SEGUIDORES

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Energia celestial de Chico Xavier contagia filmagens


Ator Nelson Xavier conta como ser o médium no cinema mudou sua vida
POR DIEGO BARRETO


Rio - ‘Sou invadido por uma emoção muito boa ao falar do Chico. É a presença dele”. Os olhos de Nelson Xavier estão marejados. Com voz embargada, o ator fala sobre o personagem que o fez mudar a forma de compreender a vida e a morte. Com mais de 50 anos de carreira, coube a ele o desafio de encarnar duas vezes Chico Xavier no cinema. Nelson interpretou o médium em ‘Chico Xavier’ e ‘As mães de Chico Xavier’ - com estreia em 2011.

Embora sua mãe fosse espírita praticante, ele nunca se interessou pela religião: “Desde criança tive contato, mas não me envolvia. Com os filmes, me dei conta de que precisamos estar atentos a valores do kardecismo. Chico encarnou o que há 2 mil anos Jesus Cristo pregou: Amai-vos uns aos outros como a vós mesmos”.

O ator admite que temeu viver Chico duas vezes seguidas. “Depois, conversei com a produção e vi que era muito diferente. Não foi repetição, pois no segundo filme Chico estava mais velho. Foi um prolongamento”, revela Nelson, que acredita ter sido guiado por Chico nas filmagens. “Ele me acompanhou mesmo. No primeiro dia de filmagens, pedi que estivesse presente e ele atendeu. Num dos intervalos de gravação do primeiro filme, uma médium me disse que via o Chico ao meu lado”. “Foi muito bom viver as duas coisas”, resume.

Para o ator, a mensagem deixada por Chico é o caminho para um mundo melhor. “Acredito que essa onda de revivência do kardecismo faz parte de uma conspiração celeste, do bem. O mundo está precisando disso, o único caminho é o da concordância, do amor. Me serviu a oportunidade de viver esse momento. Um mundo melhor é preciso”, conclui.

Quem participou das filmagens de ‘Chico Xavier’ garante que a energia podia ser sentida no set. “Na cena da desobsessão, Ângelo (Antonio, que vive o médium jovem) começou a rezar, e uma senhora incorporou um espírito”, conta o diretor Daniel Filho.

A atriz Ana Rosa, que é espírita e participou dos filmes ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, lembra momentos marcantes ao lado de Chico. Ela esteve frente a frente com o médium em três ocasiões. “Quando a gente participou da reunião no centro, a vibração era tão grande que era impossível conter as lágrimas”, recorda Ana.

Um fenômeno de público no cinema, na televisão e na literatura

Filas nos cinemas, recordes de audiência na TV, livros nas listas de mais vendidos. Oito anos depois de partir, Chico Xavier nunca esteve tão presente. Inspirados na vida e obra do mineiro os filmes ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’ arrebataram 7 milhões de espectadores. As produções figuram entre as 10 maiores bilheterias do ano, com arrecadação superior a R$ 65 milhões.

Para Paulo Goulart, que também é espírita, atuou em um dos filmes e conheceu Chico, a figura do médium preenche uma lacuna. “As pessoas estão carentes de um homem como Chico Xavier, que foi tão generoso e tão fraterno”, avalia o ator. Nas livrarias, Chico é best-seller: ‘Nosso Lar’ ficou entre os 3 mais vendidos este ano com temática religiosa. Traduzida para vários idiomas, a obra já vendeu mais de 3 milhões de cópias no Brasil. Na TV, novelas com tônicas espirituais também batem recordes de audiência.

fonte:http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/2010/12/energia_celestial_de_chico_xavier_contagia_filmagens_131262.html

Com a missão de ser o país espírita


Livro de Chico previu que o Brasil seria o principal centro da religião no mundo
POR DIEGO BARRETO


Rio - A morte não é barreira para Chico Xavier. No centenário de seu nascimento, o médium - morto em 2002 - protagoniza novo fenômeno: o crescimento sem precedentes do espiritismo. Embalados por inúmeros eventos, filmes e peças de teatro alusivos à data, centros espíritas de Norte a Sul do País registram aumento de até 50% de frequentadores (dados da Federação Espírita Brasileira), que buscam alívio e cura para o corpo e a alma na fé espírita.

“Vem crescendo significativamente o número de pessoas que buscam as casas espíritas, após os eventos do centenário do Chico e a exibição do filme ‘Nosso Lar’. Embora difícil de medir, já que somos mais de 15 mil centros no País, algumas casas experimentam crescimento da ordem de 50%”, afirma João Pinto Rebelo,
diretor executivo da federação.

Para atender a demanda de novos adeptos, algumas instituições já mudam horários de reuniões. No Lar de Frei Luiz, em Jacarepaguá, a fila do primeiro atendimento dá voltas na quadra esportiva. “Como as sessões de quartafeira terminam às 20h, a triagem precisa começar cedo. O público cresceu muito: de 30% a 40%. Nas semanas seguintes às estreias de ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, a procura foi ainda maior”, explica Wilson Vasconcelos, diretor administrativo da instituição, que recebe mais de 4 mil pessoas por semana.

No Instituto Espírita Bezerra de Menezes, no Centro de Niterói, as reuniões nas tardes de terça e quinta-feira lotam o salão. “Toda a divulgação do centenário de Francisco Cândido Xavier contribuiu muito para a busca pela doutrina. Nosso público aumentou em até 50%. Por semana, passam mais de mil pessoas por
aqui”, diz o diretor Hélio Loureiro.

A presidente do Centro Espírita Joanna de Ângelis, na Barra, Iraci Campos, destaca outro fenômeno importante para a disseminação dos conceitos espíritas: “Toda a divulgação do espiritismo na mídia foi extremamente positiva porque ainda havia muito preconceito. Muitas pessoas tinham pensamento completamente equivocado. Depois de ver os filmes, passaram a estudar o espiritismo. Nosso meio é filosofia, ciência e religião”, explica ela.

O escritor Marcel Souto Maior, que fez a biografia de Chico Xavier, chama atenção para a reunião de lançamentos no ano do centenário. Segundo ele, os dois filmes que ajudaram a projetar a imagem de Chico deveriam ter ficado prontos bem antes. “Houve muitos atrasos nas filmagens. Muita coisa dava errada. Mas curiosamente tudo deu certo para terminar só em 2010”, surpreende-se ele, autor do livro ‘As vidas de Chico Xavier’.

Uma das mais famosas obras de Chico,‘Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho’, psicografada em 1938, revela que o País teria sido escolhido para a missão celeste de se tornar o centro mundial da fé espírita. Com o crescimento, a mensagem ganha ares de profecia. O número de praticantes cresceu 200% em 60 anos. Atualmente, são mais de 2,5 milhões de adeptos. Isso sem contar os 30 milhões de simpatizantes. Muitos até de outras religiões. “Chico sempre dizia que, quando não estivesse mais aqui, a palavra de Jesus seria mais espalhada”, afirma Eurípedes Higino, filho adotivo de Chico Xavier.

O Conselho Espírita do Rio cadastrou 676 centros. Porém, o número ultrapassa mil. “Chico solidificou o espiritismo, colocou a semente na cabeça de muita gente e agora está desabrochando”, afirma Ronie Lima, autor do livro ‘Os caminhos espirituais da cura’.

fonte:http://odia.terra.com.br/portal/brasil/html/2010/12/com_a_missao_de_ser_o_pais_espirita_131008.html

MENSAGEM DE NATAL


"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade!"

Um jovem, muito inteligente, certa feita se aproximou de Chico Xavier e indagou-lhe:
Chico, eu quero que você formule uma pergunta ao seu guia espiritual, Emmanuel, pois eu necessito muito de orientação.
Eu sinto um vazio enorme dentro do meu coração. O que me falta, meu amigo?
Eu tenho uma profissão que me garante altos rendimentos, uma casa muito confortável, uma família ajustada, o trabalho na Doutrina Espírita como médium, mas sinto que ainda falta alguma coisa.
O que me falta, Chico?
O médium, olhando-o profundamente, ouviu a voz de Emmanuel que lhe respondeu:
Fale a ele, Chico, que o que lhe falta é a “alegria dos outros”! Ele vive sufocado com muitas coisas materiais. É necessário repartir, distribuir para o próximo...
A alegria de repartir com os outros tem um poder superior, que proporciona a alegria de volta àquele que a distribui.
É isto que está lhe fazendo falta, meu filho: a “alegria dos outros”.


Será que já paramos para refletir que todas as grandes almas que estiveram na Terra, estiveram intimamente ligadas com algum tipo de doação?
Será que já percebemos que a caridade esteve presente na vida de todos esses expoentes, missionários que habitaram o planeta?
Sim, todos os Espíritos elevados trazem como objetivo a alegria dos outros.
Não se refere o termo, obviamente, à alegria passageira do mundo, que se confunde com euforia, com a satisfação de prazeres imediatos.
Não, essa alegria dos outros, mencionada por Emmanuel, é gerada por aqueles que se doam ao próximo, é criada quando o outro percebe que nos importamos com ele.
É quando o coração sorri, de gratidão, sentindo-se amparado por uma força maior, que conta com as mãos carinhosas de todos os homens e mulheres de bem.
Possivelmente, em algum momento, já percebemos como nos faz bem essa alegria dos outros, quando, de alguma forma conseguimos lhes ser úteis, nas pequenas e grandes questões da vida.
Esse júbilo alheio nos preenche o coração de uma forma indescritível. Não conseguimos narrar, não conseguimos colocar em palavras o que se passa em nossa alma, quando nos invade uma certa paz de consciência por termos feito o bem, de alguma maneira.
É a Lei maior de amor, a Lei soberana do Universo, que da varanda de nossa consciência exala seu perfume inigualável de felicidade.
Toda vez que levamos alegria aos outros a consciência nos abraça, feliz e exuberante, segredando, ao pé de ouvido: É este o caminho... Continue...

Sejamos nós os que carreguemos sempre o amor nas mãos, distribuindo-o pelo caminho como quem semeia as árvores que nos farão sombra nos dias difíceis e escaldantes.
Sejamos os que carreguemos o amor nos olhos, desejando o bem a todos que passam por nós, purificando a atmosfera tão pesada dos dias de violência atuais.
E lembremos: a alegria dos outros construirá a nossa felicidade
.

Redação do Momento Espírita, com base em relato sobre episódio da vida
de Francisco Cândido Xavier, de autor desconhecido, e que circula pela Internet.
Em 29.11.2010.

FONTE: http://ismaelgobbo.blogspot.com/2010/11/alegria-dos-outros.html

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

MENSAGEM DE NATAL -> A alegria dos outros


"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros, é o segredo da felicidade!"

Um jovem, muito inteligente, certa feita se aproximou de Chico Xavier e indagou-lhe:
Chico, eu quero que você formule uma pergunta ao seu guia espiritual, Emmanuel, pois eu necessito muito de orientação.
Eu sinto um vazio enorme dentro do meu coração. O que me falta, meu amigo?
Eu tenho uma profissão que me garante altos rendimentos, uma casa muito confortável, uma família ajustada, o trabalho na Doutrina Espírita como médium, mas sinto que ainda falta alguma coisa.
O que me falta, Chico?
O médium, olhando-o profundamente, ouviu a voz de Emmanuel que lhe respondeu:
Fale a ele, Chico, que o que lhe falta é a “alegria dos outros”! Ele vive sufocado com muitas coisas materiais. É necessário repartir, distribuir para o próximo...
A alegria de repartir com os outros tem um poder superior, que proporciona a alegria de volta àquele que a distribui.
É isto que está lhe fazendo falta, meu filho: a “alegria dos outros”.


Será que já paramos para refletir que todas as grandes almas que estiveram na Terra, estiveram intimamente ligadas com algum tipo de doação?
Será que já percebemos que a caridade esteve presente na vida de todos esses expoentes, missionários que habitaram o planeta?
Sim, todos os Espíritos elevados trazem como objetivo a alegria dos outros.
Não se refere o termo, obviamente, à alegria passageira do mundo, que se confunde com euforia, com a satisfação de prazeres imediatos.
Não, essa alegria dos outros, mencionada por Emmanuel, é gerada por aqueles que se doam ao próximo, é criada quando o outro percebe que nos importamos com ele.
É quando o coração sorri, de gratidão, sentindo-se amparado por uma força maior, que conta com as mãos carinhosas de todos os homens e mulheres de bem.
Possivelmente, em algum momento, já percebemos como nos faz bem essa alegria dos outros, quando, de alguma forma conseguimos lhes ser úteis, nas pequenas e grandes questões da vida.
Esse júbilo alheio nos preenche o coração de uma forma indescritível. Não conseguimos narrar, não conseguimos colocar em palavras o que se passa em nossa alma, quando nos invade uma certa paz de consciência por termos feito o bem, de alguma maneira.
É a Lei maior de amor, a Lei soberana do Universo, que da varanda de nossa consciência exala seu perfume inigualável de felicidade.
Toda vez que levamos alegria aos outros a consciência nos abraça, feliz e exuberante, segredando, ao pé de ouvido: É este o caminho... Continue...

Sejamos nós os que carreguemos sempre o amor nas mãos, distribuindo-o pelo caminho como quem semeia as árvores que nos farão sombra nos dias difíceis e escaldantes.
Sejamos os que carreguemos o amor nos olhos, desejando o bem a todos que passam por nós, purificando a atmosfera tão pesada dos dias de violência atuais.
E lembremos: a alegria dos outros construirá a nossa felicidade
.

Redação do Momento Espírita, com base em relato sobre episódio da vida
de Francisco Cândido Xavier, de autor desconhecido, e que circula pela Internet.
Em 29.11.2010.

FONTE: http://ismaelgobbo.blogspot.com/2010/11/alegria-dos-outros.html



O VERDADEIRO ESPÍRITO DO NATAL
Estamos no mês desta data tão especial para muitas pessoas. Alguns, a esperam por causa do misericordioso clima que toma conta do coração da maioria das pessoas já na véspera desta comemoração. Outros, principalmente as crianças, esperam a vinda do Bom Velhinho com seus presentes para todos aqueles que se comportaram bem. E existem também aqueles que não dão a mínima para o dia, “é um dia como outro qualquer”, dizem. Quanto ao sistema capitalista implantado para aproveitar dessas situações, nem precisa falar. Tá na cara que o sistema se aproveita de todas as brechas.
Por outro lado, muitas pessoas fazem as pazes, reatam antigos relacionamentos que estavam quase destruídos, festejam, bebem, comem, dançam, ajudam os necessitados, distribuem comida, roupas, agasalhos, se abraçam, se amam como verdadeiros irmãos, vão para a casa dos parentes que moram longe, trocam presentes e tudo isso é muito prazeroso e bonito… É o espírito do Natal. Mas não é o bastante.
Quem dera tivéssemos Natal os 365 dias do ano, para podermos dançar, festejar e ajudar os nossos semelhantes que tanto sofrem. A mídia nos convence de que o Natal é o dia para todas essas formas de alegria e ternura, mas essa é uma verdade que poderia existir todos os dias de nossas vidas. Por que esperar o dia 25 de dezembro para fazer o bem, se existem pessoas sofrendo todos os dias do ano? Não seria uma hipocrisia de nossa parte fecharmos os olhos durante 363 dias do ano e fazer o bem somente nos dias 24 e 25 de dezembro?
O próprio nascimento do Menino Jesus já aconteceu e não acontecerá de novo. Nós celebramos a recordação deste dia. Jesus pediu que amássemos a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos e não citou uma data para isso. Então podemos supor que Ele quer que façamos isso todos os dias.
Isso sim, ao meu ver, é o Verdadeiro Espírito Natalino: “Amar a Deus sobre todas as coisas e aos nossos semelhantes, (e a tudo o que Deus criou), como a nós mesmos durante todos os dias de nossas vidas.”
Jailson Souza da Silva Vieira

O Verdadeiro Significado do Natal
José Henrique Baldin

Natal, dia de confraternização das pessoas, dia de reencontro daqueles indivíduos que a tempo não víamos. Esqueçamos as trocas de presentes, a beleza das ruas iluminadas, o que comeremos neste dia, não importando as diferenças sociais, religiosas, culturais: somos todos filhos de um mesmo Deus, e por conseqüência irmãos. Falaremos de um irmão querido: Jesus. Lembrando o seu nascimento, sua vida e seus ensinamentos. Tudo isso nós concordamos ser o mais importante. Mas antes de falarmos d'Ele, vamos falar um pouca da história da humanidade.
Há mais de 1500 anos antes do Cristo, houve um enviado divino - o primeiro enviado - Moisés, que recebeu os Dez Mandamentos para educar os homens de sua época. Este é o primeiro código divino da humanidade. Ele também o foi o primeiro legislador do mundo - criando a lei do "olho por olho, dente por dente". Deu a esta última uma conotação de verdade divina, criando a imagem de um Deus colérico e vingativo, para conter um povo bárbaro e rebelde.

Pensemos: Será que um povo tribal (as 12 tribos de Israel), com costumes e leis bárbaras conseguiria entender a Lei de Amor ? Será que este povo a aceitaria? Fez-se necessário um novo ensinamento com o passar dos séculos, pois o homem evoluiu moral e intelectualmente. Novos costumes. Novas leis. Roma domina o mundo. Os romanos iniciam a defensoria pública no Senado, dando o direito à defesa de grupos sociais elevados e nobres. A população banalizava o ato de procriar, em verdadeiras orgias. Haviam muitos problemas sociais, escravidão, discriminações raciais, dores, perseguições, controle central do Estado - o Império dos Césares (e alguns deles eram muito loucos por sinal). Deus, como pai que é, não deixaria seus filhos (que somos todos nós) ao sabor dos ventos, sem poder dar-nos um norte, um modelo, um grande exemplo. O nosso melhor irmão: Jesus. Ele nos ensinou um Deus de amor e paz, acrescentando novas leis a leis que Moisés recebeu no monte Sinai (os Dez Mandamentos), dizendo: "Eu não vim destruir as Leis, mas faze-las cumprir" (Mateus, Cap. V, v.17,18)

O Mestre, o único que conseguiu dividir as eras (Antes e Depois d'Ele) ensinou-nos em várias de suas relações com os homens da época, os quais citaremos:
"Aquele dentre vós que estiver sem pecado, atire a primeira pedra.", no momento em que uma mulher iria ser apedrejada em praça pública por causa do adultério (costume da época). (S. JOÃO, Cap. VIII, vv. 3 a 11.). Ele nos pergunta: Será que não possuímos "pecados" maiores ou piores que aquela mulher ? Será que não temos pecado ?

Ele nos ensina: Quem somos nós para julgar alguém ? Ele nos pede: Que tenhamos uma vida melhor para, moralmente, exercermos nosso mandato, através do exemplo.
"Vedes a palha que está no olho do vosso próximo e não vedes a trave que está no vosso." (Mateus Cap. VII, vv. 3 a 5),

Ele nos pergunta: O homem orgulhoso consegue mirar-se no espelho e identificar seus defeitos morais e físicos ? Não é um hipócrita convicto de suas faltas ?
Ele nos ensina: A auto-analise em nossos atos e relacionamentos.
Ele nos pede: Será que estamos corrigindo nossos erros ? Ter a primeira caridade, a mais importante e a mais bela: Conosco mesmo - para com o próximo mais próximo: nosso íntimo
"A árvore que produz maus frutos não é boa e a árvore que produz bons frutos não é má; porquanto, cada árvore se conhece pelo seu próprio fruto. Não se colhem figos nos espinheiros, nem cachos de uvas nas sarças. - O homem de bem tira boas coisas do bom tesouro do seu coração e o mau tira-as más do mau tesouro do seu coração; porquanto, a boca fala do de que está cheio o coração." (S. LUCAS, cap. VI, vv. 43 a 45.) ,

Ele nos pergunta: Que tipo de frutos nos produzimos ? Sabemos diferenciar as atitudes alheias como falsas ou verdadeiras ? Quais os parâmetros de falso ou verdadeiro ?
Ele nos ensina: Distinguir os homens por suas atitudes e por seus pensamentos.
Ele nos pede: Bons frutos, como boas obras - servirmos de espelho para refletir sua imagem (através de exemplos) para aqueles que nos cercam.
"Não vim a este mundo para os sãos, mas sim para os doentes", queria dizer que ele veio para ajudar aqueles que mais precisavam, por os sãos já estavam no caminho do bem.
"A tua fé te curou, vá e não peques mais"
"Vos sois filho de Deus, vos podes fazer tudo que faço e ainda mais"
Ele nos pergunta: Qual a nossa destinação na Terra ? Aprendemos com as circunstancias da vida ? Temos fé ? Se sabemos o que ele quer que façamos com os sofredores do caminho? Se seriamos capazes de ajudar aqueles que precisam, como ele fez ?

Ele nos ensina: O poder da fé, no homem comum, modifica qualquer situação. Somos irmãos, filhos de um Pai Soberanamente Justo e Bom, e com as mesmas capacidades de realizações, Deus não privilegiaria uns dando dons, saúde, riqueza e em outros dando doenças, pobreza, pouco intelectualidade, etc. O que temos em nossa vida (bom ou ruim), somos responsáveis, porque realizamos ou deixamos de realizar.
Ele nos pede: Caridade, ação, luta, e conquistas contra nossas imperfeições. Expande esta ação, luta e conquista em ensinamentos para aqueles que precisam de mais força, coragem e fé para vencer angustias morais e físicas, mesmo que não estejamos de acordo com o que se faz. A fé, a evolução moral e intelectual e o conhecimento das leis divinas.
"Bem-aventurados os pobres de espírito, pois que deles é o reino dos céus."
"Bem-aventurados os que têm puro o coração, porquanto verão a Deus."
"Bem-aventurados os que são brandos, porque possuirão a Terra"
"Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus."
"Bem-aventurados os que são misericordiosos, porque obterão misericórdia" (S.
MATEUS, cap. V, v.3, 8, 4, 9 e 7.)

Ele nos pergunta: Quais dentro os homens serão os bem aventurados ? Como é a justiça de Deus? Ele nos ensina: Que aqueles que forem humildes, forem bons e pacíficos e que tenham compaixão pelo próximo serão bem aventurados.
Ele nos pede: Que sejamos bons, misericordiosos e humildes.
"Quando alguém bater a sua face direita, ofereça a outra"
"Sejamos mansos com a pomba, mas espertos com a serpente"
"Não vos digo que perdoeis até sete vezes, mas até setenta vezes sete vezes." (S. MATEUS, cap. XVIII, vv. 15, 21 e 22.)"

Ele nos pergunta: Quantas vezes devemos perdoar nossos inimigos ?
Devo perdoar alguém que quer me prejudicar ? Devo retribuir o mal com o mal ou o mal com bem ?
Ele nos ensina: Perdoar quem nos ama é fácil. Perdoar nossos inimigos, sem restrição e com o coração (em atos e palavras) é o que pega em nosso orgulho personalistico. Retribuir o mal com o mal nos ajudará em que ? Se não formos melhores que aqueles que nos perseguem, estaremos nos igualando a eles ou até no rebaixando. Será que assim faremos uma comunidade de irmãos nos preceitos do "Amai-vos....
Ele nos pede: Perdoar sempre. O nosso inimigo atualmente, é nosso irmão. Analisar a culpa da inimizade: é meu orgulho pedindo passagem, para a minha intransigência, ou será que aquele que se diz nosso inimigo está com amor-próprio ferido, gelando seus mais secretos sentimos. A culpa é nossa, ou dele ? Ainda não compreendemos as verdadeiras virtudes humanas. Quando somos prejudicados não devolver na mesma moeda, é o nosso capital espiritual, nos desvinculando com os que nos querem mal. Procurar mostra o outro lado, isto é, aconselhar o nosso irmão inimigo ou agressor a pensar no que está fazendo, se está certo as atitudes dele, mas sem humilhá-lo, sendo o mais humilde possível. Tenhamos cautela com os nosso inimigos, mas nem por isso deixamos de orar por eles. Aconselhemos e orientemos. Jesus foi perseguido, humilhado e crucificado, mas nem por isso deixou de amar o seu próximo, ele disse "Perdoa-lhes Pai, eles não sabem o que fazem".
" Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno porque esta aparelhado para o diabo e para os seus anjos; porque tive fome e não me deste de comer; tive sede e não me deste de beber; era hospede e não me recolhestes; estava nú então me cobriste; estava enfermo no cárcere e não me visitastes". Então, eles perguntaram: "Senhor, quando é que nós te vimos faminto, ou sequioso, ou hospede, ou nú, ou enfermo, ou no cárcere, e deixamos de te assistir?" Então Jesus respondeu: "Todas as vezes que deixastes de dar essas proteções a um destes pequeninos, deixaste de dá-las a mim mesmo."

Ele nos pergunta: Será que entendemos a caridade como ela deve ser entendida?
O que fazemos ao nosso próximo mais próximo?
Ele nos ensina: Se amamos ao próximo como a nós mesmos, deveremos fazer aos outros o quereríamos que os outros nos fizessem.
Ele nos pede: Que devemos fazer a caridade nas suas mais variadas formas: a ajuda monetária, uma conversa amiga, um conselho, uma visita aos doentes, ensinar aqueles que não sabem escrever ou ler, enfim qualquer ato de solidariedade para com o próximo.
"Não devemos servir a Deus e a Mamom",

"Daí a César o que é de César, daí a Deus o que é de Deus",
Ele nos pergunta: Qual deles devemos escolher ? É melhor servir a Deus ou a Mamon (um deus egípcio, da riqueza) ? Será que dá para servir aos dois ao mesmo tempo ?
Ele nos ensina: Não podemos servir a Deus, em seus princípios de espiritualismo, e a Mamom, cultuando ao mesmo tempo o materialismo. Os bens materiais são provisórios e usados somente nesta vida, enquanto os bens espirituais (inteligência e moral) são eternos.

Ele nos pede: Cuidar da parte espiritual que é eterna e usar a parte material com sabedoria e inteligência para fazer o bem, sem egoísmo.
"Meu reino não é deste mundo"
"Na casa de meu pai há muitas moradas"


Ele nos pergunta: Onde é o reino de Deus ? Para que serve o nosso planeta Terra ? Há vida em outros planetas ? Será que a vida só existe no planeta Terra ? Para que Deus criou as outras estrelas no universo infinito ? Será que poderemos identificar Deus como um cara burro, que fez coisas sem utilidade ?
Ele nos ensina: Que este mundo físico chamado Terra é provisório, o eterno é o espiritual. Este mundo em que vivemos é só uma escola preparatória. Há vários mundos, nós podemos viver, seja no mundo material, seja no mundo espiritual.
Ele nos pede: Viver o melhor possível, tirar proveito dos ensinamentos que a vida nos dá, dando valor aos bens espirituais sobre os bens materiais, transitórios e mutáveis.

"Buscai e Acharei"
"Ajuda-te que o céu te ajudará"


Ele nos pergunta: Tenho que esperar as coisas cair do céu ? Deus recompensa o preguiçoso ? Se ele ajudar o preguiçoso não estaria incentivando a vadiagem. Os que se esforçam e os que não fazem nada tem os mesmos direitos ?
Ele nos ensina: Quer dizer que tudo o que fizermos, seja conosco ou com o próximo, acharemos o que estamos procurando, isto é, como a Lei de Ação e Reação, tudo aquilo que plantamos ou fizemos de bom colheremos, assim como tudo de ruim que plantarmos ou fizermos colheremos também. Podemos dizer que a sementeira é livre, podemos plantar o que quisermos, escolher o caminho que desejarmos, mas a colheita é obrigatória, as dificuldades ou facilidades de cada caminho serão encontradas pelo caminho que escolhermos. A lei de Deus é sabia e justa, não privilegiando ou punindo nenhum de seus filhos, pois cada um colherá o que plantar, com o diz o ditado "Quem planta vento, colhe tempestade".

Ele nos pede: Faça a tua parte, faça o bem, ajude o próximo, se esforce, estude.
"Amar a Deus sobre todas as coisas, e amar ao próximo como a ti mesmo. Aí estão todos os profetas e todos os ensinamentos."
Ele nos pergunta: A quem devemos amar ?
Ele nos ensina: Amar a Deus sobre todas as coisas, e por conseqüência a tudo que ele criou, os mundos e as pessoas com quem nos relacionamos, isto é o próximo.


Ele nos pede: Amar a Deus e a todos os nossos irmãos, mesmo que alguns deles sejam os nossos inimigos, pois somos todos (sem exceção) filhos de um mesmo Pai. Apesar das aparentes diferenças (Credo, cor, cultura), temos as mesmas capacidades, desde que saibamos explorá-las. "Rogarei ao pai que envie um espírito consolador, que lembrará tudo que tenho dito e que dirá coisas novas"
Ele nos pergunta: Será que precisa vir um novo Jesus ? Será que Ele vai ensinar alguma coisa diferente daquilo que já ensinou ? Quem é esse consolador ? O que ele trouxe de novidade ? Este consolador lembrou os ensinos de Jesus ?
Ele nos ensina: Que na hora certa, isto é, quando o homem estiver em condições intelectuais e morais para receberem novos ensinamentos, e quando alguns homens começaram a se esquecer dos ensinos de Jesus, Deus enviaria um espírito para relembrar tudo que Ele ensinou e ensinaria coisas novas.
Ele nos pede: Analisar qual espírito é o consolador, qual que relembrou os ensinos de Jesus e qual que trouxe a nós novos ensinamentos.
Em 21 de abril de 1857, Allan Kardec publicou o "Livro dos Espíritos", com a ajuda de vários espíritos superiores, que se auto-denominavam "O Espírito da Verdade". Este espíritos relembraram várias passagens de Jesus e acrescentaram demonstrando a necessidade da reforma íntima das pessoas, a vida espiritual e o relacionamento entre a pessoa encarnada e o desencarnado, e vice-versa. Dava-se início ao Espiritismo e a regeneração dos homens na Terra. Como doutrina puramente racional e de vivência interior, não se assemelha aos cultos religiosos, principalmente aos dogmas de rituais exteriores. Algumas praticas são espiritualistas, mas não espíritas.

Como maior exemplo, para o Espiritismo, citamos a pergunta 625 do Livro dos Espíritos, onde Allan Kardec, indaga aos espíritos superiores, qual o maior exemplo enviado por Deus para a Humanidade ? E os espíritos responderam: " Vêde Jesus"

Na pergunta 932, Allan Kardec indaga, por que o mundo ainda é violento ? E os espíritos disseram: "Porque os maus são ousados e os bons são tímidos, e os bons quando quiserem, preponderarão". Fazer o bem, sem esperar recompensas dos outros. Deixar de fazer o bem por causa da violência do mundo moderno, é fugir da responsabilidade de espíritas e de espíritos. Façamos a nossa parte. No futuro seremos maioria, convencendo os outros a fazerem o bem, pelos exemplos, pelas atitudes que demonstrarmos. Sejamos uma semente melhor, nem que esta só germine bem mais tarde.

E o que devemos fazer para melhorar o nosso mundo?

Primeiro a nossa reforma íntima, ajudando o nosso próximo mais próximo (nós mesmos), extirpando os vícios grosseiros, combatendo defeitos, aprimorando os conhecimentos. Allan Kardec disse a seguinte frase: "Reconhece o verdadeiro espírita pelo esforço que faz em domar sua más inclinações" e Jesus ainda disse "Sede Perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito", nesta frase Ele nos pede ou nos ordena? Afirmando buscar a nossa perfeição relativa, confirma que um dia seremos perfeitos, dependendo única e exclusivamente de nós, de nossos esforços e vontades para a alcançarmos mais rapidamente ou mais lentamente.

Devemos combater o egoísmo, em nosso ser e no mundo todo, o principal entrave da evolução humana. Perguntamos: como um homem se torna egoísta? Quando vê que os outros pensam mais e si mesmo do que nele, ei-lo levado a pensar mais em si mesmo do que nos outros. Colocar-se na defensiva, para não se machucar com a falta de sentimos e de reconhecimento dos outros. Recusar emprestar ou doar um objeto qualquer, é egoísmo: estamos pensando mais em nós do que no próximo. Façamos aos outros o que gostaríamos que eles nos fizesse. Para saber se você está fazendo uma ação boa para com o próximo, analise primeiro se gostaria que ele fizesse o mesmo para você. Se a resposta for não, então para que fazê-la? Se a resposta for sim, então por que não ensinar outros a fazerem o mesmo?


A oração é uma evocação que nos coloca em relação mental com o ser a quem dirigimos o pensamento. Com ela nós podemos glorificar, pedir ou agradecer. É o meio de entrarmos em contato com o Criador e com Jesus, o nosso Irmão Maior. Com ela podemos conversar com os nosso parentes e amigos que estão ao nosso lado, na pátria dos Espíritos.

Jesus nos ensinou a oração dominical, o "Pai Nosso".
Mas a oração principal, a melhor, a mais garantida de chegar ao endereço desejado é aquela realizada com o coração. Em várias passagens o Cristo nos informou que Deus vê o que se passa no íntimo do homem, no nosso coração. Então perguntamos: As preces pagas ou realizadas por pessoas que não teve afinidade com o ser a quem se dirige, terá o mesmo efeito? Chegará ao seu endereço? As preces decoradas tem o mesmo efeito que as preces feitas de coração? E quais os efeitos da prece? Nos sabemos que os primeiros efeitos são a paz interior, apaziguando a consciência; o reativar dos núcleos geradores de forças mentais, ajudando a pensar melhor e com mais clareza; como tantos outros efeitos. O que é importante é a nossa relação de criatura para com o criador. Com certeza vale mais uma prece espontânea e do coração, que uma prece decorada. Lembramos sempre do nosso corpo, do dinheiro, dos bens materiais, e o quanto lembramos dos bens espirituais? Daqueles amigos e parentes que já estão do outro lado ? Basta a prece com amor que, com certeza, todos os nossos amigos, quer deste plano ou do outro, estarão conosco. Experimentemos. Façamos um teste.

NOSSO PAI
Nosso Pai, que estás em toda parte;
Santificado seja o teu nome, no louvor de todas as criaturas;
Venha a nós o teu reino de amor e sabedoria;
Seja feita a tua vontade, acima dos nosso desejos;
Tanto na Terra, quanto nos círculos espirituais;
O pão nosso da mente e do corpo dá-nos hoje;
Perdoa as nossas dívidas, ensinando-nos a perdoar nossos devedores com esquecimento de todo mal;
Não permitas que venhamos a cair sob o golpes da tentação de nossa própria inferioridade;
Livra-nos do mal que ainda reside em nós mesmos;
Porque só a Ti brilha a luz eterna do reino e do poder, da glória, e da paz, da justiça e do amor para sempre!
Assim seja!
Emmanuel (Psicografado por Chico Xavier)

Que neste Natal e nos outros dias do ano lembremos dos ensinamentos de Jesus, aplicando-os em nossas vidas, seja neste mundo físico, seja no mundo espiritual. Um bom Natal a todos e que Deus e Jesus possa iluminar e abençoar a todos nós nos propósitos felizes, nos mostrando o caminho do bem, do amor e da fraternidade, que possamos retribuir a todos que encontramos esta paz que Deus e Jesus estão nos dando hoje e sempre.

E-mail: jhbaldin@terra.com.br
© Out 1996, José Henrique Baldin
http://www.espirito.org.br/portal/artigos/diversos/natal/o-verdadeiro-significado.html

O verdadeiro espírito de Natal: Generosidade e Amor
:: Sirley Bittú ::
É Natal e na grande magia que evolve esta época do ano, despertam dentro de alguns um potencial de solidariedade e compaixão, surgem as campanhas contra a fome e a miséria humana, renasce dentro de nós a esperança na humanidade e em sua generosidade.

Muitas famílias passam juntas esta noite, pessoas perdoam-se mutuamente, desentendimentos são desfeitos, compartilha-se a emoção e a alegria que envolve a história do menino Jesus e a lenda do bom velhinho, tudo gira em torno do amor. É o aval que algumas pessoas precisavam para demonstrar seu carinho e sua gratidão às pessoas que querem bem.

A figura de JESUS simboliza a capacidade humana de ser humilde, generoso, de amar, compartilhar, preocupar-se com o outro e principalmente respeitar as pessoas, independente de classe social, ou mesmo das próprias crenças.

De forma geral, fomos educados dentro de uma concepção filosófico-religiosa onde aprendemos a valorizar o ser generoso, aquele que oferece toda a sua disponibilidade e bens para o outro, sem pedir nada em troca.
Só podemos oferecer o que temos, a generosidade é uma capacidade emocional que se relaciona ao desprendimento e a auto-estima.

Quando você oferece algo para alguém esperando algo em troca, isto chama-se na verdade investimento e portanto você não está dando nada; quando você oferece algo e cobra o pagamento, isto é venda e portanto o outro tem direito de saber o que está comprando e qual o preço do produto para decidir se o quer ou não.

As relações afetivas de todo tipo, sejam familiares, amorosas, sexuais, fraternas ou quaisquer outras, tem como base o compartilhar de afetos, pensamentos, emoções, respeito mútuo e portanto não se trata de investimentos no sentido que coloquei anteriormente, nem de venda. É como a garota que gasta todo seu salário com um lindo presente para seu namorado e na noite de natal ele chega com um pacotinho de bombom e sente-se culpado por ter sido tão mesquinho. Na verdade nenhum dos dois estava satisfeito e seguro da própria atitude, ela esperava algo mais substancioso, pelo menos mais próximo do esforço que fez para agradá-lo, enquanto deveria na verdade é reavaliar seu modo de sentir-se passível de ser amada. Esta equação: tenho que oferecer muito para as pessoas perceberem como eu sou legal, e obviamente ser recompensada, são velhas companheiras conscientes ou inconscientes das pessoas que se acham generosas demais para este mundo cruel e mesquinho que não reconhece sua grandeza e generosidade. Na verdade o centro desta questão é uma auto-estima muito baixa, uma dificuldade de perceber o próprio valor.

Como isso é possível numa sociedade capitalista e competitiva como a nossa? Como sermos ‘bons sem nos sentirmos bobos ou nos tornarmos tirânicos?
Aprendemos com nosso desenvolvimento pessoal, que toda relação contém em si algum tipo de troca; buscamos ser aceitos em nossa forma de estarmos no mundo, sermos compreendidos em nossos motivos e principalmente, buscamos ser felizes.

Ser BOM é diferente de ser BOBO, como também querer ser esperto também é diferente de ser generoso.

E qual a diferença entre essas coisas?

O diferencial está na capacidade de perceber-se e aceitar-se, de ser autêntico em suas atitudes, respeitando a si e ao outro. O bobo é aquele que na verdade não sabe do que é capaz e portanto não consegue perceber do que o outro é capaz, justamente por não ter real conhecimento da própria natureza (humana), coloca-se numa posição de total desproteção, tornando-se vulnerável. O esperto é aquele que está sempre tentando ‘levar vantagem em tudo’, mas sempre vestido de bom moço, ele é produto do entendimento equivocado da palavra generosidade. E finalmente o bom é aquele que sabe que não é bom nem mau e ao mesmo tempo é simplesmente o 'interjogo' dessas duas forças que existem dentro de nós e as quais procuramos, através de nossa maturidade emocional, aprender a manter em equilíbrio para nos relacionarmos de forma harmoniosa e feliz.

O advento da generosidade é algo maior que o poder econômico. Podemos ser generosos sem necessariamente termos dinheiro, podemos oferecer gratuitamente amor, atenção, solidariedade e principalmente respeito, aprendendo a olhar as pessoas que estão à nossa volta como seres humanos, não apenas enxergando seus defeitos, mas as suas qualidades e potenciais pessoais.

Desejo a todos um Natal generosamente fraterno e feliz.

Sirley Bittú é Psicóloga Especialista Clínica pelo Conselho Federal de Psicologia
Psicodramatista Didata Supervisora
Terapeuta em EMDR pelo EMDR Institute/EUA
Consultório (11) 5083-9533 - Visite seu Site
Email: sirley.regina@terra.com.br


http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=02442
O verdadeiro espírito de Natal - kewego
Animação sobre o natal, que mostra a festa como algo realmente capitalista. Em português.




Palavras-chave:festa anima natal papai noel

http://ojota.wordpress.com/2006/11/25/o-verdadeiro-espirito-do-natal/



quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Trilha Sonora Nosso Lar - Philip Glass


Olá Amigos do Blog Trilhas, basta copiar o link:

http://www.radio.uol.com.br/#/album/philip-glass/nosso-lar---trilha-sonora/20696?cmpid=clink-rad-al

para curtir a trilha Sonoro do Filme Nosso Lar.

Fraterno Abraço,

Geraldo Valintim

ACESSE O SITE e ouça parte da trilha de NOSSO LAR:
http://www.biscoitofino.com.br/bf/cat_produto_cada.php?id=635
NOSSO LAR
Philip Glass é o autor da trilha sonora do filme
Nosso Lar, o longa-metragem dirigido por Wagner de Assis, inspirado no livro homônimo de Chico Xavier, já está entre os filmes brasileiros lançados em 2010 com o maior número de público. Em 2011 será exibido nas salas de cinema dos Estados Unidos. A trama usa efeitos especiais para mostrar a trajetória do médico André Luiz em um mundo espiritual, onde passa a viver após sua morte. Philip Glass, convidado para compor a trilha sonora do filme não se deixou intimidar com a temática espírita e o CD com sua música está sendo lançado agora pela Biscoito Fino.
O compositor norte-americano, um dos mais influentes do final do século XX, além de já ter feito música para vários filmes americanos e ingleses - foi indicado três vezes ao Oscar – por As Horas, Notas sobre um Escândalo e Kundun – é o autor da trilha sonora do filme brasileiro Jenipapo, de 1995, de Monique Gardenberg.
Mas Glass conheceu o Brasil há muito mais tempo, em 1980, quando participou de um festival de jazz no Rio. Gostou tanto que ficou por aqui um tempo, estudando português, assistindo aos desfiles das escolas de samba e conhecendo vários músicos. Anos depois trabalhou com o grupo Uakti, de Minas Gerais e fez um balé para o Grupo Corpo, também mineiro.
Nosso Lar ainda não estava pronto quando foi convidado para fazer a trilha sonora. Encontrou-se com os produtores em Nova York e assistiu uma boa parte do filme, o suficiente para que pudesse trabalhar. Ele diz que não é bom fazer a música com o filme pronto, nunca dá muito certo, pois o diretor fica sem tempo para inseri-la como deve.
Com os oito temas – divididos em 10 faixas - de Glass prontos, a produção concluiu que precisaria de uma orquestra e procurou a OSB - Orquestra Sinfônica Brasileira. O produtor musical Guto Graça Mello se encarregou da edição e os arranjos e orquestrações ficaram a cargo de Trevor Gureckis, com regência de Marcos Arakaki. É o maestro quem explica que Glass conseguiu captar bem o clima das cenas, contribuindo com sua música para a emoção do filme.
www.biscoitofino.com.br
Assessoria de imprensa Biscoito Fino
Sidimir Sanches
_________________
FAIXAS

01 Abertura / Opening
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

02 Sombra / Shadow
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

03 Câmaras / Chamber's
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

04 Nosso Lar
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

05 Tema de André / André's Theme
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

06 Família de André / André's Family
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

07 Eloísa / Eloise
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

08 Guerra / War
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

09 Mãe de André / André's Mother
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)

10 Final / Ending
Autores: Philip Glass
Intérprete: OSB - regência: Marcos Arakaki
Editora: Dunvagen Music Publishers Inc.(EMI)
_______________________
FICHA TÉCNICA
em co-produção com
MIGDAL FILMES, GLOBO FILMES e FOX FILM DO BRASIL

apresentam
NOSSO LAR´
Renato Prieto
como André Luiz
com
Fernando Alves Pinto, Rosanne Mulholland, Inez Viana, Rodrigo dos Santos, Werner Schünemann, Clemente Viscaíno
Participação Especial
Ana Rosa, Othon Bastos e Paulo Goulart
Direção de fotografia Ueli Steiger, Asc
Direção de arte Lia Renha
Figurino Luciana Buarque
Produção de elenco Ruy Brito
Supervisão de pós produção Renato Tilhe
Edição Marcelo Moraes
Supervisão de efeitos visuais Geoff D. E. Scott (Intelligent Creatures)
Som direto George Saldanha
Edição de som Alessandro Laroca
Mixagem Armando Torres Jr.
Produção musical Vinicius França
Direção musical Guto Graça Melo
Produtor associado Harold Apter
Co-produção executiva Luiz Claudio Barbosa
Produtora executiva delegada Ilana Brakarz
Produção executiva Luiz Augusto de Queiroz e Elizabeth Marinho Dias
Trilha sonora original Philip Glass
Produzido por Iafa Britz
Roteiro e direção Wagner de Assis
Trilha sonora original Philip Glass
arranjos adicionais e orquestrações Trevor Gureckis
com Orquestra Sinfônica Brasileira
regência Marcos Arakaki
produção musical Guto Graça Mello
produção executiva Vinícius França
Assistente de produção musical Gustavo Modesto
Gravação e mixagem Marcelo Sabóia
Masterização Ricardo Garcia
Todas as músicas compostas por Philip Glass (Dunvagen Music Publishers Inc. -EMI)

Uma Realização Biscoito Fino
Direção Geral Kati Almeida Braga
Direção Artística Olivia Hime
Produção Sylvia Medeiros
Adaptação gráfica Antonia Ratto Design

ACESSE O SITE:http://www.biscoitofino.com.br/bf/cat_produto_cada.php?id=635

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Agressão Gratuita / 21.11.2010


Os quatro menores suspeitos de agredir três rapazes na Avenida Paulista, no domingo, devem passar para uma avaliação para saber se continuam internados na unidade da Fundação Casa no Brás, na região central de São Paulo, ou se serão liberados para responder em liberdade por ato infracional à Vara da Infância e Juventude. Eles foram transferidos para a Fundação Casa na madrugada desta segunda-feira.

O advogado do quinto integrante do grupo acusado de agressão, que é maior de idade, esteve no Fórum na tentativa de conseguir uma habeas corpus para que o seu cliente responda em liberdade pelos crimes de agressão corporal gravíssima e formação de quadrilha.
De acordo com o Jornal Hoje, os jovens também foram autuados em flagrante por roubo de objetos pessoais de uma vítima de 23 anos. O jovem, que esteve na delegacia, reconheceu o grupo.

Agressões
A primeira agressão foi contra dois rapazes que estavam perto da Estação Brigadeiro do Metrô. O fotógrafo Rodrigo, de 20 anos, conseguiu fugir, mas o amigo dele ficou tão machucado que precisou ser levado para o hospital Oswaldo Cruz. Ele já teve alta.
Um pouco mais adiante ainda na Avenida Paulista, o estudante de jornalismo Luis Alberto, de 23 anos, que estava acompanhado por dois amigos, foi violentamente agredido no rosto por duas lâmpadas fluorescentes que um dos jovens levava nas mãos. “Ele deu um grito pra chamar a nossa atenção. Na hora que olhei, ele foi e lançou a lâmpada no meu rosto”, disse a vítima. O estudante disse que reagiu e, por isso, teria sido violentamente atingido pelos outros integrantes do grupo.
Foram os vigias de prédios que acabaram com a confusão e que chamaram a polícia. Os cinco jovens foram detidos em flagrante.Testemunha disse que a agressão foi gratuita e não deu direito de defesa para as vítimas.

Homofobia
A Polícia Civil investiga se o motivo do crime foi homofobia, já que um dos jovens feridos disse ter ouvido frases homofóbicas. “Eu escutei alguma coisa referente a bicha, a gay, fizeram até outros comentários, enfim”, afirmou um dos jovens feridos.

"Porque será que essas criaturas agem assim?
Porque agredir alguém que nem ao menos se conhece?
Porque de tanta intolerância e covardia?
Será que essas criaturas gostariam de ser tratadas assim também?"
Muito complicado e revoltante!!

Até quando... ?


FONTE: http://wwwautenticidade.blogspot.com/2010/11/agressao-gratuita-21112010.html

sábado, 20 de novembro de 2010

Tailândia encontra 2.000 fetos em templo budista



Polícia suspeita que corpos venham de clínicas de aborto clandestinas

As autoridades da Tailândia encontraram 2.000 fetos humanos, provavelmente provenientes de abortos ilegais, em um templo budista do país. A prática é proibida pela legislação local, a menos que a mãe tenha sido estuprada ou corra risco de morrer. A informação foi confirmada pela polícia nesta sexta-feira (19).
Na última terça-feira (16), a polícia já havia anunciado a descoberta de 348 fetos, envoltos em sacolas plásticas e jornais velhos, no necrotério do templo, onde são mantidos os cadáveres antes da cremação. Depois, mais 1.654 foram encontrados em condições semelhantes em outras salas do necrotério.
Policiais colocaram os fetos dentro de sacos plásticos; templo budista é usado para cremações.
O coronel da polícia Metee Rakphan disse que a suspeita é que os fetos venham de clínicas que fazem abortos ilegais. Segundo Sombat Milintajinda, porta-voz policial, alguns estavam armazenados no local há mais de um ano.
Dados do Ministério da Saúde tailandês dão conta de que 80 mil abortos ilegais ocorram por ano no país.
O primeiro-ministro da Tailândia, Abhisit Vejjajiva, estimou que o episódio "mostra quão grave é o problema", mas descartou modificar a lei que proíbe o aborto, afirmando que esta é "suficientemente flexível".
Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados.
Fonte: http://noticias.r7.com/internacional/noticias/tailandia-encontra-2-000-fetos-em-templo-budista-20101119.html