mostram-se limpos. Alienados mentais, notadamente obsidiados diversos, recobram equilíbrio.
É importante considerar, porém que o Grande Benfeitor a todos convida para a valorização das próprias energias.
Reajustando as células enfermas da mulher hemorroíssa, diz-lhe, convincente: - "Filha, tem bom ânimo! A tua fé te curou". (37) Logo após, tocando os olhos de dois cegos que lhe recorrem à caridade, exclama: - "Seja feito, segundo a vossa fé." (38)
Não salienta a confiança por simples ingrediente de natureza mística, mas sim por recurso de ajustamento dos princípios mentais na direcção da cura.
E encarecendo o imperativo do pensamento recto para a harmonia do binómio mente-corpo, por várias vezes o vemos impelir os sofredores aliviados à vida nobre, como no caso do paralítico de Bestesda, que, devidamente refeito, ao reencontrá-lo no templo, dele ouviu a advertência inesquecível: - "Eis que já estás são. Não peques mais, para que te não suceda coisa pior." (39)
EVANGELHO e MEDIUNIDADE
A prática da mediunidade não está somente na passagem do Mestre entre os homens, junto dos quais, a cada hora, revela o seu intercâmbio constante com o Plano Superior, seja em colóquios com os emissários de alta estirpe, seja em se dirigindo aos aflitos desencarnados, no socorro aos obsessos do caminho, mas também na equipe dos companheiros, aos quais se apresenta em pessoa, depois da morte, ministrando intruções para o edifício do Evangelho nascente.
No dia de Pentecostes, vários fenómenos mediúnicos marcam a tarefa dos apóstolos, mesclando-se efeitos físicos e intelectuais na praça pública, a constituir-se a mediunidade, desde então, em viga mestra de todas as construções do Cristianismo, nos séculos subsequentes.
Em Jesus e em seus primitivos continuadores, porém, encontramo-la pura e espontânea, como deve ser, distante de particularismos inferiores, tanto quanto isenta de simonismo. Neles, mostram-se os valores mediúnicos a serviço da Religião Cósmica do Amor e da Sabedoria, na qual os regulamentos divinos, em todos os mundos, instituem a responsabilidade moral segundo o grau de conhecimento, situando-se, desse modo, a Justiça Perfeita, no íntimo de cada um, para que se outorgue isso ou aquilo, a cada Espírito, de conformidade com as próprias obras.
O Evangelho, assim, não é o livro de um povo apenas, mas o Código de Princípios Morais do Universo, adaptável a todas as pátrias, a todas as comunidades, a todas as raças e a todas as criaturas, porque representa, acima de tudo, a carta de conduta para a ascensão da consciência à imortalidade, na revelação da qual Nosso Senhor Jesus-Cristo enpregou a mediunidade sublime como agente de luz eterna, exaltando a vida e aniquilando a morte, abolindo o mal e glorificando o bem, a fim de que as leis humanas se purifiquem e se engrandeçam, se santifiquem e se elevem para a integração com as Leis de Deus.
André Luiz
FONTE: Livro “Mecanismos da Mediunida”
Espírito: André Luiz
Médium: Francisco Cândido Xavier e Waldo Vieira
Editora: FEB - 21 ed. 2002, Rio de Janeiro, p.181-188
________________________________________
19 -
Em A Génese (p.293 e 294, FEB, 12. ed.), anota Allan Kardec, com referência aos fenómenos da mediunidade em Jesus:
"Agiria como médium nas curas que operava? Poder-se-á considerá-Lo poderoso médium curador? Não, porquanto o médium é um intermediário, um instrumento, de que se servem os Espíritos desencarnados e o Cristo não precisava de assistência, pois que era Ele quem assistia os outros. Agia por si mesmo, em virtude do seu poder pessoal, como o podem fazer, em certos casos, os encarnados, na medida de suas forças. Que Espírito, ao demais, ousaria insuflar-lhe seus próprios pensamentos e encarregá-lo de os transmitir? Se algum ingfluxo estranho recebia, esse só de Deus lhe poderia vir. Segundo definição dada por um Espírito, Ele era Médium de Deus." - (Nota indicada pelo autor espiritual.)

.:: JESUS e Mediunidade ::.
IN : Revista "Reformador" Março 2003 - nº.2088 - Ed.FEB (págs.13 a 15)

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Trilha Sonora do Filme Nosso Lar na Rádio UOL


Olá Amigos do Blog Trilhas, basta copiar o link:

http://www.radio.uol.com.br/#/album/philip-glass/nosso-lar---trilha-sonora/20696?cmpid=clink-rad-al

para curtir a trilha Sonoro do Filme Nosso Lar.

Fraterno Abraço,

Geraldo Valintim

A Wikipédia difama continuamente o Espiritismo


Pode ter-se a opinião que se quiser acerca do Espiritismo, como acerca de tudo. Mas se alguém quiser saber o que é o Espiritismo, deve confiar no seu próprio raciocínio e ir beber na fonte. Dicionários, sejam eles impressos ou digitais, enciclopédias, wikipédias, dão frequentemente uma descrição tendenciosa e errada do que é o Espiritismo.

Sabe-se lá ao serviço de que interesses, há quem se afadigue a espalhar informação errada sobre Espiritismo, ou Doutrina Espírita. Uma das "jogadas" mais frequentes é pretender que se trata de coisas diferentes, apresentando a doutrina codificada por Kardec como sendo uma de muitas "religiões espíritas". A intenção é espalhar a ideia errada de que a Doutrina Espírita é um de muitos "espiritismos", uma variante da comunicação com o Além, mero contacto com os chamados mortos.

Dicionários e enciclopédias, sites e blogues, jornais e revistas, citam-se mutuamente para "justificarem" a sua pretensão de que existem coisas como "kardecismo", ou "formas de espiritismo". Advogando em causa própria, reeditam os argumentos dos sofistas da Antiga Grécia, que eram capazes de "provar" que a neve era preta e o carvão branco, se lhes pagassem para tal.

O termo "Espiritismo" viu a luz do dia em 17 de Abrill de 1857, com a publicação de "O Livro dos Espíritos". Tem um significado perfeitamente delimitado, que este texto do Conselho Espírita Internacional resume:

Conheça o
Espiritismo,
uma nova era para a humanidade


Deus,
Inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas

Jesus,
o guia e o modelo

Kardec,
a base fundamental

"Fora da caridade não há salvação"

Caridade: benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas. (LE, 886)
Doutrina Espírita ou Espiritismo

O QUE É

É o conjunto de princípios e leis, revelados pelos Espíritos Superiores, contidos nas obras de Allan Kardec que constituem a Codificação Espírita: O Livro dos Espíritos, O Livro dos Médiuns, O Evangelho segundo o Espiritismo, O Céu e o Inferno e A Gênese.

"O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos Espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal." Allan Kardec (O que é o Espiritismo – Preâmbulo)

"O Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança." Allan Kardec (O Evangelho segundo o Espiritismo – cap. VI – 4)

O QUE REVELA

Revela conceitos novos e mais aprofundados a respeito de Deus, do Universo, dos Homens, dos Espíritos e das Leis que regem a vida.

Revela, ainda, o que somos, de onde viemos, para onde vamos, qual o objetivo da nossa existência e qual a razão da dor e do sofrimento.

SUA ABRANGÊNCIA

Trazendo conceitos novos sobre o homem e tudo o que o cerca, o Espiritismo toca em todas as áreas do conhecimento, das atividades e do comportamento humanos, abrindo uma nova era para a regeneração da Humanidade.

Pode e deve ser estudado, analisado e praticado em todos os aspectos fundamentais da vida, tais como: científico, filosófico, religioso, ético, moral, educacional, social.

Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas. é eterno, imutável, imaterial, único,

O Universo é criação de Deus. Abrange todos os seres racionais e irracionais, animados e inanimados, materiais e imateriais.

Além do mundo corporal, habitação dos Espíritos encarnados, que são os homens, existe o mundo espiritual, habitação dos Espíritos desencarnados.

No Universo há outros mundos habitados, com seres de diferentes graus de evolução: iguais, mais evoluídos e menos evoluídos que os homens.

Todas as leis da Natureza são leis divinas, pois que Deus é o seu autor. Abrangem tanto as leis físicas como as leis morais.

O homem é um Espírito encarnado em um corpo material. O perispírito é o corpo semimaterial que une o Espírito ao corpo material.

Os Espíritos são os seres inteligentes da criação. Constituem o mundo dos Espíritos, que preexiste e sobrevive a
Os Espíritos são criados simples e ignorantes. Evoluem, intelectual e moralmente, passando de uma ordem inferior para outra mais elevada, até a perfeição, onde gozam de inalterável felicidade.

Os Espíritos preservam sua individualidade, antes, durante e depois de cada encarnação.

Os Espíritos reencarnam tantas vezes quantas forem necessárias ao seu próprio aprimoramento.

Os Espíritos evoluem sempre. Em suas múltiplas existências corpóreas podem estacionar, mas nunca regridem. A rapidez do seu progresso intelectual e moral depende dos esforços que façam para chegar à perfeição.

Os Espíritos pertencem a diferentes ordens, conforme o grau de perfeição que tenham alcançado: Espíritos Puros, que atingiram a perfeição máxima; Bons Espíritos, nos quais o desejo do bem é o que predomina; Espíritos Imperfeitos, caracterizados pela ignorância, pelo desejo do mal e pelas paixões inferiores.

As relações dos Espíritos com os homens são constantes e sempre existiram. Os bons Espíritos nos atraem para o bem, sustentam-nos nas provas da vida e nos ajudam a suportá-las com coragem e resignação. Os imperfeitos nos induzem ao erro.

Jesus é o guia e modelo para toda a Humanidade. E a Doutrina que ensinou e exemplificou é a expressão mais pura da Lei de Deus.

A moral do Cristo, contida no Evangelho, é o roteiro para a evolução segura de todos os homens, e a sua prática é a solução para todos os problemas humanos e o objetivo a ser atingido pela Humanidade.

O homem tem o livre-arbítrio para agir, mas responde pelas conseqüências de suas ações.
A vida futura reserva aos homens penas e gozos compatíveis com o procedimento de respeito ou não à Lei de Deus.

A prece é um ato de adoração a Deus. Está na lei natural e é o resultado de um sentimento inato no homem, assim como é inata a idéia da existência do Criador.

A prece torna melhor o homem. Aquele que ora com fervor e confiança se faz mais forte contra as tentações do mal e Deus lhe envia bons Espíritos para assisti-lo. É este um socorro que jamais se lhe recusa, quando pedido com sinceridade.

Prática Espírita

Toda a prática espírita é gratuita, como orienta o princípio moral do Evangelho: "Dai de graça o que de graça recebestes".

A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.

A prática espírita é realizada com simplicidade, sem nenhum culto exterior, dentro do princípio cristão de que Deus deve ser adorado em espírito e verdade.

O Espiritismo não tem sacerdotes e não adota e nem usa em suas reuniões e em suas práticas: altares, imagens, andores, velas, procissões, sacramentos, concessões de indulgência, paramentos, bebidas alcoólicas ou alucinógenas, incenso, fumo, talismãs, amuletos, horóscopos, cartomancia, pirâmides, cristais ou quaisquer outros objetos, rituais ou formas de culto exterior.

O Espiritismo não impõe os seus princípios. Convida os interessados em conhecê-lo a submeterem os seus ensinos ao crivo da razão, antes de aceitá-los.

A mediunidade, que permite a comunicação dos Espíritos com os homens, é uma faculdade que muitas pessoas trazem consigo ao nascer, independentemente da religião ou da diretriz doutrinária de vida que adotem.

Prática mediúnica espírita só é aquela que é exercida com base nos princípios da Doutrina Espírita e dentro da moral cristã.

O Espiritismo respeita todas as religiões e doutrinas, valoriza todos os esforços para a prática do bem e trabalha pela confraternização e pela paz entre todos os povos e entre todos os homens, independentemente de sua raça, cor, nacionalidade, crença, nível cultural ou social. Reconhece, ainda, que "o verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza".

"Nascer, morrer, renascer ainda e progredir sempre, tal é a lei."

"Fé inabalável só o é a que pode encarar frente a frente a razão, em todas as épocas da Humanidade."

O estudo das obras de Allan Kardec é fundamental para o correto conhecimento da Doutrina Espírita.

O nosso convite a quem pretenda saber afinal o que é o Espiritismo, é que leia as obras básicas (download gratuito neste site, como gratuitos são todos os serviços espíritas) e julgue por si. O Conhecimento é bem mais que um resumo difamatório numa qualquer wikipédia.

fonte:http://blog-espiritismo.blogspot.com/2011/01/wikipedia-difama-continuamente-o.html