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sábado, 15 de agosto de 2009

--> COMO FORAM CONSTRUÍDAS AS PIRÂMIDES?

AS PIRÂMIDES DO EGITO E O MUNDO ESPIRITUAL
Por Saulo de Tarso
A história do país das múmias, dos hieróglifos e das pirâmides. Egiptóloga da Universidade de Cambridge confirma tese espírita sobre as pirâmides.


Um dos mais antigos e enigmáticos mistérios do antigo Egito foi elucidado no ano de 2001 de modo brilhante, confirmando as teses espíritas.
Está claro agora que os faraós construíram suas maiores pirâmides - as do Vale de Gizé, a 10 quilômetros do centro do Cairo - alinhadas em direção ao norte e que eles utilizavam as estrelas para determinar essa direção. Para chegar a essas conclusões a arquiteta, e egiptóloga Kate Spencer, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, analisou meticulosamente a posição dos astros em torno do ano 2500 a.C (data aproximada ao erguimento das pirâmides). Kate revela que antes de começar a ergue-las, os egípcios reuniam-se à noite em uma cerimônia religiosa na qual os sacerdotes traçavam no céu uma linha imaginária, ligando a estrela Beta da constelação da Ursa Maior à estrela Zeta da Ursa Menor. O ponto em que a linha tocava o horizonte dava a posição exata do norte. Os lados dos grandes templos eram então projetados de modo a ficar paralelos a essa direção (veja o desenho acima). Esse método, diz a cientista, era seguro; o problema é que as estrelas mudam ligeiramente de lugar com o tempo, devido ao próprio movimento do Sol pela Via Láctea. Tanto que, hoje, passados quase 5.000 anos do tempo dos faraós, algumas das pirâmides estão ligeiramente voltadas para oeste e outras, para leste. Esse fato até hoje confundia os egiptólogos.
Outro feito de Kate Spence: conseguiu datar com precisão, pela primeira vez, a construção das pirâmides, que, quanto mais se afastam do norte, atualmente, mais velhas são. A mais antiga pirâmide é a de Quéfren, com 2467 a.C.

Como foram construídas as pirâmides?
Encontramos a resposta na Revista Espírita do ano de 1858 através do Espírito de Mehemet-Ali quando pontuou a Allan Kardec, eis o diálogo:
AK - Desde que vivestes ao tempo dos faraós, podereis dizer-nos com que fim foram construídas as pirâmides? R: São sepulcros; sepulcros e templos. Ali se davam frandes manifestações.
AK - Tinham estas um objetivo científico? R: Não. O interesse religioso absorvia tudo.
AK - Podereis dar-nos uma idéia dos meios empregados na construção das pirâmides? R: Massas de homens gemeram sob o peso destas pedras que atravessaram os séculos. A máquina era o homem.
AK - De onde tiravam os egípcios os gosto pelas coisas colossais, em vez do das coisas graciosas, que distinguia os gregos, posto tivessem a mesma origem? R: O egípcio era tocado pela grandeza de Deus. Procurava igualá-lo, superando as suas próprias forças. Sempre o homem!
Dentre todas os povos degredados na Terra, os que constituíram a civilização egípcia foram os que mais se destacavam na prática do bem e no culto a verdade.
Ressalta Emmanuel que eram eles os que menos débitos possuíam perante o tribunal da justiça divina. Em razão dos seus elevados patrimônios morais, guardaram no íntimo uma lembrança mais viva das experiências de uma pátria distante.

Culto à morte - Metempsicose
A civilização egípcia foi a quem mais preocupou com a idéia da morte. A sua vida era apenas um esforço para bem morrer. Seus papiros e frescos estão cheios dos consoladores mistérios do além-túmulo.
Natural era o grande povo dos faraós guardava a reminiscência do seu doloroso degredo na face obscura do mundo terreno. E tanto lhe doía semelhante humilhação, que, na lembrança do pretérito, criou a teoria da metempsicose, acreditando que a alma de um homem podia regressar ao corpo de um irracional, por determinação punitiva dos deuses. A metempsicose era exatamente o fruto amargo da sua impressão, a respeito do exílio penoso que lhe fora inflingido no ambiente terrestre. Inventou-se desse modo, uma série de rituais e cerimônias para solenizar o regresso dos seus irmãos à Pátria espiritual.
Os mistérios de Ísis e Osíris e toda uma influenciação na cultura da mitologia grega eram símbolos das forças espirituais que presidiam aos fenômenos da morte.

A constelação de Capela

Nos mapas zodiacais, que os astrônomos terrestres compulsam em seus estudos, observa-se desenhada uma grande estrela na Constelação do Cocheiro, que recebeu, na Terra, o nome de Cabra ou Capela. Magnífico sol entre os astros que nos são mais vizinhos, ela, na sua trajetória pelo Infinito, faz-se acompanhar, igualmente, da sua família de mundo, cantando as glórias divinas do Ilimitado.
A sua luz gasta cerca de 42 anos para chegar à face da Terra, considerando-se, desse modo, a regular distância existente entre a Capela e o nosso planeta, já que a luz percorre o espaço com a velocidade aproximada de 300.000 quilômetros por segundo.
A Constelação do Cocheiro é formada por um grupo de estrelas de várias grandezas, entre as quais se inclui a Capela, de primeira grandeza, que, por isso mesmo, é alfa da constelação.
Capela é uma estrela inúmeras vezes maior que o nosso Sol, e se este fosse colocado em seu lugar, mal seria percebido por nós, à vista desarmada.
Na abóbada celeste Capela está situada no hemisfério boreal, limitada pelas constelações da Girafa, Perseu e Lince, e, quanto ao Zodíaco, sua posição é entre Gêmeos e Touro.
Conhecida desde a mais remota antiguidade, Capela é uma estrela gasosa, segundo afirma o célebre astrônomo e físico inglês Arthur Stanley Eddington (1822-1924), e de matéria tão fluídica que sua densidade pode ser confundida com a do ar que respiramos. Sua cor é amarela, o que demonstra ser um Sol em plena juventude, é, como um Sol, deve ser habitada por uma humanidade bastante evoluída.
Há muitos milênios, um dos orbes da Capela, que guarda muitas afinidades com o globo terrestre, atingira a culminância de um dos seus extraordinários ciclos evolutivos. As lutas finais de um longo aperfeiçoamento estavam delineadas, como ora acontece convosco, relativamente às transições esperadas no século XX, neste crepúsculo de civilização.
Alguns milhões de Espíritos rebeldes lá existiam, no caminho da evolução geral, dificultando a consolidação das penosas conquistas daqueles povos cheios de piedade e virtudes, mas uma ação de saneamento geral os alijaria daquela humanidade, que fizera jus à concórdia perpétua, para a edificação dos seus elevados trabalhos.
As grandes comunidades espirituais, diretoras do Cosmos, deliberam, então, localizar aquelas entidades, que se tornaram pertinazes no crime, aqui na Terra longínqua, onde aprenderiam realizar, na dor e nos trabalhos penosos do seu ambiente, as grandes conquistas do coração e impulsionando, simultaneamente, o progresso dos seus irmãos inferiores.

Único desejo, voltar à Capela

Os egípcios eram animados pelo desejo que era trabalhar devotadamente para regressar, um dia, aos seus penates resplandecentes. Uma saudade torturante do céu foi a base de todas as suas organizações religiosas. Em nenhuma civilização da Terra o culto da morte foi tão altamente desenvolvido. Morava em seus corações a ansiedade de voltar ao orbe distante, ao qual se sentiam presos pelos mais santos afetos. Foi por esse motivo que, representando uma das mais belas e adiantadas civilizações de todos os tempos, as expressões do antigo Egito desapareceram para sempre do plano tangível do planeta. Depois de perpetuarem nas pirâmides os seus avançados conhecimentos, todos os Espíritos daquela região africana regressaram à Pátria Sideral.

Religião e sociedade egípcia

A partir da Pré-História - se assim podemos dizer - todos os povos passaram pelas fases de fetichismo, do animismo e do politeísmo. Ainda hoje, aqui e ali, se encontram vestígios disso em vários lugares e religiões.
Os egípcios também passaram por isso. Vencida a fase de culto aos totens eles chagaram ao culto dos deuses. Além do Deus Pré-Existente e único - Amon-Rá. Osíres, o deus do Infinito, do Espaço, do Tempo e Senhor da Luz, que também era o protetor da terra e da vegetação.
Os egípcios acreditavam na reencarnação e de certo modo mantinham o intercâmbio com os desencarnados. Havia uma religião secreta professada pelos sacerdotes, que também era ciência, englobando a matemática, a física, a química, a astronomia, a medicina, a meteorologia etc. Conheciam o magnetismo, o sonambulismo, curavam pelo sono provocado e praticavam largamente a sugestão. É o que denominavam de magia.
A Bíblia Sagrada do povo egípcio foi o " Livro dos Mortos" . Continha 165 capítulos e dele emanaram todas as religiões do ramo ocidental, dogmas etc. A civilização egípcia antiga desenvolveu-se no nordeste africano (margens do rio Nilo) entre 3200 a.C (unificação do norte e sul) a 32 a.C (domínio romano).
A sociedade egípcia estava dividida em várias camadas, sendo que o faraó era a autoridade máxima, chegando a ser considerado um deus na Terra. Sacerdotes, militares e escribas (responsáveis pela escrita) também ganharam importância na sociedade. Esta era sustentada pelo trabalho e impostos pagos por camponeses, artesã\os e pequenos comerciantes. Os escravos também compunham a sociedade egípcia e, geralmente, eram pessoas capturadas em guerras. Trabalhavam muito e nada recebiam por seu trabalho, apenas água e comida.
A escrita egípcia também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de idéias, comunicação e controle de impostos. Existiam duas formas de escrita: a demótica (mais simplificadas) e a hieroglífica (mais complexa e formada por desenhos e símbolos). As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, cultos e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamada papiro que era produzida a partir de uma planta de mesmo nome também era utilizado para escrever.

FONTE: http://www.correioespirita.org.br/index.php?option=com_content&task=view&id=467&Itemid=48

ESSAS FOTOS MOSTRAM AS PIRÂMIDES E AS VÁRIAS ARGUMENTAÇÕES QUE OS HOMENS ENCDONTRARAM PARA MOSTRAR COMO ELAS FORAM ERGUIDAS














Francês diz ter esclarecido construção de pirâmides

Utilizando uma apresentação em 3D, ele afirmou que a Grande Pirâmide de Gizé, por exemplo, foi construída de dentro para fora a partir de uma rampa interna que forma um túnel em espiral.
O software simulou como os blocos de calcário e granito que formam a pirâmide foram assentados. Segundo o arquiteto, isso explicaria por que a Câmara do Rei (que abriga o túmulo do faraó) tinha cinco tetos em vez de um.
Uma das evidência que confirmariam a idéia da rampa, segundo Houdin, é um teste de microgravidade feito por franceses em 1986, que mostra uma estrutura menos densa em forma de espiral dentro da pirâmide.
Com agências internacionais
Redação Terra

A forma como foram construídas as gigantescas pirâmides do Egipto é um dos maiores mistérios da antiguidade. Mas o arquitecto francês Jean-Pierre Houdin pensa ter resolvido o problema e apresentou a sua solução: uma rampa interior em espiral que terá permitido aos construtores erguer as enormes estruturas, de dentro para fora.
Houdin recorreu à tecnologia para estudar a execução da obra e usou um programa informático desenvolvido pela empresa francesa Dassault Systemes para simular a construção da pirâmide de Queóps.
Na sua versão, os egípcios recorreram a um túnel em espiral em rampa, que segundo ele ainda se deve encontrar no interior da parede externa das pirâmides, que serviu para elevar as pesadas pedras com que foram construídas.
A primeira explicação conhecida para a construção das pirâmides foi feita pelo grego Heródoto, que por volta do ano 450 a.C. defendeu que os enormes blocos de pedra haviam sido erguidos com auxílio de guindastes. Esta possibilidade é considerada, no entanto, pouco provável, já que seria necessária uma tecnologia demasiado avançada para a época, devido ao peso elevado de alguns blocos.
A teoria das rampas - que também tem sido defendida - é da mesma forma vista com algum cepticismo, pela razão de que uma estrutura desse tipo teria que ter cerca de 1,6 quilómetros de comprimento, para que a sua inclinação não superasse os 8 graus de inclinação.

Opiniões:

O que contradiz definitivamente mais esta teoria desenvolvida por um francês (tinha de ser!) é que as "pedras" foram "cozinhadas in loco". O termo cozinhadas significa exactamente isso. A argamassa que compõe as pedras moldadas foi feita no próprio local de construção das pirâmides. Para quê, portanto, semelhante esquema, de construção? Não havia nexexidade...

LOGÍSTICA DE TRANSPORTE

Problemas bem maiores que o transporte terrestre acarretaria o transporte fluvial. É bem verdade que no templo funerário de Sahure, faraó da V dinastia que reinou entre 2458 e 2446 a.C., foi encontrado o mais antigo registro pictórico de barcos marítimos egípcios (numa reconstituição ao lado) e que os sofisticados aspectos de tais embarcações indicam um longo período de atividades marítimas anteriores. Entretanto, os problemas a enfrentar nos dois casos eram diferentes. Ainda é Max Thoth quem afirma: Dizem que os blocos de pedra pesavam, em média, 2,5 toneladas, enquanto alguns prédios subsidiários no conjunto da pirâmide exigiam blocos de pedra isolados de mais de 200 toneladas. Não só as barcas teriam de ser extremamente grandes para transportar tais pesos, como ainda as condições, nesse caso, determinariam que o batelão tivesse um fundo chato, para não emborcar. Nunca foram encontrados quaisquer vestígios dessas barcas, nem tampouco existe qualquer registro delas. Outro detalhe constantemente lembrado é o de que, em certos casos, as embarcações teriam que navegar contra a correnteza do rio. No que se refere ao tipo de força que impulsionava as barcas em tais circunstâncias, alguns admitem que centenas ou talvez milhares de pessoas pudessem vir pelas margens do Nilo puxando cordas presas a elas. Outros desdenham dessa explicação.
Uma teoria clássica muito defendida é a de que o trabalho de transporte das pedras era realizado durante as cheias do Nilo, o que encurtaria as distâncias a serem percorridas por terra entre a pedreira ou o monumento e as margens do rio. Os objetores desse ponto de vista dizem que isso causaria um problema a mais: o transbordamento das águas traria consigo a tremenda força da corrente, tornando quase impossível a navegação. Mas a realidade é que existem conchas e outros fósseis marinhos espalhados em várias profundidades em volta da base da pirâmide de Kéops. É possível, então, afirma-se, que o rio Nilo tenha sido represado e sua inundação controlada. Isso permitiria levar a água até a distância desejada das pedreiras ou dos monumentos e evitaria a força da correnteza. A barcaça, então, poderia ser controlada por poucas pessoas. Avança ainda essa idéia com a afirmativa de que o nível das águas seria controlado de modo a subir na medida em que a altura da pirâmide crescesse. As barcas seriam levadas à altura atual do monumento pelo próprio subir das águas e as pedras simplesmente deslizariam para seus lugares, sem trenós, sem rampas e sem alavancas. Reforça a tese o fato de que a cheia anual do Nilo faz com que suas águas cheguem a apenas 500 metros de distância das pirâmides de Gizé e a menos do que isso da pirâmide de Meidum, o que leva a pensar que tais monumentos foram plantados em tais locais para facilitar o trabalho com a massa de água represada.
Finalmente, até mesmo um antiquíssimo conto árabe já foi invocado para tentar explicar o transporte das pedras. É mais uma vez Max Toth que nos fala desse conto, o qual revela a existência de um papel mágico repleto de inscrições sagradas. Esse papel, diz a lenda, uma vez colocado sobre um pesado bloco de pedra e martelado, fazia com que o bloco perdesse grande parte do seu peso, possibilitando seu transporte por apenas alguns homens. Considerando que quase todas as superstições têm algum fundo de verdade, aquele autor afirma: Acredito que, devido a uma tradução falha de textos antigos, e a incompreensão de várias palavras do conto, transmitidas pelas várias gerações, o "pedaço de papel com inscrições sagradas" no conto citado foi mal interpretado. Poderia ter sido um quadro de circuitos eletrônicos, finíssimo, aquilo que foi colocado sobre a pedra. E o "martelo" poderia não ter sido um martelo em absoluto, e sim uma pilha ou célula elétrica que, ao ser "tocada" em certo ponto no dispositivo eletrônico (em vez de ser "martelada"), ativava o dispositivo, fazendo com que ele anulasse os efeitos da gravidade. Estando o pedaço de pedra então "flutuando", seria bem fácil para um pequeno grupo de trabalhadores movê-la.
Seja lá como tenham sido construídas as pirâmides, o enorme esforço que representou esse trabalho pode ser medido pela tarefa de deslocamento dos templos rupestres de Abu Simbel, o qual foi realizado entre 1963 e 1968 por engenheiros e técnicos de todo o mundo, reunidos num consórcio sueco. A despeito de toda a tecnologia então empregada, muitos monólitos não puderam ser erguidos e os blocos tiveram que ser fragmentados em pedaços menores para serem deslocados. Em outras palavras: blocos de pedra que os egípcios haviam conseguido manobrar intactos tiveram que ser divididos, pois a tecnologia do século XX não conseguiu repetir o feito.
Talvez a maior realização tecnológica de alta precisão dos egípcios tenha sido o revestimento de calcário da Grande Pirâmide. Os blocos de revestimento na face norte do monumento, pesando 16 toneladas, com superfícies planas de até três metros quadrados, mostram um paralelismo ao longo das arestas — que medem um metro e 90 centímetros — da ordem de 0,05 milímetro por metro. Os blocos estão justapostos com uma aproximação de 0,05 milímetros, ou seja, estão em contato íntimo, e a abertura média das juntas é da ordem de 0,5 milímetros. O renomado arqueólogo Flinders Petrie afirmou que colocar em posição blocos de tal peso e tal superfície constitui já, por si, uma empresa delicada mas fazê-lo pondo cimento nas juntas parece impossível. Os blocos não apresentam arranhões que indiquem que foram arrastados, nem possuem pontos de engate para cordas ou gruas. O cimento usado era o gesso, de adesão rápida, o que dificultaria ainda mais o trabalho. Em poucas palavras: essa tarefa misteriosa que os egípcios realizaram seria um empreendimento impossível para nós, se empregássemos apenas os meios que a arqueologia clássica supõe que estavam disponíveis naquela época.
Petrie chega mesmo a dizer que os blocos deviam ter sido trazidos ao lugar de dentro para fora, o que implicaria em começar a construção do monumento de fora para dentro. Aquele autor acha que de outro modo não é possível explicar que as faces exteriores dos blocos formem uma linha reta de 230 metros de comprimento, na qual não houve qualquer correção ou retoque posterior — coforme provam os ângulos retos exatos que os blocos calcários apresentam. Sobre esse assunto, J. Alvarez Lopes comenta: Fosse qual fosse a maneira pela qual procederam, o que fica fora de qualquer dúvida é terem conseguido um resultado altamente satisfatório mesmo para a nossa época. A verdade é que a medição dos ângulos feita pelos antigos egípcios atingiu níveis de precisão de um segundo de arco. Esse fato é altamente surpreendente pois isso corresponde à precisão dos bons teodolitos atuais, enquanto que outros aparelhos modernos destinados a essa tarefa, sejam óticos como o astrolábio ou não óticos, medem com erros muito maiores da ordem de 10 a 20 minutos de arco. A exatidão dos ângulos retos dos blocos de revestimento da pirâmide de Kéops e o seu polimento homogêneo é tal que há quem afirme que para consegui-los os egípcios deveriam possuir instrumentos óticos de alta precisão. Outro aspecto também lembrado é o de que a realização de uma tarefa tão especializada exigiria mão-de-obra altamente qualificada e abundante e acredita-se que, ao menos no decorrer das quatro primeiras dinastias, existiriam institutos tecnológicos nos quais eram preparados os milhares de especialistas necessários.
O problema logístico de fornecer alimentação, abrigo e instalações sanitárias para turmas de 100 mil homens é de aturdir, afirmam os detratores das teorias clássicas sobre a construção das pirâmides. Nada foi encontrado que demonstrasse a existência de qualquer estrutura ou instalações que pudessem abrigar um número tão elevado de operários nas regiões próximas aos monumentos. A possibilidade dos trabalhadores se deslocarem diariamente de suas residências também é pouco viável, já que os únicos meios de locomoção eram a via fluvial, o lombo de animais ou o caminhar a pé. Tais meios exigiriam diversas horas de deslocamento, talvez em torno de seis horas diárias para ida e volta. Levando-se em conta que a jornada de trabalho seria naquela época, provavelmente, de 10 a 12 horas, cada indivíduo teria um máximo de oito horas para dormir e se recuperar de um trabalho estafante, sem tempo para fazer qualquer outra coisa a não ser se deslocar, trabalhar arduamente e dormir.
Sendo, como os egípcios, um povo eminentemente prático, os japoneses, em 1978, tentaram edificar uma pirâmide empregando apenas os recursos disponíveis na antiguidade. O monumento teria apenas 18 metros de altura, estaria localizado a sudeste da pirâmide de Miquerinos e, por exigência do governo do Egito, só poderia permanecer de pé por alguns dias. Da mesma pedreira que forneceu as pedras para a pirâmide de Kéops, localizada cerca de 14 quilômetros de distância do local do teste, na margem oposta do Nilo, foram extraídos blocos pesando aproximadamente uma tonelada. O transporte das pedras por barcaças foi impossível: a flutuação não era uma solução simples como se dizia. Os blocos acabaram sendo transportados — pasmem — por um barco a vapor. Feito isso, equipes de 100 homens tentaram transportar as pedras sobre a areia. Também não conseguiram. O transporte acabou sendo feito com o emprego de equipamentos modernos. Finalmente, com as pedras já no local do teste, o máximo que conseguiram manualmente foi elevar os grandes blocos a pouco mais de meio metro de altura. Para terminar a obra, os cientistas lançaram mão — pasmem mais uma vez — de guindastes e helicópteros.
http://www.fascinioegito.sh06.com/comofor6.htm
Como Foram Construídas

Hipótese Clássica Como Foram Construídas
Na realidade não existem registros escritos que expliquem como as pirâmides foram construídas e, portanto, tudo o que se diga a respeito não passa de especulação, ainda que baseada em indícios. Na visão de Heródoto, turmas de 100 mil trabalhadores, revezando-se em turnos que duravam três meses, levaram 20 anos para construir a Grande Pirâmide. Atualmente os egiptologistas acreditam que aquele monumento foi edificado por um número menor de trabalhadores e em menos tempo. A idéia de que as pirâmides foram construídas por escravos para um faraó tirânico está hoje descartada. É improvável que os egípcios tivessem escravos naquela época, pois sua sociedade era basicamente composta por camponeses. Impossibilitados de trabalhar nos campos durante três meses do ano por causa da inundação, esses homens estavam condenados à ociosidade nesse período. O empenho que demonstravam na construção das pirâmides pode ser explicado pelo fato de que acreditavam que o faraó era um deus e ajudar a construir o seu túmulo era, antes de tudo, uma honra.
Além dos camponeses que executavam um trabalho puramente braçal, havia muito mais pessoas com habilidades específicas envolvidas no empreendimento. A enorme demanda de pedras exigia especialista na tarefa de extraí-las, os quais trabalhavam em turmas. Eles pintavam nas pedras, com ocre vermelho, o nome de suas turmas. Turma da Pirâmide de Degraus, Turma Vigorosa, Turma do Norte, Turma do Sul e Turma do Cetro, por exemplo, são alguns dos nomes encontrados nas pedras de revestimento da pirâmide de Meidum. Na Grande Pirâmide pode-se ler em um dos blocos: Turma dos Artesãos. Quão poderosa é a Coroa Branca de Khnum Khufu!. Também era necessário que as pedras fossem transformadas em blocos e recebessem acabamento de outros tantos mestres e, finalmente, homens hábeis na arte da costrução acentavam os blocos com precisão. Embora a maioria da força-tarefa envolvida com o deslocamento das pedras só entrasse em ação quando não havia o que fazer nos campos, os demais operários estavam permanentemente dedicados ao seu trabalho, seja nas pedreiras, seja no monumento em si. A oeste da pirâmide de Kéfren foram desenterrados alojamentos para 4000 homens, cifra que talvez represente o número total de operários permanentes, e as ferramentas lá encontradas sugerem que se destinavam a abrigar os trabalhadores das pirâmides.
Uma grande quantidade de estudo e planejamento — afirma o egiptólogo James Putnam — deve ter sido necessária antes de que qualquer construção tomasse forma. Esboços encontrados de outros monumentos sugerem que eles tevem ter feito plantas e existem modelos em pedra calcária de diversas pirâmides, os quais podem ter sido auxiliares do projeto arquitetônico. Algum conhecimento de matemática, geometria e astronomia também era requerido para calcular os ângulos da pirâmide.

Convém lembrar que um pequeníssimo erro no ângulo de inclinação de uma pirâmide resultaria num desalinhamento considerável das arestas do vértice (figura à esquerda). Outro ponto que chama a atenção é que algumas das medidas desses monumentos revelam um uso exato de Pi. A altura da pirâmide de Kéops, por exemplo, é igual ao perímetro da sua base dividida por 2 Pi. Uma vez que o conhecimento matemático dos antigos egípcios não era suficiente para que eles chegassem a resultados como esse por meio de cáculo, os estudiosos acreditam que tal precisão foi alcançada empíricamente através, por exemplo, da medição de distâncias usando-se a contagem das rotações de um objeto cilíndrico como um tambor (figura à direita).
Na escolha do local para construção das pirâmides, os egípcios levavam em conta alguns fatores principais: ele deveria estar situado na margem oeste do Nilo — o lado onde o Sol se põe —; deveria ficar bem acima do nível do rio, mas não muito longe de sua margem; o substrato rochoso deveria ser isento de defeitos ou de tendência para rachadura e, finalmente, situar-se a pouca distância da capital. Saqqara e Abusir, por exemplo, localizavam-se junto a Mênfis; Abu Rawash cerca de 27 quilômetros de distância ao norte e Dahshur a apenas oito quilômetros ao sul; Meidum ficava a 53 quilômetros de Mênfis, mas ali apenas uma pirâmide foi erguida. A proximidade do rio era um fator importante, pois muitas das pedras utilizadas na construção de todos os monumentos que compunham o complexo piramidal eram trazidas das pedreiras por via fluvial.
Encontrado o local, removia-se a grossa camada superficial de areia e cascalho, para que o monumento assentasse sobre um firme alicerce rochoso. Começava então o nivelamento e alisamento da rocha. A precisão com que se realizava tal trabalho é demonstrada pela Grande Pirâmide, na qual o perímetro da base tem um pequeno desvio de pouco mais de meia polegada com relação ao que seria um nivelamento absoluto. O emprego de canais na irrigação dos campos, desde muito antes da era das pirâmides, ensinou a gerações de egípcios as técnicas de nivelamento. Para nivelar uma área como a base de uma pirâmide — esclarece o egiptólogo I.E.S.Edwards — deve ter sido necessário rodeá-la pelos quatro lados com montículos baixos de lodo do Nilo, preencher o fosso assim formado com água e cortar uma rede de regos na rocha, de tal maneira que o piso de cada sulco ficasse a uma mesma profundidade com relação à superfície da água; os espaços intermediários podiam, então, ser nivelados após a água ter sido liberada. Em outras palavras: enchia-se de água uma rede de sulcos escavados na rocha em toda a extensão das fundações e marcava-se na pedra as linhas da superfície da água (1); secavam-se os sulcos (2); talhavam-se as pedras que excedessem o nível marcado (3) e enchia-se os espaços vazios com pedras (4). Na prática efetiva — esclarece ainda I.E.S.Edwards — a área total coberta pela pirâmide não era sempre reduzida ao mesmo nível do perímetro; como mostra a Grande Pirâmide, um monte de rocha podia ser deixado no centro para ser usado em estágio posterior do trabalho de construção.
A última das preliminares consistia em fazer uma acurada medição para que a base da pirâmide formasse um quadrado perfeito e cada um de seus lados estivesse orientado para um dos quatro pontos cardeais. A unidade de medida era o cúbito real, equivalente a cerca de 52 centímetros. Cordas de medição — prossegue I.E.S.Edwards — eram feitas com fibras de palmeira ou de linho, sendo que ambas certamente se esticavam quando usadas; portanto, é altamente surpreendente que possa haver uma diferença de apenas 20 centímetros entre os comprimentos dos lados maior e menor da Grande Pirâmide — na realidade, parece notável que em lados que excedem 22860 centímetros de extensão possa ter ocorrido um erro tão pequeno, especialmente quando nos lembramos de que o monte central de rocha teria tornado impraticável qualquer medição da diagonal para verificar a precisão do quadrado. A orientação exata das pirâmides com relação aos pontos cardeais só pode ter sido obtida com a ajuda de um ou mais dos corpos celestes, uma vez que a bússola era desconhecida dos antigos egípcios. Não foi possível determinar com exatidão quantos ou quais dos corpos celestes eram empregados nesse processo, mas é lógico que bastava estabelecer a orientação de um dos lados, já que a dos demais se fixava naturalmente com o uso de um esquadro. Outras construções da mesma época, cujos cantos formam ângulos retos perfeitos, demonstram que esse último instrumental existia.
Ao mesmo tempo em que os trabalhos preparatórios ocorriam no local do monumento, os alicerces da calçada iam sendo assentados. E isso era feito nessa fase porque quase todas as pedreiras que forneciam material localizavam-se próximas das margens do Nilo, da mesma forma que as pirâmides. Assim sendo, o rio podia ser empregado para o transporte das pedras por meio de balsas. Já que cada pirâmide dispunha de uma calçada que a ligava ao Nilo, a qual se destinava à passagem do cortejo fúnebre, esse era também um caminho conveniente para que nele se arrastasse uma espécie de trenó contendo os enormes blocos de pedra e, portanto, a base da calçada deveria estar concluída antes da edificação da pirâmide.
Existem duas vantagens principais no emprego de enormes blocos de pedra na construção de monumentos grandiosos como eram as pirâmides e templos egípcios: obtenção de maior estabilidade e redução no número de junções a serem feitas. O arqueólogo I.E.S.Edwards escreveu: Kéops, que deve ter sido um megalomaníaco, jamais poderia, durante um reinado de cerca de 23 anos, ter erigido um monumento do tamanho e durabilidade da Grande Pirâmide se avanços técnicos não tivessem permitido a seus trabalhadores lidar com pedras de tão considerável peso e dimensões. Quão completamente eles dominaram essa arte pode ser medido pela observação de Petrie de que as junções no revestimento da Grande Pirâmide medem apenas um quinquagésimo de polegada de espessura.
Além de saberem manusear pedras tão imensas, os egípcios também conheciam a arte de talhá-las, apesar de toda a sua dureza. Já na I dinastia (c. de 2920 a 2770 a.C.) empregavam granito para pavimentar aposentos e a pirâmide de degraus de Djoser, da III dinastia, tem uma pequena câmara funerária construída totalmente desse material. Entretanto, foi no decorrer da IV dinastia que grandes estruturas, como o templo do vale e o templo mortuário de Kéfren, foram revestidas principal ou completamente com granito. O basalto é outro material que aparece esporadicamente antes da IV dinastia, quando seu emprego passa a ser bem mais considerável.
A atividade de exploração das pedreiras era intensa, tendo em vista a enorme quantidade de material necessário para erguer monumentos tão grandes. Entretanto, os antigos egípcios dispunham de pouca coisa além de serras e cinzéis de cobre primitivos para realizar o trabalho. Ainda que primitivas, as ferramentas encontradas por arqueólogos, e datadas de tempos tão antigos quanto a I dinastia, mostraram-se capazes de cortar qualquer tipo de pedra calcária. Seja como for, eles devem ter desenvolvido técnicas especiais para extração dos blocos. A pedra calcária de qualidade inferior e mais maleável podia ser manuseada facilmente a céu aberto, pois encon-tra-se na superfície. Por outro lado, na obtenção do granito e do calcário de excelente qualidade de Tura era necessário construir túneis. Provavelmente a aplicação de calor e água facilitava o trabalho. Cunhas de madeira — informa o egiptólogo James Putnam — eram enfiadas em fendas na pedra e então ensopadas de água, fazendo com que se expandissem e rachassem a pedra. Os blocos eram então esquadrejados com o emprego de cinzéis e malhos. Serras de cobre também eram usadas, talvez com lascas de pedras preciosas para ajudar no talhe. Para trabalhar o granito tinham que golpeá-lo com esferas de uma pedra ainda mais dura chamada dolerito. No detalhe de uma pedreira que se vê acima, pode-se notar nitidamente as fendas espacejadas regularmente nas rochas. Tais fendas delimitavam os blocos que seriam extraídos com o emprego das cunhas de madeira.
A maioria dos blocos que formavam a parte interna das pirâmides tinha pouco acabamento, mas as pedras do revestimento eram talhadas com grande precisão e ajustam-se tão perfeitamente umas às outras que as junções são quase invisíveis. Todo o polimento deve ter sido dado depois que as pedras foram colocadas em seus lugares definitivos. Nas proximidades da pirâmide de Kéops foram encontrados enormes depósitos de lascas de pedra calcária provenientes do trabalho executado com os blocos. Estimou-se que a pedra acumulada em tais depósitos equivale em volume a mais da metade do volume das pirâmides.
Um dos maiores desafios era, sem dúvida, o transporte dos enormes blocos. As pedras do revestimento da Grande Pirâmide pesam, em média, duas toneladas e meia cada uma, mas isso é pouco. Algumas delas chegam a pesar 15 toneladas, mas isso também é pouco. As lajes de granito do teto da câmara mortuária da mesma pirâmide pesam 50 toneladas e, se você ainda acha que é pouco, saiba que algumas das pedras mais pesadas encontradas no templo mortuário de Miquerinos pesam cerca de 200 toneladas! E não podemos esquecer que mesmo as "menores" dessa lista tinham que ser embarcadas e desembarcadas de balsas e elevadas a alturas consideráveis com relação ao solo. Navegar com esses megálitos exigia um perfeito controle de enormes e pessadíssimas balsas lotadas, em um rio de correnteza rápida e com bancos de areia em alguns trechos, sem dúvida uma operação arriscada que requeria grande habilidade. No transporte por terra provavelmente usavam o mesmo método, qualquer que fosse o tamanho da pedra: o arraste. Apenas a quantidade de homens variava conforme o peso a deslocar.
FONTE: http://www.geocities.com/tioisma2002/comofora.htm
Como Foram Construídas
O Uso de Magnetismo Como Foram ConstruídasMuito se tem discutido sobre as técnicas que eventualmente poderiam ter sido usadas pelos antigos egípcios para cortar os enormes blocos que formam as grandes pirâmides de Gizé. Menor atenção tem sido destinada aos métodos que podem ter sido usados para transportar e levantar blocos ciclópicos de pedra. A solução proposta pela visão clássica é a de que os blocos foram movidos e colocados em seus lugares apenas com o uso da força braçal. Entretando, especialistas em movimentação de grandes pesos com emprego de modernos guindastes levantam dúvidas a respeito. Christopher Dunn, um engenheiro mecânico inglês que trabalha nos Estados Unidos e que desde 1977 vem se questionando sobre a maneira pela qual as pirâmides foram construídas, escreveu um artigo para uma revista americana no qual debate a questão.
Minha empresa instalou recentemente uma prensa hidráulica pesando 65 toneladas — ele escreveu. Para erguê-la e depois baixá-la pelo telhado, foi necessário um guindaste especial. O guindaste foi trazido para o local desmontado e foi transportado de uma distância de 128 quilômetros, consumindo cinco dias de viagem. Depois de 15 descarregamentos terem sido feitos, o guindaste foi finalmente montado e ficou pronto para uso. Um dos manobristas que executou a tarefa informou que o maior peso que ele havia erguido tinha sido uma peça de 110 toneladas de uma usina nuclear. Quando eu falei a ele sobre os pesos de 70 e 200 toneladas dos blocos de pedra usados no interior da Grande Pirâmide e do Templo do Vale, ele expressou assombro e descrença quanto aos métodos primitivos que são propostos pelos egiptólogos.
A seguir Christopher Dunn faz referência ao único homem no mundo que, baseado em experiência própria, afirmou com todas as letras conhecer o segredo de como foram construídas as pirâmides do Egito, mas que morreu sem revelá-lo. Esse homem foi um imigrante da Letônia, um eremita excêntrico chamado Edward Leedskalnin, que construiu sozinho, no interior dos Estados Unidos, um Castelo de Coral com pedras que chegam a pesar até 30 toneladas, como é o caso da que aparece apoiada no chão na foto acima formando um muro. Ele descobriu uma maneira de erguer e manobrar blocos de coral dessa envergadura usando apenas meios manuais. Seria possível para um homem de um metro e meio de altura e 50 quilos de peso realizar tal feito sem conhecer técnicas estranhas ao nosso entendimento contemporâneo de física e mecânica? As realizações desse homem surpreenderam muitos engenheiros e tecnólogos que procuraram compará-las com aquelas conseguidas por trabalhadores que manuseiam pesos semelhantes na indústria atual.
De acordo com o raciocínio do engenheiro inglês, se nós assumirmos que Leedskalnin e os antigos construtores das pirâmides usaram técnicas semelhantes, teremos um enfoque diferente no que diz respeito a quantidade de homens necessários para construir a Grande Pirâmide. As estimativas do número de trabalhadores que ergueram aquela obra oscilam entre 20.000 e 100.000. Mesmo levando-se em conta que a precisão com a qual Leedskalnin trabalhou não foi a mesma usada no Egito, com base naquilo que ele conseguiu, extraindo e erguendo um total de 1.100 toneladas de pedra num espaço de tempo de 28 anos, as 5.273.834 toneladas de pedra usadas na Grande Pirâmide poderiam ter sido postas no lugar por apenas 4.794 trabalhadores.
Eu visitei o Castelo de Coral pela primeira vez em 1992 — afirma Christopher Dunn. Logo ficou claro para mim que a afirmação de Ed era exata. Ele realmente conhecia os segredos dos antigos egípcios. (...) Leedskalnin discordava da maneira pela qual a ciência moderna está entendendo a natureza. Ele afirmava enfaticamente que eles estão errados. Seu conceito de natureza é simples. Toda matéria é constituída por ímãs individuais e é o movimento destes ímãs dentro dos materiais e através do espaço que produz os fenômenos mensuráveis, isto é, magnetismo e eletricidade. Dunn acredita que Leedskalnin a partir dessa premissa, quer ela seja correta ou não, pode ter descoberto meios de elevar e manobrar grandes pesos manualmente, o que seria impossível usando métodos convencionais. Especula-se que ele teria usado eletromagnetismo para eliminar ou reduzir a força gravitacional da Terra. Nem todos concordam com esse ponto de vista.
Prosseguindo seu artigo, Dunn faz uma especulação que tenta levar a premissa básica de Leedskalnin relativa à natureza da eletricidade e do magnetismo a uma conclusão que tenha algum contato com a lógica. Ele pondera que talvez aquilo que aprendemos sobre o assunto não se aplique necessariamente à busca e à descoberta de uma solução verdadeira. A pergunta a ser respondida nesse caso é a seguinte: O que é anti-gravidade?
E a resposta é: meios pelos quais os objetos podem ser erguidos, superando a força gravitacional da Terra. Nós aplicamos técnicas anti-gravitacionais em nossa vida cotidiana. Quando saímos da cama pela manhã, nós empregamos a anti-gravidade. Um avião e um elevador, por exemplo, são tecnologias inventadas para superar os efeitos da gravidade. Estamos trabalhando sob a suposição de que para criar um dispositivo anti-gravitacional a gravidade já seja um fenômeno totalmente conhecido e compreendido e que a tecnologia tem condições de anulá-la. Mas, não é bem assim. A verdade é que ainda nos escampam a natureza da gravidade e a maneira de produzir ondas que possam interferir sobre ela.
E se na realidade não existe essa coisa chamada gravidade? E se as forças naturais que nós já conhecemos forem suficientes para explicar os fenômenos visíveis que nós etiquetamos como gravidade? E se, como reivindica Leedskalnin, tudo se reduz a ímãs individuais, as propriedades conhecidas de um ímã não seriam suficientes? Nós sabemos que polos semelhantes se repelem e que polos opostos se atraem. Nós também sabemos que podemos suspender um ímã sobre outro, contanto que não permitamos que os polos opostos se atraiam. Ímãs procuram se atrair e, entregues a si mesmos, alinharão seus polos opostos uns aos outros. Se um ímã grande for suspenso por cima de um ímã menor, dependendo da proporção entre eles, a distância entre os ímãs será diminuída até o ponto em que o ímã menor não seja capaz de exercer força suficiente para se elevar. A terra, sendo o ímã maior, emite fluxos de energia magnética que segue linhas de força que há séculos sabemos que existem. Se nós assumirmos, como fez Leedskalnin, que todos os objetos são ímãs individuais, nós também podemos assumir que uma atração existe entre estes objetos devido à natureza inerente de um ímã que busca alinhar um polo oposto a outro. Talvez os meios que Leedskalnin tenha encontrado para trabalhar com a força gravitacional da Terra não tenha sido nada mais complicado do que inventar meios pelos quais o alinhamento dos elementos magnéticos dentro de seus blocos de coral pudesse ser ajustado para resistir aos fluxos do magnetismo terrestre.
É bem sabido que Leedskalnin trabalhava sozinho e, portanto, seus métodos tinham que ser necessariamente simples. Christopher Dunn prossegue esclarecendo que um método conhecido para criar magnetismo em uma barra de ferro consiste em alinhá-la com o campo magnético da Terra e golpeá-la com um martelo. Isso faz vibrar os elementos na barra e lhes permite serem influenciados pelo campo magnético dentro do qual se encontram. O resultado é que quando a vibração cessa, um número significativo dos átomos se alinharam dentro deste campo magnético. Numa oficina dentro do castelo, existe um mecanismo que dispõe de uma espécie de volante e o qual se afirma serviria para gerar eletricidade, mas é duvidoso que fosse possível conseguir tal objetivo apenas girando a roda com as mãos. O conjunto todo é formado por um velho carter de um veículo de quatro cilindros e barras magnéticas que foram intercaladas entre duas placas. Na parte superior há uma engrenagem circular. Para dar peso e solidificar todo o conjunto, Leedskalnin envolveu as barras magnéticas com cimento. Uma foto antiga, que vemos acima, mostra Leedskalnin com a mão na manivela existente no conjunto, dando a impressão de que para fazê-lo funcionar seria necessário girar o artefato. É possível, entretanto, que Leedskalnin usasse a manivela apenas para dar partida a um motor de movimento alternado, atualmente perdido, que se fixava em uma das extensões do eixo. Ele poderia, então, afastar-se e deixar a máquina funcionando.
Ao examinar esse mecanismo, Christopher Dunn imaginou que as barras magnéticas eram usadas na realidade para provocar vibração na peça que Leedskalnin estivesse tentando erguer. O cárter estava firmemente preso a um bloco de coral na oficina, e dificilmente se movimentaria. Dunn testou as barras magnéticas com um canivete. Ele foi atraído por todas elas. Para saber com certeza qual o arranjo dos polos na roda e confirmar se realmente o conjunto seria capaz de gerar eletricidade, Dunn usou uma barra magnética. Ele segurou a barra a uma curta distância da roda ao mesmo tempo em que a fazia girar. O ímã movimentou-se nas mãos do engenheiro enquanto a roda girava. Olhando ao redor ele viu uma parafernália de vários dispositivos movimentando-se, inclinando-se, elevando-se dentro do quarto. Havia bobinas de sintonia de aparelhos de rádio, garrafas com arame de cobre enrolado nelas, carretéis de arame de cobre e outras várias peças de metal e plástico que pareciam ter saído de um velho aparelho de rádio. Dunn sugere que o letônio pode ter descoberto alguma maneira de reverter, localmente, os efeitos da gravidade. Ele poderia ter gerado um sinal de rádio que fizesse com que o coral vibrasse na sua frequência de ressonância e então usaria um campo eletromagnético para inverter os polos magnéticos dos átomos, de maneira a que ficassem em oposição ao campo magnético da Terra.
Na oficina do castelo podem ser vistas correntes, roldanas, talhas e outras materiais que parecem saídos de um ferro-velho. Toda essa tralha não está dimensionada e não é adequada para levantar os pesos com os quais Ed lidava. Fotos que foram tiradas mostrando Leedskalnin trabalhando exibem um tripé formado por postes telefônicos, sustentando uma caixa em seu topo. Esse material não se encontra mais no castelo. Mas existem ainda lá carretéis de arame de cobre e afirma-se que, em determinado período, o inventor teve uma grade de arame de cobre suspensa no ar sobre a propriedade. As fotos mostram um cabo preso ao redor do tripé que corre diretamente para o solo, o que leva a concluir que talvez o arranjo de tripés esteja relacionado mais com a suspensão da grade de cobre do que com a suspensão dos blocos ou equipamentos.
Eu não tenho nenhuma dúvida — conclui Christopher Dunn em seu artigo — que Leedskalnin contou a verdade quando disse que conhecia os segredos dos antigos egípcios. Ao contrário daqueles que têm buscado publicidade para suas próprias teorias inadequadas, embora politicamente corretas, ele provou a sua pela ação. Eu acredito, também, que estas técnicas podem ser redescobertas e postas em uso para o benefício do gênero humano. Dunn acredita que no castelo há indícios e material suficientes que podem ser reunidos a ponto de se redescobrir a técnica que Leedskalnin utilizou.
FONTE: http://www.geocities.com/tioisma2002/magnetismo.htm
COMO FORAM CONSTRUÍDAS
"O tempo resiste a tudo, mas as pirâmides resistem ao tempo"
provérbio árabe.
Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides.
Heródoto, "pai da História" , viajando pelo Egito no ano de 450 a.C., conseguiu obter dos sacerdotes certos pormenores sobre a construção dessas maravilhas e os transmitiu ao resto do mundo. Segundo seu relato, a Grande Pirâmide, como é chamada a de Quéops, foi construída num espaço de vinte anos. Cem mil homens trabalhavam nessa obra durante três meses por ano, provavelmente durante a época das cheias do rio Nilo, quando a agricultura ficava paralisada. Foram utilizadas mais de 2 milhões de pedras calcarias.
É provável que os grupos de trabalho fossem espontâneos. As pessoas sentiam-se satisfeitas em colaborar com obras consideradas divinas.
Das 7 maravilhas do mundo antigo, as pirâmides de Gisé são as únicas que ainda permanecem inteiras, exercendo um grande fascínio sobre a humanidade.
Quem quer que tenha visto as pirâmides uma só vez na vida - ou mesmo quem nunca pôde vê-las de perto - fica curioso:

Como foram construídas?
Qual o conhecimento matemático que os egípcios possuíam? Que técnicas dominavam?
Que ferramentas empregavam?

Na construção das pirâmides, os egípcios inicialmente nivelavam o terreno pela observação da estrela Polar, a partir de um ponto fixado no vértice norte da futura pirâmide. A precisão alcançada com esse processo é espantosa.
Os instrumentos usados eram o merkhet- barra horizontal equipada com um fio de prumo -e o bay - vara de madeira com uma alça de mira na extremidade superior.
Com o auxílio desses instrumentos, as posições do nascente e do poente da estrela do Norte (Polar) eram marcadas sobre um círculo.
Para encontrar o norte, os egípcios determinavam a bissetriz do ângulo formado pela posição do nascente e do poente da estrela.
Descoberto o norte, os egípcios ligavam cordas a vários pontos fixados sobre o eixo norte-sul, o que tornava possível a determinação de um dos lados da pirâmide. Com o auxílio de varas, usadas como instrumento de medida, obtinham o ângulo reto com um conjunto de arcos de círculo.
Não podemos esquecer que a base da pirâmide é quadrangular, isto é, possui quatro ângulos retos. A precisão dos ângulos da Grande Pirâmide é admirada até hoje. O curioso é que, embora o teorema de Pitágoras sobre as relações entre os lados de um triângulo ainda não tivesse sido formulado, os egípcios já o aplicavam, demonstrando que a necessidade prática é a grande geradora do conhecimento humano.
Como as pedras eram transportadas até o local da construção das pirâmides?

Ainda hoje existem vestígios das rampas que os egípcios utilizavam para transportar as pedras. O mais provável, haja visto as inúmeras teorias sobre a sua construção, é que eles usassem uma série de pequenas rampas em torno da pirâmide, para empurrar os blocos iniciais até uma altura de 30 metros. Outra rampa lateral maior, apoiada em apenas uma das faces, servia para transportar o restante das pedras até o topo.
Entre os mecanismos de que os egípcios dispunham, constavam: a alavanca, as roldanas, carros de arrasto e o chaduf, aparelho com que suspendiam material de construção.

Realmente, as pirâmides de Gisé mereceram o título de maravilha do mundo. Há detalhes em sua construção que deslumbram o leigo e impressionam o matemático.
Ignora-se o significado exato da forma piramidal. Pode ser que as paredes lisas e inclinadas representassem os raios de sol, pelos quais o faraó subiria até o astro-rei, o deus Rá, e com ele percorreria os céus.
Quéops, Quéfrem e Miquerinos, eram respectivamente pai. filho e neto. A primeira das pirâmides é a de maiores dimensões. Ocupa uma área de mais de 6 hectares, contém quase 5 milhões de toneladas de pedra, mede cerca de 145 metros de altura e sua única entrada, no lado norte, eleva-se cerca de 17 metros do solo. Ela foi construída cerca de 2500 anos antes de Cristo. Sua base é um quadrado cujos lados medem aproximadamente 230 m.
O fascínio de Quéops não termina aí. As suas quatro faces estão orientadas, com uma exatidão quase perfeita, para os quatro pontos cardeais: norte, sul, leste e oeste. A grande pirâmide foi originalmente revestida de pedra calcária da melhor qualidade, mas hoje resta pouco desse material.
O perímetro de cada um dos quatro lados da Grande Pirâmide está para a altura da pirâmide como a circunferência para o raio do círculo, isto é, na relação de 2p. A sua altura, multiplicada por um bilhão resulta na distância do Sol à Terra. Um meridiano que passe pelo centro da pirâmide divide continentes e oceanos em duas metades exatamente iguais. A grande pirâmide se situa no centro de gravidade dos continentes!
Mais incrível ainda é o fato de que, ao cortar o meridiano, os raios da estrela Sírio são perpendiculares à face sul da Grande Pirâmide. Penetrando na câmara real pelo canal de ventilação, iluminavam a cabeça do finado faraó. Pela face norte, a abertura principal e um segundo túnel (que ia ter à câmara inferior) davam passagem à luz da estrela Polar.

Quanto mistério não deve estar ainda escondido sob as imensas pedras de Gisé. Quais as relações, se é que existem, entre as pirâmides do Egito e as das colonizações pré - Colombianas. O pesquisador Erich Von Däniken, em seu livro "Eram os Deuses Astronautas?", defende a tese de que as pirâmides foram construídas com o auxilio de seres extra - terrenos. As maldições que sempre cercaram as suas explorações e tantos outros fatos e relações impressionantes nos deixam, muitas vezes sem resposta, mas quanto mais nos aprofundamos mais fascinados pelas pirâmides acabamos ficando.
A pirâmide quadrangular é um sólido delimitado por quatro faces triangulares e por uma base quadrangular.
As pirâmides mais comuns são as de base quadrada, embora, matematicamente, a base possa ser qualquer polígono.
Os antigos egípcios precisavam demarcar constantemente suas terras às margens do rio Nilo. Para essas demarcações precisavam do ângulo de 90 graus. Eles conseguiam esse ângulo dispondo urna corda dividida em 13 nós, espaçados em intervalos regulares. Para conseguir o ângulo a corda era fixada com estacas nos nós 1, 4,8, fixando o nó 13 junto com o nó 1.0 ângulo determinado pela estaca do 4 nó é ângulo reto.
Fonte: www.expoente.com.br
FÓRUM DE DEBATES
espondidas
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COMO FORAM CONSTRUIDAS AS PIRÂMIDES DO EGITO???
Como construiram, quem, de onde veio aqueles plocos enormes de pedra que formam a 1º das sete maravilhas do mundo?

Elas tem alguma relão com as estelas?
• 2 anos atrás
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by H. Sue ♥ G. Gê
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Chama-se pirâmide, em matemática, ao sólido que tem por base um polígono qualquer (triângulo, quadrilátero, pentágono etc) e por faces laterais triângulos que se reúnem num mesmo ponto, chamado vértice da pirâmide.

As famosas pirâmides egípcias são enormes monumentos em forma de pirâmides de base retangular que foram mandadas construir pelos reis das diversas dinastias. A sua antigüidade, magnitude e esplendor davam-lhes uma glória imperecível, cujo brilho perdurou, através dos longos séculos, até os nossos dias. Sabe-se que houve mais de 170 pirâmides no Egito e na Núbia.

A etmologia da palavra pirâmide é desconhecida; chegou a nós através do vocábulo grego "pyramis", mas não se pode explicar a sua origem; não tem relação alguma com a palavra grega "pyr" que significa "fogo". Em antigo egípcio, pirâmide se chama mari, mas se escreve só "mr"; este vocábulo é muito semelhante à palavra maia "muul", que tem o mesmo significado; note-se que na língua maia não existe o r, que é sempre substituído por l.

As maiores pirâmides egípcias são conhecidas pelo nome de "Pirâmides de Gizé", porque estão perto da cidade deste nome, situada nas margens do Nilo e nas proximidades das ruínas de Mênfis. São três essas pirâmides, e levam os nomes dos mais notáveis reis da quarta dinastia: Khufu (ou Quéops), Krafre (ou Quéfren) e Menkaura (ou Miquerinos).

A pirâmide de Quéops excede muito as outras em tamanho e maravilhas. Segundo Heródoto, a sua construção exigiu 30 anos de trabalho, no qual foram empregados cerca de cem mil operários. A sua altura é de 147 metros, e a base de qualquer das faces laterais é de 234 metros. Era orientada esta pirâmide conforme os 4 pontos cardeais celestes, sendo a entrada na face norte. Atualmente está a 4 minutos de grau, do Norte para Oeste; mas, como a posição do pólo terrestre varia no valor de um minuto em mil anos, fica claro que a orientação da pirâmide era absolutamente exata quando foi construída, cerca de 4.000 anos antes do Cristo. Esse colosso consta de dois milhões e meio de blocos de pedra, todas pesadíssimas. No centro da pirâmide faltam alguns blocos, omitidos para dar passagem ao corpo embalsamado do rei Khufu. Nas paredes há séries de pinturas que representam esse rei em várias ocupações: comendo, lavrando campo, conduzindo bois etc. O espaço interior da pirâmide é de tal tamanho que nele caberia a igreja de S. Pedro, de Roma. Se a pirâmide fosse desmanchada, suas pedras dariam material bastante para um muro que circulasse toda a França.

As dimensões das duas pirâmides que são vizinhas da pirâmide de Queóps são menores: a de Quéfren tem 137 metros de altura, a de Miquerinos, 66 metros.

Falando da pirâmide de Quéops, diz o professor Flinders Petrie: "A esquadria da base e sua nivelação são esplendidamente exatas; o erro maior que os mais precisos instrumentos foram capazes de descobrir nas dimensões dos lados da Grande Pirâmide de Gizé é de menos de um centésimo de um por cento."


As dimensões exprimem certos axiomas geométricos, como, por exemplo, a relação da hipotenusa com os catetos. O ângulo de construção mostra que o antigo arquiteto egípcio conhecia a exata relação entre o diâmetro e a circunferência.

Também os conhecimentos astronômicos são revelados pela Grande Pirâmide. Sua face sul recebia, no tempo de sua construção, em ângulo reto, os raios de luz da estrela de Sírio, da constelação do Cão Maior, cuja saída helíaca anunciava o princípio de ano egípcio e a inundação do sagrado rio Nilo, e, com esta, a prosperidade geral. A face de luz do dito astro, no momento de passar pelo meridiano, coincidia com a direção dum conduto de ventilação que ia parar na câmara onde estava depositado o corpo do defunto faraó, e iluminava-lhe a cabeça.Há outros dois condutos, paralelos entre si, um para a câmara principal e o outro para uma câmara subterrânea, que guiavam a luz da Estrela Polar, que naquela época era o Alfa da Constelação do Dragão, no seu passo inferior pelo meridiano.

A assombrosa precisão que representam estas surpreendentes coincidências astronômicas, na arte de construir, testemunham que os sábios egípcios há 4.000 anos antes da era cristã já possuíam grandes acumulações de observações, feitas durante séculos anteriores.

E quais foram as razões que levaram os faraós a construir as pirâmides? Geralmente se pensa que unicamente para lhes servirem de mausoléus; é, porém, impossível que os reis egípcios, cujos atos eram controlados pelo sacerdócio científico, gastassem tanto dinheiro e tantos anos de trabalhos, feitos por milhares de operários, com o único fim de satisfazer uma inútil vaidade. Ponderando as aludidas coincidências astronômicas com os detalhes na construção, temos de aceitar a opinião daqueles que dizem que, além de serem túmulos de reis, as pirâmides eram postos astronômicos e sagrados redutos de grandes iniciados. Marsham Adams considera a pirâmide como exemplo apresentado em pedra do que o "Livro dos Mortos" ensina em palavras: que ali a alma, livre do corpo físico, passava através de portas sucessivas; fazia diversas viagens místicas e adquiria a posse de poderes conquistados sobre o seu "eu" inferior; assim, progredindo de uma iniciação para outra, o estudante das leis da Vida e da Morte aprende os segredos da Vida Integral e entra no segredo da Mansão de Luz.

Comentário do autor da pergunta:
Olá Hallys, sua resposta vou boa, mas copiou da google né, mas tudo bem eu gostei da sua resposta na pergunta do nariz da esfinge que foi mais pessoal e como ñ deu para escolher eu escolhi aqui ok...Gostei dos estraterreste e do construiram de cabeça para baixo ri muito...kakau valeu continua assim!
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Existe uma teoria que diz que as três grandes pirâmides são uma representação do cinturão de órion (que aqui no RS são chamadas as três marias) esta é a relação com as estrelas, mas não há provas de que existe ou não.

No mais, as pedras foram cortadas bem longe dali, trazidas de barco e empilhadas umas por cima das outras com força humana e planos inclinados. Ou seja: deu um trabalhão danado!
Membro desde:

Bom! Primeiro eles fizeram a ponta no solo, depois a viraram de ponta cabeça!

Abraço! Brincadeirinha! Boa tarde!!
Ola
Nao quis invadir o seu debate de novo hehe ai eu vim aqui...
Eu queria te mandar sim, mas vc primeiro tem que autorizar o seu e-mail para o nosso publico do Yahoo (o seu e-mail eh mandado via Yahoo, sem falar o endereco de verdade) mas qualquer coisa vc pode mandar ou pelo meu e-mail clicando no meu perfil, ou para o i-alien@hotmail.com...
Muito legal a sua foto.

Para autorizar vc clica em "alterar" e vera que eh muito facil.

desculpe, ok?
Nao invadirei novamente os seus "debates"

um beijo

Contribuindo em:
Filosofia
Outras - Artes e Humanidades
Outras - Notícias e Eventos
o
Os egípicios foram o povo mais supersticioso da Antiguidade... e acreditavam piamente que a vida se prolongaria após a morte, portanto era bom construir um abrigo para os reis,com as coisas que tinha aqui na Terra, e iam precisar no além... mas, os menos afortunados faziam pirâmides menores, e o Vale dos Reis, está cheio delas... portanto, trabalhavam por amor à causa...
Mas, por via das dúvidas havia milhares de escravos, e muitas chibatas... só não levitação e deuses astronautas !

O mesmo aconteceu na Grande Muralha da China; nas grandes catedrais cristãs da Idade Média e Renascimento...na lenda bíblica da Torre de Babel, que nunca existiu... etc !

Vamos construir um admirável mundo novo ! Sem fantasias e lero-leros...

18.08
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619 (Nível 2)
não sei não tava la para ver!
deixando as brincadeiras de lado segundo o que sei
foram extraterrenos que transportavam as pedras em outra dimensão e depois colocavam na adimensão atual logo não tinha peso nenhum!
informe-se mas pelo assunto é bem interessante
• by SOU UM ACTO
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27774 (Nível 7)
Construídas há cerca de 4500 anos, aproximadamente entre 2650 e 2550 a.C., as pirâmides de Gisé foram feitas para três reis da Quarta Dinastia do Egito: Quéops, Quéfren e Miquerinos. Eles mesmos foram os arquitetos de suas próprias pirâmides

SUGESTÕES
1- Estudo das constelações celestes, dos paralelos e meridianos terrestres
2- Estudo de planos inclinados polias ou roldanas e alavancas
3- Estudo da situação histórica e religiosa de Egito antigo
4- Estudo da situação geográfica do Egito. Vantagens e desvantagens trazidas pela proximidade com o rio Nilo
5- Pesquise quais as sete maravilhas do mundo moderno
6- Estudo da formação de rochas calcárias
7- Comparações entre as civilizações pré colombianas e a civilização egípcia
8- Estudo biológico de múmias e técnicas de embalsamento
9- Estudo das proporções água & continente no planeta Terra

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
- História de Matemática e de Vida - Bongiovanni, Vissoto, laureano - Ática, 1992
- Fundamentos da Matemática Elementar - Dolce, Pompeo - Atual, 1993
- Eram os deuses Astronautas? - Erich Von Däniken - Melhoramentos, 1986
Fonte(s):
Saudação
Membro desde:
12 de Abril de 2007
Total de pontos:
16163 (Nível 6)
Bem, majestade, li as outras respostas...
É, pode ser... ou podemos cogitar hipóteses, pois acho que certeza mesmo acho que ninguém pode ter...

Então podemos devanear, supor, porque não, que fomos visitados e auxiliados por seres extraterrestres!

Afinal, não eram os deuses astronautas?
Cara, segundo meu limitado conhecimento, as pirâmides do Egito foram constuídos pelos escravos! É só isso que sei, não sei de onde vieram as pedras e nem se tem relação com as estrelas!
Uma pessoa aqui falou em ``eram os deuses astronautas``. Aquele ``von`` não-sei-das-quantas. Cientificamente foi comprovado que tudo aquilo foi construido na base do chicote. os escravos, em larga produção, devido a megalomania, usavam somente uma toalha, algo como uma mini-saia, comida e agua e só. As pedras vieram de muito longe e como sempre tudo na base do chicote. Pois faraós são iguais aos papas, se consideram o maximo, uma extenção de deus , que é algo que não existe. Pois o homem em sua ilusão cria obras descomunais na vã tentativa de ficar para a imortalidade. Ao se ´´ maravilhar ´´ com algo magnifico como as piramides é sempre bom lembrar das milhares e milhares e milhares de pessoas que de uma maneira
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070814053607AAfxXZS
COMO FORAM CONSTRUÍDAS AS PIRÂMIDES DO EGITO?
Qual sua teoria?
A teoria mais recente é do arquiteto Jean Pierre Udan que diz que havia uma rampa em volta da pirâmide e suas construções eram de dentro pra fora.
Eu falei pra eles que era pra usar guindastes, mas o faró era um puuta pão duro e preferiu usar mão de obra escrava mesmo
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Tá. Obrigada
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Acho que fizeram um monte de areia, construíram as pirâmides no centro e depois retiraram toda a areia em volta, para ficar só as pirâmides.
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Você e um milhão de estudiosos queria saber, dizem até que foi construidas por alienigenas, mas isso é muita ilusão, cada um tem sua teoria , a minha é que foi pessoas da antiguidade mesmo e bem devagar , apesar que naõ da para entender como eles conseguiram levantar aquelas pedras sem ajuda de muc ou guindastes modernos.
Foram construídas pela despencol, do Sérgio Canaya.
Por isso estão em ruínas!
Boa pergunta, também gostaria de saber...
Grande Pirâmide de Giza,.
Local onde se enterravam os Faraós.
Altura atual:137 metros aproximadamente.
Base:230 metros.
Localização geográfica:Egito próximo de Cairo.
Quantidade de blocos:2 milhões de pedras
aproximadamente 200 e 250 Kilos .
Você sabia? A grande Pirâmide de Giza é a única das
Sete Maravilhas do Mundo Antigo?
Foi a construção mais alta do mundo,até a construção da
Torre Eiffel em 1889!
Quem construiu esta Obra Faraônica?
Há duas hipóteses.
Humanos?Calcula-se que foi construída por 4000 homens.
Seres Gigantes extra-terrestres?
Enigma das Pirâmides!
Paz!


MAIS INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO VISITEM O SITE: http://ciencia.hsw.uol.com.br/piramide4.htm

3 comentários:

LIVRO DIGITAL - LUIZ DOMINGOS DE LUNA disse...

Tanta existência - Por quê?
Luiz Domingos de Luna*


Às vezes começo a viajar no infinito, percorro na minha medição, as tantas formas existentes, são planetas, estrelas, luz, escuridão, quasares, gargantas de buracos negros são tudo uma imensa interrogação. Planetas lindos, inculisve, solitários, amorfos, gelados, consistentes, as mais das vezes verdadeiras obras de arte, obras de arte que, talvez nunca seja apreciada pelos seres humanos. E triste saber que a humanidade ainda não pode contemplar todo este carrossel existencial, giratório, de um passo de uma galáxia para outro é um questão de fração de segundos, o mais interessante são as formas, todas as formas são totalmente diferentes, na verdade não existe igual ou semelhante à outra. Tudo é encantador, talvez o encantamento seja o fato de a cada pisada tudo ser diferente, o que causa repugnância é realmente a primeira pisada, a gente sempre tem a impressão de que está em outro mundo.

Nunca passa pela nossa cabeça de que estamos no mesmo universo. O que chama a atenção não é bem a pisada em si, mas a compactação da pisada, não sei se é um fator psicológico ou não, mas parece que estamos pisando em uma geléia, ou algo que vai nos afundar, talvez a gravidade no planeta terra seja o responsável por esta sensação estranha, na verdade me sinto um estranho, um invasor, um desbravador, um pioneiro de uma história que talvez nunca acontecerá, até porque, as nossas atividades no planeta terra não oferecem esta oportunidade de forma plena para o pensar humano nesta dimensão. Talvez um impedimento psicológico, o medo do desconhecido, a certeza de um vazio que jamais tem fim.

Outro dia eu fui até os confins do universo, foi um passeio maravilhoso, não tem como explicar, o eixo giratório do universo consegue apagar toda a sensação da compreensão do que temos como real aqui na terra. Confesso que a viagem foi muito divertida, pois, tudo no universo não se repete é sempre o nascimento de um novo mundo - me senti a pessoa mais feliz do mundo, eu pensava que aquele passeio era um presente único, que eu tinha sido o escolhido para contemplar e apreciar o universo como um todo. Na verdade, quando eu já tinha atravessado boa parte do universo, por um impulso, que não sei explicar o porquê - pedi para o meu guia parar a nave - por alguns instantes, o que fui atendido prontamente. Parei e entendi o motivo de minha solicitação, é que, no meu íntimo, o meu referencial é o planeta terra, e eu queria ver a minha querida e amada terra.

Levei um susto muito grande, procurei a terra, pedi a meu guia uma luneta, girei a luneta em todos os sentidos e nada de terra. Quando eu vi que não tinha condição de ver a terra que se encontrava a anos luz de distância, entrei em desespero, depressão, crise de pânico, enfim, só me vinha à certeza de que eu estava perdido no universo; ou o contrário, o universo sem terra não é universo, presumo que se fosse outra pessoa que tivesse esta oportunidade teria continuado a viagem sem nenhum prejuízo para, se iria ter ou não um referencial para viver, ou dizer - eu sou um sem humano com terra, ou sem, para mim foi como uma fatalidade -se a terra não está presente, eu também não estou, diante deste raciocínio tolo, tive que retornar o planeta terra e deixar de contemplar todas as maravilhas do cosmo.

(*) Professor da Escola de Ensino Fundamental e Médio Monsenhor Vicente Bezerra – Aurora (CE).

Anônimo disse...

DIZER QUE AS PIRAMIDES FORAM CONSTRUIDAS POR PESSOAS COMUNS É QUASE UMA OFENSA A INTELIGENCIA HUMANA, COMO DESLOCAR PEDRAS DE ATÉ 40 TONELADAS EM BARCAS, COMO ERGUER ESSAS PEDRAS,COMO TALHAR ESTAS PEDRAS AS PEDRAS VINHAN DE 800 KM DE DISTANCIA NO RIO NILO E 2,5 MILHOES DE PEDRAS, O MAIS ENGRAÇADO QUE TODOS JA TENTARAM FAZER ISTO NOS DIAS DE HOJE E NÃO CONSEGUIRAM O MAIOR GUINDASTE DO MUNDO CAREGA 150 TONELADAS, AS PEDRAS DE PUMA PUNKU TEM EM MEDIA 800 TONELADAS, ALGUEM RESPONDA, NÓS NAO SOMOS TAO INTELIGENTES ASSIM.

Anônimo disse...

no youtube tem um docimentario incrivel chamado O OLHO DE HORUS que explica tudo sobre o egito inclusive como construiram as piramides. vale a pena ver.