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terça-feira, 5 de abril de 2011

AS VIDAS DE CHICO XAVIER


Entrevista com Marcel Souto Maior, autor do livro As Vidas de Chico Xavier, que deu origem ao filme Chico Xavier, lançado em 2010 nos cinemas de todo o Brasil.

O livro As Vidas de Chico Xavier, escrito pelo jornalista Marcel Souto Maior, que deu origem ao filme Chico Xavier, lançado em 2010, é o resultado de 98 entrevistas realizadas com amigos e dissidentes de Chico, pesquisas nas cidades de Pedro Leopoldo e Uberaba e nos arquivos da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro. Todas essas fontes foram consultadas para que pudesse compor um retrato mais fiel possível do médium.

Em entrevista, realizada no ano de 2003, Marcel relata como surgiu a ideia de lançar a obra, seu processo de elaboração e o que mudou em sua vida após este trabalho.


Como surgiu a idéia de escrever um livro sobre Chico Xavier? Por que o escolheu?

Marcel Souto Maior – Na época, eu era subeditor do “Caderno B” do Jornal do Brasil e fui escalado para escrever uma reportagem sobre a peça espírita Além da Vida, fenômeno de bilheteria visto por mais de 2 milhões de espectadores no Brasil. Durante a pesquisa, levantei informações sobre Chico Xavier e percebi que não havia ainda nenhuma biografia jornalística sobre ele. Chico tinha escrito mais de 400 livros, vendido mais de 20 milhões de exemplares e doado toda a renda dos direitos autorais a instituições beneficentes. “Eu não escrevi livro nenhum. Os espíritos escreveram”, ele repetia. Era preciso contar a história deste personagem – tão importante e intrigante - sem preconceitos, com objetividade. Eu decidi enfrentar o desafio.

Ao longo de 270 páginas, conto a história do menino pobre, mulato, filho de pais analfabetos, nascido no interior de Minas Gerais, que – primeiro – se transforma em escândalo nacional ao passar para o papel mensagens assinadas por “mortos” ilustres e anônimos e que – com o tempo -, depois de muita perseguição e desconfiança, se transforma em ídolo popular, a ponte mais confiável no Brasil entre os “vivos” e os “mortos”.

Leia a entrevista na íntegra, gratuitamente, no site da Revista Cristã de Espiritismo.
Acesse www.rcespiritismo.com.br

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Diretor anuncia filme na esteira de 'Nosso Lar'

Edição de 01/04/2011

Depois de Brasília é a vez da cidade de Fortaleza (CE) receber o I Festival de Cinema Transcendental. Na capital federal o evento ocorreu de 24 a 27 de março e no Ceará a mostra foi de 28 a 31 de março. O diretor do filme 'Nosso Lar', Wagner de Assis, foi uma das estrelas do festival em Brasília. Ele anunciou a continuação de 'Nosso Lar', mas avisou que a produção ainda não tem um título. 'Não podemos dizer que vai ser uma continuação do ‘Nosso Lar’, ou seja, o ‘Nosso Lar 2’, mas será na mesma linha pois como temos 16 livros escritos com a mesma temática e que podemos usar. Temos que pensar também em quem não viu o primeiro filme e precisa entender a história. A produção está em fase embrionária e serão necessários pelo menos entre três e cinco anos para o filme ir às telas', avisou Wagner de Assis. Ele informou que está em busca de patrocinadores, parceiros e que os efeitos visuais também terão um lugar de destaque como em 'Nosso Lar'. 'Buscamos excelência para contar uma história', afirmou o diretor.
Ele rebateu críticas de que seu filme teve mais uma visão mercadológica do que artística, que a adaptação do livro ficou aquém do esperado e de que se trata de uma produção com o intuito de doutrinar a audiência. 'Cinema é indústria. Quando se faz um filme se conta uma história e se espera que o público compareça; prestigie. Seria infantilidade pensar que a adaptação de um livro sairia ipsi literes; nem Hollywood faz isso. Livro é livro; cinema e cinema. Quem quiser o livro que fique com o livro e não vá ver o filme. Quanto ao filme ser doutrinário, eu discordo totalmente. Não acredito que seja doutrinário a não ser que falar de valores, de moral, de ética e de coisas positivas seja doutrinação.'
Wagner de Assis disse não ver o surgimento de um novo gênero cinematográfico, que estaria surgindo e sendo chamado de cinema espírita. Em sua opinião, o surgimento de um novo gênero é 'complicado' e não deve ser levado a sério. 'O filme ‘Nosso Lar’ é um drama com enfoque espiritualista, mas deve ser classificado no gênero drama. Mas é claro que todo adjetivo que vem se somar a uma manifestação artística, seja teatro ou cinema, busca aproximar o público que tem interesse nessa manifestação; deseja falar ao público que se quer atingir', opinou.

FONTE: http://www.orm.com.br/oliberal/interna/default.asp?modulo=248&codigo=524823

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CINEMA - Do filme-favela à onda espírita


Ter, 05 de Abril de 2011 00:18
(BR Press) - Depois da onda do filme-favela – Cidade de Deus (2005), Sonhos Roubados (2010), 5x Favela, Agora Por Nós Mesmos (2010) e Tropa de Elite 1 e 2 (2007, 2010) –, as produções com temática espírita tomam conta dos cinemas brasileiros.

Ligado às tradições dogmáticas e religiosas, o Brasil é o berço da maior comunidade católica do mundo. 64% da população brasileira segue a religião, de acordo com pesquisa realizada pela Datafolha, em 2007. Outra doutrina, o espiritismo, ainda na mesma pesquisa, apontava 3% de espíritas kardecistas ou espiritualistas.

Avalanche de fé


O Brasil possui uma religiosidade muito forte e as produções cinematográficas estão seguindo este fluxo. O catolicismo foi visto em Maria - Mãe do Filho de Deus (2003), com Giovanna Antonelli, e em Irmãos de Fé (2004), com Thiago Lacerda. No ano passado, foi lançado Aparecida - O Milagre, com Murilo Rosa.

O primeiro filme a se aventurar no campo espírita foi o documentário As Cartas de Chico Xavier (2005). A temática também apareceu em Bezerra de Menezes - O Diário de um Espírito (2009), sobre o homem do título, um médico considerado o pioneiro do kardecismo no Brasil.

Em 2 de abril de 2010, para marcar o centenário de nascimento do médium Chico Xavier, foi lançada a cinebiografia de mesmo nome, dirigida por Daniel Filho. O drama foi baseado no livro As Vidas de Chico Xavier, de Marcel Souto Maior. O público respondeu ao filme, lotando as salas de cinema e dando a produção, um faturamento de R$ 30 milhões.

Depois da morte

Para Souto Maior, as pessoas estão questionando sobre o que se passa depois da morte. “Existe uma demanda reprimida por parte do público. Ele está interessado nesse universo espiritualista. A tendência é que o tema ganhe cada vez mais força”, disse o escritor, em entrevista coletiva de imprensa do filme As Mães de Chico Xavier, que estreou na última sexta (01/04) e também é é baseado num livro seu: Por Trás do Véu de Ísis.

No mesmo ano, foi lançado o documentário As Cartas Psicografadas por Chico Xavie e Nosso Lar, adaptado do livro Nosso Lar - A Vida no Mundo Espiritual, de Chico Xavier. O filme mostra um médico, que após morrer, vai para outros dois mundos: Umbral e Nosso Lar. Nesses lugares, ele encontra resposta à questão existencial e fica sabendo que a vida continua depois que se deixa a Terra. Este também foi um campeão de bilheteria, com um faturamento de R$ 36 milhões.

As Mães de Chico Xavier enfoca três mães que lidam com a questão da morte de um filho, denominada pelo autor, como "a dor maior, a dor sem nome". “Uma das mães que conheci enquanto eu realizava pesquisa para o livro falava: ‘Quando nós perdemos o marido ficamos viúvas, quando perdemos o pai e a mãe ficamos órfãos e quando se perde um filho, fica-se como? Esta dor nem nome tem’”.

Espiritual

Em paralelo, a produção retrata o trabalho do jornalista Karl (Caio Blat), que investiga o trabalho feito por Chico Xavier (Nelson Xavier) com a psicografia de cartas entregues às mães enlutadas. Caio Blat fala sobre a “moda” das produções com esta temática espírita. “Com esse filme começamos, a furar um pouco essa classificação e fazer filmes para todos os públicos, de outros gêneros e que tenham um aspecto espiritual”.

Para Blat, “estamos descobrindo uma nova dramaturgia. Eu não gosto de chamar esses filmes de espíritas e sim filmes com elementos espirituais. O cinema americano já faz isso há tanto tempo! Tem tantos blockbusters com temática espírita e que não são vendidos como ‘filmes espíritas’”, argumenta o ator.

De fato, Hollywood já vem explorando essa temática, percorrendo variados gêneros e com muito êxito. Alguns deles são: Além da Eternidade (Always, 1989), Ghost - Do Outro Lado da Vida (Ghost, 1990), O Sexto Sentido (The Sixth Sense, 1999), Os Outros (The Others, 2001) e Além da Vida (Hereafter, 2010).

Em outubro, a temática será vista em O Filme dos Espíritos. A produção surgiu do projeto Mundo Maior de Cinema, no qual, jovens realizadores fizeram oito curta-metragens sobre o espiritismo, e culmina agora com este longa. O filme conta a história de um homem que perde tudo e o suicídio lhe parece a única saída. Sua vida muda quando ele passa a ter contato com a obra O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec.

(Vanessa Wohnrath/Especial para BR Press)

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

NOSSO LAR 2 - OS MENSAGEIROS



Nosso Lar, o filme espírita baseado na obra de Chico Xavier, recentemente lançado e exibido em todas as capitais brasileiras, acumulou U$ 16,3 milhões em quatro semanas em cartaz e levou mais de 3 milhões de expectadores aos cinemas. Tanto sucesso levou a produção a programar uma continuação. A próxima obra a ser adaptada é "Os mensageiros", sequência de "Nosso Lar", na qual alguns espíritos do bem retornam à Terra para cumprir novas missões.

A mesma equipe do atual fenômeno de bilheteria começa a trabalhar em 2011 no projeto. "Queremos manter o mesmo padrão de qualidade do primeiro. Será novamente um filme com muitos efeitos especiais", antecipa o diretor Wagner de Assis. A saga espírita, no entanto, pode não terminar por aí. Existe a vontade de levar para os cinemas do país a obra completa de André Luiz, que inclui outros 14 livros que podem ser condensados num mesmo filme.

Publicado em 30.09.2010
FONTE: http://www.portalguaratiba.com.br/2010/noticias/300909_parte_do_filme_nosso_lar_foi_rodado_em_guaratiba.html
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Título: "OS MENSAGEIROS" – 51 capítulos; 268 páginas
Autor: Espírito ANDRÉ LUIZ (pseudônimo espiritual de um consagrado médico que exerceu a Medicina no Rio de Janeiro)
Psicografia: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER (concluída em Fev/1944)
Edições: Primeira edição em 1944, pela Federação Espírita Brasileira (Rio de Janeiro/RJ); em Novembro/2001: 37ª Edição (490° milheiro)
Conteúdo Doutrinário: O Autor alerta aos médiuns quanto à necessidade da prática dos ensinamentos na esfera íntima, evitando surpresas negativas, quando do retorno ao Plano Espiritual.

A obra se desdobra em três partes distintas:
1ª Parte- Do Cap 1 ao 13:

- Testemunhos de médiuns (desencarnados) que, tendo partido do "Nosso Lar", com tarefas específicas, não conseguiram cumpri-las - no retorno, seus relatos são pungentes e esclarecedores...
2ª Parte - a partir do Cap 14:- Descrição de atendimentos prestados a encarnados e a desencarnados, pela equipe de mensageiros do "Nosso Lar".
3ª Parte - a partir do Cap 33:- André Luiz e Vicente, sob comando do protetor Aniceto, após estágio no "Centro de Mensageiros", partem em caravana, do "Nosso Lar", para a Crosta (plano terreno). A meio caminho, pernoitam no "Posto de Socorro", onde A.Luiz realiza um proveitoso estágio. Ali, conhecem amigos espirituais responsáveis pelo “Campo da Paz” (Colônia próxima ao Posto de Socorro). A seguir, os três se dirigem à Crosta, onde permanecem por uma semana, num lar humilde, verdadeira oficina do “Nosso Lar” na Terra, participando de atendimentos a
encarnados e desencarnados, sobressaindo preciosos ensinamentos sobre reuniões mediúnicas.

SINOPSE - Capítulo a Capítulo

Cap 1 – Renovação – O Autor espiritual narra sua transformação, após ter se desprendido “dos laços inferiores que o prendiam às atividades terrestres”. “Descobriu-se”, diz jubiloso. Mas, a par da renovação mental, experimentava um vazio formado pelos sentimentos do mundo, dos quais se desprendera. Sem o lar, a esposa e os filhos amados, aos quais freqüentemente visitava, seu coração era “um cálice luminoso, porém vazio”. É aconselhado por uma devotada amiga a freqüentar cursos no Ministério da Comunicação, para posteriormente prestar concurso na Terra.

Cap 2 – Aniceto – A.Luiz é apresentado ao Instrutor Aniceto, que adverte que ali, na “Instituição do Homem Novo” são admitidos apenas candidatos compromissados em servir, calando reclamações. Aniceto, dentre outras atividades, tem um quadro suplementar de cinqüenta auxiliares-aprendizes, voluntários. A.Luiz é convidado a integrar esse quadro, no momento com três vagas. Aceita o convite, sentindo-se honrado. É encaminhado ao “Centro de Mensageiros”.
OBS: Vamos detalhar como é formado o grupo de Aniceto:
- 1 padre
- 1 médico (a equipe foi acrescida de 2 médicos: A.LUIZ e VICENTE)
- 6 engenheiros
- 4 professores
- 4 enfermeiras
- 2 pintores
- 11 irmãs especializadas em trabalhos domésticos
- 18 operários diversos.

Cap 3 – No Centro de Mensageiros - Formado de majestosos edifícios / Universidades / Pátios amplos / Jardins primorosos.
- Finalidades: preparação anual de centenas de médiuns e doutrinadores para reencarnarem (quais “cartas vivas” de Jesus para a Humanidade), os quais são reunidos em grupos de 50 aprendizes. Cada grupo fica sob comando de um Instrutor (tal como a de Aniceto).

Cap 4 – O caso Vicente – A.Luiz conhece Vicente, médico, calmo, bondoso e sensato. Tornam-se amigos. Conversam sobre suas existências terrenas, semelhantes. Vicente casou-se e teve dois filhos. Um irmão seu, advogado, foi residir em sua casa e não tardou, traiu-o com a esposa, de quem se apaixonou, sendo correspondido. A esposa e o irmão tramaram sua morte e a executaram, ardilosamente. Vicente não cogita vingar-se e diz: “o mal é simples resultado da ignorância e nada mais”.
Cap 5 – Ouvindo instruções – O instrutor Telésforo discorre para todos os aprendizes do trabalho de intercâmbio entre os trabalhadores desencarnados e encarnados. Adverte sobre os companheiros fracassados. Cita empecilhos até nas religiões, além de tristes quadros humanos no mundo todo. Como ajudar a tanto desespero e incompreensão? Só com Jesus, no trabalho, sacrifício e renúncia.

Cap 6 – Advertências profundas – Prossegue a aula. Tema: médiuns fracassados. Muitos trabalhadores partem de “Nosso Lar” em turmas de trabalho educativo, mas poucos alcançam resultados, parciais, nos misteres da mediunidade e da doutrinação. “A Terra é grande oficina redentora, e não, vale tenebroso destinado a quedas lamentáveis”. É relatado que muitos, quando encarnados, preferem desvios sexuais, tirania doméstica, preguiça e vaidade, além de exercitarem a “doutrinação para exportação e não para uso próprio”...

Cap 7 – A queda de Otávio – Após trinta anos de preparação, reencarnou saudável e com mediunidade voltada para consolar criaturas. Deveria manter-se solteiro e amparar seis amigos que o ajudaram em “Nosso Lar”, nos trinta anos que antecederam à sua reencarnação. Já reencarnado, aos dezenove anos iniciou desvairados abusos das suas faculdades. Ficando órfão de pai, desamparou aqueles seis amigos (ainda crianças), órfãos como ele. Casou-se “por violência” e teve um filho. Esposa e filho passaram a atormentá-lo. Alcoólatra, morreu com sífilis, aos quarenta anos, “sem construir coisa alguma no terreno do bem”.

Cap 8 – O desastre de Acelino – Outro médium (vidente, audiente e psicógrafo) que, egresso de “Nosso Lar”, descumpriu todas as realizações que prometera, antes da reencarnação. Usou as faculdades mediúnicas para ganhar dinheiro, “resolvendo” todo tipo de problemas de consulentes. Ao desencarnar permaneceu onze anos em zonas de grande tormento, pela ronda dos ex-consulentes criminosos que desencarnaram antes dele e que exigiam notícias e soluções atinentes a ligações clandestinas.

Cap 9 – Ouvindo impressões – O capítulo exorta os médiuns ao trabalho, sem reclamos e sem medos. São expostos vários casos de médiuns que, bem preparados antes da reencarnação, não cumpriram as tarefas, por invigilância.

Cap 10 – A experiência de Joel – Médium que fez mau uso das percepções que lhe foram dilatadas antes de reencarnar, a fim de que, então, as utilizasse a benefício do próximo. Há muito tempo vem sofrendo grandes perturbações, como conseqüência.

Cap 11 – Belarmino, o doutrinador – É citada profunda conceituação de missão educativa. A doutrinação, no campo do Espiritismo evangélico, é aqui exposta com clareza. Mostra como o médium doutrinador exigente, propenso ao mando, vaidoso do saber, desconfiado dos companheiros de reunião mediúnica, logo adentrará no negativismo. Estará sujeito a múltiplas enfermidades, além de sentir um deserto no coração.

Cap 12 – A palavra de Monteiro – Novo alerta, enérgico, aos médiuns doutrinadores e aos dirigentes de reuniões mediúnicas. É recomendada a força do exemplo e não a palavra lustrosa... O comportamento do médium na atividade profissional do comércio deve guardar paralelo com a conduta cristã, principalmente com a paciência.

Cap 13 – Ponderações de Vicente – Citando Jesus como Mestre e Médico, o capítulo expõe os perigos que aguardam os médicos que fazem mercantilismo de tão sagrada profissão.

Cap 14 – Preparativos – A.Luiz e Vicente, antes de se dirigirem à Crosta, onde permanecerão por uma semana, recebem melhoramento da visão (no “Gabinete de Auxílio Magnético às Percepções"). É sugerida a prece, sem o fanatismo inconsciente. A prece é fidelidade do coração, jamais viciação do sentimento. A ida à Crosta, no caso, assemelhou-se a uma peregrinação, não feita em “estrada ampla e bem cuidada”, mas sim, em caminhos difíceis...

Cap 15 – A viagem – A caminho, a equipe faz pausa no Posto de Socorro situado entre “Nosso Lar” e a Crosta, a grande distância desta. A.Luiz e Vicente, sob orientação de Aniceto, vêem-se banhados de luz, pela primeira vez (!). Nas trilhas: frio, ausência de luz solar, paisagens misteriosas, aves horripilantes, rijas ventanias... Aniceto explica aos dois auxiliares que aquela é região sob influência astral da Terra. A seguir cita interessantes dados astronômicos. Informa sobre a “existência de outros mundos sutis, dentro dos mundos grosseiros”(!).

Cap 16 – No Posto de Socorro – Chegam os três a castelo-educandário soberbo, resguardado por pesados muros. No interior, pomares e jardins maravilhosos. A.Luiz vê um quadro, pintura em tela, que já havia visto em Paris, quando encarnado. Fica sabendo que o pintor da tela de Paris copiou-a desse original, após vê-lo, em sonho.

Cap 17 – O romance de Alfredo – A equipe alimenta-se de frutos diversos. O Posto, com quinhentos auxiliares, produz alimentos e remédios para famintos e doentes. O dirigente do Posto relata a história da sua união com a esposa, cuja companhia ele ainda não pode usufruir, pois quando encarnados, ele desfez o casamento, por ouvir calúnias contra ela, que era inocente e que pelo abandono desencarnou, com tuberculose.

Cap 18 – Informações e esclarecimentos – No Posto chegam sinais de batalhas sangrentas na Terra (o ano era 1944), provocando grande tempestade magnética. Grandes massas de desencarnados (pela Segunda Guerra Mundial) superlotam os Postos de Socorro de várias colônias espirituais. É citada a Colônia “Alvorada Nova”, situada em zonas mais altas, com intercâmbio com avançados núcleos de espiritualidade superior, de planetas vizinhos (!).

Cap 19 – O sopro – São citados sistemas espirituais de transporte, com base no eletromagnetismo. Há esclarecimentos sobre o passe de sopro curador, cujos passistas “exercitaram-se longamente, adquirindo experiências a preço alto”. Imprescindível, no caso, “a pureza da boca e a santidade das intenções”. Passistas encarnados deverão ter “estômago sadio, boca habituada a falar o bem, com abstenção do mal e a mente reta, interessada em auxiliar”.

Cap 20 – Defesas contra o mal – O Posto de Socorro tem defesas múltiplas, mantendo à distância “irmãos consagrados ao mal, perversos e criminosos, entidades verdadeiramente diabólicas”. O Posto está equipado com armas que não exterminam, apenas defendem, disparando projéteis elétricos que causam impressão da morte, isso porque na esfera espiritual a matéria mental pode modificar o corpo denso todos os dias (!).

Cap 21 – Espíritos dementados – Visitando os albergues do Posto, A.Luiz e Vicente acompanham os encarregados da assistência. O chefe do Posto atende e conforta vários Espíritos necessitados que o procuram, presos a problemas inferiores, pois se julgam ainda encarnados.

Cap 22 – Os que dormem – A equipe chega a pavilhão escuro, situado em área com três quilômetros de extensão, mais ou menos. No interior, espaçosas enfermarias. Silêncio absoluto... Cerca de dois mil Espíritos ali estão adormecidos... Têm semblante horrendo, quase todos estampando pavor, em cadavérica palidez... São oitenta os atendentes em atividade. Cada um só pode cuidar de cinco enfermos, perfazendo quatrocentos atendimentos. A imagem é a da morte, naqueles Espíritos entorpecidos no vazio, que quando encarnados eram crentes no nada após a desencarnação. São os “embriões da vida” ou “fetos da espiritualidade”, paralíticos do bem.

Cap 23 – Pesadelos – A.Luiz, concentrando todas as possibilidades mentais ao seu alcance, focaliza o sofrido Espírito de uma mulher, passando a vislumbrar o pesadelo em que se prendia, em conseqüência de haver assassinado o amante, que era casado. Toda a cena, com o local, personagens e diálogos, desenrolam-se à sua percepção. (Impressionante!).
NOTA: Numa desajustada adjetivação de nossa parte, mas pedindo licença aos leitores, talvez possamos conceituar essa faculdade espiritual de A.Luiz como “Psicometria espiritual”.

Cap 24 – A prece de Ismália – Naquele pavilhão dos adormecidos, os efeitos da prece de um Espírito elevado, prece esta acompanhada com amor por numerosos Espíritos dedicados à fraternidade, produz benéficos e múltiplos efeitos, alcançando numerosos pacientes em sono profundo. Mas, apenas dois se ergueram e mesmo assim, saíram correndo, espavoridos...

Cap 25 – Efeitos da oração – Luzes irradiantes, em flocos de várias colorações, partiam de cada Espírito da equipe, indo cair sobre os corpos inanimados. Há um primeiro alerta, ligeiro, aos doutrinadores, quanto à impropriedade de se dizer ao Espírito desencarnado (que desconheça tal estado) que ele já não possui mais o corpo físico... Afirmativa: não há prece sem resposta!

Cap 26 – Ouvindo servidores – Alfredo, o chefe do Posto, demonstra a inconveniência do Espírito desencarnado prender-se aos rogos e lamentações da família encarnada. Por extensão, fica a lição aos encarnados que perderam entes queridos...

Cap 27 – O caluniador – Vemos neste capítulo a comovente dificuldade de um Espírito doente em pronunciar o sublime nome de Deus. Apenas pronunciar... A.Luiz exercita visão espiritual e vislumbra a triste história desse doente.
NOTA: Nova demonstração desta faculdade de A.Luiz, que talvez seja “psicometria espiritual”
Ensinamento: a reconciliação inicia-se pela atitude caridosa, vai do entendimento à piedade, desta à simpatia, depois à verdadeira fraternidade e culmina com o amor sublime.
NOTA: Há referência à mulher-vampiro, citada no livro “NOSSO LAR”, a qual foi impedida de adentrar nas “Câmaras de Retificação”

Cap 28 – Vida social – O Posto recebe visita de amigos vindos do “Campo da Paz”, em belo carro tirado por dois soberbos cavalos brancos. São expostos ensinamentos referentes aos doentes do Espírito, rebeldes ao tratamento. Os atendentes sentem-se obrigados a semear pensamentos novos e aguardar que a obra do tempo os faça germinar nesses doentes. É citado o “desculpismo” (pretextos de encarnados — médiuns — compromissados com a tarefa de auxílio ao próximo para fugirem à tarefa e ao dever sagrado).

Cap 29 – Notícias interessantes – Viver em “Nosso Lar” é uma grande bênção. O “Campo da Paz”, fundado há dois séculos, tem por finalidade abrigar aos que desencarnam em estado de ignorância ou de culpas dolorosas.

Cap 30 – Em palestra afetuosa – Noções sobre o casamento — nos dois Planos. Somos informados que o “Campo da Paz” é uma colônia de socorros urgentes, qual avançado centro de enfermagem. Atende ainda aos recém-encarnados, na base de quinze a vinte reencarnações diárias, dos tutelados que serão assistidos até os primeiros sete anos da existência carnal.

Cap 31 – Cecília ao órgão – Em reunião musical festiva há execução, ao órgão, da “Tocata e Fuga em Ré Menor”, de Bach, com acompanhamento coral de crianças.

Cap 32 – Melodia sublime – Ismália, Espírito elevado, executa melodia ao órgão, que faz brotar na mente de A.Luiz e dos demais ouvintes, sublime oração de louvor ao Criador.

Cap 33 – A caminho da Crosta – A.Luiz, Vicente e Aniceto dirigem-se à Crosta. Caminham por via escura e nevoenta, diferente da que liga “Nosso Lar” à Crosta. Aos poucos começam a vislumbrar luz solar. A partir dali, praticam a volitação, com emprego de transformação da força centrípeta (!).

Cap 34 – Oficina de ”Nosso Lar” – A.Luiz chega ao Rio de Janeiro e, surpreso, com a visão espiritual agora já dilatada, vê grande quantidade de desencarnados vagando pelas ruas ou abraçados a transeuntes, que os ignoram... Chegam a uma humilde residência, que na verdade é oficina que representa “Nosso Lar”.

Cap 35 – Culto doméstico – A família encarnada da oficina de “Nosso Lar” procede ao culto doméstico, com participação de benfeitores espirituais. Tema evangélico: comentários sobre irreflexão e suicídio e a parábola que compara o Reino dos Céus a um grão de mostarda.

Cap 36 – Mãe e filhos – São tecidos comentários sobre a riqueza, a pobreza e a proteção divina. A boa educação que deve ser dada aos filhos é exemplificada de forma útil.

Cap 37 – No santuário doméstico – A.Luiz e outros Espíritos se alimentam (registra o Autor Espiritual que não é possível ser feita analogia aos alimentos terrenos). Há comentários sobre os efeitos da prece, do vento e das tempestades (estas, assustam aos Espíritos ignorantes que vagueiam pelas ruas, os quais, temerosos, buscam asilo de preferência em casas de diversão noturna ou em residências abertas...). É descrito o intercâmbio positivo entre encarnados e desencarnados que se amam.

Cap 38 – Atividade plena – Encarnados doentes, desdobrados pelo sono, são atendidos na oficina de “Nosso Lar”. Comenta-se os simbolismos contidos nos sonhos. Freud é citado como “missionário da Ciência, sob limitações, que fez muito, mas não tudo, na esfera da indagação psíquica”.

Cap 39 – Trabalho incessante – A caridade tem que se associar ao dever, não ofertando facilidades às entidades ociosas, irônicas ou aquelas de intenções inferiores. Mostra o exemplo de desencarnados que prejudicaram uma reunião mediúnica pelas facilidades que lhes foram dadas, de ingresso na mesma, sem a indispensável preparação.
NOTA: Esse alerta é oportuno, vez que não poucos Centros Espíritas permitem que pessoas sem “a indispensável preparação” sejam desde logo admitidas às reuniões mediúnicas.

Cap 40 – Rumo ao campo – Mostra a necessidade espiritual do repouso (!).São citadas as “nuvens de bactérias variadas” que provocam doenças físicas, mas também as “formas caprichosas das sombras” (matéria mental inferior expelida por algumas pessoas) que promovem desequilíbrio mental. Essas sombras são as nuvens de larvas mentais(!) que causam doenças à alma. A fé proporciona elevação e antídoto a tal contaminação astral. Há comentários sobre a bênção do Sol, do solo e das plantas.

Cap 41 – Entre árvores – São citados os numerosos Espíritos cooperadores do reino vegetal, em preparativos para nova encarnação no mundo, prestando serviço nos reinos inferiores.
NOTA: Convidamos os leitores à leitura da questão n° 538 de “O Livro dos Espíritos”
Há o instigante relato de um carroceiro que, com grande grosseria, vivia a agredir animais, inclusive um muar que o auxiliava a ganhar o pão de cada dia. Demonstra como a cólera é prejudicial ao colérico...

Cap 42 – Evangelho no ambiente rural – Mostra a sintonia no momento da oração, sendo que até animais são atraídos para as proximidades, por forças magnéticas desconhecidas. É decantada a bênção da Natureza, mas lamentada a ganância humana, que a desrespeita (verdadeiro brado ecológico, e isso, em 1944). Instigantes informações sobre o nitrogênio...

Cap 43 – Antes da reunião – É mostrada a movimentação espiritual que antecede a uma reunião mediúnica, estabelecendo faixas magnéticas nas dependências físicas. Há um alerta quanto à hipocondria (afecção mental, obsessiva: mania de doenças).

Cap 44 – Assistência – A.Luiz é designado para aplicar passes em Espíritos necessitados. Atende uma mulher cega, em conseqüência da impressão deixada no perispírito dela pelo tracoma. Quando o passe de A.Luiz dissipa a cegueira, ele e a mulher se emocionam. O Instrutor então o adverte quanto à vaidade: “não olvides que todo bem procede de Deus”. Vários Espíritos são atendidos pelos benfeitores espirituais, mas alguns permanecem impermeáveis a esse auxílio.

Cap 45 – Mente enferma – Demonstra a incredulidade de um doutrinador(?), de vasta cultura, apegado a “inexistência” de provas da sobrevivência humana, que palestra com outro doutrinador, comentando sobre os pesquisadores e as fraudes mediúnicas... O primeiro se apóia na razão e na ciência; o segundo, na fé e no bom senso das verdades espíritas.

Cap 46 – Aprendendo sempre – Na reunião mediúnica estavam trinta e cinco encarnados e mais de duzentos desencarnados(!). É alertado o alto preço que terão que pagar os que usam o intercâmbio espiritual levianamente.

Cap 47 – No trabalho ativo – Mostra como médiuns novatos em conhecimentos evangélicos causam desarmonia na reunião mediúnica. A concentração em trabalhos de natureza espiritual é definida e porque alguns pedidos nem sempre devem ser atendidos... para o bem do próprio necessitado.

Cap 48 – Pavor da morte – É esclarecido porque Espíritos necessitados são trazidos à reunião mediúnica: por manterem-se muito ligados ao plano terreno, o magnetismo e o calor humano doados pelos médiuns despertam neles forças novas. A.Luiz e amigos vão a um necrotério e atendem a uma jovem recém-desencarnada que se mantém presa aos despojos físicos, embora o noivo (também desencarnado) lá esteja tentando auxiliá-la, mas sem consegui-lo.
NOTA: Há preciosa lição sobre “a idéia da morte”, pois quando CREMILDA desperta no Plano Espiritual, a informação de sua morte não lhe é passada, e sim, de “vida vitoriosa, pois Deus não é Deus de mortos, e, sim, o Pai das criaturas que vivem para sempre”.
Este é um segundo alerta aos médiuns doutrinadores: agir com tato e caridade para com os visitantes espirituais que desconheçam que não mais possuem o corpo físico...

Cap 49 – Máquina divina – O desligamento perispiritual de um agonizante é detalhado de forma impressionante, mostrando como todos os movimentos do corpo são administrados pela mente.

Cap 50 – A desencarnação de Fernando – Mostra-nos o auxílio espiritual para uma desencarnação. Os parentes, por invigilância, estavam perturbando o desligamento e por isso os Benfeitores Espirituais promovem uma melhora fictícia, para afrouxar a tensão dos encarnados... No exemplo do capítulo, o desligamento do corpo espiritual se processa a partir dos calcanhares, terminando na cabeça.

Cap 51 – Nas despedidas – Finda a semana de pródigas tarefas espirituais, A.Luiz, Vicente e Aniceto preparam-se para regressar ao “Nosso Lar”. Nas despedidas, A.Luiz e Vicente (com Isabel desdobrada pelo repouso do sono) acompanham a comovente prece pronunciada pelo bondoso Aniceto.

PERSONAGENS CITADOS:

ANDRÉ LUIZ – é o Autor Espiritual. Permaneceu no Umbral por oito anos. Recolhido ao “Nosso Lar”, por interferência de sua mãe. Graças à sua abnegação e trabalhos incansáveis de auxílio ao próximo, alguns anos mais tarde conquistou a faculdade da volitação e recebeu a comenda de “Cidadão de Nosso Lar”.
André Luiz é um exemplo dignificante de auto-reforma.
Agora, na obra “OS MENSAGEIROS”, reporta vários aprendizados que alcançou junto à equipe de auxiliares-aprendizes: primeiro, no “Centro de Mensageiros”; depois, em estágio noutra Colônia (“Posto de Socorro”); a seguir, numa viagem à Crosta, com duração de uma semana, teve oportunidade de pôr em prática as lições recebidas.
(Por tudo isso, de nossa parte, com muito respeito, consideramos que esse livro, escrito em continuação ao “NOSSO LAR”, talvez até possa ser considerado como um segundo volume, isto é, NOSSO LAR-2).

OBS: Citaremos a seguir os nomes dos personagens do livro "OS MENSAGEIROS", colocando entre parênteses: (d) = desencarnado; (e) = encarnado, e os respectivos capítulo e página onde são pela primeira vez mencionados.

ANICETO (d) – 2/16 - após tarefas no Ministério da Regeneração, devotou-se “a tarefas sacrificiais no Ministério do Auxílio, passando a ser Instrutor na Comunicação”
VICENTE (d) – 3/25 - o único aprendiz-médico da turma de alunos de Aniceto
ROSALINDA (e) – 4/27 - esposa de VICENTE
ELEUTÉRIO (e) – 4/28 - advogado, irmão de VICENTE; amante de ROSALINDA (ambos assassinaram VICENTE)
TELÉSFORO (d) – 5/31 - lidador da Comunicação
OTÁVIO (d) 6/39 - médium fracassado
MARINA (e) 6/39 - amiga de ISABEL e de ISAURA, pronta a ajudar OTÁVIO
ISAURA (d) 7/41 - mãe de OTÁVIO
ISABEL (d) 7/41 - amiga de ISAURA
ACELINO (d) 8/47 - médium fracassado
RUTH (?) 8/48 – foi esposa de ACELINO (no século XIX)
AMÂNCIO (?) 9/52 – foi marido de MARIANA
MARIANA (d) 9/53 - médium socorrista fracassada
JOAQUIM (?) 9/53 - é citado por uma aprendiz no “Centro de Mensageiros”
ERNESTINA e BENITA (d) 9/54 - aprendizes no “Centro de Mensageiros”
ADÉLIA (d) 9/55 - é citada por um aprendiz no “Centro de Mensageiros”
JOEL (d) 10/57 - aprendiz no “Centro de Mensageiros” / em vida anterior foi Monsenhor espanhol / em outra reencarnação foi médium fracassado, que detinha a faculdade de conhecer vidas passadas das pessoas
BELARMINO FERREIRA (d) 11/62 - aprendiz no “Centro de Mensageiros”/ doutrinador fracassado
ELISA (?) 11/64 – foi esposa de BELARMINO
MONTEIRO (d) 12/67 - aprendiz no “Centro de Mensageiros”/ quando encarnado, foi médium doutrinador, intelectual, de “grandes discursos”, mas insensível
ALFREDO e ISMÁLIA (d) 16/89 - casal responsável pelo “Posto de Socorro”
OLÍVIA e MADALENA (d) 19/104 - assistentes do Posto (técnicas do Passe de Sopro)
MALAQUIAS (d) 21/115 - internado no Posto / ex-fazendeiro / idoso / escravista
ARISTARCO (d) 21/116 - internado no Posto / ex-rico
ANA (d) 23/126 - internada no Posto / com pesadelos cruéis
ALONSO (d) 26/140 - cooperador no Posto
PAULO (d) 27/144 - internado no Posto / ex-caluniador
Casal BACELAR e duas filhas (d) 28/150 - família amiga, que veio do “Campo da Paz”, em visita social a ALFREDO
CECÍLIA (d) 29/154 – filha do casal BACELAR
ALDONINA (d) 29/154 – sobrinha de BACELAR
ISAURA (d) 30/159 e ANTÔNIO (d) 30/160 – noivos / moravam no “Campo da Paz” / quando ANTÔNIO foi convocado para prestar serviços em “NOSSO LAR”, levou a noiva / casaram-se e lá permanecem
HERMÍNIO (d) 31/167 - Espírito sofredor / é amado por CECÍLIA (a filha do casal BACELAR)
ISIDORO (d) 34/181 – foi marido de ISABEL - trabalhador humilde na oficina do “NOSSO LAR”
ISABEL (e) 34/182 - viúva de ISIDORO / médium / sua casa é a oficina do “NOSSO LAR”
filhos (encarnados): JOANINHA, NELI, MARIETA, NOÊMI e JOÃOZINHO
FÁBIO ALETO (d) 34/186 - Espírito protetor do lar de ISABEL
EMÍLIA (d) 37/195 - Espírito de “NOSSO LAR” / hospeda-se na oficina do “NOSSO LAR”
REGINA (d) 37/195 – filha de EMÍLIA
NIETA (e) 38/200 – em desdobramento pelo sono é atendida espiritualmente na oficina do “NOSSO LAR”
DALVA (e) 39/205 - atendida pela mãe (Espírito desencarnado) na oficina do “NOSSO LAR”
HILDEGARDO e VIEIRA (d) 39/206 - Espíritos auxiliares na oficina do “NOSSO LAR”
HILÁRIO e CARLOS (d) 39/207 - atendidos na oficina do “NOSSO LAR”
GLICÉRIO (d) 41/217 - Espírito responsável pela segurança de um trecho da zona rural
BENTES (e) 45/234 - médium doutrinador, em atividade na oficina do “NOSSO LAR”
Dr FIDÉLIS (e) 45/235 - interlocutor de BENTES / é espírita, intelectual, mas sem fé
ANSELMO (d) 47/245 - Espírito instrutor mais graduado na oficina do “NOSSO LAR”
AMARO (e) 47/246 - doente / freqüentador da oficina do “NOSSO LAR”
CREMILDA (d) 48/250 - recém-desencarnada / atendida pelo noivo (também desencarnado) e por VICENTE
FERNANDO (d) 50/259 – citação espiritual detalhada de sua morte física
AMANDA (e) 50/260 – esposa de FERNANDO
JANUÁRIO (e) 50/261 - irmão de FERNANDO
- Espíritos citados na obra “NOSSO LAR” e que aqui voltam a ser mencionados:
Do Ministério da Regeneração: NARCISA (1/13) e TOBIAS (2/16)
Ministros: GENÉSIO (2/16); ESPERIDIÃO (2/19); GEDEÃO (11/64).

TERMOS POUCO USADOS:
A título de colaboração, registramos abaixo o significado ou origem de alguns termos pouco usados, que eventualmente aparecem ao longo do texto de “Os Mensageiros”:

TERMOS CAP PAG S I G N I F I C A D O
Bolçando-os 12 69 (do verbo bolçar: lançar fora, arrojar) = Lançando-os
barbacãs 20 108 muros avançados
galeotas 21 114 pequeno barco movido a remo e a velas
catadura 21 117 semblante, aparência
Rebolcando-se 23 126 Movendo-se como uma bola (rebolando-se)
insulamento 23 126 ato de insular-se (isolamento, tornar solitário)
Deprecando 24 132 Pedindo (com submissão)
soledade 26 142 lugar ermo, deserto, solidão
evolver 26 142 Evoluir
evolutiram 27 146 Transformaram (para melhor)
escarmento 27 146 correção, castigo, punição
safirino 28 149 da cor de safira (azul variável)
carro tirado 28 149 carro puxado
estalão 28 153 medida, padrão
mane 32 171 (do verbo manear: manejar) = Maneje
caliginosa 33 175 tenebrosa, muito escura e densa
amanhar 35 187 cultivar, lavrar
lautas 36 191 Abundantes
obliteração 38 200 desaparecimento, supressão
escarninhos 39 207 Sarcásticos
frondes 41 215 copas das árvores
Moloques 42 221 (subst.próprio) = pretensas divindades, rel. a sacrifícios humanos, com a consagração pelo fogo
desassisados 46 240 desatinados, sem siso (sem bom senso)

RIBEIRÃO PRETO/SP - Em 12.Fev.2004
Eurípedes Kühl – Responsável
SOCIEDADE ESPÍRITA ALLAN KARDEC
Rua Monte Alverne, 667 – Ribeirão Preto/SP

FONTE:http://www.institutoandreluiz.org/sinopse_os_mensageiros.html

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Produtores já trabalham em continuação do filme "Nosso Lar"


Filme baseado em livre espírita já levou mais de 2 milhões de espectadores aos cinemas
21.09.2010 | Atualizado em 21.09.2010 - 18:43

Redação CORREIO

O sucesso do filme 'Nosso Lar' deve ganhar continuidade. Os produtores do filme baseado na obra de Chico Xavier, que já levou mais de 2 milhões de pessoas ao cinema, estão em fase de produção do 'Nosso Lar 2'.

O filme será uma adaptação do livro 'Os Mensageiros', segundo livro do espírito André Luiz psicografado pelo médiu mineiro, de acordo com reportagem da Folha Online nesta terça-feira (21).

'Os Mensageiros' dá sequência à narrativa do espírito André Luiz que, após a morte, vai para a cidade espiritual Nosso Lar. O livro fala sobre a continua evolução dos espíritos e o medo da morte.

FONTE:http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/produtores-ja-trabalham-em-continuacao-do-filme-nosso-lar/