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sábado, 15 de agosto de 2009

--> COMO FORAM CONSTRUÍDAS AS PIRÂMIDES?

AS PIRÂMIDES DO EGITO E O MUNDO ESPIRITUAL
Por Saulo de Tarso
A história do país das múmias, dos hieróglifos e das pirâmides. Egiptóloga da Universidade de Cambridge confirma tese espírita sobre as pirâmides.


Um dos mais antigos e enigmáticos mistérios do antigo Egito foi elucidado no ano de 2001 de modo brilhante, confirmando as teses espíritas.
Está claro agora que os faraós construíram suas maiores pirâmides - as do Vale de Gizé, a 10 quilômetros do centro do Cairo - alinhadas em direção ao norte e que eles utilizavam as estrelas para determinar essa direção. Para chegar a essas conclusões a arquiteta, e egiptóloga Kate Spencer, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, analisou meticulosamente a posição dos astros em torno do ano 2500 a.C (data aproximada ao erguimento das pirâmides). Kate revela que antes de começar a ergue-las, os egípcios reuniam-se à noite em uma cerimônia religiosa na qual os sacerdotes traçavam no céu uma linha imaginária, ligando a estrela Beta da constelação da Ursa Maior à estrela Zeta da Ursa Menor. O ponto em que a linha tocava o horizonte dava a posição exata do norte. Os lados dos grandes templos eram então projetados de modo a ficar paralelos a essa direção (veja o desenho acima). Esse método, diz a cientista, era seguro; o problema é que as estrelas mudam ligeiramente de lugar com o tempo, devido ao próprio movimento do Sol pela Via Láctea. Tanto que, hoje, passados quase 5.000 anos do tempo dos faraós, algumas das pirâmides estão ligeiramente voltadas para oeste e outras, para leste. Esse fato até hoje confundia os egiptólogos.
Outro feito de Kate Spence: conseguiu datar com precisão, pela primeira vez, a construção das pirâmides, que, quanto mais se afastam do norte, atualmente, mais velhas são. A mais antiga pirâmide é a de Quéfren, com 2467 a.C.

Como foram construídas as pirâmides?
Encontramos a resposta na Revista Espírita do ano de 1858 através do Espírito de Mehemet-Ali quando pontuou a Allan Kardec, eis o diálogo:
AK - Desde que vivestes ao tempo dos faraós, podereis dizer-nos com que fim foram construídas as pirâmides? R: São sepulcros; sepulcros e templos. Ali se davam frandes manifestações.
AK - Tinham estas um objetivo científico? R: Não. O interesse religioso absorvia tudo.
AK - Podereis dar-nos uma idéia dos meios empregados na construção das pirâmides? R: Massas de homens gemeram sob o peso destas pedras que atravessaram os séculos. A máquina era o homem.
AK - De onde tiravam os egípcios os gosto pelas coisas colossais, em vez do das coisas graciosas, que distinguia os gregos, posto tivessem a mesma origem? R: O egípcio era tocado pela grandeza de Deus. Procurava igualá-lo, superando as suas próprias forças. Sempre o homem!
Dentre todas os povos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do bem e no culto a verdade.
Ressalta Emmanuel que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da justiça divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de uma pátria distante.

Culto à morte - Metempsicose
A civilização egípcia foi a quem mais preocupou com a idéia da morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e frescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.
Natural era o grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A metempsicose era exatamente o fruto amargo da sua impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora inflingido no ambiente terrestre. Inventou-se desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à Pátria espiritual.
Os mistérios de Ísis e Osíris e toda uma influenciação na cultura da mitologia grega eram símbolos das forças espirituais que presidiam aos fenômenos da morte.

A constelação de Capela

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundo, cantando as glórias divinas do Ilimitado.
A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
A Constelação do Cocheiro é formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, entre as quais se inclui a Capela, de primeira grandeza, que, por isso mesmo, é alfa da constelação.
Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol, e se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.
Na abóbada celeste Capela está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.
Conhecida desde a mais remota antiguidade, Capela é uma estrela gasosa, segundo afirma o célebre astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddington (1822-1924), e de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos. Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, é, como um Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída.
Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Único desejo, voltar à Capela

Os egípcios eram animados pelo desejo que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Morava em seus corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à Pátria Sideral.

Religião e sociedade egípcia

A partir da Pré-História - se assim podemos dizer - todos os povos passaram pelas fases de fetichismo, do animismo e do politeísmo. Ainda hoje, aqui e ali, se encontram vestígios disso em vários lugares e religiões.
Os egípcios também passaram por isso. Vencida a fase de culto aos totens eles chagaram ao culto dos deuses. Além do Deus Pré-Existente e único - Amon-Rá. Osíres, o deus do Infinito, do Espaço, do Tempo e Senhor da Luz, que também era o protetor da terra e da vegetação.
Os egípcios acreditavam na reencarnação e de certo modo mantinham o intercâmbio com os desencarnados. Havia uma religião secreta professada pelos sacerdotes, que também era ciência, englobando a matemática, a física, a química, a astronomia, a medicina, a meteorologia etc. Conheciam o magnetismo, o sonambulismo, curavam pelo sono provocado e praticavam largamente a sugestão. É o que denominavam de magia.
A Bíblia Sagrada do povo egípcio foi o " Livro dos Mortos" . Continha 165 capítulos e dele emanaram todas as religiões do ramo ocidental, dogmas etc. A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.C (domínio romano).
A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesã\os e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas de escrita: a demótica (mais simplificadas) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, cultos e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamada papiro que era produzida a partir de uma planta de mesmo nome também era utilizado para escrever.

FONTE: http://www.correioespirita.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=467&Itemid=48

ESSAS FOTOS MOSTRAM AS PIRÂMIDES E AS VÁRIAS ARGUMENTAÇÕES QUE OS HOMENS ENCDONTRARAM PARA MOSTRAR COMO ELAS FORAM ERGUIDAS














Francês diz ter esclarecido construção de pirâmides

Utilizando uma apresentação em 3D, ele afirmou que a Grande Pirâmide de Gizé, por exemplo, foi construída de dentro para fora a partir de uma rampa interna que forma um túnel em espiral.
O software simulou como os blocos de calcário e granito que formam a pirâmide foram assentados. Segundo o arquiteto, isso explicaria por que a Câmara do Rei (que abriga o túmulo do faraó) tinha cinco tetos em vez de um.
Uma das evidência que confirmariam a idéia da rampa, segundo Houdin, é um teste de microgravidade feito por franceses em 1986, que mostra uma estrutura menos densa em forma de espiral dentro da pirâmide.
Com agências internacionais
Redação Terra

A forma como foram construídas as gigantescas pirâmides do Egipto é um dos maiores mistérios da antiguidade. Mas o arquitecto francês Jean-Pierre Houdin pensa ter resolvido o problema e apresentou a sua solução: uma rampa interior em espiral que terá permitido aos construtores erguer as enormes estruturas, de dentro para fora.
Houdin recorreu à tecnologia para estudar a execução da obra e usou um programa informático desenvolvido pela empresa francesa Dassault Systemes para simular a construção da pirâmide de Queóps.
Na sua versão, os egípcios recorreram a um túnel em espiral em rampa, que segundo ele ainda se deve encontrar no interior da parede externa das pirâmides, que serviu para elevar as pesadas pedras com que foram construídas.
A primeira explicação conhecida para a construção das pirâmides foi feita pelo grego Heródoto, que por volta do ano 450 a.C. defendeu que os enormes blocos de pedra haviam sido erguidos com auxílio de guindastes. Esta possibilidade é considerada, no entanto, pouco provável, já que seria necessária uma tecnologia demasiado avançada para a época, devido ao peso elevado de alguns blocos.
A teoria das rampas - que também tem sido defendida - é da mesma forma vista com algum cepticismo, pela razão de que uma estrutura desse tipo teria que ter cerca de 1,6 quilómetros de comprimento, para que a sua inclinação não superasse os 8 graus de inclinação.

Opiniões:

O que contradiz definitivamente mais esta teoria desenvolvida por um francês (tinha de ser!) é que as "pedras" foram "cozinhadas in loco". O termo cozinhadas significa exactamente isso. A argamassa que compõe as pedras moldadas foi feita no próprio local de construção das pirâmides. Para quê, portanto, semelhante esquema, de construção? Não havia nexexidade...

LOGÍSTICA DE TRANSPORTE

Problemas bem maiores que o transporte terrestre acarretaria o transporte fluvial. É bem verdade que no templo funerário de Sahure, faraó da V dinastia que reinou entre 2458 e 2446 a.C., foi encontrado o mais antigo registro pictórico de barcos marítimos egípcios (numa reconstituição ao lado) e que os sofisticados aspectos de tais embarcações indicam um longo período de atividades marítimas anteriores. Entretanto, os problemas a enfrentar nos dois casos eram diferentes. Ainda é Max Thoth quem afirma: Dizem que os blocos de pedra pesavam, em média, 2,5 toneladas, enquanto alguns prédios subsidiários no conjunto da pirâmide exigiam blocos de pedra isolados de mais de 200 toneladas. Não só as barcas teriam de ser extremamente grandes para transportar tais pesos, como ainda as condições, nesse caso, determinariam que o batelão tivesse um fundo chato, para não emborcar. Nunca foram encontrados quaisquer vestígios dessas barcas, nem tampouco existe qualquer registro delas. Outro detalhe constantemente lembrado é o de que, em certos casos, as embarcações teriam que navegar contra a correnteza do rio. No que se refere ao tipo de força que impulsionava as barcas em tais circunstâncias, alguns admitem que centenas ou talvez milhares de pessoas pudessem vir pelas margens do Nilo puxando cordas presas a elas. Outros desdenham dessa explicação.
Uma teoria clássica muito defendida é a de que o trabalho de transporte das pedras era realizado durante as cheias do Nilo, o que encurtaria as distâncias a serem percorridas por terra entre a pedreira ou o monumento e as margens do rio. Os objetores desse ponto de vista dizem que isso causaria um problema a mais: o transbordamento das águas traria consigo a tremenda força da corrente, tornando quase impossível a navegação. Mas a realidade é que existem conchas e outros fósseis marinhos espalhados em várias profundidades em volta da base da pirâmide de Kéops. É possível, então, afirma-se, que o rio Nilo tenha sido represado e sua inundação controlada. Isso permitiria levar a água até a distância desejada das pedreiras ou dos monumentos e evitaria a força da correnteza. A barcaça, então, poderia ser controlada por poucas pessoas. Avança ainda essa idéia com a afirmativa de que o nível das águas seria controlado de modo a subir na medida em que a altura da pirâmide crescesse. As barcas seriam levadas à altura atual do monumento pelo próprio subir das águas e as pedras simplesmente deslizariam para seus lugares, sem trenós, sem rampas e sem alavancas. Reforça a tese o fato de que a cheia anual do Nilo faz com que suas águas cheguem a apenas 500 metros de distância das pirâmides de Gizé e a menos do que isso da pirâmide de Meidum, o que leva a pensar que tais monumentos foram plantados em tais locais para facilitar o trabalho com a massa de água represada.
Finalmente, até mesmo um antiquíssimo conto árabe já foi invocado para tentar explicar o transporte das pedras. É mais uma vez Max Toth que nos fala desse conto, o qual revela a existência de um papel mágico repleto de inscrições sagradas. Esse papel, diz a lenda, uma vez colocado sobre um pesado bloco de pedra e martelado, fazia com que o bloco perdesse grande parte do seu peso, possibilitando seu transporte por apenas alguns homens. Considerando que quase todas as superstições têm algum fundo de verdade, aquele autor afirma: Acredito que, devido a uma tradução falha de textos antigos, e a incompreensão de várias palavras do conto, transmitidas pelas várias gerações, o "pedaço de papel com inscrições sagradas" no conto citado foi mal interpretado. Poderia ter sido um quadro de circuitos eletrônicos, finíssimo, aquilo que foi colocado sobre a pedra. E o "martelo" poderia não ter sido um martelo em absoluto, e sim uma pilha ou célula elétrica que, ao ser "tocada" em certo ponto no dispositivo eletrônico (em vez de ser "martelada"), ativava o dispositivo, fazendo com que ele anulasse os efeitos da gravidade. Estando o pedaço de pedra então "flutuando", seria bem fácil para um pequeno grupo de trabalhadores movê-la.
Seja lá como tenham sido construídas as pirâmides, o enorme esforço que representou esse trabalho pode ser medido pela tarefa de deslocamento dos templos rupestres de Abu Simbel, o qual foi realizado entre 1963 e 1968 por engenheiros e técnicos de todo o mundo, reunidos num consórcio sueco. A despeito de toda a tecnologia então empregada, muitos monólitos não puderam ser erguidos e os blocos tiveram que ser fragmentados em pedaços menores para serem deslocados. Em outras palavras: blocos de pedra que os egípcios haviam conseguido manobrar intactos tiveram que ser divididos, pois a tecnologia do século XX não conseguiu repetir o feito.
Talvez a maior realização tecnológica de alta precisão dos egípcios tenha sido o revestimento de calcário da Grande Pirâmide. Os blocos de revestimento na face norte do monumento, pesando 16 toneladas, com superfícies planas de até três metros quadrados, mostram um paralelismo ao longo das arestas — que medem um metro e 90 centímetros — da ordem de 0,05 milímetro por metro. Os blocos estão justapostos com uma aproximação de 0,05 milímetros, ou seja, estão em contato íntimo, e a abertura média das juntas é da ordem de 0,5 milímetros. O renomado arqueólogo Flinders Petrie afirmou que colocar em posição blocos de tal peso e tal superfície constitui já, por si, uma empresa delicada mas fazê-lo pondo cimento nas juntas parece impossível. Os blocos não apresentam arranhões que indiquem que foram arrastados, nem possuem pontos de engate para cordas ou gruas. O cimento usado era o gesso, de adesão rápida, o que dificultaria ainda mais o trabalho. Em poucas palavras: essa tarefa misteriosa que os egípcios realizaram seria um empreendimento impossível para nós, se empregássemos apenas os meios que a arqueologia clássica supõe que estavam disponíveis naquela época.
Petrie chega mesmo a dizer que os blocos deviam ter sido trazidos ao lugar de dentro para fora, o que implicaria em começar a construção do monumento de fora para dentro. Aquele autor acha que de outro modo não é possível explicar que as faces exteriores dos blocos formem uma linha reta de 230 metros de comprimento, na qual não houve qualquer correção ou retoque posterior — coforme provam os ângulos retos exatos que os blocos calcários apresentam. Sobre esse assunto, J. Alvarez Lopes comenta: Fosse qual fosse a maneira pela qual procederam, o que fica fora de qualquer dúvida é terem conseguido um resultado altamente satisfatório mesmo para a nossa época. A verdade é que a medição dos ângulos feita pelos antigos egípcios atingiu níveis de precisão de um segundo de arco. Esse fato é altamente surpreendente pois isso corresponde à precisão dos bons teodolitos atuais, enquanto que outros aparelhos modernos destinados a essa tarefa, sejam óticos como o astrolábio ou não óticos, medem com erros muito maiores da ordem de 10 a 20 minutos de arco. A exatidão dos ângulos retos dos blocos de revestimento da pirâmide de Kéops e o seu polimento homogêneo é tal que há quem afirme que para consegui-los os egípcios deveriam possuir instrumentos óticos de alta precisão. Outro aspecto também lembrado é o de que a realização de uma tarefa tão especializada exigiria mão-de-obra altamente qualificada e abundante e acredita-se que, ao menos no decorrer das quatro primeiras dinastias, existiriam institutos tecnológicos nos quais eram preparados os milhares de especialistas necessários.
O problema logístico de fornecer alimentação, abrigo e instalações sanitárias para turmas de 100 mil homens é de aturdir, afirmam os detratores das teorias clássicas sobre a construção das pirâmides. Nada foi encontrado que demonstrasse a existência de qualquer estrutura ou instalações que pudessem abrigar um número tão elevado de operários nas regiões próximas aos monumentos. A possibilidade dos trabalhadores se deslocarem diariamente de suas residências também é pouco viável, já que os únicos meios de locomoção eram a via fluvial, o lombo de animais ou o caminhar a pé. Tais meios exigiriam diversas horas de deslocamento, talvez em torno de seis horas diárias para ida e volta. Levando-se em conta que a jornada de trabalho seria naquela época, provavelmente, de 10 a 12 horas, cada indivíduo teria um máximo de oito horas para dormir e se recuperar de um trabalho estafante, sem tempo para fazer qualquer outra coisa a não ser se deslocar, trabalhar arduamente e dormir.
Sendo, como os egípcios, um povo eminentemente prático, os japoneses, em 1978, tentaram edificar uma pirâmide empregando apenas os recursos disponíveis na antiguidade. O monumento teria apenas 18 metros de altura, estaria localizado a sudeste da pirâmide de Miquerinos e, por exigência do governo do Egito, só poderia permanecer de pé por alguns dias. Da mesma pedreira que forneceu as pedras para a pirâmide de Kéops, localizada cerca de 14 quilômetros de distância do local do teste, na margem oposta do Nilo, foram extraídos blocos pesando aproximadamente uma tonelada. O transporte das pedras por barcaças foi impossível: a flutuação não era uma solução simples como se dizia. Os blocos acabaram sendo transportados — pasmem — por um barco a vapor. Feito isso, equipes de 100 homens tentaram transportar as pedras sobre a areia. Também não conseguiram. O transporte acabou sendo feito com o emprego de equipamentos modernos. Finalmente, com as pedras já no local do teste, o máximo que conseguiram manualmente foi elevar os grandes blocos a pouco mais de meio metro de altura. Para terminar a obra, os cientistas lançaram mão — pasmem mais uma vez — de guindastes e helicópteros.
http://www.fascinioegito.sh06.com/comofor6.htm
Como Foram Construídas

Hipótese Clássica Como Foram Construídas
Na realidade não existem registros escritos que expliquem como as pirâmides foram construídas e, portanto, tudo o que se diga a respeito não passa de especulação, ainda que baseada em indícios. Na visão de Heródoto, turmas de 100 mil trabalhadores, revezando-se em turnos que duravam três meses, levaram 20 anos para construir a Grande Pirâmide. Atualmente os egiptologistas acreditam que aquele monumento foi edificado por um número menor de trabalhadores e em menos tempo. A idéia de que as pirâmides foram construídas por escravos para um faraó tirânico está hoje descartada. É improvável que os egípcios tivessem escravos naquela época, pois sua sociedade era basicamente composta por camponeses. Impossibilitados de trabalhar nos campos durante três meses do ano por causa da inundação, esses homens estavam condenados à ociosidade nesse período. O empenho que demonstravam na construção das pirâmides pode ser explicado pelo fato de que acreditavam que o faraó era um deus e ajudar a construir o seu túmulo era, antes de tudo, uma honra.
Além dos camponeses que executavam um trabalho puramente braçal, havia muito mais pessoas com habilidades específicas envolvidas no empreendimento. A enorme demanda de pedras exigia especialista na tarefa de extraí-las, os quais trabalhavam em turmas. Eles pintavam nas pedras, com ocre vermelho, o nome de suas turmas. Turma da Pirâmide de Degraus, Turma Vigorosa, Turma do Norte, Turma do Sul e Turma do Cetro, por exemplo, são alguns dos nomes encontrados nas pedras de revestimento da pirâmide de Meidum. Na Grande Pirâmide pode-se ler em um dos blocos: Turma dos Artesãos. Quão poderosa é a Coroa Branca de Khnum Khufu!. Também era necessário que as pedras fossem transformadas em blocos e recebessem acabamento de outros tantos mestres e, finalmente, homens hábeis na arte da costrução acentavam os blocos com precisão. Embora a maioria da força-tarefa envolvida com o deslocamento das pedras só entrasse em ação quando não havia o que fazer nos campos, os demais operários estavam permanentemente dedicados ao seu trabalho, seja nas pedreiras, seja no monumento em si. A oeste da pirâmide de Kéfren foram desenterrados alojamentos para 4000 homens, cifra que talvez represente o número total de operários permanentes, e as ferramentas lá encontradas sugerem que se destinavam a abrigar os trabalhadores das pirâmides.
Uma grande quantidade de estudo e planejamento — afirma o egiptólogo James Putnam — deve ter sido necessária antes de que qualquer construção tomasse forma. Esboços encontrados de outros monumentos sugerem que eles tevem ter feito plantas e existem modelos em pedra calcária de diversas pirâmides, os quais podem ter sido auxiliares do projeto arquitetônico. Algum conhecimento de matemática, geometria e astronomia também era requerido para calcular os ângulos da pirâmide.

Convém lembrar que um pequeníssimo erro no ângulo de inclinação de uma pirâmide resultaria num desalinhamento considerável das arestas do vértice (figura à esquerda). Outro ponto que chama a atenção é que algumas das medidas desses monumentos revelam um uso exato de Pi. A altura da pirâmide de Kéops, por exemplo, é igual ao perímetro da sua base dividida por 2 Pi. Uma vez que o conhecimento matemático dos antigos egípcios não era suficiente para que eles chegassem a resultados como esse por meio de cáculo, os estudiosos acreditam que tal precisão foi alcançada empíricamente através, por exemplo, da medição de distâncias usando-se a contagem das rotações de um objeto cilíndrico como um tambor (figura à direita).
Na escolha do local para construção das pirâmides, os egípcios levavam em conta alguns fatores principais: ele deveria estar situado na margem oeste do Nilo — o lado onde o Sol se põe —; deveria ficar bem acima do nível do rio, mas não muito longe de sua margem; o substrato rochoso deveria ser isento de defeitos ou de tendência para rachadura e, finalmente, situar-se a pouca distância da capital. Saqqara e Abusir, por exemplo, localizavam-se junto a Mênfis; Abu Rawash cerca de 27 quilômetros de distância ao norte e Dahshur a apenas oito quilômetros ao sul; Meidum ficava a 53 quilômetros de Mênfis, mas ali apenas uma pirâmide foi erguida. A proximidade do rio era um fator importante, pois muitas das pedras utilizadas na construção de todos os monumentos que compunham o complexo piramidal eram trazidas das pedreiras por via fluvial.
Encontrado o local, removia-se a grossa camada superficial de areia e cascalho, para que o monumento assentasse sobre um firme alicerce rochoso. Começava então o nivelamento e alisamento da rocha. A precisão com que se realizava tal trabalho é demonstrada pela Grande Pirâmide, na qual o perímetro da base tem um pequeno desvio de pouco mais de meia polegada com relação ao que seria um nivelamento absoluto. O emprego de canais na irrigação dos campos, desde muito antes da era das pirâmides, ensinou a gerações de egípcios as técnicas de nivelamento. Para nivelar uma área como a base de uma pirâmide — esclarece o egiptólogo I.E.S.Edwards — deve ter sido necessário rodeá-la pelos quatro lados com montículos baixos de lodo do Nilo, preencher o fosso assim formado com água e cortar uma rede de regos na rocha, de tal maneira que o piso de cada sulco ficasse a uma mesma profundidade com relação à superfície da água; os espaços intermediários podiam, então, ser nivelados após a água ter sido liberada. Em outras palavras: enchia-se de água uma rede de sulcos escavados na rocha em toda a extensão das fundações e marcava-se na pedra as linhas da superfície da água (1); secavam-se os sulcos (2); talhavam-se as pedras que excedessem o nível marcado (3) e enchia-se os espaços vazios com pedras (4). Na prática efetiva — esclarece ainda I.E.S.Edwards — a área total coberta pela pirâmide não era sempre reduzida ao mesmo nível do perímetro; como mostra a Grande Pirâmide, um monte de rocha podia ser deixado no centro para ser usado em estágio posterior do trabalho de construção.
A última das preliminares consistia em fazer uma acurada medição para que a base da pirâmide formasse um quadrado perfeito e cada um de seus lados estivesse orientado para um dos quatro pontos cardeais. A unidade de medida era o cúbito real, equivalente a cerca de 52 centímetros. Cordas de medição — prossegue I.E.S.Edwards — eram feitas com fibras de palmeira ou de linho, sendo que ambas certamente se esticavam quando usadas; portanto, é altamente surpreendente que possa haver uma diferença de apenas 20 centímetros entre os comprimentos dos lados maior e menor da Grande Pirâmide — na realidade, parece notável que em lados que excedem 22860 centímetros de extensão possa ter ocorrido um erro tão pequeno, especialmente quando nos lembramos de que o monte central de rocha teria tornado impraticável qualquer medição da diagonal para verificar a precisão do quadrado. A orientação exata das pirâmides com relação aos pontos cardeais só pode ter sido obtida com a ajuda de um ou mais dos corpos celestes, uma vez que a bússola era desconhecida dos antigos egípcios. Não foi possível determinar com exatidão quantos ou quais dos corpos celestes eram empregados nesse processo, mas é lógico que bastava estabelecer a orientação de um dos lados, já que a dos demais se fixava naturalmente com o uso de um esquadro. Outras construções da mesma época, cujos cantos formam ângulos retos perfeitos, demonstram que esse último instrumental existia.
Ao mesmo tempo em que os trabalhos preparatórios ocorriam no local do monumento, os alicerces da calçada iam sendo assentados. E isso era feito nessa fase porque quase todas as pedreiras que forneciam material localizavam-se próximas das margens do Nilo, da mesma forma que as pirâmides. Assim sendo, o rio podia ser empregado para o transporte das pedras por meio de balsas. Já que cada pirâmide dispunha de uma calçada que a ligava ao Nilo, a qual se destinava à passagem do cortejo fúnebre, esse era também um caminho conveniente para que nele se arrastasse uma espécie de trenó contendo os enormes blocos de pedra e, portanto, a base da calçada deveria estar concluída antes da edificação da pirâmide.
Existem duas vantagens principais no emprego de enormes blocos de pedra na construção de monumentos grandiosos como eram as pirâmides e templos egípcios: obtenção de maior estabilidade e redução no número de junções a serem feitas. O arqueólogo I.E.S.Edwards escreveu: Kéops, que deve ter sido um megalomaníaco, jamais poderia, durante um reinado de cerca de 23 anos, ter erigido um monumento do tamanho e durabilidade da Grande Pirâmide se avanços técnicos não tivessem permitido a seus trabalhadores lidar com pedras de tão considerável peso e dimensões. Quão completamente eles dominaram essa arte pode ser medido pela observação de Petrie de que as junções no revestimento da Grande Pirâmide medem apenas um quinquagésimo de polegada de espessura.
Além de saberem manusear pedras tão imensas, os egípcios também conheciam a arte de talhá-las, apesar de toda a sua dureza. Já na I dinastia (c. de 2920 a 2770 a.C.) empregavam granito para pavimentar aposentos e a pirâmide de degraus de Djoser, da III dinastia, tem uma pequena câmara funerária construída totalmente desse material. Entretanto, foi no decorrer da IV dinastia que grandes estruturas, como o templo do vale e o templo mortuário de Kéfren, foram revestidas principal ou completamente com granito. O basalto é outro material que aparece esporadicamente antes da IV dinastia, quando seu emprego passa a ser bem mais considerável.
A atividade de exploração das pedreiras era intensa, tendo em vista a enorme quantidade de material necessário para erguer monumentos tão grandes. Entretanto, os antigos egípcios dispunham de pouca coisa além de serras e cinzéis de cobre primitivos para realizar o trabalho. Ainda que primitivas, as ferramentas encontradas por arqueólogos, e datadas de tempos tão antigos quanto a I dinastia, mostraram-se capazes de cortar qualquer tipo de pedra calcária. Seja como for, eles devem ter desenvolvido técnicas especiais para extração dos blocos. A pedra calcária de qualidade inferior e mais maleável podia ser manuseada facilmente a céu aberto, pois encon-tra-se na superfície. Por outro lado, na obtenção do granito e do calcário de excelente qualidade de Tura era necessário construir túneis. Provavelmente a aplicação de calor e água facilitava o trabalho. Cunhas de madeira — informa o egiptólogo James Putnam — eram enfiadas em fendas na pedra e então ensopadas de água, fazendo com que se expandissem e rachassem a pedra. Os blocos eram então esquadrejados com o emprego de cinzéis e malhos. Serras de cobre também eram usadas, talvez com lascas de pedras preciosas para ajudar no talhe. Para trabalhar o granito tinham que golpeá-lo com esferas de uma pedra ainda mais dura chamada dolerito. No detalhe de uma pedreira que se vê acima, pode-se notar nitidamente as fendas espacejadas regularmente nas rochas. Tais fendas delimitavam os blocos que seriam extraídos com o emprego das cunhas de madeira.
A maioria dos blocos que formavam a parte interna das pirâmides tinha pouco acabamento, mas as pedras do revestimento eram talhadas com grande precisão e ajustam-se tão perfeitamente umas às outras que as junções são quase invisíveis. Todo o polimento deve ter sido dado depois que as pedras foram colocadas em seus lugares definitivos. Nas proximidades da pirâmide de Kéops foram encontrados enormes depósitos de lascas de pedra calcária provenientes do trabalho executado com os blocos. Estimou-se que a pedra acumulada em tais depósitos equivale em volume a mais da metade do volume das pirâmides.
Um dos maiores desafios era, sem dúvida, o transporte dos enormes blocos. As pedras do revestimento da Grande Pirâmide pesam, em média, duas toneladas e meia cada uma, mas isso é pouco. Algumas delas chegam a pesar 15 toneladas, mas isso também é pouco. As lajes de granito do teto da câmara mortuária da mesma pirâmide pesam 50 toneladas e, se você ainda acha que é pouco, saiba que algumas das pedras mais pesadas encontradas no templo mortuário de Miquerinos pesam cerca de 200 toneladas! E não podemos esquecer que mesmo as "menores" dessa lista tinham que ser embarcadas e desembarcadas de balsas e elevadas a alturas consideráveis com relação ao solo. Navegar com esses megálitos exigia um perfeito controle de enormes e pessadíssimas balsas lotadas, em um rio de correnteza rápida e com bancos de areia em alguns trechos, sem dúvida uma operação arriscada que requeria grande habilidade. No transporte por terra provavelmente usavam o mesmo método, qualquer que fosse o tamanho da pedra: o arraste. Apenas a quantidade de homens variava conforme o peso a deslocar.
FONTE: http://www.geocities.com/tioisma2002/comofora.htm
Como Foram Construídas
O Uso de Magnetismo Como Foram ConstruídasMuito se tem discutido sobre as técnicas que eventualmente poderiam ter sido usadas pelos antigos egípcios para cortar os enormes blocos que formam as grandes pirâmides de Gizé. Menor atenção tem sido destinada aos métodos que podem ter sido usados para transportar e levantar blocos ciclópicos de pedra. A solução proposta pela visão clássica é a de que os blocos foram movidos e colocados em seus lugares apenas com o uso da força braçal. Entretando, especialistas em movimentação de grandes pesos com emprego de modernos guindastes levantam dúvidas a respeito. Christopher Dunn, um engenheiro mecânico inglês que trabalha nos Estados Unidos e que desde 1977 vem se questionando sobre a maneira pela qual as pirâmides foram construídas, escreveu um artigo para uma revista americana no qual debate a questão.
Minha empresa instalou recentemente uma prensa hidráulica pesando 65 toneladas — ele escreveu. Para erguê-la e depois baixá-la pelo telhado, foi necessário um guindaste especial. O guindaste foi trazido para o local desmontado e foi transportado de uma distância de 128 quilômetros, consumindo cinco dias de viagem. Depois de 15 descarregamentos terem sido feitos, o guindaste foi finalmente montado e ficou pronto para uso. Um dos manobristas que executou a tarefa informou que o maior peso que ele havia erguido tinha sido uma peça de 110 toneladas de uma usina nuclear. Quando eu falei a ele sobre os pesos de 70 e 200 toneladas dos blocos de pedra usados no interior da Grande Pirâmide e do Templo do Vale, ele expressou assombro e descrença quanto aos métodos primitivos que são propostos pelos egiptólogos.
A seguir Christopher Dunn faz referência ao único homem no mundo que, baseado em experiência própria, afirmou com todas as letras conhecer o segredo de como foram construídas as pirâmides do Egito, mas que morreu sem revelá-lo. Esse homem foi um imigrante da Letônia, um eremita excêntrico chamado Edward Leedskalnin, que construiu sozinho, no interior dos Estados Unidos, um Castelo de Coral com pedras que chegam a pesar até 30 toneladas, como é o caso da que aparece apoiada no chão na foto acima formando um muro. Ele descobriu uma maneira de erguer e manobrar blocos de coral dessa envergadura usando apenas meios manuais. Seria possível para um homem de um metro e meio de altura e 50 quilos de peso realizar tal feito sem conhecer técnicas estranhas ao nosso entendimento contemporâneo de física e mecânica? As realizações desse homem surpreenderam muitos engenheiros e tecnólogos que procuraram compará-las com aquelas conseguidas por trabalhadores que manuseiam pesos semelhantes na indústria atual.
De acordo com o raciocínio do engenheiro inglês, se nós assumirmos que Leedskalnin e os antigos construtores das pirâmides usaram técnicas semelhantes, teremos um enfoque diferente no que diz respeito a quantidade de homens necessários para construir a Grande Pirâmide. As estimativas do número de trabalhadores que ergueram aquela obra oscilam entre 20.000 e 100.000. Mesmo levando-se em conta que a precisão com a qual Leedskalnin trabalhou não foi a mesma usada no Egito, com base naquilo que ele conseguiu, extraindo e erguendo um total de 1.100 toneladas de pedra num espaço de tempo de 28 anos, as 5.273.834 toneladas de pedra usadas na Grande Pirâmide poderiam ter sido postas no lugar por apenas 4.794 trabalhadores.
Eu visitei o Castelo de Coral pela primeira vez em 1992 — afirma Christopher Dunn. Logo ficou claro para mim que a afirmação de Ed era exata. Ele realmente conhecia os segredos dos antigos egípcios. (...) Leedskalnin discordava da maneira pela qual a ciência moderna está entendendo a natureza. Ele afirmava enfaticamente que eles estão errados. Seu conceito de natureza é simples. Toda matéria é constituída por ímãs individuais e é o movimento destes ímãs dentro dos materiais e através do espaço que produz os fenômenos mensuráveis, isto é, magnetismo e eletricidade. Dunn acredita que Leedskalnin a partir dessa premissa, quer ela seja correta ou não, pode ter descoberto meios de elevar e manobrar grandes pesos manualmente, o que seria impossível usando métodos convencionais. Especula-se que ele teria usado eletromagnetismo para eliminar ou reduzir a força gravitacional da Terra. Nem todos concordam com esse ponto de vista.
Prosseguindo seu artigo, Dunn faz uma especulação que tenta levar a premissa básica de Leedskalnin relativa à natureza da eletricidade e do magnetismo a uma conclusão que tenha algum contato com a lógica. Ele pondera que talvez aquilo que aprendemos sobre o assunto não se aplique necessariamente à busca e à descoberta de uma solução verdadeira. A pergunta a ser respondida nesse caso é a seguinte: O que é anti-gravidade?
E a resposta é: meios pelos quais os objetos podem ser erguidos, superando a força gravitacional da Terra. Nós aplicamos técnicas anti-gravitacionais em nossa vida cotidiana. Quando saímos da cama pela manhã, nós empregamos a anti-gravidade. Um avião e um elevador, por exemplo, são tecnologias inventadas para superar os efeitos da gravidade. Estamos trabalhando sob a suposição de que para criar um dispositivo anti-gravitacional a gravidade já seja um fenômeno totalmente conhecido e compreendido e que a tecnologia tem condições de anulá-la. Mas, não é bem assim. A verdade é que ainda nos escampam a natureza da gravidade e a maneira de produzir ondas que possam interferir sobre ela.
E se na realidade não existe essa coisa chamada gravidade? E se as forças naturais que nós já conhecemos forem suficientes para explicar os fenômenos visíveis que nós etiquetamos como gravidade? E se, como reivindica Leedskalnin, tudo se reduz a ímãs individuais, as propriedades conhecidas de um ímã não seriam suficientes? Nós sabemos que polos semelhantes se repelem e que polos opostos se atraem. Nós também sabemos que podemos suspender um ímã sobre outro, contanto que não permitamos que os polos opostos se atraiam. Ímãs procuram se atrair e, entregues a si mesmos, alinharão seus polos opostos uns aos outros. Se um ímã grande for suspenso por cima de um ímã menor, dependendo da proporção entre eles, a distância entre os ímãs será diminuída até o ponto em que o ímã menor não seja capaz de exercer força suficiente para se elevar. A terra, sendo o ímã maior, emite fluxos de energia magnética que segue linhas de força que há séculos sabemos que existem. Se nós assumirmos, como fez Leedskalnin, que todos os objetos são ímãs individuais, nós também podemos assumir que uma atração existe entre estes objetos devido à natureza inerente de um ímã que busca alinhar um polo oposto a outro. Talvez os meios que Leedskalnin tenha encontrado para trabalhar com a força gravitacional da Terra não tenha sido nada mais complicado do que inventar meios pelos quais o alinhamento dos elementos magnéticos dentro de seus blocos de coral pudesse ser ajustado para resistir aos fluxos do magnetismo terrestre.
É bem sabido que Leedskalnin trabalhava sozinho e, portanto, seus métodos tinham que ser necessariamente simples. Christopher Dunn prossegue esclarecendo que um método conhecido para criar magnetismo em uma barra de ferro consiste em alinhá-la com o campo magnético da Terra e golpeá-la com um martelo. Isso faz vibrar os elementos na barra e lhes permite serem influenciados pelo campo magnético dentro do qual se encontram. O resultado é que quando a vibração cessa, um número significativo dos átomos se alinharam dentro deste campo magnético. Numa oficina dentro do castelo, existe um mecanismo que dispõe de uma espécie de volante e o qual se afirma serviria para gerar eletricidade, mas é duvidoso que fosse possível conseguir tal objetivo apenas girando a roda com as mãos. O conjunto todo é formado por um velho carter de um veículo de quatro cilindros e barras magnéticas que foram intercaladas entre duas placas. Na parte superior há uma engrenagem circular. Para dar peso e solidificar todo o conjunto, Leedskalnin envolveu as barras magnéticas com cimento. Uma foto antiga, que vemos acima, mostra Leedskalnin com a mão na manivela existente no conjunto, dando a impressão de que para fazê-lo funcionar seria necessário girar o artefato. É possível, entretanto, que Leedskalnin usasse a manivela apenas para dar partida a um motor de movimento alternado, atualmente perdido, que se fixava em uma das extensões do eixo. Ele poderia, então, afastar-se e deixar a máquina funcionando.
Ao examinar esse mecanismo, Christopher Dunn imaginou que as barras magnéticas eram usadas na realidade para provocar vibração na peça que Leedskalnin estivesse tentando erguer. O cárter estava firmemente preso a um bloco de coral na oficina, e dificilmente se movimentaria. Dunn testou as barras magnéticas com um canivete. Ele foi atraído por todas elas. Para saber com certeza qual o arranjo dos polos na roda e confirmar se realmente o conjunto seria capaz de gerar eletricidade, Dunn usou uma barra magnética. Ele segurou a barra a uma curta distância da roda ao mesmo tempo em que a fazia girar. O ímã movimentou-se nas mãos do engenheiro enquanto a roda girava. Olhando ao redor ele viu uma parafernália de vários dispositivos movimentando-se, inclinando-se, elevando-se dentro do quarto. Havia bobinas de sintonia de aparelhos de rádio, garrafas com arame de cobre enrolado nelas, carretéis de arame de cobre e outras várias peças de metal e plástico que pareciam ter saído de um velho aparelho de rádio. Dunn sugere que o letônio pode ter descoberto alguma maneira de reverter, localmente, os efeitos da gravidade. Ele poderia ter gerado um sinal de rádio que fizesse com que o coral vibrasse na sua frequência de ressonância e então usaria um campo eletromagnético para inverter os polos magnéticos dos átomos, de maneira a que ficassem em oposição ao campo magnético da Terra.
Na oficina do castelo podem ser vistas correntes, roldanas, talhas e outras materiais que parecem saídos de um ferro-velho. Toda essa tralha não está dimensionada e não é adequada para levantar os pesos com os quais Ed lidava. Fotos que foram tiradas mostrando Leedskalnin trabalhando exibem um tripé formado por postes telefônicos, sustentando uma caixa em seu topo. Esse material não se encontra mais no castelo. Mas existem ainda lá carretéis de arame de cobre e afirma-se que, em determinado período, o inventor teve uma grade de arame de cobre suspensa no ar sobre a propriedade. As fotos mostram um cabo preso ao redor do tripé que corre diretamente para o solo, o que leva a concluir que talvez o arranjo de tripés esteja relacionado mais com a suspensão da grade de cobre do que com a suspensão dos blocos ou equipamentos.
Eu não tenho nenhuma dúvida — conclui Christopher Dunn em seu artigo — que Leedskalnin contou a verdade quando disse que conhecia os segredos dos antigos egípcios. Ao contrário daqueles que têm buscado publicidade para suas próprias teorias inadequadas, embora politicamente corretas, ele provou a sua pela ação. Eu acredito, também, que estas técnicas podem ser redescobertas e postas em uso para o benefício do gênero humano. Dunn acredita que no castelo há indícios e material suficientes que podem ser reunidos a ponto de se redescobrir a técnica que Leedskalnin utilizou.
FONTE: http://www.geocities.com/tioisma2002/magnetismo.htm
COMO FORAM CONSTRUÍDAS
"O tempo resiste a tudo, mas as pirâmides resistem ao tempo"
provérbio árabe.
Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides.
Heródoto, "pai da História" , viajando pelo Egito no ano de 450 a.C., conseguiu obter dos sacerdotes certos pormenores sobre a construção dessas maravilhas e os transmitiu ao resto do mundo. Segundo seu relato, a Grande Pirâmide, como é chamada a de Quéops, foi construída num espaço de vinte anos. Cem mil homens trabalhavam nessa obra durante três meses por ano, provavelmente durante a época das cheias do rio Nilo, quando a agricultura ficava paralisada. Foram utilizadas mais de 2 milhões de pedras calcarias.
É provável que os grupos de trabalho fossem espontâneos. As pessoas sentiam-se satisfeitas em colaborar com obras consideradas divinas.
Das 7 maravilhas do mundo antigo, as pirâmides de Gisé são as únicas que ainda permanecem inteiras, exercendo um grande fascínio sobre a humanidade.
Quem quer que tenha visto as pirâmides uma só vez na vida - ou mesmo quem nunca pôde vê-las de perto - fica curioso:

Como foram construídas?
Qual o conhecimento matemático que os egípcios possuíam? Que técnicas dominavam?
Que ferramentas empregavam?

Na construção das pirâmides, os egípcios inicialmente nivelavam o terreno pela observação da estrela Polar, a partir de um ponto fixado no vértice norte da futura pirâmide. A precisão alcançada com esse processo é espantosa.
Os instrumentos usados eram o merkhet- barra horizontal equipada com um fio de prumo -e o bay - vara de madeira com uma alça de mira na extremidade superior.
Com o auxílio desses instrumentos, as posições do nascente e do poente da estrela do Norte (Polar) eram marcadas sobre um círculo.
Para encontrar o norte, os egípcios determinavam a bissetriz do ângulo formado pela posição do nascente e do poente da estrela.
Descoberto o norte, os egípcios ligavam cordas a vários pontos fixados sobre o eixo norte-sul, o que tornava possível a determinação de um dos lados da pirâmide. Com o auxílio de varas, usadas como instrumento de medida, obtinham o ângulo reto com um conjunto de arcos de círculo.
Não podemos esquecer que a base da pirâmide é quadrangular, isto é, possui quatro ângulos retos. A precisão dos ângulos da Grande Pirâmide é admirada até hoje. O curioso é que, embora o teorema de Pitágoras sobre as relações entre os lados de um triângulo ainda não tivesse sido formulado, os egípcios já o aplicavam, demonstrando que a necessidade prática é a grande geradora do conhecimento humano.
Como as pedras eram transportadas até o local da construção das pirâmides?

Ainda hoje existem vestígios das rampas que os egípcios utilizavam para transportar as pedras. O mais provável, haja visto as inúmeras teorias sobre a sua construção, é que eles usassem uma série de pequenas rampas em torno da pirâmide, para empurrar os blocos iniciais até uma altura de 30 metros. Outra rampa lateral maior, apoiada em apenas uma das faces, servia para transportar o restante das pedras até o topo.
Entre os mecanismos de que os egípcios dispunham, constavam: a alavanca, as roldanas, carros de arrasto e o chaduf, aparelho com que suspendiam material de construção.

Realmente, as pirâmides de Gisé mereceram o título de maravilha do mundo. Há detalhes em sua construção que deslumbram o leigo e impressionam o matemático.
Ignora-se o significado exato da forma piramidal. Pode ser que as paredes lisas e inclinadas representassem os raios de sol, pelos quais o faraó subiria até o astro-rei, o deus Rá, e com ele percorreria os céus.
Quéops, Quéfrem e Miquerinos, eram respectivamente pai. filho e neto. A primeira das pirâmides é a de maiores dimensões. Ocupa uma área de mais de 6 hectares, contém quase 5 milhões de toneladas de pedra, mede cerca de 145 metros de altura e sua única entrada, no lado norte, eleva-se cerca de 17 metros do solo. Ela foi construída cerca de 2500 anos antes de Cristo. Sua base é um quadrado cujos lados medem aproximadamente 230 m.
O fascínio de Quéops não termina aí. As suas quatro faces estão orientadas, com uma exatidão quase perfeita, para os quatro pontos cardeais: norte, sul, leste e oeste. A grande pirâmide foi originalmente revestida de pedra calcária da melhor qualidade, mas hoje resta pouco desse material.
O perímetro de cada um dos quatro lados da Grande Pirâmide está para a altura da pirâmide como a circunferência para o raio do círculo, isto é, na relação de 2p. A sua altura, multiplicada por um bilhão resulta na distância do Sol à Terra. Um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais. A grande pirâmide se situa no centro de gravidade dos continentes!
Mais incrível ainda é o fato de que, ao cortar o meridiano, os raios da estrela Sírio são perpendiculares à face sul da Grande Pirâmide. Penetrando na câmara real pelo canal de ventilação, iluminavam a cabeça do finado faraó. Pela face norte, a abertura principal e um segundo túnel (que ia ter à câmara inferior) davam passagem à luz da estrela Polar.

Quanto mistério não deve estar ainda escondido sob as imensas pedras de Gisé. Quais as relações, se é que existem, entre as pirâmides do Egito e as das colonizações pré - Colombianas. O pesquisador Erich Von Däniken, em seu livro "Eram os Deuses Astronautas?", defende a tese de que as pirâmides foram construídas com o auxilio de seres extra - terrenos. As maldições que sempre cercaram as suas explorações e tantos outros fatos e relações impressionantes nos deixam, muitas vezes sem resposta, mas quanto mais nos aprofundamos mais fascinados pelas pirâmides acabamos ficando.
A pirâmide quadrangular é um sólido delimitado por quatro faces triangulares e por uma base quadrangular.
As pirâmides mais comuns são as de base quadrada, embora, matematicamente, a base possa ser qualquer polígono.
Os antigos egípcios precisavam demarcar constantemente suas terras às margens do rio Nilo. Para essas demarcações precisavam do ângulo de 90 graus. Eles conseguiam esse ângulo dispondo urna corda dividida em 13 nós, espaçados em intervalos regulares. Para conseguir o ângulo a corda era fixada com estacas nos nós 1, 4,8, fixando o nó 13 junto com o nó 1.0 ângulo determinado pela estaca do 4 nó é ângulo reto.
Fonte: www.expoente.com.br
FÓRUM DE DEBATES
espondidas
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COMO FORAM CONSTRUIDAS AS PIRÂMIDES DO EGITO???
Como construiram, quem, de onde veio aqueles plocos enormes de pedra que formam a 1º das sete maravilhas do mundo?

Elas tem alguma relão com as estelas?
• 2 anos atrás
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by H. Sue ♥ G. Gê
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Chama-se pirâmide, em matemática, ao sólido que tem por base um polígono qualquer (triângulo, quadrilátero, pentágono etc) e por faces laterais triângulos que se reúnem num mesmo ponto, chamado vértice da pirâmide.

As famosas pirâmides egípcias são enormes monumentos em forma de pirâmides de base retangular que foram mandadas construir pelos reis das diversas dinastias. A sua antigüidade, magnitude e esplendor davam-lhes uma glória imperecível, cujo brilho perdurou, através dos longos séculos, até os nossos dias. Sabe-se que houve mais de 170 pirâmides no Egito e na Núbia.

A etmologia da palavra pirâmide é desconhecida; chegou a nós através do vocábulo grego "pyramis", mas não se pode explicar a sua origem; não tem relação alguma com a palavra grega "pyr" que significa "fogo". Em antigo egípcio, pirâmide se chama mari, mas se escreve só "mr"; este vocábulo é muito semelhante à palavra maia "muul", que tem o mesmo significado; note-se que na língua maia não existe o r, que é sempre substituído por l.

As maiores pirâmides egípcias são conhecidas pelo nome de "Pirâmides de Gizé", porque estão perto da cidade deste nome, situada nas margens do Nilo e nas proximidades das ruínas de Mênfis. São três essas pirâmides, e levam os nomes dos mais notáveis reis da quarta dinastia: Khufu (ou Quéops), Krafre (ou Quéfren) e Menkaura (ou Miquerinos).

A pirâmide de Quéops excede muito as outras em tamanho e maravilhas. Segundo Heródoto, a sua construção exigiu 30 anos de trabalho, no qual foram empregados cerca de cem mil operários. A sua altura é de 147 metros, e a base de qualquer das faces laterais é de 234 metros. Era orientada esta pirâmide conforme os 4 pontos cardeais celestes, sendo a entrada na face norte. Atualmente está a 4 minutos de grau, do Norte para Oeste; mas, como a posição do pólo terrestre varia no valor de um minuto em mil anos, fica claro que a orientação da pirâmide era absolutamente exata quando foi construída, cerca de 4.000 anos antes do Cristo. Esse colosso consta de dois milhões e meio de blocos de pedra, todas pesadíssimas. No centro da pirâmide faltam alguns blocos, omitidos para dar passagem ao corpo embalsamado do rei Khufu. Nas paredes há séries de pinturas que representam esse rei em várias ocupações: comendo, lavrando campo, conduzindo bois etc. O espaço interior da pirâmide é de tal tamanho que nele caberia a igreja de S. Pedro, de Roma. Se a pirâmide fosse desmanchada, suas pedras dariam material bastante para um muro que circulasse toda a França.

As dimensões das duas pirâmides que são vizinhas da pirâmide de Queóps são menores: a de Quéfren tem 137 metros de altura, a de Miquerinos, 66 metros.

Falando da pirâmide de Quéops, diz o professor Flinders Petrie: "A esquadria da base e sua nivelação são esplendidamente exatas; o erro maior que os mais precisos instrumentos foram capazes de descobrir nas dimensões dos lados da Grande Pirâmide de Gizé é de menos de um centésimo de um por cento."


As dimensões exprimem certos axiomas geométricos, como, por exemplo, a relação da hipotenusa com os catetos. O ângulo de construção mostra que o antigo arquiteto egípcio conhecia a exata relação entre o diâmetro e a circunferência.

Também os conhecimentos astronômicos são revelados pela Grande Pirâmide. Sua face sul recebia, no tempo de sua construção, em ângulo reto, os raios de luz da estrela de Sírio, da constelação do Cão Maior, cuja saída helíaca anunciava o princípio de ano egípcio e a inundação do sagrado rio Nilo, e, com esta, a prosperidade geral. A face de luz do dito astro, no momento de passar pelo meridiano, coincidia com a direção dum conduto de ventilação que ia parar na câmara onde estava depositado o corpo do defunto faraó, e iluminava-lhe a cabeça.Há outros dois condutos, paralelos entre si, um para a câmara principal e o outro para uma câmara subterrânea, que guiavam a luz da Estrela Polar, que naquela época era o Alfa da Constelação do Dragão, no seu passo inferior pelo meridiano.

A assombrosa precisão que representam estas surpreendentes coincidências astronômicas, na arte de construir, testemunham que os sábios egípcios há 4.000 anos antes da era cristã já possuíam grandes acumulações de observações, feitas durante séculos anteriores.

E quais foram as razões que levaram os faraós a construir as pirâmides? Geralmente se pensa que unicamente para lhes servirem de mausoléus; é, porém, impossível que os reis egípcios, cujos atos eram controlados pelo sacerdócio científico, gastassem tanto dinheiro e tantos anos de trabalhos, feitos por milhares de operários, com o único fim de satisfazer uma inútil vaidade. Ponderando as aludidas coincidências astronômicas com os detalhes na construção, temos de aceitar a opinião daqueles que dizem que, além de serem túmulos de reis, as pirâmides eram postos astronômicos e sagrados redutos de grandes iniciados. Marsham Adams considera a pirâmide como exemplo apresentado em pedra do que o "Livro dos Mortos" ensina em palavras: que ali a alma, livre do corpo físico, passava através de portas sucessivas; fazia diversas viagens místicas e adquiria a posse de poderes conquistados sobre o seu "eu" inferior; assim, progredindo de uma iniciação para outra, o estudante das leis da Vida e da Morte aprende os segredos da Vida Integral e entra no segredo da Mansão de Luz.

Comentário do autor da pergunta:
Olá Hallys, sua resposta vou boa, mas copiou da google né, mas tudo bem eu gostei da sua resposta na pergunta do nariz da esfinge que foi mais pessoal e como ñ deu para escolher eu escolhi aqui ok...Gostei dos estraterreste e do construiram de cabeça para baixo ri muito...kakau valeu continua assim!
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Existe uma teoria que diz que as três grandes pirâmides são uma representação do cinturão de órion (que aqui no RS são chamadas as três marias) esta é a relação com as estrelas, mas não há provas de que existe ou não.

No mais, as pedras foram cortadas bem longe dali, trazidas de barco e empilhadas umas por cima das outras com força humana e planos inclinados. Ou seja: deu um trabalhão danado!
Membro desde:

Bom! Primeiro eles fizeram a ponta no solo, depois a viraram de ponta cabeça!

Abraço! Brincadeirinha! Boa tarde!!
Ola
Nao quis invadir o seu debate de novo hehe ai eu vim aqui...
Eu queria te mandar sim, mas vc primeiro tem que autorizar o seu e-mail para o nosso publico do Yahoo (o seu e-mail eh mandado via Yahoo, sem falar o endereco de verdade) mas qualquer coisa vc pode mandar ou pelo meu e-mail clicando no meu perfil, ou para o i-alien@hotmail.com...
Muito legal a sua foto.

Para autorizar vc clica em "alterar" e vera que eh muito facil.

desculpe, ok?
Nao invadirei novamente os seus "debates"

um beijo

Contribuindo em:
Filosofia
Outras - Artes e Humanidades
Outras - Notícias e Eventos
o
Os egípicios foram o povo mais supersticioso da Antiguidade... e acreditavam piamente que a vida se prolongaria após a morte, portanto era bom construir um abrigo para os reis,com as coisas que tinha aqui na Terra, e iam precisar no além... mas, os menos afortunados faziam pirâmides menores, e o Vale dos Reis, está cheio delas... portanto, trabalhavam por amor à causa...
Mas, por via das dúvidas havia milhares de escravos, e muitas chibatas... só não levitação e deuses astronautas !

O mesmo aconteceu na Grande Muralha da China; nas grandes catedrais cristãs da Idade Média e Renascimento...na lenda bíblica da Torre de Babel, que nunca existiu... etc !

Vamos construir um admirável mundo novo ! Sem fantasias e lero-leros...

18.08
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619 (Nível 2)
não sei não tava la para ver!
deixando as brincadeiras de lado segundo o que sei
foram extraterrenos que transportavam as pedras em outra dimensão e depois colocavam na adimensão atual logo não tinha peso nenhum!
informe-se mas pelo assunto é bem interessante
• by SOU UM ACTO
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27774 (Nível 7)
Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides

SUGESTÕES
1- Estudo das constelações celestes, dos paralelos e meridianos terrestres
2- Estudo de planos inclinados polias ou roldanas e alavancas
3- Estudo da situação histórica e religiosa de Egito antigo
4- Estudo da situação geográfica do Egito. Vantagens e desvantagens trazidas pela proximidade com o rio Nilo
5- Pesquise quais as sete maravilhas do mundo moderno
6- Estudo da formação de rochas calcárias
7- Comparações entre as civilizações pré colombianas e a civilização egípcia
8- Estudo biológico de múmias e técnicas de embalsamento
9- Estudo das proporções água & continente no planeta Terra

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- História de Matemática e de Vida - Bongiovanni, Vissoto, laureano - Ática, 1992
- Fundamentos da Matemática Elementar - Dolce, Pompeo - Atual, 1993
- Eram os deuses Astronautas? - Erich Von Däniken - Melhoramentos, 1986
Fonte(s):
Saudação
Membro desde:
12 de Abril de 2007
Total de pontos:
16163 (Nível 6)
Bem, majestade, li as outras respostas...
É, pode ser... ou podemos cogitar hipóteses, pois acho que certeza mesmo acho que ninguém pode ter...

Então podemos devanear, supor, porque não, que fomos visitados e auxiliados por seres extraterrestres!

Afinal, não eram os deuses astronautas?
Cara, segundo meu limitado conhecimento, as pirâmides do Egito foram constuídos pelos escravos! É só isso que sei, não sei de onde vieram as pedras e nem se tem relação com as estrelas!
Uma pessoa aqui falou em ``eram os deuses astronautas``. Aquele ``von`` não-sei-das-quantas. Cientificamente foi comprovado que tudo aquilo foi construido na base do chicote. os escravos, em larga produção, devido a megalomania, usavam somente uma toalha, algo como uma mini-saia, comida e agua e só. As pedras vieram de muito longe e como sempre tudo na base do chicote. Pois faraós são iguais aos papas, se consideram o maximo, uma extenção de deus , que é algo que não existe. Pois o homem em sua ilusão cria obras descomunais na vã tentativa de ficar para a imortalidade. Ao se ´´ maravilhar ´´ com algo magnifico como as piramides é sempre bom lembrar das milhares e milhares e milhares de pessoas que de uma maneira
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070814053607AAfxXZS
COMO FORAM CONSTRUÍDAS AS PIRÂMIDES DO EGITO?
Qual sua teoria?
A teoria mais recente é do arquiteto Jean Pierre Udan que diz que havia uma rampa em volta da pirâmide e suas construções eram de dentro pra fora.
Eu falei pra eles que era pra usar guindastes, mas o faró era um puuta pão duro e preferiu usar mão de obra escrava mesmo
Avaliação do autor da pergunta:

Comentário do autor da pergunta:
Tá. Obrigada
Atualmente não há comentários para esta pergunta.
Acho que fizeram um monte de areia, construíram as pirâmides no centro e depois retiraram toda a areia em volta, para ficar só as pirâmides.
Membro desde:
12 de Julho de 2006
Total de pontos:
2043 (Nível 3)
Você e um milhão de estudiosos queria saber, dizem até que foi construidas por alienigenas, mas isso é muita ilusão, cada um tem sua teoria , a minha é que foi pessoas da antiguidade mesmo e bem devagar , apesar que naõ da para entender como eles conseguiram levantar aquelas pedras sem ajuda de muc ou guindastes modernos.
Foram construídas pela despencol, do Sérgio Canaya.
Por isso estão em ruínas!
Boa pergunta, também gostaria de saber...
Grande Pirâmide de Giza,.
Local onde se enterravam os Faraós.
Altura atual:137 metros aproximadamente.
Base:230 metros.
Localização geográfica:Egito próximo de Cairo.
Quantidade de blocos:2 milhões de pedras
aproximadamente 200 e 250 Kilos .
Você sabia? A grande Pirâmide de Giza é a única das
Sete Maravilhas do Mundo Antigo?
Foi a construção mais alta do mundo,até a construção da
Torre Eiffel em 1889!
Quem construiu esta Obra Faraônica?
Há duas hipóteses.
Humanos?Calcula-se que foi construída por 4000 homens.
Seres Gigantes extra-terrestres?
Enigma das Pirâmides!
Paz!


MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO VISITEM O SITE: http://ciencia.hsw.uol.com.br/piramide4.htm

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O FILME NOSSO LAR já conquistou muitos países!



Atenção aos brasileiros e amigos interessados em adquirir o DVD do filme Nosso Lar no México, Colômbia e demais países da América Central !




O DVD do filme Nosso Lar será lançado, pela Fox Home Vídeo, no próximo dia 17 de junho nas principais cidades e em vendas online destes países.

Compartilhem a informação e levem para casa o filme baseado na obra de Chico Xavier e André Luiz.

Em breve, informaremos mais países onde o filme estará disponível. Fiquem atentos!

obs. 1. Sem deixar de mencionar que, no dia 13 de junho, há exibição de Nosso Lar no Cine Fest em Nova York e, no dia 18 de junho, uma data especial - Nosso Lar será exibido em Shanghai pelo Festival Internacional da cidade e novamente em Nova York.

obs 2. Aos brasileiros e demais amigos da Venezuela, em breve traremos notícias boas também!



O Filme Nosso Lar participa do 9º Cine Fest Petrobras, em Nova York, a partir do dia 11 de junho. Aos brasileiros que moram na cidade ou redondezas, não deixem de prestigiar o festival e assistirem ao filme. Detalhe - nesse festival, o melhor filme é eleito pelo público!



Olá Amigos !

Fiz uma coletânea no You tube de algumas cenas de NOSSO LAR e gostaria de compartilhar com todos que ainda não tiveram a oportunidade de ver este filme, principalmente os estrangeiros que estão ansiosos para vê-lo.

Vocês poderão curtir um pouco da belíssima trilha sonora de Philip Glass em trechos de belíssima fotografia e contéudo moral.

Segue então alguns vídeos em sequência do roteiro do filme. Peço desculpas à direção se alguma dessas cenas não estiverem autorizadas para divulgação no You tube, mas simplesmente extraí de lá.

Fraterno abraço a todos que frequentam o Blog Trilhas e principalmente a este post.

Geraldo Valintim
Adm. do Blog



















O filme conta uma belíssima história de peregrinação e aprendizagem de um homem depois de sua morte. A importância da moral que vem com o filme transcende para muito além de algum credo ou religião. O deus mencionado no filme por este mesmo motivo não tem nome ou simbologia definida. André Luiz, um homem cético, triste e ateu (uma identidade já clichê para o cinema) falece em meados de 1920. Ao despertar num lugar sombrio e caótico chamado de Umbral, o homem sofre com a falta de ordem num lugar cheio de seres repugnantes até ser libertado, tempo depois, por três homens que vestem um branco brilhante e o carregam para um portal de luz. Fora do Umbral, André está agora numa colônia nomeada de Nosso Lar. Lá ele tem implicantes diálogos com Lísias, um homem jovem e sereno que mostra que a primeira virtude a ser aprendida por ele é a paciência.

André Luiz começa então a conhecer sua essência e o funcionamento da colônia: ministérios, organização, governança… E nesse processo, em certa altura do desenrolar da história, o protagonista conhece o Governante Anacleto, interpretado pelo caricato Othon Bastos que o recebe em sua sala no alto do palácio da governança. Em termos de simbologia temos nesse ponto a melhor cena de todo o filme, ou pelo menos a mais intrigante. Isso por que, a sala do governante tem marcada em todas as suas paredes as insígnias de diversas as religiões como a estrela de Davi do Judaísmo ou OM do hinduísmo mostrando a integração e tolerância na intenção final do filme.
fonte:http://www.artilhariacultural.com/2010/10/12/nosso-lar/nosso-lar-obeservar-e-criticar/
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'Nosso Lar' será exibido nos cinemas americanos em 2011
Sucesso de bilheteria, o filme espírita Nosso Lar iniciará sua carreira internacional em 2011. De acordo com o colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o longa será exibido, a partir de março, nas salas de cinema dos Estados Unidos.

A trama, inspirada na obra homônima do médium Chico Xavier, receberá o título Our Home, tradução em inglês do título original.


Nosso Lar - Mais de 3,5 Milhões de Pessoas! O maior filme de 2010!

NOSSO LAR A PRESENTA:
OS CINCO PRIMEIROS MINUTOS – NAS ZONAS UMBRALINAS E TOUR DE LÍSIAS E ANDRÉ PELA COLÔNIA ESPIRITUAL NOSSO LAR . NA CENA DE NOSSO LAR COM OS ATORES FERNANDO ALVEZ PINTO E RENTO PRIETO.

Nosso Lar - O Filme (Oficial) INFORMA:
Celebremos - em sua 6a semana de exibição, Nosso Lar continuará em cartaz em mais de 340 salas em todo o Brasil. Um feito raro para um filme! Agora, é com vocês, o público, mais uma vez! Prestigiem, indiquem, levem os amigos e parentes ! Neste feriado, Nosso Lar !!!

DEPOIMENTOS NO FACEBOOK:

Angela Maimone Uma amiga que não é espírita foi ver o filme e fez o seguinte comentário: " pelo sim pelo não é melhor ser bom nesse mundo pq: De uma: se nada disso for verdade , ser legal nos deixa de bem com a vida, de duas: se tudo isto for verdade fico menos tempo naquele lugar horrível. Achei fantástico o raciocínio!!!
Nosso Lar - O Filme (Oficial) O mesmo filme - reações contraditórias. Choro, emoção, saudades, sentimentos nobres. De outro lado, incômodo, irritação (sem saber em relação a que), até mesmo virulência nas ponderações (em casos pontuais). Que história é essa? Aquela que afirma que a vida continua e que precisamos repensar urgentemente nossa vida.
o Angel Marques É verdade, com certeza são várias reações contraditórias, afinal, cada individuo é único e tem uma história, e o filme, acredito eu, q mexe com algo a mais, toca no íntimo, desnuda a alma, nos mostra, mesmo p os descrentes, a nossa vulnerabilidade.
Paulo Vitor kkkkkkkkkkk..fala igual a mim, eu vi 6 vezes e levei umas 15 distribuidas em 6 vezes de exibição, mais o melhor de todos foi meu amigo(evangélico) dizendo que não acreditava em nada do que via durante o filme, mais chorou no final e disse que o filme não era espírita e sim humanista!!! que seja né?!;)

29/09/2010 - 08h37
"Nosso Lar" deve chegar a 4 milhões de espectadores, avalia especialista
Redação 24 Horas News

A semana começou bem para o filme de temática espírita "Nosso Lar" que, só na última segunda feira (27), registrou público de 50 mil pessoas. A cifra se soma aos mais de 3 milhões de espectadores que assistiram ao longa até o último domingo, dia 26.
O longa deve atrair, no total, 4 milhões de espectadores, segundo estimativa de Paulo Sérgio Almeida, diretor do portal Filme B, especializado no mercado de cinema.
"O resultado de segunda-feira mostra que o filme ainda continua firme e ele vem fazendo a média semanal para se manter em cartaz", avalia, com base nos resultados que "Nosso Lar" obteve em pouco mais de 20 dias em exibição.
O desempenho, que já apresenta uma leve queda, deve sentir o impacto da estreia de "Tropa de Elite 2", no próximo dia 8 de outubro.
"O mercado está excitadíssimo com a estreia de 'Tropa', espera que ele chegue arrasando quarteirões e nós não sabemos como os demais títulos vão reagir. Apesar de o público dos dois ser diferente, o barulho e a ocupação de salas de 'Tropa' promete produzir impactos em todos os filmes", explica Almeida.
A renda acumulada até o último dia 26, que supera R$ 28 milhões, coloca "Nosso Lar" na décima posição do ranking das maiores rendas no Brasil neste ano. O único outro título nacional na lista é "Chico Xavier", na sétima colocação.
Procurada, a distribuidora Fox do Brasil, responsável pelo lançamento de "Nosso Lar", afirmou que "não fornece estimativas, nem previsão de público".

29 Set 2010 . 13:41 h . Agência Estado . portal@d24am.com
Até o dia 26 de setembro, a renda acumulada era superior a R$ 28 milhões.
São Paulo - O filme "Nosso Lar "superou a marca de 3 milhões de espectadores nas salas de cinema de todo o País. Desde sua estreia em 3 de setembro, o longa-metragem ficou novamente em primeiro lugar entre os filmes mais vistos do último fim de semana.

Até o dia 26 de setembro, a renda acumulada era superior a R$ 28 milhões e público de 3.045.713 espectadores, ultrapassando a população espírita no Brasil, que segundo dados do IBGE é de 2,2 milhões de pessoas. Escrito e dirigido por Wagner de Assis, "Nosso Lar" conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte, até ser resgatado para uma cidade espiritual cujo nome intitula o filme.

FONTE: http://www.d24am.com/plus/cinema/filme-nosso-lar-supera-marca-de-tres-milhes-de-espectadores-no-brasil/8197

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VEJA ONLINE – 27/09/2010

LIVROS MAIS VENDIDOS – AUTO AJUDA E ESOTERISMO

http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/?gclid=CJ_Fzb7dpqQCFYVk7Aodsmj33w

1
Ágape
Padre Marcelo Rossi [1 | 6] GLOBO

2
Nosso Lar
Francisco Cândido Xavier [2 | 20#] FEB


3
O Monge e o Executivo
James Hunter [4 | 290#] SEXTANTE

4
O que Realmente Importa?
Anderson Cavalcante [7 | 2] GENTE


5
Por que os Homens Amam
as Mulheres Poderosas?
Sherry Argov [3 | 58#] SEXTANTE
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Segunda-feira, 20/9/2010
Nosso Lar
Gian Danton

Nosso Lar é um dos grandes best-seller brasileiros. Escrito pelo espírito André Luiz, através do médium Chico Xavier, popularizou a literatura espírita com a história de um médico em uma colônia espiritual. Publicado em 1944, o livro já vendeu mais de 2 milhões de exemplares e gerou uma versão cinematográfica assinada por Wagner de Assis (A Cartomante).

Bastante conhecido, o enredo do livro inicia com o narrador chegando ao Umbral após a sua morte. O relato lembra muito as descrições do inferno católico, com o protagonista assediado por formas diabólicas de expressões animalescas. Ele sofre ali por oito anos, até finalmente ser levado para a colônia espiritual de Nosso Lar. A grande falta do médico, que o leva ao Umbral, é o ceticismo e o orgulho, que fazem com que ele demore tanto a pedir ajuda.

Uma vez na colônia, André Luiz é iniciado nos mistérios da vida espiritual, da cura, da comunicação com os vivos etc. Há, em todo o livro, um excesso de adjetivos que atrapalha a leitura: o aposento é confortador; as luzes, cariciosas. Mas essa característica, hoje considerada um vício de linguagem, era comum na maioria dos autores antigos. Fora isso, o livro passaria tranquilamente por uma boa obra de ficção científica da primeira metade do século XX.

A linguagem antiquada foi facilmente resolvida na versão cinematográfica com uma bem pensada atualização. Mas a história apresentava um outro problema: um certo caráter de"diário de viagem", que torna difícil sua adaptação para a sétima arte. Um filme precisa ter uma trama, com conflitos e uma estrutura narrativa que caminha na direção da resolução do conflito.

Em Nosso Lar, todos são bons demais e não existe uma possível figura de vilão. Da mesma forma, não há um destino que represente o conflito, já que os personagens gozam de livre-arbítrio. Em suma: não há quase nenhum conflito visível na obra original. Como transportar isso para o cinema sem que o resultado seja duas horas de sono?

O diretor Wagner de Assis optou por focar a narrativa no conflito interno dos personagens (apenas sugerida no livro), especialmente André Luiz e Eloísa, uma moça que aparece rapidamente no livro se lamentando de ter morrido antes de casar e de saber que seu noivo encontrou uma nova esposa.

André Luiz luta contra a arrogância, o egoísmo e o ceticismo (e, no final do filme, contra o ciúme), e Eloísa quer a todo momento voltar para seu noivo. Boa parte da narrativa se sustenta nessa sustentação. André será capaz de ultrapassar seus conflitos internos, e, dessa forma, ajudar a moça, fazendo com a que a trama paralela se una à principal num roteiro bem costurado.

Ou seja: o diretor optou por uma inteligente estrutura narrativa, que prende o espectador exatamente pela identificação. Alguns talvez se identifiquem com André, outros com Eloísa.

Se o roteiro é competente e enxuto, a direção é outro ponto forte. Os efeitos especiais são grandiosos (o filme custou 20 milhões de reais, boa parte deles gastos com efeitos), mas usados em favor da narrativa. Não há efeitos apenas pelo efeito, como Hollywood muitas vezes tem feito. Entretanto, muitos que assistiram à fita comentaram que gostaram de ver esse nível de efeitos num filme nacional de FC ou fantasia.

O diretor também trabalha muito bem a imagem, em ótimas cenas sem diálogos, como no reencontro de André Luiz com sua esposa. Com pouquíssimas falas, toda a tensão da situação é repassada aos espectadores.

Há algumas cenas que chamam a atenção dos mais atentos: quando começa a II Guerra Mundial, a colônia espiritual recebe centenas de desencarnados. A maioria deles usando a estrela de Davi (judeus), mas há também pessoas com outros símbolos usados em campos de concentração, o que se relaciona com os ensinamento de Chico Xavier de que o sofrimento liberta. A mesma cena traz um conteúdo de tolerância religiosa que se reflete também na cena da sala do governador, cujas paredes ostentam símbolos das principais religiões terrenas.

Sobre a questão da II Guerra, Chico conta, no livro, que os nazistas, ao morrerem na guerra, fugiam dos que iam resgatá-los, chamando-os de "fantasmas da cruz". Esse ponto, no entanto, não foi explorado pelo filme.

Outro aspecto curioso da versão cinematográfica é inverter o paradigma convencional do ser humano com relação à dualidade vida-morte. Em Nosso Lar, vemos personagens chorando e lamentando a partida de entes queridos que vão reencarnar. Nesse ponto o roteiro foi particularmente eficiente ao mostrar que vida e morte são apenas dois lados da mesma moeda em um ciclo de reencarnações. Chega, inclusive, a brincar com isso, como na cena em que uma senhora reclama que o marido estava sempre muito doente, "Mas morrer que é bom, nada!".

Nosso Lar conta com uma equipe internacional: o fotógrafo suíço Ueli Steiger (O dia depois de amanhã, Godzilla, 10.000 a.C), os canadenses da Intelligent Creatures para os efeitos especiais (Watchmen), a diretora de arte brasileira Lia Renha (A muralha, Hoje é dia de Maria, Auto da Compadecida), e o músico Philip Glass (As horas, O ilusionista).

É um filme que irá agradar tanto aos espíritas quanto aos não espíritas ou simples simpatizantes da doutrina. Mesmo aqueles que forem assisitir Nosso Lar apenas como um filme de ficção científica provavelmente irão gostar. Prova disso é que apenas 5 dias após o lançamento ele já ultrapassou a marca de um milhão de espectadores

FONTE:http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=3154&titulo=Nosso_Lar

VEJA OS CINCO PRIMEIROS MINUTOS DE NOSSO LAR - ANDRÉ LUIZ NAS ZONAS UMBRALINAS

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VÍDEO INÉDITO NO G1 - PASSEIO DE ARERÓBUS - CONHEÇA NOSSDO LAR

INÉDITO - TRILHA SONORA NOSSO LAR

Pela terceira semana consecutiva, o filme “Nosso lar”, de Wagner de Assis, atraiu o maior número de espectadores no último fim de semana no Brasil. Com 410.099 espectadores, a produção brasileira teve mais gente na plateia que o principal lançamento americano da semana, “Residente evil _ Recomeço”, com 387.232 espectadores. Mas, em renda, o americano levou a melhor: pouco mais de R$ 5 milhões contra R$ 4,3 milhões do nacional.

Com estes números, “Nosso lar’ chega à marca de 2,49 milhões de espectadores e entrou para a lista das dez maiores bilheterias do ano. O outro filme brasileiro entre os 10 mais é “Chico Xavier”, de Daniel Filho, com 3,4 milhões de espectadores. O público dos dois filmes representa quase 60% de toda a bilheteria de filmes brasileiros de 2010. Os dados são do site Filme B.

OS DEZ MAIS DE 2010

1. “Avatar” ............................................................ 9.108.400 espectadores


2. “Shrek para sempre” ......................................... 7.361.200


3. “Eclipse’ ............................................................ 6.306.100


4. “Alvim e os esquilos 2” ..................................... 5.153.700


5. “Alice no País das Maravilhas” ......................... 4.334.900


6. “Toy story 3” ..................................................... 4.293.700


7. “Chico Xavier” .................................................. 3.414.900


8. “Homem de Ferro 2” ........................................ 3.228.500


9. “Fúria de titãs” .................................................. 2.500.800


10. “Nosso lar” ........................................................ 2.497.700

fonte:http://oglobo.globo.com/cultura/xexeo/posts/2010/09/20/nosso-lar-ja-uma-das-dez-maiores-bilheterias-do-ano-326114.asp
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Filme "Nosso Lar" poderá virar seriado de TV

O filme “Nosso Lar”, inspirado no livro homônimo de Chico Xavier, deverá virar seriado de TV. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, os produtores do longa adquiriram, junto à Federação Espírita Brasileira, os direitos para adaptarem o livro para a TV.

Longa espírita "Nosso Lar" deverá ser adaptado para a TV
Divulgação

Ainda de acordo com a publicação, os produtores avaliarão o sucesso de bilheteria no cinema, para só depois decidirem se irão adaptar a trama para a TV. Caso o projeto seja levado adiante, várias partes do livro, que ficaram de fora do filme, deverão ser abordadas na TV. Além disso, os produtores também avaliam a possibilidade de lançarem uma continuação da história no cinema.

Até o momento, o assunto ainda não foi tratado com nenhuma emissora de TV, entretanto, o projeto deverá ser apresentado à Globo, já que a emissora tem registrado bons índices de audiência com tramas espíritas, como a novela “Escrito nas Estrelas”.

“Nosso Lar” será um dos 23 filmes que irá concorrer à indicação do Brasil para uma vaga no Oscar. O anúncio será feito pelo Ministério da Cultura na próxima quinta (23).

FONTE: http://natelinha.uol.com.br/2010/09/21/not_34236.php#
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Nosso Lar ultrapassa dois milhões de ingressos
17 de setembro de 2010

Baseado na obra de Chico Xavier, filme já arrecadou mais de R$ 19 Milhões
A Fox divulgou que o filme Nosso Lar ultrapassou 2 milhões de ingressos vendidos ao fim de duas semanas em cartaz. O longa já foi visto por 2.083.254 espectadores em apenas 14 dias de exibição, registrando bilheteria de R$ 19.102.330,00. O resultado faz o filme ser o primeiro no ranking dos filmes mais vistos desde que entrou em cartaz.


Adaptação para o cinema de romance psicografado por Chico Xavier, o filme de Wagner Assis já havia estabelecido recorde ao ultrapassar um milhão de espectadores nos cinco primeiros dias de exibição.
Nosso Lar conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte e acompanha sua jornada, desde os primeiros dias, numa dimensão de dor e sofrimento até ser resgatado para uma cidade espiritual cujo nome intitula o filme. Escrito e dirigido por Wagner de Assis, traz no elenco Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart.

FONTE: http://wp.clicrbs.com.br/matine/2010/09/17/nosso-lar-ultrapassa-dois-milhoes-de-ingressos/?topo=77,2,18,,,77

REPORTAGEM NOSSO LAR - TV CEI

Reportagem Nosso Lar 03 from TVCEI on Vimeo.


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SUCESSO DE NOSSO LAR É DESTAQUE INTERNACIONAL

TRADUÇÃO DO INGLÊS PARA O PORTUGUÊS: GOOGLE TRADUTOR

Nosso Lar: Blockbuster Spiritist Movie from Brazil
Posted by red pill junkie at 17:11, 17 Sep 2010


We've recently discussed Clint Eastwood's upcoming movie that deals with NDEs and mediumpship. A promising movie but an exceptional director, for sure

But hey: this is 2010, when the US no longer has a monopoly on cinema; and from the land of Samba comes yet another film that seems to boldly go where the Gran Torino dared not to!

Nosso Lar (Our Home), a Brazilian film inspired by the the most popular book of spiritist medium Chico Xavier —a very prominent figure in the Brazilian spiritual movement, who penned dozens of books using the process known as psychography— has already broken all the box office records in the Brazilian theaters, and in just one weekend it has already been viewed by over 2 million spectators.

Nosso Lar is the first spiritual drama to be developed in Brazil but the third to go on release after Bezerra de Menezes througth Fox Brazil and Chico Xavier through Downtown-Sony in April this year.

Nosso Lar tells the story of a 1930's era physician called André Luiz. When he dies, André arrives to another dimension and is forced to redeem his earthly mistakes in a sort of "purgatory", before being accepted in an idyllic spirit colony —the beauty of Rio de Janeiro & the futuristic architectural features of Brasilia served to create the stunning backgrounds of the main character's life on the other side.

The film's ground-breaking success, with musical tracks by Philip Glass, has already obtained most of the voting by Brazil's Ministery of Culture to; with the voting, Nosso Lar will go and represent Brazil in this year's competition for Best Foreign Movie at the Oscar awards ceremony —which will surely ensure its global distribution.

Who knows? Maybe the reason films like these are coming from South America instead of the US, it's because *they* don't fear the wrath of a Randy or a Richard Dawkins ;)

Whatever the case, I'm sure looking forward to seeing this one. How about you?

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TRADUTOR GOOGLE NA ÍNTEGRA:

Nosso Lar: Blockbuster Movie Espírita do Brasil
Postado por junkie pílula vermelha às 17h11min, 17 de setembro, 2010

Nós temos discutido recentemente próximo filme de Clint Eastwood, que lida com uma EQM e mediumpship. Um filme promissor, mas um diretor excepcional, com certeza

Mas hey: trata-se de 2010, quando os E.U. não tem mais o monopólio do cinema e da terra do Samba vem ainda outro filme que parece audaciosamente indo onde o Gran Torino não ousou!

Nosso Lar (Nosso Lar), um filme brasileiro inspirado no livro mais popular do espírita Chico Xavier médio uma figura muito importante no movimento espírita brasileiro, que escreveu dezenas de livros através do processo conhecido como psicografia, já quebrou todas as recordes de bilheteria nos cinemas brasileiros, e em apenas um fim de semana já foi visto por mais de 2 milhões de espectadores.

Nosso Lar é o drama espiritual primeiro a ser desenvolvido no Brasil, mas o terceiro a ir para o lançamento após Bezerra de Menezes througth Fox Brasil e Chico Xavier através do Centro Sony em abril deste ano.

Nosso Lar conta a história de um médico era de 1930 chamado André Luiz. Quando ele morre, André chega para uma outra dimensão e é forçada a resgatar seus erros terrena em uma espécie de "purgatório", antes de ser aceito em um espírito de colônia idílica, a beleza do Rio de Janeiro e as características arquitectónicas futuristas de Brasília serviu para criar os cenários deslumbrantes da vida do personagem principal do outro lado.

sucesso inovador do filme, com trilhas musicais de Philip Glass, já obteve a maioria dos votos pelo Ministério da Cultura do Brasil para, com o voto, Nosso Lar irá e representar o Brasil na competição deste ano de melhor filme estrangeiro no Oscar cerimônia de premiação, que certamente irá garantir a sua distribuição global.

Quem sabe? Talvez a razão de filmes como estes são provenientes da América do Sul em vez de os E.U., é porque * eles * não temem a ira de um Randy ou Richard Dawkins;)

Seja qual for o caso, eu tenho certeza ansioso para ver este. Como sobre você?

Bookmark / Pesquisa com este post:

FONTE:
http://www.dailygrail.com/TV-and-Movies/2010/9/Nosso-Lar-Blockbuster-Spiritist-Movie-Brazil

G1 POP & ARTE

Filme baseado em obra de Chico Xavier acumula público de 1,6 milhão.
Segundo lugar ficou com 'Karate kid', seguido por 'Como cães e gatos 2'.

13/09/2010 19h49 - Atualizado em 13/09/2010 20h41

O filme 'Nosso lar', baseado no livro de mesmo nome do médium Chico Xavier, ficou pela segunda semana seguida em primeiro lugar nas bilheterias brasileiras.

Segundo a distribuidora Fox, o longa de Wagner de Assis foi assistido por mais de 400 mil pessoas na sua segunda semana de exibição. A empresa diz que essa é a maior bilheteria de segunda semana de um filme nacional desde a Retomada. Em dez dias o filme acumulou 1,6 milhão de espectadores com uma bilheteria de mais de R$ 16 milhões.

De acordo com a Rentrak, empresa que contabiliza os dados de bilheteria no país, o segundo lugar do fim de semana ficou com o remake de "Karate kid", com um público de quase 200 mil espectadores. "Como cães e gatos 2" ficou com a terceira posição, levando 96 mil pessoas aos cinemas, seguido de perto por "Amor à distância", visto por 89 mil.

VEJA REPORTAGEM NO " VITRINE " DA TV CULTURA COM CENAS INÉDITAS DO FILME:



Confira abaixo o top 10 do fim de semana no Brasil:

1 - "Nosso lar"
2 - "Karate kid"
3 - "Como cães e gatos 2"
4 - "Amor à distância"
5 - "O último mestre do ar"
6 - "Meu malvado favorito"
7 - "A origem"
8 - "Par perfeito"
9 - "Solomon Kane"
10 - "A ressaca"


FONTE:http://g1.globo.com/pop-arte/noticia/2010/09/nosso-lar-lidera-bilheterias-no-brasil-pela-segunda-semana-seguida.html
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por Nosso Lar - O Filme (Oficial) facebook, quarta, 8 de setembro de 2010 às 18:03

O longa Nosso Lar quebra recorde ao levar às salas de cinema mais de um milhão de espectadores em apenas 5 dias – os recordes anteriores são de “Se eu fosse Você 2” (maior filme nacional da Retomada), em seis dia, e Chico Xavier (maior abertural de filme nacional da Retomada), em 8 dias.

Desde sua estreia na última sexta-feira, 03 de setembro, 1 milhão, sete mil e quinhentas pessoas já assistiram ao filme, lotando as sessões em várias partes do País.

“Nosso Lar” conta a história de um médico que acorda no mundo espiritual após a sua morte e acompanha sua jornada, desde os primeiros dias, numa dimensão de dor e sofrimento até ser resgatado para uma cidade espiritual cujo nome intitula o filme.

“Nosso Lar”, escrito e dirigido por Wagner de Assis e produzido por Iafa Britz, tem produção executiva de Luiz Augusto de Queiroz e Elizabeth Marinho Dias. A distribuição é da Fox Film do Brasil. No elenco estão: Renato Prieto como André Luiz, Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno e ainda participações especiais de Othon Bastos, Ana Rosa e Paulo Goulart.


NOSSO LAR BATE RECORDE DE BILHETERIA
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Por Lauro Jardim
15:24 \ Cultura


O filme espírita Nosso Lar bateu um bolão no fim de semana: as bilheterias registraram 580 000 espectadores entre sexta-feira e ontem. Em números absolutos, é a segunda melhor estreia do cinema nacional desde 1995 em termos de público. Perde somente para a outra fita espírita, Chico Xavier, que levou 590 000 pessoas aos cinemas em seu fim de semana de estreia, em abril.
Quando se considera apenas a bilheteria, porém, Nosso Lar é o número 1 entre os filmes nacionais dos últimos quinze anos: foram arrecadados 6,2 milhões de reais.

Em números relativos, é uma excelente estreia, mas não se pode esquecer que Nosso Lar está passando em 435 salas. Chico Xavier e Se Eu Fosse Você 2 estrearam respectivamente em 377 e 330 cinemas ( a propósito, Se Eu Fosse Você 2 levou 570 000 espectadores aos cinemas nos primeiros três dias de exibição).

FONTE:http://veja.abril.com.br/blog/radar-on-line/cultura/o-espirita-nosso-lar-bate-recorde-de-bilheteria/
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Cinema´Nosso Lar` bate recorde e confirma novo segmento cinematográfico

São Paulo

Por: Cris Simon, de EXAME.com 08/09/2010 | 17:34

- Lançado na última sexta-feira (03), véspera de feriado prolongado, o filme "Nosso Lar" já alcançou mais de 1 milhão de ingressos vendidos e garantiu um recorde: foi a obra que mais rapidamente atingiu essa marca de expectadores na história do cinema brasileiro.


Baseado no livro psicográfico mais vendido de Chico Xavier, o filme homônimo, de Wagner de Assis, teve um dos maiores investimentos de distribuição da FOX Film Brasil em todos os tempos: R$ 20 milhões. Metade deste valor já foi arrecadado nas bilheterias em menos de uma semana. De acordo com Patrícia Kamitsuji, presidente da companhia, o valor investido é praticamente o triplo do que se gasta normalmente em uma grande produção nacional, o que justifica parte da estrondosa bilheteria alcançada até então.

"Nosso Lar inaugurou muitas coisas no mercado brasileiro. Por exemplo, os efeitos especiais, que atingiram no filme um nível que nenhuma outra produção brasileira alcançou", diz Patrícia. O filme conseguiu também parcerias inéditas para obras brasileiras, como a do ilustre compositor Philip Glass, responsável pela trilha sonora. Teve ainda Ueli Steiger (de "O Dia Depois de Amanhã") na direção de fotografia. Dos parceiros financeiros, o únivo investidor que aceita divulgar o nome é o Banco BRJ. A obra teve incentivos de empresas e pessoas físicas, além de instituições como a Federação Espírita Brasileira, que cedeu os direitos autorais do livro para a adaptação.

De acordo com Patrícia, "Nosso Lar" tem tudo para demonstrar que os filmes espíritas deixaram de ser um nicho para, de fato, se tornar um segmento do mercado cinematográfico. E que segmento. Apenas dois anos atrás, o filme "Bezerra de Menezes" obteve 500 mil pagantes em todo o tempo de exibição. Foi um lançamento tímido, mas que abriu os olhos do mercado para o produto espírita. Em abril deste ano, "Chico Xavier" entra em cartaz e aponta o crescimento: em 8 dias, 1 milhão de pagantes. Nos últimos 5 dias, o filme de Wagner de Assis superou mesmo comédias como "Se eu fosse você II", que em seu lançamento, demorou 6 dias para atingir a marca de 1 milhão de expectadores.

O salto no faturamento deste gênero de filmes demonstra não apenas um crescimento na demanda, mas principalmente na oferta para o público. Se em 2008, "Bezerra de Menezes" era lançado em apenas 44 salas de cinema no Brasil inteiro, hoje "Nosso Lar" tem um lançamento 10 vezes maior, podendo ser assistido em 445 salas do país. O alto investimento só reforça que o público sempre existiu. O que faltava era oferta. E pelo visto, o mercado cinematográfico se deu conta disso.

FONTE: http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=8229889997214438106&postID=1279543702667706326


-> RESENHA SOBRE O FILME ...MUITO INTERESSANTE"

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

‘Nosso Lar’, uma súplica espiritual


A câmera avança sobre as nuvens até chegar às portas de uma cidadela, depois desce chão adentro até encontrar o personagem principal, André Luiz, metido na lama de mundo de purgação – é o Umbral. Lá, almas aparentemente confusas rememoram sem cessar suas dores e ficam aprisionadas nesse universo interior. O Umbral, descrito no filme, é quase como um mundo apocalíptico, sem água, comida, luz e mergulhado numa completa insanidade.

Assim, André Luiz começa a narrar sua história em off, desde criança até o momento em que morreu e acordou nesse mundo de trevas, onde mesmo depois de morto ainda sentia fome, medo, sede... A idéia por si só já é magnífica. É como se ouvíssemos do próprio Chico Xavier, não dá para dissociar as palavras de André Luiz com a profissão de fé de Chico, que os espíritos têm fome e sede. É como se ele dissesse: os espíritos (com certeza nem todos) mantêm um lado instintivo bem aguçado.

Assim começa o filme ‘Nosso Lar’. Com transições de cenas sofisticadas, em flashbacks, vai sendo introduzida a história de André Luiz. Wagner Assis, o diretor, consegue condensar belamente toda a história do médico, um homem seco, descrente e um pai de família distante. A reconstituição de época é primorosa e realmente nos transporta para um Rio de Janeiro dos anos 20. André Luiz não é personificado como um homem mal, apenas inconsciente. Uma inconsciência construída numa vida abastada. O médico é bem sucedido, tem suas noitadas regadas a uísque e mulheres, mas também faz o bem, quando é dissuadido a isto. Não antes de demonstrar alguma resistência.

É bela uma passagem em que o médico olha para a família que se mostra feliz no jardim – os filhos, a esposa e os empregados – e o André Luiz do Umbral diz que as às vezes as trevas podem se esconder numa paisagem de uma família aparentemente feliz. É como se ele dissesse: tudo está bem na superfície, mas há algo que se esconde no interior de todos ali torna falsa essa premissa de felicidade.

Essa visão deixa uma dúvida: seria o Umbral uma realidade concreta, ou apenas a descrição das trevas interiores de André Luiz, seus tormentos e pecados. Talvez ali pulsem as imagens da mente do médico, acima de tudo. Antes de qualquer idéia de um pedaço concreto do mundo espiritual.

André Luiz fica ali (no Umbral) um tempo incontável e só depois de proferir uma súplica, uma oração de perdão, ele consegue receber ajuda. Um homem desce para resgatá-lo. É o ministro da Regeneração, Clarêncio, que vem com Lísias e Tobias carregando uma maca. Eles acolhem André Luiz e o levam para a cidade hospital Nosso Lar. Na cidade o médico irá descobrir que foi parar no Umbral porque é considerado um suicida. Clarêncio lhe explica que os seus atos numa vida desregrada acabaram levando-o a somatização do câncer de estômago. “É o feito da ação e reação”, ele diz. Para o mundo espiritual ele poderia ter evitado a morte prematura.

Ainda que não se concorde com a idéia de que viver inconscientemente, mergulhado no orgulho, vaidade, raivas, prepotência, medos interiores, paixões e prazeres egóicos pode levar ao surgimento de doenças e essas doenças seriam uma forma – inconsciente – de deixar esse mundo. A idéia é interessante, e assustadora.

Num outro momento André Luiz quer se comunicar com a Terra e para obter uma autorização vai até um dos ministérios – são 72 ministérios encravados numa estrela de seis pontas que é a própria cidade. Lá o atendimento é feito em duplas e antes de colocar sua questão ouve uma mulher com a mesma solicitação. O ministro Genésio, interpretado por Paulo Goulart, pergunta se a mulher tem algum bônus que possa apresentar como merecimento. Ela diz que não. André Luiz entende que é preciso merecer para alcançar algumas, digamos, graças.

Afinal, estamos falando da interseção entre encarnados e espíritos, é a graça divina vista por um outro ângulo. O médico entende que tem que trabalhar ajudando no mundo espiritual para conseguir a permissão, mas demora para perceber que não adianta trabalhar pelo propósito, mas sim ter o propósito do trabalho de doação, sem o objetivo da recompensa...o fim não justifica o meio.

Assim somos inseridos no universo espírita e apresentados a cidade Nosso Lar. André Luiz percorre a cidade ciceroneando por Lísias e o mundo espiritual vai sendo descortinado, mas não espere para descobrir respostas do tipo: porque os espíritos ainda se alimentam? Como acontece a reencarnação? E que tipo de matéria é aquele que aparece no mundo espiritual? O foco é outro.

É possível ver que a idealização da cidade Nosso Lar é uma mistura de futurismo e sonho. Uma mistura de Shangri-la – aquela cidade do Horizonte Perdido onde ninguém envelhece, com a cidade de Padme Amidala, rainha do planeta Naboo, de Guerra nas Estrelas. A cidadela é quase a imagem de uma história de contos de fadas de reinos perfeitos. “A vida na Terra é uma cópia daqui”, diz Lísias em certo momento, revelando que o mundo espiritual adianta descobertas e uma ordem que ainda virá. Ao ouvir isso, não dá para não desejar que aquele mundo realmente desça do céu e essa sentença seja verdade, assim na terra como no céu...

Os efeitos especiais são convincentes. Mostram camas suspensas, energias que saem das mãos e do hálito dos espíritos, um ônibus que transita pelo espaço aéreo da cidade e materializações e desmaterializações de espíritos.

A trilha sonora de Phillip Glass é boa, sóbria, minimalista mesmo, como se Glass retornasse as origens do filme Koyaanisqatsi, sem o mesmo brilhantismo, é verdade. Apesar disso, a música casa completamente ao propósito do filme. Não se sobressai, mas embala a viagem. O elenco está correto. Sem grandes arroubos de interpretação – André Luiz é interpretado de forma comedida, às vezes até demais, pelo ator Renato Prieto.

Em relação ao roteiro, primeiro devo afirmar que não conheço a obra de Chico Xavier. Não sou espírita. Tenho apenas algumas noções sobre o espiritismo e, devo dizer, Wagner Assis acertou muito mais que errou ao dar explicações sobre as leis do lugar e as concepções espíritas. Faz parte da coerência interna do filme.

Com essa desculpa, alguns personagens assumem um tom professoral. Em alguns momentos fica um pouco forçado. Mas não é nada que realmente comprometa a obra. O filme também é um pouco arrastado, mas entendo que essa foi uma opção de Wagner Assis. É preciso tempo para entrar na atmosfera de Nosso Lar.

Outro aspecto criticado no filme é a menção a várias religiões na sala da governadoria. Além dessa menção, durante a cena da 2ª Guerra Mundial há também a chegada de judeus ostentando a estrela de Davi no peito. Alguns entenderam isso como se o Espiritismo quisesse se sobressair sobre as demais religiões. Vou dizer o que entendi. O Espiritismo é, antes de ser uma religião, uma espécie de ciência que esclarece como é o mundo espiritual no plano da Terra. Um plano que não é católico, protestante, judeu, muçulmano ou espírita. Um plano espiritual que apenas é para todos. Sob esse aspecto, o ecumenismo é válido e salutar. Mas seria bom que a interpretação das várias religiões, e das crenças das pessoas a cerca das suas religiões, no plano astral fosse melhor explicado no filme.

Bem, um lembrete: aquele que conseguir deixar de lado os defeitos e se deter mais nos feitos do diretor carioca pode ter uma experiência única: conforto. E até paz. O filme funciona como numa meditação.

Assistindo Nosso Lar lembrei-me de filmes como Manika, Paixão, Além da Vida, Um Visto Para o Céu, Noturno Indiano, Encontro Com Homens Notáveis, Muito Além do Jardim, A Última Tentação de Cristo, Kundun, O Fio da Navalha, Felicidade Não Se Compra, Jesus de Nazaré... tantos filmes que tratam de uma forma ou de outra sobre conceitos abstratos e ao mesmo tempo tão concretos sobre as relações humanas, nossos dissabores, dramas e redenções. Filmes que falam de uma relação sublime que vai além do mundo material e físico. Muito além da razão.

Para mim o mais importante em Nosso Lar é que ele faz uma súplica espiritual. E, por favor não venham me dizer que um filme não pode defender uma idéia. Pode sim, vários cineastas já fizeram ou fazem isso. Nos entregam uma obra, com uma idéia subjacente. A questão é o resultado, se é bom é cinema, se é ruim é propaganda. No caso de Nosso Lar, para mim é cinema num novo estágio: quase uma experiência sensorial. Podem chamar isso de auto-ajuda, eu chamo de cinema que não está preocupado em convencer, apenas em tocar.

Nosso Lar faz uma súplica: não se matem, porque viver uma vida sem sentido é o mesmo que cometer suicídio. Não se percam: porque o mundo material não é real. Não se aprisionem: todo prazer físico, mental e emocional é uma forma de aprendizado, mas também de laço, ou nó. Depende da evolução dessas relações. Fazia tempo que eu não via essa arte (o cinema) – que serve tanto ao ego - sendo usada para um propósito mais edificante. Não posso dizer que concordo com tudo, mas não posso deixar de ver a beleza no trabalho.
Postado por mastigada às 10:09
Marcadores: cinema, espiritismo
1 comentários:

Anônimo disse...

Paulo, concordo com tudo que escreveu. Diferentemente do crítico Maurício Sycer, blogueiro do Uol, que derrapa feio quando compara a cidade colônia espiritual Nosso Lar, como um possível projeto de Oscar Niemyer sob, segundo palavras dele, sob efeitos de uma viagem de LSD. Ridículo.
Na verdade Nosso Lar confere com o texto do livro, obra de Chico Xavier. Nos dá inclusive a consolação de que logo alí, será possível o reencontro com nossos amigos e parentes, as pessoas mais caras de nossas vidas. Afinal, espíritos são pessoas que afastaram do corpo carnal para sobreviver apenas através do corpo sutil etéreo, como nos ensina a ciência e a filosifa espírita cristã. A cidade, aí cabe lembrar, mereceria uma explicação ao telespectador, é montada sob um plano magnético, capaz de tornar possível plasmar todo o contexto que alí está, semelhante a cidades terrenas que eles dizem ser pobre imitação, porém com desenvolvimento hiper tecnológico, científico, astral, transcedendo assim, a todo e qualquer projeto cá entre nós. Lendo as obras espíritas da coleção André Luiz/Chico Xavier, é possível compreender um pouco mais. De forma que agradecemos a serenidade com que coloca sua crítica a nos convidar para reflexão maior. Parabéns! Gil Sabino - Jornalista - MKT - Recife - PE.
9 de setembro de 2010 11:19
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FONTE: http://mastigada.blogspot.com/2010/09/nosso-lar-uma-suplica-espiritual.html

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CENAS DE NOSSO LAR
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ANDRÉ LUIZ RETORNA AO SEU LAR TERRESTRE
Quando André Luiz retorna ao seu lar terrestre, sua filha Clarisse executa a música “ SONATA AO LUAR “ de Beethowen (Um dos momentos mais emocionantes do filme).
Estou postando três versões da música pra vocês curtirem.
Fraterno abraço,
Geraldo Valintim




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VÍDEO COM DEPOIMENTOS DOS ARTISTAS

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NOSSO LAR*
Depoimentos sobre o filme!

Atriz Samara Felippo:
"Depois desse filme, só consigo pensar nos meus valores, no bem q posso fazer pelo proximo, minha família. Mt emocionada!!! #NossoLar" 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Da atriz Marina Ruy Barbosa:
"O filme é incrível.." 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Do ator Daniel Del Sarto:
"A pessoa acaba o namoro, acorda cedo num sabado chuvoso, vê um filme tocante, chora a sessão inteira e acaba num almoco com criancas lindas. melhora ou sucumbe, ne não?! o filme emocionante: @NossoLarOFilme - recomendo, estréia em breve. Pra assistir de coração aberto." 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Do ator Paulo Vilhena: Parabéns toda equipe e pra @RoMulholland pelo "Nosso Lar" - emociona!" 15 ago (4 dias atrás) Nosso Lar *

Da Atriz Aparecida Petrowky:
"O filme "O nosso lar" é maravilhoso!! Várias mensagens de amor, reflexão e esperança. Recomendo a todos! 15 ago (4 dias atrás) Luiz Fernando

Da atriz Nivea Stelmann:
"Adorei ver esse filme. Lindo!!! Não paro de pensar... Soco no estômago". 16 ago (3 dias atrás) Nosso Lar*

Do ator Luigi Baricelli,
nos bastidores do Criança Esperança, contou para a imprensa que foi "chorar no banheiro" ao assistir ao filme Nosso Lar. "O filme mexeu comigo, vivi uma experiência".

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VEJA CENAS INÉDITAS DO FILME NO VÍDEO SHOW - REDE GLOGO

ELENCO DE NOSSO LAR NA PRÉ-ESTREIA

















VEJA GALERIA DE FOTOS DE NOSSO LAR: http://www.adorocinema.com/filmes/nosso-lar/imagens/1282745360_041/#imagens


BASTIDORES - ENREDO NOSSO LAR

"A CIDADE "NOSSO LAR"

P – O Espírito de André Luiz descreveu experiência de sua vida na condição de
desencarnado,numa cidade espiritual em seu livro, exatamente este que aqui está,traduzido para o japonês ("Nosso Lar"). Como médium o senhor pode atestar cidades como esta, fora do plano terrestre?


Resposta de Chico Xavier :


Eu não posso transferir a minha certeza àqueles que me ouvem, mas posso dizer que, em 1943, quando o espírito de André Luiz começou a escrever por nosso intermédio senti grande estranheza com o que ele ditava e escrevia.
Certa noite, tomadas as providências necessárias, segundo a orientação de Emmanuel, ele próprio e André Luiz me levaram a determinada parte, a determinado bairro da cidade de “Nosso Lar”. Posso dizer que fui em desdobramento espiritual na chamada zona hospitalar da cidade. Foi para mim uma excursão espiritual inesquecível, como se eu desfrutasse os favores de um espírito liberto.
Mas, eu preciso explicar aos telespectadores que fui em função de serviço, naturalmente, assim como um animal – no tempo em que não tínhamos automóvel, locomotiva e avião – um animal que servia a professores para determinados tempos de viagem.

Vi muita coisa maravilhosa sem compreender tudo ou entender muito pouco, porque fui em função de serviço, não por mérito.

Fonte: Livro Instruções Psicofônicas - F. C. Xavier - Espíritos Diversos
ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES
por Weber Malcher - webermalcher@hotmail.com

André Luiz, o espírito presente na obra psicografada de Chico Xavier.

André Luiz, o espírito que passou oito anos no umbral, nas penumbras da multidimensionalidade.


André Luiz, pseudônimo de um médico. Foi ele Dr. Faustino Esposel ou Oswaldo Cruz? (recorde-se que Oswaldo Cruz desencarnou em 1917, vítima de insuficiência renal, sendo que André Luiz desencarnou em decorrência de oclusão intestinal e, tendo passado "mais de oito anos" nas regiões umbralinas, estava ainda se adaptando à vida em Nosso Lar, para onde acabara de ser levado, quando recebeu a notícia de que era agosto de 1939. Portanto, deve ter desencarnado por volta de 1929 ou 1930.)

Não importa quem tenha sido ele na vida terrestre, o essencial é que André Luiz está presente entre nós. Está presente na história desenvolvida na obra monumental de Chico Xavier "Nosso Lar", no filme que vai estrear dia 3/9, está presente nas páginas do nosso cotidiano, onde a humanidade vive no umbral terreno, voltada para o consumismo desenfreado.

O grande recado para o mundo vem da espiritualidade no momento quando André é liberado para voltar a reencarnar na nave Terra: "ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES"

Qual é a história que o nosso André interior está contando para nossos filhos? Qual é o recado que estamos dando para a comunidade? Qual é o poema que estamos escrevendo para o mundo?

Há 2.000 anos o meigo Nazareno esteve na terra contando uma história feliz de Amor. O que fizeram com Êle?

Vamos ver o que relata Emanuel no prefácio do livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier:

"O homem terrestre não é um deserdado. É filho de Deus, em trabalho construtivo, envergando a roupagem da carne; aluno de escola benemérita, onde precisa aprender a elevar-se. A luta humana é a sua oportunidade, a sua ferramenta,
o seu livro.

O intercâmbio com o invisível é um movimento sagrado, em função restauradora do Cristianismo puro; que ninguém, todavia, se descuide das necessidades próprias, no lugar que ocupa pela vontade do Senhor.

André Luiz vem contar a você, leitor amigo, que a maior

surpresa da morte carnal é a de nos colocar face a face com

própria consciência, onde edificamos o céu, estacionamos no

purgatório ou nos precipitamos no abismo infernal; vem lembrar que a Terra é oficina sagrada, e que ninguém a menosprezará, sem conhecer o preço do terrível engano a que submeteu o próprio coração.

Guarde a experiência dele no livro dalma. Ela diz bem alto
que não basta à criatura apegar-se à existência humana, mas
precisa saber aproveitá-la dignamente; que os passos do cristão, em qualquer escola religiosa, devem dirigir-se verdadeiramente ao Cristo, e que, em nosso campo doutrinário, precisamos, em verdade, do ESPIRITISMO e do ESPIRITUALISMO, mas, muito

mais, de ESPIRITUALIDADE.

EMMANUEL

Pedro Leopoldo, 3 de outubro de 1943.

Um recado para você, para mim e para toda a humanidade. A Mãe Terra está dando um salto quântico na espiritualidade. E nós, será que estamos acompanhando esse salto? Lembre-se:
ANDRÉ, O MUNDO PRECISA DE HISTÓRIAS FELIZES.

FONTE: http://somostodosum.ig.com.br/clube/artigos.asp?id=23225

PROGRAMA ESPECIAL BASTIDORES - FILME NOSSO LAR



Crítica: Nosso Lar

Filme sobre espiritismo

23 de Agosto de 2010 às 18:54 | (241) Leituras | (0) Comentários | (0) Votos | Publicada por: Rosemar Schick

Fonte: Rosemar Schick/SaladaCultural

André Luiz, médico e pai de família, tem uma vida regada a bebidas e extravagâncias, o corpo não resiste e ele morre jovem deixando mulher e filhos... incorformado, ao chegar no 'nosso lar', quer voltar e rever sua família... passam-se anos até que ele compreenda... e resolve, então, escrever um livro que foi psicografado por Chico Xavier.
Filme interessante para quem é espiritualizado ou espírita - ou, pelo menos, acredita no espiritismo-, a comunidade que lotou teatros com espetáculos sobre o tema e os atores tb acreditam, pois é preciso muita fé para dar veracidade a todos os momentos vividos pelos personagens.
Eu fiquei emocionada em vários momentos e creio que este filme marca pontos em muitos aspectos, com excelente direção e atuação de atores como Paulo Goulart, Ana Rosa, Othon Bastos entre outros.
A direção e roteiro é de Wagner de Assis, que merece elogio.

Produção Globo Filmes-caprichada. Nosso lar parece uma espaçonave do futuro com computadores e telas por todo lado.

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POR:RBN BLOG

Nesta segunda-feira aconteceu uma exibição para imprensa do filme Nosso Lar, baseado no livro homônimo psicografado por Chico Xavier. Estivemos presentes no lançamento e conferimos o que o filme vai mostrar para todos os leitores e ouvintes da Rádio Boa Nova a partir do dia 3 de setembro.

Se você quer ter surpresa ao ver o filme, pare por aqui!!! Ou melhor, dê uma olhada nas fotos abaixo e depois chega. rs



Veja Galeria de Fotos Inéditas sobre o filme NOSSO LAR:http://radioboanova.com.br/rbnblog/nosso-lar-o-filme/?nggpage=2

O filme começa com André Luiz diante de uma grande muralha, e então somos jogados junto com ele num estranho e obscuro lugar (ou estado?) onde o sofrimento é praticamente matéria, não fosse o fato de que nada ali é matéria como conhecemos enquanto vivos. André Luiz está sofrendo no umbral, em meio a criaturas assustadoras e suas próprias lembranças de encarnado. Julgado como suicida, é perseguido por espíritos das sombras, até que pede por perdão, e o espírito Clarência vem em seu auxílio.

Aí é que somos apresentados a Nosso Lar, uma das diversas colônias espirituais que ‘flutua’ sobre a superfície da Terra. É para lá que André é levado para seu tratamento e jornada – como ficaremos sabendo depois. As imagens são incríveis! Mesmo quando ainda estamos dentro do hospital espiritual já temos a sensação de que muito está para ser mostrado nas telas. E esse ‘muito’ vem de forma incrível.

Quando André, sempre curioso, passa a ser guiado pelas terras de Nosso Lar passamos a ver o exemplo de uma das maravilhosas estruturas espirituais para onde somos encaminhados após a morte, de acordo com nosso merecimento. Os pavilhões, suas funções, os espaços de confraternização e contemplação… Tudo nos é mostrado com cores lindas, harmônicas, e aquela boa sensação de calor e vida que temos nos dias mais bonitos de sol. A transposição da imagem que qualquer um cria ao ler é ainda mais perfeita no cinema.

Aos poucos André vai mergulhando no real sentido da vida, ou na vida real. Aprendendo seu propósito e a lidar com seus sentimentos – nosso maior desafio. Quer trabalhar para poder conseguir visitar sua família. Erra, aprende e segue, enquanto vai registrando tudo pelo que tem passado. Parece até um blogueiro espiritual, daqueles que nada publica, apenas salva. Isso até ter conteúdo o suficiente para apresentar aos outros.

Sua relação com outros espíritos o coloca em contato com suas próprias dúvidas e medos. Vai aprendendo a ser maior. Mas sua verdadeira lição vem ao visitar seus parentes encarnados. Descobre que o ‘inferno’, que nunca existiu, está mesmo é dentro da gente. Junto a nossos sentimentos mais obscuros e tristes. Doma suas emoções e aprende mais sobre o amor. Se entrega aos novos fatos da verdadeira vida e assim consegue colaborar ainda mais, como o final deixa a entender.

Quem sabe não teremos mais filmes com o personagem, além de Nosso Lar.


VÍDEO SHOW

ENTREVISTA COM O ATOR Werner Schünemann QUE INTERPRETA EMMANUEL EM NOSSO LAR


Estimados confrades gaúchos:

Estivemos no dia 12 de agosto de 2010, na reunião extraordinária do CFN, na Bienal do Livro em São Paulo, onde tivemos a benção de assistir em sessão especial no Cinemark do Shopping Zona Norte, o filme Nosso Lar.

Tenho poucos adjetivos para qualificá-lo com justiça. Nossa linguagem é pobre para expressar a grandeza da produção. Ela utiliza os meios conhecidos do cinema atual, mas seu efeito é de uma força incomparável e provoca uma emoção inigualável nos que o assistem. Ele é ímpar, cativante, encantador, extraordinário. Estavam lá presentes dirigentes de 18 federativas estaduais, Presidente, Vices, Diretores e colaboradores da FEB, além de outros convidados. Todos, sem exceção, verbalizaram a emoção incontida que aflorou ao assistirem cada cena, diálogo, música ou efeito especial do filme.
Por certo, amigos, vivemos um momento especial.

A Doutrina que será o futuro das religiões ganha um aliado vigoroso para o combate ao materialismo, a tecnologia e a força da comunicação representada pela sétima arte.
Transformemo-nos, cada um, em multiplicador da propaganda do filme e por certo, milhões de pessoas que não leram o livro e vivem na terra como se a vida espiritual fosse apenas um produto da imaginação de místicos, acordarão e começarão a ressignificar suas atitudes acelerando a transição para o estágio de mundo regenerador.

Divulgue, vá ao cinema, leve seus familiares, amigos, vizinhos, colegas. Forme grupos em sua casa espírita ou instituição ou na família e vamos agendar sessões de pré-estreia, comparecer á estréia, voltar ao cinema na segunda, na terceira... enfim, façamos a nossa parte, porquanto aqueles que acolheram do Alto a intuição abençoada de levarem as telas a notícia trazida pelo “peixinho vermelho” estão fazendo, magistralmente, a sua.

Ligue para a FERGS. Fone. 32241493

Mande email para assessoria@fergs.org.br ou decom@fergs.org.br

Vamos empenhar nossos esforços para que a Doutrina que nos felicita a alma, também dessedente milhares de outras que ainda não a conhecem.

Um abraço fraterno da irmã

Beth Barbieri
(Presidente da FERGS)

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Em reunião extra foi realizada em SP, na quinta feira dia 12, o filme NOSSO LAR foi apresentado em pré-estreia, para a diretoria da FEB, comovendo a todos pela beleza e elevada concepção com que o livro foi adaptado para chegar às telas.
Vários esclarecimentos foram prestados pelo Nestor e por outras pessoas.

Foi enfatizado o seguinte:

IMPORTANTE
Para a FOX, que produziu o filme, o que interessa é a bilheteria. Se esta for um sucesso o filme será levado para o exterior. E para que isto se concretize o MAIS IMPORTANTE É A PRIMEIRA SEMANA, a segunda será a continuidade
da primeira, mas para fins de estatística o que prepondera é a PRIMEIRA.
Portanto foi recomendado que os espíritas divulguem isto:

VAMOS LOGO NA PRIMEIRA SEMANA EM MAIOR NÚMERO POSSÍVEL.

Outro ponto importantíssimo são as sessões extras, que é o seguinte:
Um grande grupo de pessoas combina com a direção de um dos cinemas uma sessão extra, por exemplo, domingo pela manhã. Se isto acontecer chama a atenção e repercute muitíssimo.

Às vezes a gente pensa em não ir à primeira semana devido às filas, mas devemos fazer um esforço.

Vamos aos cinemas, enfrentemos as filas, afinal Chico Xavier atendeu às filas por mais de 50 anos, de pé enquanto suportou, depois sentado, e assim foi, como sabemos.
Estamos incumbidos de preparar o reino do céu, na Terra - diz Joanna, este é um dos motivos pelos quais é
importante comparecer.

Abraços.
Suely Caldas Schubert



ficha técnica:
título original:Nosso Lar
gênero:Drama
duração:01 hs 50 min
ano de lançamento:2010
site oficial:http://www.nossolarofilme.com.br
estúdio:Cinética Filmes e Produções
distribuidora:Fox Filmes do Brasil
direção: Wagner de Assis
roteiro:Wagner de Assis, baseado em livro de Chico Xavier
produção:Iafa Britz
música:Philip Glass
fotografia:Ueli Steiger
direção de arte:Lia Renha
figurino:Luciana Buarque
edição:Marcelo Moraes
efeitos especiais:Intelligent Creatures
29-07-2010 ////////
NOSSO LAR
FILME DE WAGNER DE ASSIS, QUE ESTREIA EM SETEMBRO, INVESTE EM EFEITOS VISUAIS

Como você imagina que é a vida após a morte? O filme “Nosso Lar”, baseado no best-seller homônimo de Chico Xavier, descreve em detalhes a vida em uma colônia espiritual através de relatos do espírito do médico André Luiz. Para criar estes ambientes desconhecidos, contou com uma direção de arte grandiosa e efeitos especiais jamais vistos em produções brasileiras. O longa leva às telas mais de 350 imagens com efeitos visuais desenvolvidos pela empresa canadense Intelligent Creatures, responsável pelo mesmo trabalho em filmes como “Babel” e “Watchmen”.
A soma de cenários, figurinos, maquiagem e efeitos especiais leva o espectador aos três universos retratados no filme: o planeta Terra, a onírica colônia Nosso Lar e o sombrio umbral, uma espécie de purgatório. A responsável pela tarefa de criar visualmente a história contada no livro de Chico Xavier foi Lia Renha, diretora de arte do filme, que iniciou o trabalho ainda no período de pré-produção. Como o Nosso Lar é uma colônia, ela precisou construir uma cidade fictícia. Para isso, trabalhou com uma equipe grande de arquitetos e cenógrafos para montar os ministérios, vias, prédios, casas e tudo o mais que existe no lugar.
Para diferenciar o Nosso Lar do umbral, Lia brincou bastante com as cores e com a luminosidade: “Por estar em uma dimensão elevada, a cidade precisava ser luminosa, fluídica. Tinha que passar para o espectador toda a energia positiva que permeia o lugar. Já o umbral tem sofrimento, é denso, sem luz. Trabalhamos com muito cinza, cor de ferrugem e fumaça para criar um clima sombrio”. Os figurinos também foram criados nesta mesma linguagem. As roupas são cheias de camadas, translúcidas e leves.
Para marcar a passagem do protagonista pelo umbral, foi preciso mudar a fisionomia do ator Renato Prieto usando técnicas de caracterização. Foram criadas feridas no corpo com o auxílio da maquiagem; com o látex, foi improvisada uma barriga falsa e uma longa barba foi acoplada ao rosto do ator. Completam o visual de Prieto gosmas, poeira e um líquido que lembra sangue coagulado.
No início do projeto, Wagner de Assis não imaginava que “Nosso Lar” seria tão grandioso e revela que a realização de cada cena era repleta de aprendizado e descoberta: “Queria poder dar à história tudo o que ela merece, então precisava investir nos efeitos para que o filme tivesse credibilidade. Usamos todas as técnicas de efeitos visuais disponíveis no mercado”. Isso pode ser percebido, por exemplo, na cena em que o protagonista André Luiz caminha por um imenso e sombrio vale situado entre montanhas pontiagudas criadas por computação gráfica, assim como as árvores mortas e nuvens de fumaça. Já na colônia, as construções de arquitetura ousada e futurista também são fruto do trabalho da Intelligent Creatures, empresa responsável pela pós-produção que, de acordo com o diretor, unia a estrutura, a experiência e a capacidade de lidar com imprevistos necessárias para a tarefa. Flores, animais e outros elementos também foram acrescentados virtualmente em diversas cenas.
A equipe brasileira viajou diversas vezes para Toronto e enfrentou temperatura de 33° C negativos no rigoroso inverno canadense para acompanhar o trabalho de pós-produção, que levou nove meses. Geoff Scott, supervisor de efeitos visuais, chegou a liderar uma equipe de 90 profissionais trabalhando no filme. Ele conta que Wagner tinha uma ideia formada sobre o que queria ver em seu filme e coube à Intelligent Creatures trabalhar para ajudá-lo a realizar essa visão: “Nós trabalhamos juntos para criar centenas de conceitos de imagem que definiam o ‘Nosso Lar’ antes de criar os efeitos finais do filme. Ficamos muito orgulhosos com o resultado. Foi um imenso prazer trabalhar neste projeto”.
Mesmo contando com toda essa tecnologia em seu filme, Wagner diz que a história é o grande atrativo de “Nosso Lar”, que estreia nos cinemas em 3 de setembro: “A gente sempre teve em mente que todos esses efeitos são secundários, apenas ajudam a contar a história. O que importa de verdade é o drama”.
Fonte: http://paginadocinema.com.br/reportagens/index/92/0/Nosso_Lar
Cartaz Oficial


23/07/2010 - 07h02
Rosanne Mulholland explora outras facetas em
"Nosso Lar"
EDU FERNANDES
Da Redação

Atriz Rosanne Mulholland em cena do filme "Nosso Lar", interpretando uma jovem que não acredita que sua vida terrena acabou

De carona na onda espírita que tomou conta do cinema brasileiro com o sucesso de "Chico Xavier", “Nosso Lar” leva para as telas o romance de mesmo nome psicografado pelo médium mineiro.
É a história do médico André Luiz (Renato Prieto), que "desencarna" e vai "para o plano espiritual". O filme tem estreia prevista para 3 de setembro.
O elenco conta ainda com Werner Schünemann, Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart. A atriz Rosanne Mulholland faz o papel de uma jovem inconformada com a própria morte. Ela falou ao UOL Cinema sobre o seu trabalho.
UOL Cinema - Você fez "Araquaya" em 2004. Como é voltar a fazer filmes de época?
Rosanne Mulholland - É muito bom. Nesse filme a imersão é mais intensa do que nos outros, porque a gente vai para uma outra dimensão. Tudo é tão diferente, as roupas, os objetos...
UOL Cinema - Nos filmes que você participou mais recentemente, como "Falsa Loura", a temática era bem diferente, com violência ou cenas sensuais. Como encara esse trabalho mais pacífico?
Rosanne Mulholland
- No meu trabalho, eu gosto de explorar todas as facetas humanas e a violência e o sexo também fazem parte da vida. Acho bom ir para esse lado mais inocente, ou mais puro. Penso que foi mais tranquilo. “Nosso Lar” explora uma faceta muito importante, que é a morte, o destino do qual ninguém escapa. É necessário discutir esse assunto também.
UOL Cinema - As produções com teor espírita estão em alta, a começar pelas telenovelas e, de uns anos pra cá, com filmes. Você usou algo desse material para entrar no clima de "Nosso Lar"?
Rosanne Mulholland - Não vi esse material. Quando a gente filmou “Nosso Lar”, esses filmes não tinham sido lançados. Eu lembro das novelas espíritas, mas não fiz uma pesquisa para o filme com elas. Eu me dediquei mais à história em si do “Nosso Lar” e ao projeto do Wagner de Assis, o diretor.
UOL Cinema - Qual era sua relação com o tema espiritismo antes de começar a trabalhar em "Nosso Lar"?
Rosanne Mulholland - Eu não tinha uma relação com a doutrina. No set de filmagem, eu era uma das poucas no elenco e na equipe que não segue o espiritismo. Talvez por isso que eu tenha sido escalada para a personagem que não acredita que morreu, que quer voltar para a Terra de qualquer maneira. Eu admiro duas coisas no espiritismo, pelo o que já vi. Acho que, especialmente entre as diferentes formas da fé cristã, os espíritas são os que menos julgam os outros e os mais preocupados em ajudar o próximo.
UOL Cinema - "Nosso Lar" tem muitos efeitos visuais para criar o mundo espiritual. Isso influenciou no seu trabalho?
Rosanne Mulholland - Em alguns momentos, sim [risos]. É estranho, pelo menos no Brasil, ter de fazer as cenas com um fundo azul no meio da cidade cenográfica. Mas eu acho que foi bom também, traz uma nova experiência para minha carreira.
Fonte: http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/07/23/rosanne-mulholland-explora-outras-facetas-em-nosso-lar.jhtm

ELENCO DE NOSSO LAR
Renato Prieto
... André Luiz
Fernando Alves Pinto
... Lísias
Rosane Mulholland
... Eloisa
Inez Viana
... Narcisa
Rodrigo dos Santos
... Tobias
Werner Schünemann
... Emmanuel
Clemente Viscaíno
... Clarêncio
Helena Varvaki
... Zélia
Aracy Cardoso
... Dona Amélia
Selma Egrei
... Luisa
Othon Bastos
... Governador
Ana Rosa
... Laura
Paulo Goulart
... Genésio
Lu Grimaldi
... Veneranda
Chica Xavier
... Ismália
Nicola Siri
... Ernesto
Amélia Bittencourt
... Judite
Lisa Fávero
... Clarice
César Cardadeiro
... Mariano
Anna Cotrim
... Eloisa's Mom
Vânia Veiga
... Iolanda

Terça-feira, 13/07/2010

Ana Maria Braga conversa sobre o assunto com o espírita Luiz Augusto Queiroz, produtor de NOSSO LAR.




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SAIU O Making Of Nosso Lar - Arte:



Notas de Produção V - Uma Biblioteca Informal
sábado às 05:26
A produção mal começara e os primeiros pedidos logo indicaram a
necessidade urgente - ter livros Nosso Lar à disposição de todos. No
início, achamos que seria apenas um ou outro interessado. Mas Nosso
Lar não é um best seller há mais de 60 anos à tôa. Dez, vinte, trinta
livros foram chegando e sendo emprestados a todos os que começavam os
trabalhos no filme. Dia a dia, os diversos temas presentes nos 50
capítulos, mesmo os que, em função da adaptação não estiveram na
história do filme, eram abordados. Inicialmente, o campeão de
perguntas, no entanto, era o Umbral. Como é esta dimensão? Onde ela se
encontra? Por que os espíritos ainda sentem o corpo? As explicações e
os estudos não raro extravasavam o próprio filme e encontravam a vida
pessoal dos profissionais do filme.

Mas a coisa não parou por aí. Logo, alguém teve a idéia de montar uma
biblioteca informal. Toda a obra de André Luiz sobre a vida espiritual
foi logo providenciada. Entre a terra e o céu, Os Mensageiros,
Libertação, um a um dos 16 títulos foram sendo passados entre as mãos
dos mais de 100 profissionais que integram a equipe. Os temas não
pararam nas zonas mais densas que envolvem o Planeta. Conforme os
primeiros projetos foram saindo, as primeiras locações sendo
escolhidas, as propriedades da matéria, a forma de vida no mundo
espiritual, os tratamentos espirituais viraram temas recorrentes nas
conversas da sala do café ou mesmo nas reuniões de trabalho. Aos
poucos, percebemos a importância da obra que André Luiz deixou para o
mundo, através da mediunidade de Chico Xavier. Aos poucos, descobrimos
mais e mais questões "escondidas" nas leituras rápidas - que se
revelavam com a atenção nas entrelinhas.

Nosso Lar não passa impune para qualquer leitor e esperamos que não
passe impune para os espectador. Os livros da biblioteca? Bem, eles
foram docemente transformados em brindes. Com muito prazer.






Nota de Produção IV - Em Los Angeles
quinta, 27 de maio de 2010 às 19:39

Essa história já faz parte das “lendas da produção do filme Nosso Lar”, como diz o produtor executivo Luiz Augusto de Queiroz. Então, lá vai, no relato do diretor-roteirista Wagner de Assis, quando, em uma das várias viagens a Los Angeles, na busca por contatos e tentativas de viabilização do filme, eles viveram a inesquecível experiência.

“Era 10 de maio de 2008. Fazíamos uma reunião atrás da outra. Mostrávamos o livro e o projeto do filme Nosso Lar a tantas pessoas da indústria do cinema que as reações variavam do ‘quem é Jesus?’ a ‘porque vocês não fazem filmes de terror?’; outros, no entanto, ficavam emocionados, boquiabertos e absolutamente interessados no projeto. Nada concreto, no entanto, se materializara.

Num fim de tarde, o Luiz lembrou que existia em Los Angeles a sede da Self-Realization Fellowship, organização fundada pelo guru Paramahansa Yogananda, responsável pela difusão da ciência da Yoga na América no início do século XX.

Um lindo oásis de calmaria em meio à cosmopolita cidade, formado por um lago cercado de estações representantes de várias religiões (uma das buscas de Yogananda é a comunhão entre as diferenças). A principal delas é uma imagem de Jesus Cristo de braços abertos sobre um pequeno monte de onde escorre uma doce cachoeira. Outras traziam passagens de Francisco de Assis, Krishna, Buda, e, ainda, um pequeno memorial com parte das cinzas de Mahatma Gandhi. Tudo marcado por um silêncio que invadia a alma.

Na parte superior, um lindo templo cuja cúpula tinha pontas douradas emanava paz, beleza e tranqüilidade. Tentamos subir mas os monges logo nos informaram que o local estava fechado porque serviços religiosos da noite estavam em andamento – seria a comemoração pela memória do aniversário de Sri Yukterswar, o guru de Yogananda. Lamentamos, ainda insistimos um pouco, mas nada. O monge estava irredutível. Sem saída, resolvemos andar um pouco mais pelos demais caminhos de meditação.

Eis então que nos deparamos com um enorme portão de madeira maciça e uma tranca com chave. Dava acesso, através de uma estreita escada de pedra, à parte superior. Estava fechado, certamente. Nem pensamos em passar por ele. Quando seguimos adiante, um barulho peculiar e o ‘susto’: o portão simplesmente se abriu sozinho. Espaçou-se um pouco. E parou. Um segundo de hesitação nos olhares. Sim, era um convite.

Subimos. No caminho, ainda reparamos nos corvos que sobrevoavam as árvores por perto. Barulhentos. Negros e enormes.

O templo estava completamente vazio. Realmente, uma grande festividade estava sendo preparada, a julgar pelas lindas guirlandas de flores, pelos panos coloridos adornando-o, pela acuidade e limpeza de tudo. Entramos e contemplamos. Um momento lindo, luz de fim de tarde invadindo pelos cristais da cúpula, cheiro de tulipa no ar e, incrível, uma doce cítara sendo tocada em algum lugar daquele Universo (tempos depois descobri que era um sistema de som interno mesmo...)

Ao longo das paredes, e no altar principal, fotos de Gurus de linhagem nobre pareciam nos olhar com carinho e compaixão. ‘Reafirmamos internamente os sonhos que queríamos materializar’, lembra o Luiz.

Durante os cerca de 10 minutos que ficamos dentro do templo, ninguém passou por nós, ninguém entrou, ninguém nos viu. E os preparativos continuavam!

Na saída, pegamos o mesmo caminho. Estávamos alegres e renovados. Nesse momento, a apenas alguns metros à frente, uma enorme águia, que estimamos tivesse mais de 2 metros de largura de asa, deu um rasante inacreditável e capturou uma pequena cobra com suas patas. A cena rara, digna daqueles documentários sobre o mundo animal, deixou-nos absortos por alguns momentos. Começamos a falar sobre os símbolos que ela lhes ensinava.

Mas a coisa não parou por aí. Luiz lembrou de um poema do escritor indiano Rabindranath Tagore, que Yogananda gostava de cantar. Começou a cantarolar.

“Quem está no meu templo
Suas portas estão abertas
Suas luzes estão acesas
Como ave escura
As trevas voam pra longe”

De repente, enquanto descíamos a pequena escada, todos os corvos que estavam nas árvores começaram uma revoada por sobre nós. E, incrível, um a um, eles voaram para longe. Naquele dia, tivemos a certeza que o filme iria se tornar realidade.”

FONTE: http://www.facebook.com/note.php?note_id=392926588930&id=281241464902&ref=mf
value="http://www.youtube.com/v/PKIGF5ucbSo&hl=pt_BR&fs=1&">

VEJA NOVO MAKING OFF DE NOSSO LAR
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<a href="http://video.br.msn.com/?mkt=pt-br&from=PTBR_Reuters&vid=2f43c65f-777e-4eed-893d-b1dc70d1fcb7" target="_new" title="Exclusivo: 'Making of' de 'Nosso Lar'">Vídeo: Exclusivo: 'Making of' de 'Nosso Lar'</a>
NOSSO LAR: Do Livro ao Filme
Nosso Lar é o um dos livros - o mais vendido até hoje - psicografados pelo médium brasileiro Chico Xavier, que compõem uma coleção intitulada A Vida no Mundo Espiritual, atribuída ao espírito André Luiz. No movimento espírita brasileiro essa coleção é também conhecida como Série Nosso Lar.

Clássico da literatura espírita brasileira, Nosso lar é um romance que versa sobre os primeiros anos do médico André Luiz após sua morte, numa "colônia espiritual", espécie de cidade onde se reúnem espíritos para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. O romance levanta questões acerca do sentido do trabalho justo e dignificante e da Lei de Causa e Efeito a que todos os espíritos, segundo o espiritismo, estariam submetidos.

A novelista Ivani Ribeiro teve o livro Nosso lar entre suas bases para escrever a novela A viagem, que até agora teve produzidas duas versões, ambas com sucesso e impulsionando a venda de literatura relacionada ao tema.

Nosso Lar, obteve o primeiro lugar entre os dez melhores livros espíritas publicados no século XX, segundo pesquisa realizada em 1999 pela "Candeia Organização Espírita de Difusão e Cultura"[1]).

http://sinuhesilvavieira.blogspot.com/2010/05/livro-e-filme-nosso-lar.html

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NOTAS DA PRODUÇÃO DE NOSSO LAR
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No dia 10 de março de 2005, ao entrarem na Federação Espírita
Brasileira para a primeira reunião sobre o filme Nosso Lar, o diretor Wagner de Assis e o ator Renato Prieto se sentiam como “navegadores do século XV que chegavam
aos governantes dizendo: - temos um sonho, uma vontade e a capacidade de navegar”.


Durante meses, outras reuniões foram necessárias para que os
propósitos, os processos e a forma fosse demonstrada – fazer um filme
à altura do livro, com apelo universal, em qualidade visual, com os
melhores profissionais possíveis onde quer que eles estivessem. E que
falasse a todos os públicos.

Os direitos de filmagem do livro Nosso Lar foram cedidos no final de
2005 pela Federação Espírita Brasileira para a Cinética Filmes e
Produções. Agora, havia uma história e um oceano à frente. Afinal,
navegar é preciso. E filmar também.


Uma história poderosa, lida, relida e estudada durante gerações. Um
médium missionário. Um espírito educador e libertário, disciplinado
e amigo. Um coordenador espiritual milenar. Um livro campeão de
vendas. Todos esses fatos e a responsabilidade de adaptá-la para o
cinema. Wagner de Assis resolveu ouvir o que os leitores tinham a
dizer. “Incontáveis” reuniões em centros espíritas, casas de amigos, fóruns de discussão.

O roteirista lembra que usou duas edições “de tanto escrever e mexer,
a primeira, aquela edição de capa rosa do início da década de 80,
simplesmente desmontou”.

Até que as escolhas começaram a ser feitas. Momentos de dor. De
criação. Carpintaria dramática. Madrugadas insones. “O roteirista vê
o filme antes de todo mundo”, lembra Wagner. E a emoção ao colocar o
“fade out final” pela primeira vez. “Chorei pacas”, ele recorda.
Corre-se uma maratona para escrever. E mais dez para reescrever.
Foram dez tratamentos de roteiro ao longo de 3 anos. Mas nada como
aquela primeira versão, finalizada no dia 30 de abril de 2006...



APRESENTAMOS Atores e Diretores do filme Nosso Lar no 3º Congresso Espírita Brasileiro EM 16 DE ABRIL DE 20100000000 NA FEB EM BRASÍLIA/DF e uma reportagem no Jornal do SBT
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---> TRAILER OFICIAL de " NOSSO LAR "

NOSSO LAR é uma adaptação do livro homônimo, um best seller, psicografado pelo Médium Chico Xavier. Estréia nos cinemas do Brasil no dia 03 de setembro 2010

SINOPSE:

________
A trajetória de um médico pelo mundo espiritual.

Após a morte do seu corpo físico, famoso médico acorda no mundo espiritual e vai viver numa colônia que paira sobre a Terra, onde terá que aprender novos valores morais e vencer a saudade da família na Terra. Adaptação para o cinema do livro homônimo escrito por Chico Xavier.




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Click nas Fotos para Ampliar
Equipe do Filme
Realização das Últimas Cenas do Filme

Estrelando:

Renato Prieto como André Luiz

Paulo Goulart, Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunemann, Rosane Mulholand.






Fernando Alvez Pinto, Rodrigo dos Santos, Nicola Siri, Helena Varvaki, Clemente Viscaíno, Lisa Fávero, César Cardadeiro, Aracy Cardoso.








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Nosso Lar [Em Produção]
(Nosso Lar, Brasil, 2010)

Tipo: Longa-metragem / Colorido
Produtora(s): Cinética Filmes e Produções
Diretor(es): Wagner de Assis
Roteirista(s): Warner de Assis
Trilha Sonora: Phillip Glass
Direção de fotografia:Ueli Steiger, ASC.
Efeitos Visuais:Lon Molnar (Intelligent Creatures)
Produzido por: Iafa Britz Prêmios
Produtor Executivo Luiz Augusto de Queiroz
Produtora Executiva : Elizabeth Marinho Dias
Co-produtor executivo: Luiz Claudio Barbosa
Produtor associado: USA Harold Apter
Maiores Informações acessem:
www.nossolarofilme.com.br/
http://twitter.com/nossolarofilme
http://www.facebook.com/profile.php?id=529918320&ref=pymk#/?ref=home
http://home.myspace.com/index.cfm?fuseaction
http://www.orkut.com.br/Main?uid=5689329954718436835#Profile?uid=5689329954718436835
EQUIPE DE FIGURINO DO FILME "NOSSO LAR"

Produtores comentam filme Nosso Lar (2010) em visita a FEB

BOLETIM TV CEI-> Entrevista com Luiz Augusto de Queiroz, Diretor do Banco BRJ que Investe no Filme através do FUNCINI
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Fotos da Equipe de Filmagem e Elenco

- Elenco e equipe de filmagem
- Espírito Obsessor de André Luiz
- Nosso Lar “ in Blue “
- Turma de Maquinária Elétrica e Platô

CLICK NAS FOTOS PARA AMPLIAR














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REPORTAGENS SOBRE CONSTRUÇÕES DE CENÁRIOS
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Clic na Imagem para Ampliá-la

A cena filmada neste espaço é do momento em que André chega ao hospital da colônia NOSSO LAR, depois de um longo período no Umbral

CENÁRIOS DO FILME " NOSSO LAR "
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Mário Cesar Filho
Atividade: Comunicações ou mídia
Profissão: jornalista
Local: Rio de Janeiro : Brasil
Blog:http://rascunhopassadoalimpo.blogspot.com


Em meio à rotina do trabalho, algo interessante aconteceu esta semana. No prédio em que trabalho, distante do centro urbano, reparei nas últimas semanas uma movimentação de operários construindo uma espécie de cenário. E na última segunda-feira percebi que estava certo. A foto acima representa um dos cenários de um filme que está sendo rodado. Trata-se da filmagem de Nosso Lar, baseado no livro espírita homônimo, psicografado por Chico Xavier através do espírito André Luiz.
Quem conhece este livro, sabe que é uma das obras mais importantes para compreensão do mundo espiritual, e assim da Doutrina Espírita. Publicada em 1944, é a primeira de uma série de obras psicografadas de André Luiz.
Confesso que fiquei feliz em presenciar de perto este momento, por dois motivos. Primeiro que sou apaixonado pelo universo do cinema, e vejo com muitos bons olhos o cinema nacional voltando a fazer sucesso. Segundo porque vejo com entusiasmo a oportunidade de transformar em filme (de grande produção por sinal) uma história fantástica que narra o dia-a-dia da maior colônia espiritual do Brasil, com milhões de espíritos desencarnados, apresentado por um espírito de luz como André Luiz. Na verdade, o próprio conta a sua história de como ele chegou a esse ambiente, nos desvendando o universo espiritual.
Além de tudo isso, como que “por acaso”, esbarrei na entrada do banheiro com o ator Renato Prieto, que interpreta no filme André Luiz. Muito simpático, este ator é bastante reconhecido no meio espírita principalmente pelo seu trabalho de divulgação da doutrina através de suas belas e emocionantes peças, entre elas Além da Vida (que tive o privilégio de assistir), E a vida continua, e o próprio Nosso Lar.
Ele me contou que o filme é uma produção americana (não chegou a mencionar o nome, mas desconfio que seja Fox Filmes), com a maioria da equipe, portanto, estrangeira, mas com elenco nacional, incluindo ele. É gratificante saber que existe interesse estrangeiro (no caso a Fox) em querer filmar uma história espírita e nacional, já que se baseia no livro de Chico Xavier.
A produção realmente impressiona pela sua estrutura, com número de profissionais envolvidos, equipamentos utilizados etc. Uma boa produção, um elenco excelente e uma história fantástica são elementos fundamentais para acreditar que este é um filme que promete! E espero conferir o mais breve o resultado final na tela grande.

fonte: http://rascunhopassadoalimpo.blogspot.com
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NOTA DE ESCLARECIMENTO:
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--> Quem é Mário Cesar Filho

É o jornalista feitor da Matéria e autor da foto do "Cenário do Hospital do Filme Nosso Lar".

Veja matéria em seu blog: http://rascunhopassadoalimpo.blogspot.com

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O Administrador deste Blog "TRILHAS" http://valintim.blogspot.com é GERALDO MOTA VALINTIM e não é jornalista.

Atendendo ao pedido de um dos integrantes do Filme NOSSO LAR, que não quis identificar-se, refez esta matéria fazendo constar apenas informações sobre a produção do filme: NOSSO LAR.

Pede desculpas ao jornalista MÁRIO CÉSAR por " interpretações equivocadas " em alguns comentários sobre esta matéria.

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CONSTRUÇÃO DO AEROBUS DE NOSSO LAR“ _____________________________________________


Filme brasileiro será baseado no livro psicografado Nosso Lar, de Chico Xavier.

Débora Ertel/Da Redação

Novo Hamburgo 21/08/2009 - Em breve o talento de um artista hamburguense será conhecido na tela dos cinemas de todo o Brasil. Alvoni Nissola da Silveira, 51 anos, foi o responsável pela construção do ônibus espacial que irá compor o cenário do longa-metragem brasileiro Nosso Lar. O filme é baseado no livro Nosso Lar, psicografado por Chico Xavier pelo espírito do médico André Luiz. Embora o meio de transporte intergalático não se movimente, seu tamanho é real. Com a ajuda de dez colaboradores, o artista precisou de dois meses e meio para fazer o aerobus de 14 metros de comprimento, três de largura e lugar para 34 passageiros. A peça foi produzida com 95% de fibra de vidro e 5% de madeira.

A equipe de trabalho não teve moleza, em ação de segunda à sexta-feira, das 8 às 22 horas, aos sábados e algumas vezes até aos domingos. Na noite de quarta-feira um guincho colocou a obra de arte, construída em um galpão do bairro Boa Saúde, no caminhão. Hoje ao meio-dia o equipamento, com cerca de três toneladas, deverá chegar numa fazenda da capital do Rio de Janeiro e aguardar pelas gravações.
Concurso
Silveira, além de construtor de projetos, é técnico em fiberglass e designer, é especialista em metalurgia e tornearia e amante de carros antigos. A experiência de 27 anos, aliada ao detalhismo adquirido na restauração de veículos com fibra de vidro, fez com que o hamburguense vencesse o concurso para construir o ônibus espacial. Segundo ele, seu trabalho foi descoberto por meio da internet. "Quando eu vir o aerobus no cinema será muito gratificante", comenta. Enquanto isso, ele já trabalha em outros projetos. Um é a conclusão da restauração de um Shelby Cobra e o outro é a tratativa para construir uma cabine de avião, que será usada para simulação de voos.
FONTE: http://www.jornalvs.com.br/site/noticias/geral,canal-8,ed-60,ct-501,cd-212807.htm
-->Clique na Foto para Ampliá-la

Foto:Diego Vara
Ônibus espacial "invade" BR-116
Pesando cerca de três toneladas, a peça levou quase três meses para ficar pronta

Peça fará parte de longa-metragem inspirado em livro psicografado por Chico Xavier
Quem passou nesta quarta-feira pela BR-116, em Novo Hamburgo, no Vale do Sinos, deparou com uma cena inusitada. Uma réplica de um ônibus espacial com 14 metros de comprimento e 10 metros de largura, rebocado por uma carreta, se deslocava pela rodovia em direção ao Rio de Janeiro.
A peça, produzida em solo gaúcho, fará parte das filmagens do longa-metragem inspirado no livro psicografado por Chico Xavier, chamado Nosso Lar.
Pesando cerca de três toneladas, a peça levou quase três meses para ficar pronta. Produzida em um galpão no bairro Boa Saúde. A obra, produzida por Alvoni Nissola da Silveira, foi feita em madeira, fibra de vidro e acrílico e deve chegar ao Rio de Janeiro no final de semana.
ZERO HORA
FONTE: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jsp?uf=1&local=1§ion=Geral&newsID=a2624262.xml
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REPORTAGEM DO ESTADÃO EM 03 DE fevereiro de 2010
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Experiência espiritual traduzida em imagens

Previsão é que efeitos de Nosso Lar, baseado em Chico Xavier e dirigido por Wagner de Assis, estejam concluídos até março; estreia será em setembro
Luiz Carlos Merten


Cinéfilo que se preze deve se lembrar da obra-prima do autor japonês Hirokazu Kore-Eda, Depois da Vida. Após a morte, as pessoas são levadas a uma estação intermediária, na qual escolhem o momento de suas vidas que será recuperado para que elas o levem para a eternidade. Kore-Eda talvez não tenha lido Chico Xavier, e muito menos o primeiro dos 16 livros que lhe foram ditados pelo espírito de André Luiz, mas a essência é parecida. Nosso Lar mostra a primeira etapa da vida após a morte. Neste ano do centenário de nascimento de Chico, não é só a vida dele que ganha filme dirigido por Daniel Filho, com estreia prevista para a Semana Santa, quando se estará comemorando a data. Nosso Lar também vai chegar ao cinema, mas só em setembro.

No mês que vem, Lon Molnar conclui os efeitos de Nosso Lar e a previsão da produtora Iafa Britz, que assina o filme pela Cinética, empresa do diretor Wagner de Assis, é ter a primeira cópia pronta em maio, para trabalhar o lançamento, que deve ser um dos mais importantes do ano. Iafa inicia nova etapa profissional abandonando a Total Entertainment, que lança na sexta, no País, High School Musical - O Desafio. Não houve briga entre as partes que compunham a Total. "É o momento de eu seguir carreira-solo", diz Iafa, mas Nosso Lar ainda não tem a marca de sua produtora.

São pelo menos cinco anos de trabalho. Iafa ouviu do diretor que queria fazer este filme pela primeira vez em 2004 ou 2005. Não foi fácil adquirir os direitos do livro, mas as coisas começaram a se tornar viáveis quando a Fox embarcou no projeto. Para os padrões do cinema brasileiro, é um filme caro e os efeitos contabilizam cerca de 30% do custo - os mais caros da cinematografia nacional. Iafa explica que valeu a pena esperar. "Há cinco anos não tínhamos dinheiro nem a tecnologia necessária para fazer o filme com acabamento."

Ela conta que o precedente de Bezerra de Menezes, mesmo que ambos os filmes sejam diferentes, foi importante porque mostrou que há um público interessado nesse tipo de produção. Mesmo assim, evita o entusiasmo antecipado. Se o filme fizer milhões de espectadores, ótimo, mas será consequência da qualidade ou do apelo popular, até mesmo daquilo que Daniel Filho tiver conseguido emplacar com sua cinebiografia de Chico Xavier. "Essa história é muito rica e bonita. O filme fala de espiritualidade, de esperança. Não é um projeto comum e, por isso, conseguiu tantas parcerias. Lon (Molnar) se associou à gente, o compositor Philip Glass, também. Estamos muito gratos pela participação deles, mas estamos pagando aquilo que um filme caro brasileiro pode pagar."

Lon Molnar já havia conversado com o repórter pelo telefone, em dezembro, da sede de sua empresa no Canadá. Você pode saber mais sobre a Intelligent Creatures no site, http://www.intelligentcreatures.com/#People. Molnar admitiu que estaria cobrando, e gastando, muito mais se a produção fosse hollywoodiana, mas disse que o filme, em termos de invenção e acabamento, não ficará devendo nada aos demais que integram seu currículo, e um caso recente é o de Watchmen, de Zack Snyder. Ele adorou trabalhar com o universo de super-heróis de Snyder e acrescentou que o diretor não é apenas aberto a sugestões, mas também sabe o que quer e consegue motivar a equipe a fazer o que deseja. O caso de Nosso Lar é diferente. Ele chega a citar outro trabalho recente, Babel, de Alejandro González Iñárritu. "A base aqui também é real e a diferença é que estamos tratando de uma experiência espiritual visceral. Como traduzir isso em imagem?" Ele conta que um dos principais técnicos da companhia foi enviado ao Brasil para preparar, e acompanhar, a filmagem. "A escolha das locações foi muito importante. Muitas vezes a colocação da câmera ou o uso de azul como fundo já previa o efeito a ser aplicado posteriormente. Não se filma de qualquer jeito e depois aplica o efeito. Não é assim que funciona."

A produtora cita exemplos. "Quem leu o livro sabe a importância que assume a muralha no isolamento do mundo espiritual. A ideia inicial era construir uma muralha de três metros e depois trabalhá-la na pós-produção. Terminamos construindo uma muralha de 70 metros em Sagatiba e, mesmo assim, ela foi ampliada para cerca de 8.700 metros, criando um efeito impressionante." Quem conhece a Praça Paris, no centro do Rio, perto da Cinelândia, vai ter dificuldade para identificá-la como a base da entrada do "nosso lar", constituído pela governança e pelos ministérios. "Em toda parte, o conceito consistiu sempre em combinar áreas construídas com efeitos. Não posso ceder nenhuma foto da Praça Paris modificada porque os efeitos não estão concluídos e está com cara de 2-D. Mas depois me cobrem se esse material não estiver muito impressionante."

No telefone, Molnar admitiu que nunca havia visto, nem ouvido falar, de Depois da Vida, mas ficou curioso pelo trabalho do cineasta japonês e adorou os detalhes o fato de, no limite, o pedaço de vida que as pessoas escolhem após a morte virar uma metáfora do próprio cinema. Nosso Lar trata justamente do choque das pessoas na passagem para outras esferas. "Temos um elenco muito forte e eu seria irresponsável se começasse a destacar algumas participações, mas não resisto a enumerar duas. Renato Prieto faz o protagonista e é através dele que entramos nesse universo. Rosana Mulholland vai deixar todo mundo chapado. Ela é a personagem que se revolta com a morte e quer voltar. Acredito que seja a personagem mais passível de identificação e ela, além de belíssima, põe intensidade de arrepiar nas cenas."

Iafa Britz ainda está muito envolvida no processo de Nosso Lar, mas gostaria muito de acreditar que, se o filme estourar, como espera, as pessoas não reconheçam somente a importância e emoção do tema. "Essa equipe toda está ralando muito para fazer o grande filme que Nosso Lar merece. Chico Xavier foi um iluminado, todo mundo sabe. Daniel (Filho) filma o homem, Wagner (de Assis) resgata a obra. Essa obra merece ser vista pelo que carrega de compaixão, de possibilidade de entendimento. Os efeitos estarão lá, mas não para chamar a atenção. O que importa é a história." Foi o que também disse Molnar. "Quando o efeito se torna mais importante que o contexto, qualquer profissional sério vai achar que falhou. Queremos o melhor, mas não por exibicionismo. O que importa é a história, essa história."

COMENTÁRIOS


03/02/2010, Mário Cesar Filho
Tive o privilégio de ver de perto um dia de filmagem dessa grande produção. E tenho certeza que será um sucesso, não só pela linda história, mas pelo cuidado técnico! Depois do lendário "Ghost - Do outro lado da vida", Nosso Lar será um filme que vai surperar.

FONTE:http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100203/not_imp505421,0.php
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TRILHA SONORA DE "NOSSO LAR "
______Philip Glass__________________________________________________


(Baltimore, 31 de janeiro de 1937) é um compositor americano e está entre os compositores mais influentes do final do século XX. Sua música é normalmente chamada de minimalista, embora ele não aprecie esta expressão.[1]
É um compositor muito prolífico tendo produzido inúmeros trabalhos entre óperas, sinfonias, concertos, trilhas sonoras para filmes e outros trabalhos em colaboração com outros músicos. Tem dois filhos e atualmente possui residência no estado de Nova Iorque nos Estados Unidos e na província da Nova Escócia no Canadá. É defensor da causa tibetiana.[1]
Obra
Entre as óperas produzidas por Glass podemos citar Satyagraha (1980) baseada na vida de Mahatma Gandhi[2] que inclui diversos mantras. Compôs também a ópera Itaipu (1989) referindo-se a usina de mesmo nome[3] que possui texto em guarani. Também é dele Days and Nights in Rocinha (1997) que foi escrita após uma visita de Glass a favela da Rocinha antes do Carnaval.[4]
Glass compôs trilhas sonoras para diversos filmes, começando por Koyaanisqatsi (1982), dirigido por Godfrey Reggio que está entre as trilhas sonoras mais influentes.[5] Podemos citar também como trabalhos na área de trilha sonora para filmes Mishima (1985),[5] Kundun (1997)[5] sobre o Dalai Lama, a trilha sonora dos demais documentários da trilogia Qatsi em Powaqqatsi (1988)[5] e Naqoyqatsi (2002), além de The Truman Show (1998)[5] que usou partes das trilhas de Mishima e Powaqqatsi e The Hours (2002)[5] o qual recebeu uma indicação para o Óscar.[6] Recentemente produziu a trilha para os filmes The Illusionist (2006)[5] e Notes on a Scandal (2006),[5] este último lhe rendendo uma indicação ao Óscar de melhor trilha sonora.[7]
Além de trabalhos sinfônicos, Glass também possui fortes ligações com rock e música eletrônica, sendo que o artista de música eletrônica Aphex Twin já colaborou com Glass.[8] Vários outros artistas foram influenciados por sua obra como Mike Oldfield, John Williams e bandas como a Tangerine Dream. Brian Eno inclusive confirma a influência que teve de Glass.
Possui um estúdio[9] freqüentado por artistas famosos como David Bowie, Lou Reed e Björk, chamado Looking Glass.[10]
Entre as influências que recebeu de outros artistas, podemos citar Ravi Shankar que mudou sua percepção da música indiana. O encontro deles ocorreu durante as filmagens de Chappacqua (1966), onde Glass escreveu juntamente com Shankar a trilha sonora para este filme. Em 1990 voltariam a trabalhar juntos em Passages.[11]
FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Philip_Glass



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EFEITOS ESPECIAIS DE NOSSO LAR
_Lon Molnar__
__Intelligent Creatures _________________________________________




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'Nosso lar' completa ano de Chico Xavier• Ano de centenário de nascimento de Chico Xavier, maior expoente do espiritismo no Brasil, 2010 terá o lançamento de dois longa-metragens sobre ele nos cinemas.
Além da cinebiografia dirigida por Daniel Filho, que deve estrear em 2 de abril, os brasileiros verão em setembro o médium em "Nosso lar", adaptação do livro de mesmo nome psicografado por Xavier em 1944. Maior clássico da literatura espírita nacional, o romance - que acabou virando série - é contado sob o ponto de vista do espírito André Luiz, que, como um repórter, transmite suas impressões sobre o mundo espiritual pós-vida para Xavier.
Dirigido por Wagner de Assis ("A cartomante"), "Nosso lar" é rico em efeitos especiais. "O filme todo se passa em uma cidade espiritual chamada Nosso Lar, e o maior desafio foi a construção dessa cidade", explica a produtora do filme Iafa Britz. "Durante meses, nossa diretora de arte e um grupo de arquitetos se debruçaram sobre esse projeto, que é verdadeiramente arquitetônico. Depois, tudo foi recriado pelo pessoal dos efeitos especiais."
Para a fotografia e os efeitos especiais foram convocados profissionais internacionais, incluindo o diretor de fotografia Ueli Steiger (de "10.000 A.C", e "O dia depois de amanhã") e o supervisor de efeitos especiais Lev Kolobov, da empresa canadense Intelligent Creatures ("A caçada", "Babel" e "Watchmen"). No elenco, "Nosso lar" tem Renato Prieto, Othon Bastos, Ana Rosa, Werner Schunemann, Lu Grimaldi, Nicola Siri e Chica Xavier e Paulo Goulart - que também participa do longa de Daniel Filho.
Sobre a possibilidade de bater de frente com outra produção sobre Xavier nos cinemas neste ano, Britz afirma que "não tem concorrência". "Um filme é 'primo' do outro. 'Chico Xavier' sai em abril, e o nosso, em 3 de setembro. E são filmes muito diferentes. 'Chico' é baseado em uma biografia escrita por outro autor. 'Nosso lar' é uma adaptação de uma obra que foi escrita por ele, um livro que teve tiragem de 2 milhões de cópias e que, estatisticamente, foi lido por 16 milhões de pessoas", diz a produtora, envolvida no projeto desde 2005.
"Sabemos do potencial do filme e esperamos que ele atinja o público como um todo. Qualquer um pode gostar e se interessar por 'Nosso lar'. É uma história que pode ser contada não só para quem é espírita mas para qualquer um", conclui.
Nascido em 1910 no município de Pedro Leopoldo (MG) e morto em 2002 em Uberaba (MG), Xavier publicou mais de 400 livros em vida, todos eles, afirmava, psicografados através de conversas com espíritos. Estima-se que mais de 20 milhões de exemplares de sua obra já foram vendidos.
Fonte: http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&cat=16&idnot=16872
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ENTREVISTA COM RENATO PRIETO
NA FOLHA ESPÍRITA
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ENTREVISTA COMPLETA SOBRE CINEMA ESPÍRITA EM 2010
http://valintim.blogspot.com/2010/02/2010-o-ano-das-producoes.html
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Nosso Lar
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O filme Nosso Lar, dirigido por Wagner Assis e com Renato Prieto no papel principal, retrata o primeiro livro psicografado por Chico Xavier com o espírito do médico André Luiz. Publicado em 1944, Nosso Lar conta a trajetória de André Luiz após seu desencarne, passando pelo Umbral e descrevendo a colônia espiritual que dá nome ao livro, até retornar à Terra para rever seus familiares.

FE – Como surgiu a ideia de levar ao cinema a história do livro Nosso Lar?
Renato Prieto – Eu já tinha sido procurado, devido ao projeto dos espetáculos que faço em teatro, para transformar essa série em vídeo, mas as coisas acontecem de acordo com o que a espiritualidade determina, na melhor hora. A produção desse filme é da Cinética Filmes, com a direção de Wagner Assis. Há muitas pessoas envolvidas no projeto, a própria FEB, na pessoa do Nestor Masotti. Acredito que, pela experiência no teatro, tenham pensado em mim para fazer esse papel.

FE – Como foi para você encenar o papel de André Luiz nesse filme?
Renato – Bom, acredito que eu tenha sido escolhido, além da familiaridade com as obras dele, por ter uma idade próxima da idade física de André Luiz. Precisei emagrecer 17 quilos, com acompanhamento médico. Veio a transformação, o estudo, o trabalho de pesquisa, os treinamentos, até chegar o momento em que estava fisicamente e artisticamente pronto para as filmagens, que duraram mais dois meses e meio.

FE – Você sempre fez o papel do espírito André Luiz no teatro. Como foi levar para o cinema? Houve diferenças?
Renato – Fiz vários espetáculos de textos ditados pelo André Luiz e psicografados por Chico Xavier, adaptados para o teatro. A visão é totalmente diferente. No teatro temos uma resposta imediata, o público está mais próximo, a emoção é mais direta, o ator sente o retorno na hora. Já no cinema, existe uma delicadeza mais pontual. Precisei me adaptar a muitas coisas, aprender outras, e foi uma experiência maravilhosa. Contei com o conhecimento e generosidade da produção, tive de estar atento e concentrado o tempo todo.

FE – O filme entra no circuito nacional em 3 de setembro, no ano em que comemoramos o centenário do nascimento de Chico Xavier. Podemos dizer que é um “presente” à memória de Chico?

Renato – Falar que é uma coincidência é o mesmo que pseudônimo de nossos amigos espirituais, que querem ficar ocultos. Acho que tudo se juntou, que houve uma boa conspiração nesse sentido para que houvesse o filme do Chico Xavier e a produção desse filme baseado em um best-seller. Não sei se exagero, mas acredito que essa obra seja uma das mais conhecidas escritas por Chico Xavier. Acho também que não peco no exagero se disser que André Luiz é um personagem dos mais conhecidos na Doutrina Espírita, falo personagem e não personalidade, que é o caso de Chico Xavier ou Divaldo Franco... O personagem André Luiz é de fama nacional. Acho que estrear neste ano, em que todas as coisas permeiam essa temática, me faz sentir extremamente agraciado, por poder participar de alguma forma na divulgação em larga escala de um assunto tão gratificante que é a Doutrina Espírita.

FE – Em sua opinião, o que o público pode esperar do filme Nosso Lar?

Renato – É um filme de imensa qualidade, tanto técnica quanto de efeitos especiais, com uma equipe técnica e atores escolhidos a dedo, e finalização e música espetaculares. Houve uma preocupação coletiva de realizar um trabalho a altura dessa grande obra. O público vai se sentir muito honrado de ser um adepto do Espiritismo e gostar de ver um filme de grande impulso para a difusão da Doutrina Espírita.
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FONTE: FOLHA ESPÍRITA
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ENTREVISTA COM FERNANDO ALVES QUE INTERPRETA "LÍSIAS" NO FILME
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ENCONTREI ESSA FOTO GARIMPANDO NO GOOGLE!

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Carlos Chagas (1879-1934)
Osvaldo Cruz (1872-1917
Faustino Esposei (1888-1931
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ANDRÉ LUIZ: O ESPÍRITO LUMINOSO
Em 1943, Chico Xa­vier vivia em Pedro Leopoldo (MG), sua cidade natal, quando foi contatado por um espírito que havia desencarnado no Rio de Janeiro. A entidade -- imaterial e cons­ciente de si, como todo espírito deve ser segundo as leis do es­piritismo -- disse ao médium que "ditaria" alguns livros. Chico perguntou quem ele era. E a resposta veio com outra pergun­ta: "Como é o nome do rapazinho que dorme aí no quarto ao lado?" Era uma referência ao sobrinho do médium, que se chamava André Luiz. "Então, doravante, será esse meu nome."

Começava ali uma longa par­ceria entre Chico Xavier e André Luiz. No decorrer dos 24 anos seguintes, entre 1944 e 1968, o médium mineiro psicografaria 16 obras cujo conteúdo lhe se­ria revelado por esse espírito. A primeira delas, Nosso Lar (FEB), hoje é um clássico -- o livro espírita de maior sucesso no Brasil, com quase 2 milhões de exemplares vendidos. De tão popular, acabou virando até fonte de inspiração para telenovelas. Acaba de ser adaptado para o cinema . E será para sempre conside­rado uma referência na literatura espírita brasileira.

Nosso Lar é um romance tobiográfico em que André Luiz narra seus primeiros anos de vida após a morte. A história se passa numa espécie de colônia espiritual, lugar onde os espíritos se reúnem para aprender e trabalhar entre uma encarnação e outra. A obra discute questões cruciais para a doutrina espírita, como o sentido significante do trabalho e a Lei de Causa e Efeito, a que todos, segundo o espiritismo, estariam submetidos. André Luiz, que nunca existiu, com esse nome, conta a experiência de se perceber fora do corpo, sentir-se preso a uma região de dor e escuridão -- o chamado umbral -- e entender-se, lenta e progressivamente, que a alma desencarnada tem funções importantes a cumprir.

Para os espíritas, a obra é uma revelação: uma das mensagens de consolação prometidas por Jesus à humanidade. "Essas mensagens divinas, que de tempos em tempos descem do céu para a Terra, modificando amplamente o cenário social e moral do mundo, são verdades aguardadas ansiosamente pelo coração humano", diz Lori Marli dos Santos, coordenadora do Instituto de Divulgação Espírita André Luiz, em Curitiba (PR).

Foi só depois de oito anos no umbral que André Luiz encon­trou a comunidade descrita em "Nosso Lar". Ali, descobriu que sua mãe e uma de suas irmãs esta­vam num plano mais elevado, enquanto o pai e as outras duas irmãs permaneciam em ciclos in­feriores. Ficou sabendo também que sua esposa havia se casado novamente, com um homem que estava adoecido. Como tinha sido médico em sua última encarnação, reaprendeu a exercer o antigo ofício. E tornou-se um espírito luminoso, capaz de atuar como doutor espiritual.

Especulações

Mas, afinal, quem teria sido André Luiz em sua vida passada? O espírito não fornece informações sobre encarnações anteriores, exceção feita à última. Sobre essa, revela apenas alguns detalhes em Nosso Lar. Os motivos para tanto mistério teriam sido dois: poupar seus herdeiros da exposição e evitar que essa discussão sobrepujasse a mensagem espiritual que ele tinha a apresentar.

Descontadas especulações sem qualquer fundamento, admite-se que André Luiz tenha sido um médico sanitarista, que viveu no Rio de Janeiro entre o final do século 19 e o começo do século 20.' Teria morrido jovem, provavelme nas décadas de 1920 ou 1930, com idade na faixa dos 40 anos. "Filho de pais talvez excessivamente generosos, conquistara meus títulos universitários sem maior sacrifício, compartilhara os vícios da mocidade do meu tempo, organizara o lar, conseguira ffilhos, perseguiria situações estáveis que garantissem a tranquilidade econômica do meu grupo familiar", descreve o espírito na obra psicografada por Chico Xavier. "Mas, examinando atentamente a mim mesmo, algo me fazia experimentar a noção do tempo perdido, com a silenciosa acusação da consciência."

Alma rubro-negra

Com base nessas informações, três hipóteses são as mais cogi­tadas. A primeira delas sugere que André Luiz pode ter sido em sua última encarnação o médico sanitarista Carlos Chagas (1879-1934), famoso por ter descoberto o protozoário Trypanosoma cruzi -- agente causador da doença de Chagas. Para alguns especialistas no assunto, entre­tanto, a personalidade de um não combina com a do outro. Chagas era um sujeito ocupado demais com suas pesquisas, que vivia alheio aos problemas da vida cotidiana. André Luiz, por outro lado, parece ter sido um homem essencialmente prático.

A segunda hipótese aponta para outro sanitarista histórico: Osvaldo Cruz (1872-1917), pioneiro no estudo de doenças tropicais. Mas, de novo, os estudiosos iden­tificam discrepâncias de personalidade. Embora fosse um homem da ciência, Cruz era religioso, enquanto André Luizz admite em "Nosso Lar" que tratava religião como mero com­promisso social.

Para muitos espíritas, a tercei­ra hipótese é a mais plausível de todas: André Luiz teria sido o neurologista Faustino Esposei (1888-1931, ilustração abaixo). Oriundo de uma tradicional famí­lia carioca, ele deu aulas de neu­rologia e psiquiatria na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Presidiu o Clube de Regatas do Flamengo três vezes, entre 1920 e 1928. E seu temperamento, dizem os defensores da tese, coincidia com o do médico cujo espírito foi parceiro de Chico Xavier. "A con­duta vibrante, a jovialidade, a inteligência, a perspicácia... Faus­tino Esposei e André Luiz tinham todas essas características em comum", afirma Lori.

A coordenadora do instituto espírita acredita que dificilmen­te saberemos quem realmente foi André Luiz. Mas as compa­rações com o ex-presidente do Flamengo, pelo menos, rendem histórias bem-humoradas entre os seguidores do espiritismo. "Em nosso mural de recados na internet, certa vez nos deparamos com uma mensagem posta por um jovem que dizia assim: se André Luiz fosse vascaíno, não teria passado tantos anos no umbral."

POR TIAGO CORDEIRO DESIGN MICHELE KANASHIRO
ILUSTRAÇÃO CAVANI ROSAS E MURILO MACIEL

A partir da revista "Aventuras na História - Espiritismo". Aquira o exemplar na Loja Abril

fonte
http://www.partidaechegada.com/2010/04/andre-luiz-o-espirito-luminoso.html