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quinta-feira, 5 de março de 2009

-->TV GLOBO: MAIS VOCÊ Aborda Espiritismo


ASSISTA AO VÍDEO: http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1007259-10345,00.html
Um dos maiores mistérios que rondam o nosso mundo é o mistério da morte.
A possibilidade de nos comunicarmos com quem já se foi é intrigante. Uma das formas de contato com o mundo espiritual é através da psicografia. O médium brasileiro Chico Xavier ficou conhecido com os livros psicografados que publicou.

Um nome que também se destaca no kardecismo é o de Divaldo Pereira Franco.
Ele é o médium mais respeitado atualmente no Brasil e é o maior divulgador da doutrina espírita por todo o mundo. A primeira experiência mediúnica aconteceu quando tinha 4 anos, mas não foi através da psicografia. “Estava brincando na sala e uma senhora chegou e disse que queria falar com minha mãe. Eu a chamei e, quando ela chegou na sala, não havia ninguém. A senhora voltou a dizer que queria falar com minha mãe e contou que era a minha avó.Eu não sabia o que era avó porque, quando nasci, meus quatro avós já tinham falecido”, disse.

São incontáveis as mensagens que ele escreveu sob a orientação dos chamados "benfeitores espirituais". Todo esse trabalho está reunido em mais de 200 livros! “Os livros necessitam de um transe profundo. A gente não sabe o que escreve. Eu já psicografei até em árabe”, explicou. Ele já fez mais de 11 mil conferências em 2 mil cidades em todo o Brasil e em 62 países. Tem 600 filhos adotivos e 200 netos.

E como explicar o talento de um menino pianista que toca sem nunca ter aprendido? Será que o espiritismo explica? Para Divaldo Franco, trata-se de um fenômeno de reencarnação.
“Nesses fenômenos, o espírito retorna e evoca as lembranças de uma outra vida, não só da música”, explica.
O Mais Você também mostrou, nesta quarta-feira, o caso do seu Aurílio Moraes, que perdeu o filho, Carlos Eduardo, repentinamente, quando ele ia completar 15 anos. Após a morte do menino, ele recebeu uma mensagem do filho. Outros médiuns também receberam mensagens de Carlos, inclusive Chico Xavier.

Ainda no palco do Mais Você, Ana Maria recebeu a atriz Ana Rosa, que interpreta a “Virgínia” na novela “Três Irmãs”. Ela é espírita e perdeu dois filhos. “Já consegui me comunicar com a minha filha, uma delas com o Divaldo. Eu não tinha ido buscar uma mensagem, mas ele disse que precisava falar comigo. Foi a coisa mais linda! Entre várias coisas, ela disse que tinha sido muito bom eu e meu marido termos continuado na doutrina. Eu fazia a peça ‘Violetas na Janela’ e ela disse que as violetas não deveriam ficar na janela, e sim em um lindo tapete para me receber no dia em que eu partir”, contou, enquanto Ana Maria foi às lágrimas.

11 comentários:

LIVRO DIGITAL - LUIZ DOMINGOS DE LUNA disse...

Planeta grão, para
Luiz Domingos de Luna*

Outro dia, eu peguei minha luneta, me afastei bem da terra e fui olhar como é que isto funciona, olhei as cidades, cada uma com seu lindo cemitério, os túmulos bem esculpidos, tudo iluminado
- Será que eles amam o mistério ? Olhei bem os espigões verticais, pareciam latas, as pessoas entravam sorridentes nas latas – Seres humanos enlatados ?
Ao focar as ruas era um rio em movimento, um rio cheio de automóveis, tinha até os ruídos das cachoeiras, as buzinas ao som de apitos que não paravam mais. Será que eles amam o barulho ?
Coloquei uma nova objetiva e vi uma multidão entrando, casas, cubículos, celas – Será que eles amam a prisão ?
Ao girar a luneta, um novo mundo uma orla marítima cheia de humanos, trajes bem economizados, muita onda, muita prancha muito surf - Será que eles amam a liberdade ?
E ali, bem em frente um parque, cheios de bocas redondas, as bocas sempre a soltar um hálito sulfuroso em forma gasoso - Seria um parque industrial, pelo jeito sim, pois é uma entrada e saída de automóveis que não para nunca – Será que eles amam o movimento ?
Ali é um baile, não tenho dúvida, ali é um baile todos com seus corpos untados em movimentos ao som de músicas continuadas, corpos que se juntam e se deslocam em questão de segundos, um ritmo bem cadenciado numa cola que une e separa ao som da harmonia ou desarmonia do choque sonoro – Será que eles se amam entre si ?
Ai, bem ai, agora sim, encontrei uma fábrica, uma linda fábrica, tudo bem estruturado, higiênica inclusive, uma fabrica que não produz fumaça, dá muitos empregos, esquenta a economia, dá luz ao progresso, determina o que é um pais desenvolvido ou não, é base que dá sustentação ao que é, e o que não é poder, é uma maravilha da criação humana, obra prima, o poder da inteligência concentrada dos inteligíveis em projeção, um show vivo e imperdível no palco da existência dos seres humanos.
Uma linda fábrica de mísseis da última geração, não erra o alvo nunca, pronto para destruir tudo a sua frente, um britador, um demolidor, esperando somente à hora para atacar o inimigo -Que inimigo /eu/. não, - Outros seres humanos. - Será que eles amam a vida ou a morte. - Não sei !
___________
(* ) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.

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Tanta existência - Por quê?
Luiz Domingos de Luna*


Às vezes começo a viajar no infinito, percorro na minha medição, as tantas formas existentes, são planetas, estrelas, luz, escuridão, quasares, gargantas de buracos negros são tudo uma imensa interrogação. Planetas lindos, inculisve, solitários, amorfos, gelados, consistentes, as mais das vezes verdadeiras obras de arte, obras de arte que, talvez nunca seja apreciada pelos seres humanos. E triste saber que a humanidade ainda não pode contemplar todo este carrossel existencial, giratório, de um passo de uma galáxia para outro é um questão de fração de segundos, o mais interessante são as formas, todas as formas são totalmente diferentes, na verdade não existe igual ou semelhante à outra. Tudo é encantador, talvez o encantamento seja o fato de a cada pisada tudo ser diferente, o que causa repugnância é realmente a primeira pisada, a gente sempre tem a impressão de que está em outro mundo.

Nunca passa pela nossa cabeça de que estamos no mesmo universo. O que chama a atenção não é bem a pisada em si, mas a compactação da pisada, não sei se é um fator psicológico ou não, mas parece que estamos pisando em uma geléia, ou algo que vai nos afundar, talvez a gravidade no planeta terra seja o responsável por esta sensação estranha, na verdade me sinto um estranho, um invasor, um desbravador, um pioneiro de uma história que talvez nunca acontecerá, até porque, as nossas atividades no planeta terra não oferecem esta oportunidade de forma plena para o pensar humano nesta dimensão. Talvez um impedimento psicológico, o medo do desconhecido, a certeza de um vazio que jamais tem fim.

Outro dia eu fui até os confins do universo, foi um passeio maravilhoso, não tem como explicar, o eixo giratório do universo consegue apagar toda a sensação da compreensão do que temos como real aqui na terra. Confesso que a viagem foi muito divertida, pois, tudo no universo não se repete é sempre o nascimento de um novo mundo - me senti a pessoa mais feliz do mundo, eu pensava que aquele passeio era um presente único, que eu tinha sido o escolhido para contemplar e apreciar o universo como um todo. Na verdade, quando eu já tinha atravessado boa parte do universo, por um impulso, que não sei explicar o porquê - pedi para o meu guia parar a nave - por alguns instantes, o que fui atendido prontamente. Parei e entendi o motivo de minha solicitação, é que, no meu íntimo, o meu referencial é o planeta terra, e eu queria ver a minha querida e amada terra.

Levei um susto muito grande, procurei a terra, pedi a meu guia uma luneta, girei a luneta em todos os sentidos e nada de terra. Quando eu vi que não tinha condição de ver a terra que se encontrava a anos luz de distância, entrei em desespero, depressão, crise de pânico, enfim, só me vinha à certeza de que eu estava perdido no universo; ou o contrário, o universo sem terra não é universo, presumo que se fosse outra pessoa que tivesse esta oportunidade teria continuado a viagem sem nenhum prejuízo para, se iria ter ou não um referencial para viver, ou dizer - eu sou um sem humano com terra, ou sem, para mim foi como uma fatalidade -se a terra não está presente, eu também não estou, diante deste raciocínio tolo, tive que retornar o planeta terra e deixar de contemplar todas as maravilhas do cosmo.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE).

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O Vôo da águia
Luiz Domingos de Luna*
I
No tapete da vida sitiante
Restrito a orla vegetal
Sem riqueza material
O sonho no horizonte
II
No tabuleiro do jogo existencial
Cada movimento estudado
Um universo, criado
A onda em movimento espiral
III
Cruza do sonho à luz
Aurora boreal a confirmar
O Vôo da águia a voar
Uma paisagem reluz
IV
O cariri dá rosto feliz
Aurora levanta a voz
Ceará nascente e foz
Tempo senhor juiz
V

A águia canta no ar
O Tempo ao templo parado
A vida some em segundos
A águia não pode mais voar
VI
Na curva da estrada
O choque do pavio
Com um navio
Vida emparedada
VII
Vida transfigurada
No além do mistério
Existe um critério
Águia reluz!
Em outro universo
Seu brilho no verso
No caminho de luz!
+Poesia feita ao maior empresário de Aurora – Tarcisio Gonçalves – falecimento dia 04 de dezembro, 2009.
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Interrupção

Luiz Domingos de Luna
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O Tempo quebra o espaço
No grito que foi sufocado
Corpo sem vida parado
Vago no tracejado Compasso
Deixei a marca no aço
Não completei a missão
Estou noutra dimensão
Não sei o que é que faço
A matéria não cabe em mim
A luz não curva o universo
Penso que atravesso
Um Horizonte sem fim
Estás próximo de mim
Mas como manter contato
Não sou um ser de fato
Mas uma onda sem fim
Falta o ponto linha ou cruz
Ou uma voz para falar
Não posso sempre vagar
Numa atmosfera sem luz

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A Vida é uma cela
Luiz Domingos de Luna*

O Poder existencial na correnteza do tempo porta o mistério da vida, burla a mente humana, e escraviza os seres vivos, pois, senão vejamos: a vida sempre depende de matéria, preferencialmente, matéria perecível, logo, a vida é um prenuncio da morte, assim, todo ser vivo é um ser morto dependendo tão somente da variante existencial – Tempo.

O ser humano para existir precisa de uma carcaça, toda força pensamental, inteligível e processual é planejada, calculada e, vivida nesta carcaça da vida no interregno passageiro, o que de já, um grande peso, considerando a nossa força gravitacional que é muito forte e poderosa.

O Substrato da vida para existir cobra um preço muito alto, o corpo dos viventes é muito exigente, a dependência do meio ambiente é um agente controlador de todo processo existencial.

A Ciência pouco tem feito para mudar este quadro amedontrador que ceifa milhares e milhões de vida, no caso especifico do homo sapiens desde o surgimento do homem na era da cenozóica no período do pleistoceno aos dias atuais.

Essa maquina assassina da existência é tão poderosa que dos mais sábios vultos da humanidade aos mais simples dos humanos, ninguém ainda, teve coragem de enfrentar de frente este Dragão que se alimenta sorridentemente, de vidas no decorrer do espaço tempo
Por que isto acontece?

A Humanidade aceita calada e ordeira, a prisão existencial imposta aos seres humanos, quando muito, fica em fagulhas temporais uma história que, as mais das vezes, no freio existencial, um mito, uma lenda e por fim o esquecimento pleno – Total.

Esse poder existencial, que nunca foi barrado com seriedade, ou sem, é, foi, e será uma constante na vida dos seres vivos no planeta terra.

Os seres vivos aceitam isto como uma fatalidade, uma realidade imutável, o destino e haja substantivo ou adjetivos para qualificar esta dor existencial.

Porem, não muito longe, planetas, quasares, estrelas, seres luminosos, ou iluminados a quebrar a barreira do tempo sem esta limitação existencial – Por quê?

Por que a terra que o homem vive na vertical é a mesma que viverá na horizontal, ainda que sem vida – Corpos gelados, restos, somente restos.

Burlar o poder existencial, não é algo fácil, porém, também não é impossível, pois a cada volta do homem no cosmo, no futuro, maior a possibilidade de se encontrar com seres que já ultrapassaram esta forma embrionária e obsoleta de existir.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamenta e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora CE.

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Minha volta a Aquarius
Luiz Domingos de Luna*
Outro dia, não sei bem precisar o motivo, me bateu uma saudade de meu berço natal Aquarius, depois de muito refletir, vi que não era importante a viagem, a cultura, o modo de vida tudo diferente, e, o fato maior de já estar acostumado aqui na terra, na verdade, me sinto mais a vontade como terrestre do que com o Aquariano.
Talvez o motivo real seja outro, ou seja: o medo de não poder mais retornar a terrinha, que, apesar dos conflitos humanos, das limitações, tem um charme muito especial que é o bairrismo, com certeza o que caracteriza o Planeta Terra é o bairrismo, algo muito difícil de encontrar em outro.
Diante da minha decisão de retorno ou não, vi que estava agindo como um terrestre, pois, o grande paradoxo dos humanos é também o meu paradoxo. Algo que me deixou perplexo e angustiado, ao saber que o amor a terra é também motivo de agressão a mesma, uma equação pensante muito contraditória, pois, como amar o planeta e viver eternamente pensando, abusando, ferindo, explorando, consumindo, poluindo e pelando a bolinha tão frágil e tão pequenina no espaço sideral.
Para os terrestres, talvez a minha reflexão, não contivesse o cerne da racionalidade, vez que: como os habitantes da bolinha ainda azulada poderiam chegar a tal conclusão? Se eles não conhecem outro referencial, para mim, isto é muito natural, porém para eles o meu questionamento pode nem fazer parte de seu campo pensamental. Por que faria?
Descobri que sem um diferencial, ou outro referencial, fica muito difícil de chegar ou compreender o plano existencial, racional, lógico, real e plausível a arte cara de existir, numa ação tão renovada, quanto à existência do próprio homem no planeta terra.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra - Aurora (CE)

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Terra que Treme

Terra que treme - Por: Luiz Domingos de Luna*

De há muito, encontrei um irmão Aquariano, como sempre o nosso assunto predileto - O Planeta Terra. O Companheiro postava um ar de inquietação muito forte, era algo muito perceptível, contemplei aquela situação vexatória, pois a silhueta já passava a energia pensamental vibratória, necessária para a compreensão da confusão do conaquariano.

A pergunta, ou a dúvida do amigo, também a minha, era o fato de que o nosso planeta não treme, terremoto, como o próprio nome diz está ligado a terra. Ou existe terremoto em outros planetas? Considerando que o terremoto é um ajuste nas placas tectônicas que formam a coesão do Planeta terra no seu campo gravitacional interno, fica uma certeza e nasce uma dúvida. A certeza de que, sendo o universo uno, enquanto grandeza existencial, toda a massa universal está sujeita a tremores, porém a duvida nem toda massa existencial esta sujeita a força gravitacional poderosa e determinada da terra. Assim, os tremores são diferentes, pois tudo vai depender do poder da força gravitacional para identificar o poder do estrago no espaço tempo, porém muitos cientistas afirmam que o tempo real não existe, por este ângulo do pensar humano os terremotos em outros planetas podem nem existir, tudo pode ser apenas uma abstração dos humanos.

- Compreendeu?
-Não
-A Certeza?
-Nenhuma
A Dúvida?
-Todas
-Mas é assim que a coisa funciona.

*Professor- Aurora - Ceará

Postado por Dihelson Mendonça às 02:32

FONTE http://blogdocrato.blogspot.com/2010/03/terra-que-treme-luiz-domingos-de-luna.html

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A Morte do Aquariano
Luiz Domingos de Luna*
Outro dia eu estava respirando como de costume, tranqüilamente, um dor, um dor muito forte, contínua e grossa, como sou cardíaco fino, pensei: deve ser a taxa de triglicerídeos que subiu de forma alarmante, creio, igualmente, que o metabolismo do organismo é sensato o suficiente para contornar esta situação.
Uma artéria, talvez a espreita de uma oportunidade, que finalmente apareceu, entupiu, o cérebro a esperar o oxigênio, que também não veio, parou, e eu como não podia fazer muito fiquei somente a aguardar os novos acontecimentos.
Como não podia ser diferente, o óbito um mal necessário, me acudiu prontamente, até que enfim, um fim pensei.
Criei assim uma grande solução para os humanos e um grande problema para os aquarianos, vez que, em Aquarius, a morte é algo obsoleto, nem existe e não faz parte da nossa cultura.
Os humanos, que na verdade são humanos me levaram para uma tumba em um lindo Cemitério. Era noite, porém os lindos refletores davam a impressão ser dia, ruas bem delineadas e silenciosas. Finalmente sozinho, que deve ser a solidão de todos; portanto nenhum privilegio para mim.
De repete escuto uma grande discussão. Como já estava deitado aproveitei a posição para escutar melhor o barulho, na verdade, um debate dos meus irmãos Aquarianos. Uns mais exaltados diziam: esta morte está errada, esta morte não devia acontecer – Esta tudo errado.
- Como assim? Perguntou outro, - Como vamos noticiar a morte de um Aquariano em Aquarius se nós aquarianos não provamos da morte?
Depois de muita refrega decidiram me levar para o meu planeta de origem, mas sempre com uma dúvida no ar - A matéria agüenta a velocidade da luz ? – pois nós vamos acelerar uma três vezes mais – O calculador encontrou uma solução rápida para a problemática, vamos acelerar bem, quando houver a desintegração a gente coloca nosso motor gravitacional em rotação plena,junta as partículas e em Aquarius a gente monta tudo novamente e ninguém nem desconfia.
Alguma dúvida?
- Todas
Alguma certeza nenhuma
-Nenhuma
-Mas é assim que a coisa funciona.
Professor – Aurora -Ceará

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Aquariano, logo existo!
Luiz Domingos de Luna*
Outro dia eu estava bem sentado no meu planeta natal-Aquarius, quando de repente comecei a pensar, ora, enquanto estava pensando, descobri que em Aquarius não se pensa, logo o pensar não existe, diante desta situação vexatória, passei do chip dos humanos para o dos aquarianos, foi um impacto muito forte, pois, a partir do momento do transplante todo pensamento sumiu, o chip aquariano é tão somente uma gravação que remonta a Big Bang, o tempo real não existe, um barulho ensurdecedor, são fatos ocorridos, tudo bem encaixado em uma seqüência perfeita.
- Quando a bateria que fornece energia parar – Como é que fica? - coloca-se uma nova, - Quando o chip pifar?- Coloca-se um novo. – O novo é atualizado?– Não, porque isto nunca acontece. Em Aquarius o tempo real não existe. Tudo é feito para a eternidade. Uma energia contínua que clona qualquer pensamento e coloca no arquivo da memória.
- Nós somos como o sol a energia que consumimos é a mesma que produzimos, logo, matematicamente, o zero seria sempre o nosso referencial para o inicio, o meio ou o fim.
Os humanos para existir, precisam pensar, e nós? - Nós precisamos apenas da matéria escura, sempre na matéria escura nós temos o formato, sem a matéria somos diluídos no espaço sideral, pois o nosso campo gravitacional é inverso ao que você conhece.
-E eu, finalmente, sou um terrestre ou um Aquariano? - O dois? - como assim? - você funciona na matéria clara e na escura.
-Existem outros que também são assim?
-Sem dúvida
-Alguma dúvida
-Todas
-Alguma certeza
-Nenhuma
-Mas é assim que a coisa funciona.
* Professor, Aurora – Ceará.

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A Psicografia em Aquarius

A Psicologia em Aquarius*
Por Luiz Domingos*

Outro dia fui convidado a retornar ao meu planeta Natal Aquarius como de sempre, passei pelos procedimentos, já devidamente, relatados na Série Aquarianos; em minha cadeirinha ao entrar na galáxia de Atenas, e em segundos de Anos luz o meu querido berço natal Aquarius, tudo do jeito que deixei, visto em Aquarius o tempo real não existir.
Como de sempre entrei na fila para a grande conferência, o tema já devidamente exposto em 3 dimensões A Psicografia em Aquarius.
O Palestrante abriu a conferencia mostrando os gastos onerosos a manter estas viagens Terra Aquarius – Aquarius Terra, ainda bem que a nossa moeda é virtual do contrário Aquarius já seria um depósito de notas e cartões virtuais.
Os peritos foram convidados para fazer um relato da possibilidade técnica da aplicação da psicografia entre Aquarius e a Terra, assim, a relação entre estes dois planetas ficaria mais próxima, mesmo sendo de uma distância física impensável ao possível do pensar dos humanos.
Já comecei a desconfiar que este tema terminasse sobrando para mim, baixei a cabeça e o colega desconfiou que eu estivesse suando muito, embora em Aquarius isto não exista apenas uma didática para compreensão dos humanos.
Quando levantei a cabeça no telão, a minha foto e no código de Barra a indicação para eu fazer a psicografia entre os terráqueos e os Aquarianos.Senti uma dor imaginária que quase queimou o meu chip Aquariano.
Mandei pelo meu computador a indagação de como faria isto, visto lá em Aquarius todos tem o direito de resposta automático.
Colocaram uma luz bem forte em minha frente e disseram: será instalada uma antena de dupla hélice, em cada base púrica a pirimídica será instalada uma base de transmissão do pensamento que entra em nosso equalizador, assim quando você estiver psicografando nós estamos copiando e quando você estiver copiando nós estaremos psicografando.
O Filósofo pediu a palavra e disse: Quem está psicografando quem afinal?
O Projetista disse: Os dois- Que dois?!
A Nave terrestre e a nave aquariana - O Filosofo riu muito e afirmou como é que é feito este contato hoje?Via nossa tecnologia que é super avançada, via energia escura, via matéria escura, via nossa....
Queridos Aquarianos seria mais simples se vocês dissessem: Via Psicografia pura!
O Resto é vaidade abaixo do sol ?
- Que sol?
O Sol da psicografia.

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Luiz Domingos de Luna*
A Cela do existencialismo dos seres humanos é inexorável. A inteligência em projeção pouco, ou nada tem feito para outros dados amostrais da arte do existir. A busca de fundamentação teórica dos componentes químicos para a composição da existência somente consolida a tela da fortaleza da prisão, pois em nada acrescenta ao substrato de outras formas de ser fazer presente no panorama permeado a todos, vez o estudo do passado, seja como principio ativo ou não, o processo culminará sempre com a realidade do agora.
A filosofia tem se debruçado sobre a justificativa para a devoradora de vida no planeta terra – Na verdade, a peregrinação epistemológica tem sido mais para a justificativa da morte, dificilmente, se encontra uma escola filosófica para um estudo sério de como vencê-la, a ciência pouco tem feito para derrotar esta assassina de vidas. Dessa forma até parece que a morte é soberana é algo que está acima da compreensão humana. O reinado da morte parece ser eterno.
A morte de fato não derrota ou devora a vida, mas sim, apenas limita, pois a sobra da morte, a história, que a seqüência forma a epistemologia genética da humanidade que é base para a civilização humana.
O Problema nasce quando a vida é estudada como a variável e a morte como a certeza, quando de fato deveria ser o contrário, a vida como certeza e a morte como variável, isto acontece porque a humanidade se curva a inferioridade de uma existência perecível, ou seja, o presídio é concreto, vive em todas as abstrações dos humanos e sempre é vencedor, sendo a morte a heroína que fecha qualquer ciclo vital.
A solução se torna inatingível, pois tanto a inteligência quanto a ciência qualifica este caracteres como parte do Carrossel existencial, pois, a falta de uma forma diferenciada de existir faz sempre a vida no encaixe do tempo: passado, presente e futuro, até hoje esta fatalidade tem sido uma constante na vida dos seres vivos no planeta ainda azulado.
A desfragmentação da existência em outros patamares é base a libertação do homem, se não existe espaço dentro da lógica real, palpável, ou do alcançável, que seja oferecido novos modelos existenciais, se esta possibilidade inexiste dentro do campo racional do existencialismo que se busque uma ferramenta para tal fim, assim, a fé será sempre um caminho de Luz.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora - Ceará