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sábado, 16 de maio de 2009

--> Renato Russo de Além-Túmulo?

A bondade é o que desperta, somos anjos na floresta
Tentando achar a luz;
Quero todos, quero o mundo, quero você e tudo mais;
O inseto tem armas, mas não fere a flor que o alimenta,
Assim serei contigo e com todos que me saciam,
A sede incontida de amar.

Esse é um trecho do poema O amor, você e algo mais, atribuído pelo médium cearense Sérgio Luís ao Espírito Ruggeri Rubens. O texto faz parte da obra Sempre Há uma Luz, lançada em 2001 pela editora DPL. O romance trata da experiência post-mortem de um grande roqueiro do Brasil. Desligamento do corpo antes da cremação, passagem pelos palcos do umbral, redenção, participação em ações de apoio aos encarnados...

A intenção do autor é muito clara: associar o protagonista da trama ao compositor Renato Russo. Desde o título, baseado num verso da canção A Via Láctea, até os nomes dos capítulos, tudo faz lembrar a obra do líder da Legião Urbana: a morte por complicações decorrentes da AIDS, a cremação, as referências ao gosto pelo cinema, à cultura italiana, à homossexualidade...

Mas, afinal, quem é mesmo o autor do romance? Deixamos ao leitor a tarefa de formar a própria opinião. Aos interessados, eis onde adquirir a obra a preços módicos:

http://www.dpl.com.br/edicoes-dpl/446-sempre-ha-uma-luz


FONTE: http://espiritodearte.blogspot.com/


Neste livro, destinado aos fãs e jovens de todas as idades e crenças, Ruggeri Rubens, letrista e vocalista de famosa banda de pop-rock nacional, recentemente vitimado pela AIDS, auxiliado pelos espíritos Luiz Sérgio e Francisco, deixa-nos imprescindível legado de aprendizado. Demonstra-nos por sua experiência de espírito livre do fardo carnal, que só o verdadeiro amor supera a dor, o preconceito e o fanatismo, testemunhando que a vida é um combate contra nossas imperfeições morais, merecendo ser vivida com dignidade, antes, durante e após o fenômeno intitulado "morte".
Ídolo na Terra, letrista e vocalista de famosa banda de pop-rock, Ruggeri Rubens chega ao Mundo Espiritual, depois de morrer vitimado pela AIDS. "Meus olhos cerraram-se e eu me sentia cada vez mais só. Seria mais uma noite de sono, à custa de drogas que me inebriavam o corpo, drogas que nunca me tornaram mais feliz..." ele conta. Perplexo, descobre e realidade espiritual e assiste ao "filme de sua vida", fazendo um aprendizado intensivo e regenerador. "Ninguém faz ideia do que passei do lado de cá, por ser ignorante moral. Não há pessoas ruins, só ignorantes; é isso aí!", ele diz. Agora Ruggeri Rubens traz até nós a sua dramática experiência, em uma narrativa pontuada por fortes emoções e ensinamentos imprescindíveis. Esta é a sua história.
Médium: SÉRGIO LUÍS

Espírito: RUGGERI RUBENS

Editora: DPL

Gênero: Diversos
ISBN: 9788575013021
Formato: 12 x 17
Páginas: 192
Peso: 0.200 kg

Preço: R$ 9,00

POEMA

Poema O amor, você e algo mais, do médium Sérgio Luís, atribuído ao Espírito Ruggeri Rubens, que encerra o livro Sempre Há uma Luz, de 2001.

Não importa o que eu pense de mim, do mundo, de você.
Só que entenda que não aprendi a amar tão bem,
É arte difícil da qual nem sei conhecer.
No silêncio do meu quarto, quando todos já não sonham,
Eu me encontro aqui sonhando, pensando em te rever.
Pra ser sincero eu só não quero é perder a consciência,
Na luta entre o poder e o dever ser.
Então perco o meu rumo por não saber me controlar;
Quero todos, quero o mundo, quero você e tudo o mais,
Só amar sem perceber, e isso é difícil, quero crer que vou vencer;
Algum dia vou olhar pra trás e ver que nós vencemos
A mais dura das batalhas;
Não somos heróis de nada, a não ser de nós mesmos;
Perder tempo consigo é bem mais do que lição,
É verdade que só se encontra no íntimo do coração;
A bondade é o que desperta, somos anjos na floresta
Tentando achar luz;
Quero todos, quero o mundo, quero você e tudo mais;
O inseto tem armas, mas não fere a flor que o alimenta,
Assim serei contigo e com todos que me saciam,
A sede incontida de amar,
Minhas armas vou guardar pra mim mesmo.
A fim de que não fira os corações,
Pois quero tudo, quero o mundo, quero você e algo mais.

VIA LÁCTEA - RENATO RUSSO

10 comentários:

LIVRO DIGITAL - LUIZ DOMINGOS DE LUNA disse...

O Blog
Livro Digital – Google.
Luiz Domingos de Luna

Um bom livro
Em suas mãos
Páginas a folhear
Celulose sem gastar
Meio de comunicação
Depende de sua atuação
Para credibilidade conquistar
É também uma revista
Um canal de uma pista
Nunca vai poder parar
A história nele passa
Depende da argamassa
De volume bem dosado
Pois o olhar do outro lado
Diz se já foi visitado
Ou ainda vai visitar
Não dá para prender
Nem serve para vender
Nem para ser alugado
O seu preço é qualidade
Que depende do leitor
Que estabelece o valor
Do material postado
Nasce no novo mundo
Vive enclausurado
Na tela bem amarrado
Percorre em um segundo
A fronteira do infinito
A força de seu grito
Em horizonte firmado
Conduzindo com intensidade
A fórmula da liberdade
De um universo colado

LIVRO DIGITAL - LUIZ DOMINGOS DE LUNA disse...

Planeta grão, para:
Luiz Domingos de Luna*

Outro dia, eu peguei minha luneta, me afastei bem da terra e fui olhar como é que isto funciona, olhei as cidades, cada uma com seu lindo cemitério, os túmulos bem esculpidos, tudo iluminado
- Será que eles amam o mistério ? Olhei bem os espigões verticais, pareciam latas, as pessoas entravam sorridentes nas latas – Seres humanos enlatados ?
Ao focar as ruas era um rio em movimento, um rio cheio de automóveis, tinha até os ruídos das cachoeiras, as buzinas ao som de apitos que não paravam mais. Será que eles amam o barulho ?
Coloquei uma nova objetiva e vi uma multidão entrando, casas, cubículos, celas – Será que eles amam a prisão ?
Ao girar a luneta, um novo mundo uma orla marítima cheia de humanos, trajes bem economizados, muita onda, muita prancha muito surf - Será que eles amam a liberdade ?
E ali, bem em frente um parque, cheios de bocas redondas, as bocas sempre a soltar um hálito sulfuroso em forma gasoso - Seria um parque industrial, pelo jeito sim, pois é uma entrada e saída de automóveis que não para nunca – Será que eles amam o movimento ?
Ali é um baile, não tenho dúvida, ali é um baile todos com seus corpos untados em movimentos ao som de músicas continuadas, corpos que se juntam e se deslocam em questão de segundos, um ritmo bem cadenciado numa cola que une e separa ao som da harmonia ou desarmonia do choque sonoro – Será que eles se amam entre si ?
Ai, bem ai, agora sim, encontrei uma fábrica, uma linda fábrica, tudo bem estruturado, higiênica inclusive, uma fabrica que não produz fumaça, dá muitos empregos, esquenta a economia, dá luz ao progresso, determina o que é um pais desenvolvido ou não, é base que dá sustentação ao que é, e o que não é poder, é uma maravilha da criação humana, obra prima, o poder da inteligência concentrada dos inteligíveis em projeção, um show vivo e imperdível no palco da existência dos seres humanos.
Uma linda fábrica de mísseis da última geração, não erra o alvo nunca, pronto para destruir tudo a sua frente, um britador, um demolidor, esperando somente à hora para atacar o inimigo -Que inimigo /eu/. não, - Outros seres humanos. - Será que eles amam a vida ou a morte. - Não sei !
___________
(* ) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora.

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Tanta existência - Por quê? -
Luiz Domingos de Luna*


Às vezes começo a viajar no infinito, percorro na minha medição, as tantas formas existentes, são planetas, estrelas, luz, escuridão, quasares, gargantas de buracos negros são tudo uma imensa interrogação. Planetas lindos, inculisve, solitários, amorfos, gelados, consistentes, as mais das vezes verdadeiras obras de arte, obras de arte que, talvez nunca seja apreciada pelos seres humanos. E triste saber que a humanidade ainda não pode contemplar todo este carrossel existencial, giratório, de um passo de uma galáxia para outro é um questão de fração de segundos, o mais interessante são as formas, todas as formas são totalmente diferentes, na verdade não existe igual ou semelhante à outra. Tudo é encantador, talvez o encantamento seja o fato de a cada pisada tudo ser diferente, o que causa repugnância é realmente a primeira pisada, a gente sempre tem a impressão de que está em outro mundo.

Nunca passa pela nossa cabeça de que estamos no mesmo universo. O que chama a atenção não é bem a pisada em si, mas a compactação da pisada, não sei se é um fator psicológico ou não, mas parece que estamos pisando em uma geléia, ou algo que vai nos afundar, talvez a gravidade no planeta terra seja o responsável por esta sensação estranha, na verdade me sinto um estranho, um invasor, um desbravador, um pioneiro de uma história que talvez nunca acontecerá, até porque, as nossas atividades no planeta terra não oferecem esta oportunidade de forma plena para o pensar humano nesta dimensão. Talvez um impedimento psicológico, o medo do desconhecido, a certeza de um vazio que jamais tem fim.

Outro dia eu fui até os confins do universo, foi um passeio maravilhoso, não tem como explicar, o eixo giratório do universo consegue apagar toda a sensação da compreensão do que temos como real aqui na terra. Confesso que a viagem foi muito divertida, pois, tudo no universo não se repete é sempre o nascimento de um novo mundo - me senti a pessoa mais feliz do mundo, eu pensava que aquele passeio era um presente único, que eu tinha sido o escolhido para contemplar e apreciar o universo como um todo. Na verdade, quando eu já tinha atravessado boa parte do universo, por um impulso, que não sei explicar o porquê - pedi para o meu guia parar a nave - por alguns instantes, o que fui atendido prontamente. Parei e entendi o motivo de minha solicitação, é que, no meu íntimo, o meu referencial é o planeta terra, e eu queria ver a minha querida e amada terra.

Levei um susto muito grande, procurei a terra, pedi a meu guia uma luneta, girei a luneta em todos os sentidos e nada de terra. Quando eu vi que não tinha condição de ver a terra que se encontrava a anos luz de distância, entrei em desespero, depressão, crise de pânico, enfim, só me vinha à certeza de que eu estava perdido no universo; ou o contrário, o universo sem terra não é universo, presumo que se fosse outra pessoa que tivesse esta oportunidade teria continuado a viagem sem nenhum prejuízo para, se iria ter ou não um referencial para viver, ou dizer - eu sou um sem humano com terra, ou sem, para mim foi como uma fatalidade -se a terra não está presente, eu também não estou, diante deste raciocínio tolo, tive que retornar o planeta terra e deixar de contemplar todas as maravilhas do cosmo.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE).

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O Vôo da águia
Luiz Domingos de Luna*
I
No tapete da vida sitiante
Restrito a orla vegetal
Sem riqueza material
O sonho no horizonte
II
No tabuleiro do jogo existencial
Cada movimento estudado
Um universo, criado
A onda em movimento espiral
III
Cruza do sonho à luz
Aurora boreal a confirmar
O Vôo da águia a voar
Uma paisagem reluz
IV
O cariri dá rosto feliz
Aurora levanta a voz
Ceará nascente e foz
Tempo senhor juiz
V

A águia canta no ar
O Tempo ao templo parado
A vida some em segundos
A águia não pode mais voar
VI
Na curva da estrada
O choque do pavio
Com um navio
Vida emparedada
VII
Vida transfigurada
No além do mistério
Existe um critério
Águia reluz!
Em outro universo
Seu brilho no verso
No caminho de luz!
+Poesia feita ao maior empresário de Aurora – Tarcisio Gonçalves – falecimento dia 04 de dezembro, 2009.
(*) Procurar na web

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Interrupção

Luiz Domingos de Luna
Buscar na web

O Tempo quebra o espaço
No grito que foi sufocado
Corpo sem vida parado
Vago no tracejado Compasso
Deixei a marca no aço
Não completei a missão
Estou noutra dimensão
Não sei o que é que faço
A matéria não cabe em mim
A luz não curva o universo
Penso que atravesso
Um Horizonte sem fim
Estás próximo de mim
Mas como manter contato
Não sou um ser de fato
Mas uma onda sem fim
Falta o ponto linha ou cruz
Ou uma voz para falar
Não posso sempre vagar
Numa atmosfera sem luz

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A Vida é uma cela
Luiz Domingos de Luna*

O Poder existencial na correnteza do tempo porta o mistério da vida, burla a mente humana, e escraviza os seres vivos, pois, senão vejamos: a vida sempre depende de matéria, preferencialmente, matéria perecível, logo, a vida é um prenuncio da morte, assim, todo ser vivo é um ser morto dependendo tão somente da variante existencial – Tempo.

O ser humano para existir precisa de uma carcaça, toda força pensamental, inteligível e processual é planejada, calculada e, vivida nesta carcaça da vida no interregno passageiro, o que de já, um grande peso, considerando a nossa força gravitacional que é muito forte e poderosa.

O Substrato da vida para existir cobra um preço muito alto, o corpo dos viventes é muito exigente, a dependência do meio ambiente é um agente controlador de todo processo existencial.

A Ciência pouco tem feito para mudar este quadro amedontrador que ceifa milhares e milhões de vida, no caso especifico do homo sapiens desde o surgimento do homem na era da cenozóica no período do pleistoceno aos dias atuais.

Essa maquina assassina da existência é tão poderosa que dos mais sábios vultos da humanidade aos mais simples dos humanos, ninguém ainda, teve coragem de enfrentar de frente este Dragão que se alimenta sorridentemente, de vidas no decorrer do espaço tempo
Por que isto acontece?

A Humanidade aceita calada e ordeira, a prisão existencial imposta aos seres humanos, quando muito, fica em fagulhas temporais uma história que, as mais das vezes, no freio existencial, um mito, uma lenda e por fim o esquecimento pleno – Total.

Esse poder existencial, que nunca foi barrado com seriedade, ou sem, é, foi, e será uma constante na vida dos seres vivos no planeta terra.

Os seres vivos aceitam isto como uma fatalidade, uma realidade imutável, o destino e haja substantivo ou adjetivos para qualificar esta dor existencial.

Porem, não muito longe, planetas, quasares, estrelas, seres luminosos, ou iluminados a quebrar a barreira do tempo sem esta limitação existencial – Por quê?

Por que a terra que o homem vive na vertical é a mesma que viverá na horizontal, ainda que sem vida – Corpos gelados, restos, somente restos.

Burlar o poder existencial, não é algo fácil, porém, também não é impossível, pois a cada volta do homem no cosmo, no futuro, maior a possibilidade de se encontrar com seres que já ultrapassaram esta forma embrionária e obsoleta de existir.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamenta e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora CE.

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Minha volta a Aquarius
Luiz Domingos de Luna*
Outro dia, não sei bem precisar o motivo, me bateu uma saudade de meu berço natal Aquarius, depois de muito refletir, vi que não era importante a viagem, a cultura, o modo de vida tudo diferente, e, o fato maior de já estar acostumado aqui na terra, na verdade, me sinto mais a vontade como terrestre do que com o Aquariano.
Talvez o motivo real seja outro, ou seja: o medo de não poder mais retornar a terrinha, que, apesar dos conflitos humanos, das limitações, tem um charme muito especial que é o bairrismo, com certeza o que caracteriza o Planeta Terra é o bairrismo, algo muito difícil de encontrar em outro.
Diante da minha decisão de retorno ou não, vi que estava agindo como um terrestre, pois, o grande paradoxo dos humanos é também o meu paradoxo. Algo que me deixou perplexo e angustiado, ao saber que o amor a terra é também motivo de agressão a mesma, uma equação pensante muito contraditória, pois, como amar o planeta e viver eternamente pensando, abusando, ferindo, explorando, consumindo, poluindo e pelando a bolinha tão frágil e tão pequenina no espaço sideral.
Para os terrestres, talvez a minha reflexão, não contivesse o cerne da racionalidade, vez que: como os habitantes da bolinha ainda azulada poderiam chegar a tal conclusão? Se eles não conhecem outro referencial, para mim, isto é muito natural, porém para eles o meu questionamento pode nem fazer parte de seu campo pensamental. Por que faria?
Descobri que sem um diferencial, ou outro referencial, fica muito difícil de chegar ou compreender o plano existencial, racional, lógico, real e plausível a arte cara de existir, numa ação tão renovada, quanto à existência do próprio homem no planeta terra.
(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra - Aurora (CE)

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sábado, 13 de março de 2010
Terra que Treme

Terra que treme - Por: Luiz Domingos de Luna*

De há muito, encontrei um irmão Aquariano, como sempre o nosso assunto predileto - O Planeta Terra. O Companheiro postava um ar de inquietação muito forte, era algo muito perceptível, contemplei aquela situação vexatória, pois a silhueta já passava a energia pensamental vibratória, necessária para a compreensão da confusão do conaquariano.

A pergunta, ou a dúvida do amigo, também a minha, era o fato de que o nosso planeta não treme, terremoto, como o próprio nome diz está ligado a terra. Ou existe terremoto em outros planetas? Considerando que o terremoto é um ajuste nas placas tectônicas que formam a coesão do Planeta terra no seu campo gravitacional interno, fica uma certeza e nasce uma dúvida. A certeza de que, sendo o universo uno, enquanto grandeza existencial, toda a massa universal está sujeita a tremores, porém a duvida nem toda massa existencial esta sujeita a força gravitacional poderosa e determinada da terra. Assim, os tremores são diferentes, pois tudo vai depender do poder da força gravitacional para identificar o poder do estrago no espaço tempo, porém muitos cientistas afirmam que o tempo real não existe, por este ângulo do pensar humano os terremotos em outros planetas podem nem existir, tudo pode ser apenas uma abstração dos humanos.

- Compreendeu?
-Não
-A Certeza?
-Nenhuma
A Dúvida?
-Todas

*Professor- Aurora - Ceará

Postado por Dihelson Mendonça às 02:32

FONTE http://blogdocrato.blogspot.com/2010/03/terra-que-treme-luiz-domingos-de-luna.html

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Esposas Espirituais
Luiz Domingos de Luna*
As mutações sociais são vertentes que ao longo da história empregam em cada espaço sua marca, a força do timbre, sempre milhares de fatores corroboram para a sua formação, tendo a ferramenta de novas tecnologias de formatos de comunicação à possibilidade de concentração mutativa maior.
Essa massa oxidadiva de conteúdo de informação e, ou mesmo, conhecimentos é argamassa de valia maior para construção do edifício da civilidade, quiçá de uma sociedade estabilizada em vetores emocionais que dão o tom para a rigidez do tecido sociológico.
Dá um grande prejuízo para a sociedade entrar no mundo virtual com o objetivo único de colar um vínculo emocional quebrado ou não, como se a internet fosse o jardim do Éden a espera do Adão e de Eva. A Internet não pode e não deve ser uma praça de personagens em busca de outros personagens, pois nesta lógica o fio condutor maior seria um vinculo emocional balofo sem consistência ou etéreo, porém desprovido de sua função básica que é o engrandecimento da Epistemologia Genética da humanidade para o bem, assim o vinculo emocional deve ser a exceção e não a regra.
A navegação no oceano on line deve ser uma busca constante para a rigidez da mutação social, assim, o processo deve ser feito para a identificação dos ingredientes sociológicos, psicológicos, científicos, culturais, educacionais, econômicos, políticos, religiosos e principalmente sociais, assim a navegação não deve ser: “trazer uma chama acesa para devorá-la”, Mas acender “todas as luzes que parecem apagadas no /seu/ interior”, assim o navegador deve ser um humanizador social, uma ativista cultural, não é licito usar ferramentas velhas para questões novas, nem questões velhas com ferramentas novas, pois a sociedade já entrou num processo mutativo irreversível e a mente humana deve está em sintonia na manipulação deste motor giratório universal de acesso a todos – Internet, com vistas a construção de uma sociedade onde todos de fato e de direito possam ser felizes.
(*) Professor- Aurora - Ceará

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A Psicografia em Aquarius

A Psicologia em Aquarius*
Por Luiz Domingos*

Outro dia fui convidado a retornar ao meu planeta Natal Aquarius como de sempre, passei pelos procedimentos, já devidamente, relatados na Série Aquarianos; em minha cadeirinha ao entrar na galáxia de Atenas, e em segundos de Anos luz o meu querido berço natal Aquarius, tudo do jeito que deixei, visto em Aquarius o tempo real não existir.
Como de sempre entrei na fila para a grande conferência, o tema já devidamente exposto em 3 dimensões A Psicografia em Aquarius.
O Palestrante abriu a conferencia mostrando os gastos onerosos a manter estas viagens Terra Aquarius – Aquarius Terra, ainda bem que a nossa moeda é virtual do contrário Aquarius já seria um depósito de notas e cartões virtuais.
Os peritos foram convidados para fazer um relato da possibilidade técnica da aplicação da psicografia entre Aquarius e a Terra, assim, a relação entre estes dois planetas ficaria mais próxima, mesmo sendo de uma distância física impensável ao possível do pensar dos humanos.
Já comecei a desconfiar que este tema terminasse sobrando para mim, baixei a cabeça e o colega desconfiou que eu estivesse suando muito, embora em Aquarius isto não exista apenas uma didática para compreensão dos humanos.
Quando levantei a cabeça no telão, a minha foto e no código de Barra a indicação para eu fazer a psicografia entre os terráqueos e os Aquarianos.Senti uma dor imaginária que quase queimou o meu chip Aquariano.
Mandei pelo meu computador a indagação de como faria isto, visto lá em Aquarius todos tem o direito de resposta automático.
Colocaram uma luz bem forte em minha frente e disseram: será instalada uma antena de dupla hélice, em cada base púrica a pirimídica será instalada uma base de transmissão do pensamento que entra em nosso equalizador, assim quando você estiver psicografando nós estamos copiando e quando você estiver copiando nós estaremos psicografando.
O Filósofo pediu a palavra e disse: Quem está psicografando quem afinal?
O Projetista disse: Os dois- Que dois?!
A Nave terrestre e a nave aquariana - O Filosofo riu muito e afirmou como é que é feito este contato hoje?Via nossa tecnologia que é super avançada, via energia escura, via matéria escura, via nossa....
Queridos Aquarianos seria mais simples se vocês dissessem: Via Psicografia pura!
O Resto é vaidade abaixo do sol ?
- Que sol?
O Sol da psicografia.