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quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

CIÊNCIA E ESPIRITUALIDADE


Para a maioria das pessoas, sair do corpo é um desafio impensável. Mas para a psicóloga Marina Thomaz e para a professora Ana Maria dos Santos não. Elas eram crianças quando fizeram os primeiros passeios, na chamada viagem astral.
"Eu posso sair daqui e ir até a sua casa. Posso sair daqui e ir até a casa dos meus pais, dos meus filhos, fazer uma visita. Tudo isso é factível", garante Marina.

"A palavra 'consegue' deixa uma distância muito grande. Não é uma questão de conseguir. É com que freqüência eu faço isso. Todas as noites", afirma Ana Maria.

A pedido do Globo Repórter, elas vão repetir um estudo feito há dez anos no Instituto do Sono, na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Os pesquisadores quiseram saber o que acontece com as funções vitais de quem diz ser capaz de se projetar e sair do corpo.

"A pergunta do Instituto do Sono era: 'Será que durante um procedimento onde há projeção existe alguma alteração do traçado eletroencefalográfico?'", diz o professor de psicobiologia da Unifesp Marco Túlio de Mello.

O interesse de cientistas pela espiritualidade tem aumentado nos últimos anos. Dois pesquisadores vasculharam 1,2 mil trabalhos científicos sobre o tema em todo o mundo. Uma hipótese: diante do desconhecido, algumas pessoas seriam geneticamente mais pré-dispostas do que outras a crer e ter fé.

"Alguns cientistas já estão começando a falar que a gente deve ter herdado circuitos biológicos associados à fé. Agora, como todos os seres humanos são bem diferentes uns dos outros, talvez um ateu não tenha herdado esses circuitos e não esteja capacitado biologicamente a crer, a transcender, a perceber o divino", diz o fisiologista Marcelo Árias, do Centro Universitário Monte Serrat (Unimonte).

Ana Maria não é religiosa, mas tem certeza que sai do corpo. Diz que tem uma missão a cumprir: "A gente está perto para ajudar a pessoa na hora da morte, do desespero e tudo mais na transição".

Seria um grupo de pessoas, ou consciências, que se juntam, em algum lugar do espaço para auxiliar quem está no momento de passagem desta para uma outra vida.

"Eu tenho um pessoal que me ajuda muito – todos fora do corpo. Este pessoal é fantástico", conta Ana Maria.

Ana Maria sabe que não é fácil acreditar nas histórias que ela conta. A desconfiança dos outros fez dela uma pessoa solitária. "Perdi amigos, alunos, empregos. Querendo ou não, a gente fica diferente", diz ela.

Entender essa "diferença" uniu pesquisadores em torno de um projeto: criar um centro de estudos da consciência. O lugar escolhido foi Foz do Iguaçu, no Paraná. Segundo eles, por causa da grande concentração de energia.

É onde mora, hoje, a pesquisadora Málu Balona, uma estudiosa do comportamento das pessoas que dizem sair do próprio corpo. A pesquisa feita por ela durou nove anos e foi batizado de "Síndrome do Estrangeiro".

"Eu tive algumas experiências bastante críticas de pessoas que me relataram que foram tratadas a vida toda, e chegaram a tomar eletrochoque ou uma medicação pesada. Mas a única queixa delas era a experiência fora do corpo. E as pessoas não apresentavam em outros dados de comportamento nada que indicasse um desequilíbrio", conta a pesquisadora.

Em 2002, um médico suíço descobriu, por acaso, que poderia fazer uma pessoa sair do corpo. Durante um teste em uma paciente com epilepsia, ele aplicou uma pequena carga elétrica na região do cérebro chamada de giro angular.

É no giro angular que o cérebro reúne toda a sensibilidade do corpo, como tato, equilíbrio e visão. É ali que o ser humano sabe se está sentado ou em pé, onde se situa no mundo. A surpresa veio quando o médico aumentou levemente a carga elétrica.

"Ele obteve o seguinte relato da paciente: 'Olha, doutor, está acontecendo uma coisa engraçada. Parece que eu estou no teto e, quando eu olho para baixo, me vejo deitada na mesa de cirurgia, vejo o anestesista, os médicos. Mas é engraçado, porque eu sei que eu estou deitada. Como eu estou me vendo lá de cima?'", revela o neurocirurgião da Unifesp Paulo Porto de Mello.

No Instituto do Sono, começam os preparativos para uma longa noite. Câmeras e sensores vão ficar ligados o tempo todo. É a certeza de que Ana Maria e Marina não vão sair dali. Ou será que vão? O desafio é justamente este: vigiadas por aparelhos, elas terão de descrever objetos que serão colocados três andares abaixo.

Ana Maria e Marina estão presas a eletrodos. Depois que a porta do quarto foi fechada, a equipe do Globo Repórter aproveitou para selecionar alguns objetos que vão ser levados para o nono andar, para que elas possam descobrir quais são.

Sobre a mesa, além do relógio, um carimbo, uma fita métrica, uma fita de vídeo e um tubo de xampu. Será que, mesmo fechadas nos quartos, elas são capazes de sair do corpo e identificar os objetos?

"É possível. Se eu vou conseguir, não sei. Vou tentar", disse Marina.

Experiências assim são repetidas todos os dias no Instituto Internacional de Projeciologia e Conscienciologia (IIPC), em Foz do Iguaçu. O idealizador é o escritor Waldo Vieira, um médium que largou o espiritismo em busca de conhecimentos científicos. A base dos estudos é duvidar de tudo. "Quando você sai do corpo, as coisas são mais objetivas que o concreto. Isso é muito sério. Faça a pesquisa por você. E você vai chegar às suas conclusões", diz ele.

Se é para duvidar, a equipe do Globo Repórter decidiu ver o que acontece num dos laboratórios. A preparação é uma conversa quase incompreensível. Os pesquisadores da consciência criaram palavras novas para tentar explicar, cientificamente, os fenômenos que eles investigam.

"Especificamente o materpensene daquele laboratório, que é a sinalética energética. E você vai poder identificá-la", diz um deles.

É uma informação difícil de ser traduzida. Os pesquisadores dizem que é possível identificar e sentir no próprio corpo a presença de energias invisíveis. Para isso, é preciso prestar atenção em tremores na pele, arrepios, garganta seca. Sinais de um possível contato com um mundo paralelo.

Os laboratórios são construções espalhadas. Parece um campus: um lugar com bastante grama e árvores. Lá dentro, uma sala bastante simples, com muito espaço, aparelho de ar-condicionado, poltrona, uma câmera para registrar tudo, uma mesa, uma cama e alguns livros.

A solidão, o silêncio e a luz suave têm o efeito de um calmante. Para relaxar ainda mais, o repórter Sandro Dalpícolo lê um pouco e descontrai os músculos. É hora de ir para a cama. Os pesquisadores dizem que assim, tranqüilo, é mais fácil perceber as outras consciências que estariam no ambiente. Ou os outros espíritos, como diriam os religiosos. Depois de quase uma hora no laboratório, ele faz um relato – por escrito – da experiência: "Uma sensação de sonho, mas eu não tenho a certeza de que adormeci o tempo todo. Foi relaxante, senti ter cochilado alguns momentos".

"Vem aquela sensação de sonho, por isso que é importante as repetições dos laboratórios. Com a repetição, você vai começando a medir a evolução das suas percepções dentro do laboratório. Quem sabe numa próxima...", avalia um dos pesquisadores.

No Laboratório do Sono, em São Paulo, Ana Maria e Marina estão acordando.

"É muito fio para o meu gosto", reclama Ana Maria. A professora conta os objetos que conseguiu ver: "Quatro. O vaso era maior, era grande. E a caixa era do tamanho de um livro. Um dos outros objetos parecia cigarro, mas podia ser caixinha de cartão. Era pequeno. Achei que pudesse ser um cigarro. E o outro era uma caneta ou um lápis".

A equipe do Globo Repórter convidou Ana Maria para ver os objetos. O mais próximo que ela identificou foi a fita de vídeo.

Marina disse que os fios a incomodaram durante a noite. "Eu tenho a certeza de que aqui eu não estive", afirma.

Na noite seguinte, uma nova tentativa, com objetos diferentes sobre uma toalha branca. E, ao amanhecer, a surpresa: nenhuma delas diz ter estado na sala onde estavam os objetos. Mas, sem que tivessem conversado uma com a outra, as duas contaram histórias muito parecidas.

"Tenho certeza de que no alvo programado eu não estive. Estive em algum lugar fora do Instituto do Sono, onde tinha muita chuva, pessoas. Como se tivesse ocorrido um incidente, alguma confusão", descreveu Marina.

"Sinceramente, espero que eu esteja totalmente enganada. Senão, a gente vai ter notícias ruins hoje. Nada muito nítido: muita água, muito grito, muita gente, todo mundo correndo. É muito esquisito, porque é muita informação", contou Ana Maria.

Elas teriam mesmo ido a algum lugar? As notícias do dia aumentaram o mistério. O apresentador William Bonner anunciou no Jornal Nacional: "As enchentes provocadas pelo perídio de chuva na região amazônica já atingem mais de 20 mil pessoas no estado do Pará".

Os testes mostraram que o sono de quem diz sair do corpo é igual ao de qualquer pessoa. Mas, na experiência feita há dez anos, Ana Maria acertou todos os objetos que estavam escondidos numa outra sala e convenceu os pesquisadores de que a projeção é um fenômeno possível.

"Eu acho que a grande busca do cientista é desenvolver a metodologia. O fenômeno está relatado, as pessoas vêem, escrevem, mostram e nós o observamos de longe. Mas quantificar esse fenômeno é muito difícil para nós", diz o professor de psicobiologia da Unifesp Marco Túlio de Mello

"Eu não qualifico como sucesso ou não sucesso. Eu qualifico como mais uma chance para as pessoas que têm problemas de visões, de ouvir coisas, de acordar com impressões ruins. Elas devem saber que não estão sozinhas – isso acontece com muita gente", finaliza Ana Maria.

FONTE:http://globoreporter.globo.com/Globoreporter/0,19125,VGC0-2703-10415-2-167586,00.html

Ciência e Espiritualidade - Parte 1
:: Acid ::


Ciência e espiritualidade devem caminhar juntas, mas não se deve misturar tudo no mesmo saco, pois são duas áreas distintas e que atendem a diferentes necessidades humanas (conhecimento e autoconhecimento). Como conciliá-las?
Na nossa mente, claro! Se a física quântica é a melhor maneira de você entender o mundo, não queira que todos tenham de engolir as teorias de Bohm, Bohr e Hawkins goela abaixo, como se fossem o suprassumo da verdade, do mesmo jeito que não é nada legal empurrar teorias religiosas pra quem não se interessa por elas. A grande diferença aqui é o preconceito dos religiosos, que vendem como "dogma" o que deveria ser "teoria". Ciência e religião são maneiras de descrever a realidade e, onde a ciência pára (no terreno da alma, das relações humanas com o TODO), a filosofia religiosa deveria ser levada mais a sério. Foi essa a proposta de Kardec pro espiritismo, mas, bem, 150 anos depois a coisa desandou um pouco... o que não invalida, por sua vez, a doutrina.

Cientistas consagrados não ignoram o conhecimento religioso, e, segundo o Franco Atirador, "o próprio David Bohm foi o primeiro a notar a semelhança entre o seu modelo da Ordem Implícita e as religiões orientais. E, antes dele, foi por reconhecer a analogia entre o princípio da complementaridade e a doutrina taoísta do Yin-Yang que o Niels Bohr escolheu o símbolo do Tao pra colocar no seu brasão". Isso sem falar em Einstein...
Jung era um cientista. Investigou diversos aspectos do que chamamos de "esotérico" e encontrou nele elementos que foram trazidos à luz da ciência, para serem investigados, analisados, e que hoje são estudados nas universidades, para possibilitar a compreensão humana da sua própria mente. Muita gente "esquisotérica" usa Jung pra justificar suas loucuras, como se ele tivesse sido um ativista (como Lennon) e não um pesquisador.
A idéia de "unidade" dos esotéricos da Nova Era é baseada no conceito feminino da Mãe-Terra, ou Deusa-Mãe, passivo, que é oposto ao Deus varão e ativo que aprendemos a cultuar, e isso está nos estudos de Jung, onde o aspecto feminino do espiritual é mencionado, mas não hipervalorizado. O erro é pregar uma volta ao velho modelo, abandonando (e o pior, negando) tudo o que aprendemos até agora com a influência judaico-cristã. Isso é correr de um pólo ao outro, trocar uma ilusão por outra. É por isso que colocarei abaixo trechos do excelente artigo Jung e a Nova Era: Um Estudo sobre Contrastes, de David Tacey:

Embora Jung profeticamente visse que os conteúdos "femininos" e "pagãos" estivessem em ascensão na psique ocidental, nunca pregou que nos abandonássemos a estes conteúdos; pelo contrário, ele sentiu que a tarefa da individuação envolvia resistir a estas forças coletivas e desenvolver uma resposta crítica a elas. Qualquer movimento coletivo que se identifica com um processo arquetípico não vai, virtualmente por definição, entrar em acordo com o gosto junguiano, que está baseado na ética e estética da individuação. O ataque de Jung sobre o que ele chamava "identificação com a psique coletiva" é conveniente e deliberadamente ignorado por todos estes terapeutas, consultores, defensores e xamãs da Nova Era, que gostam de celebrar livremente e mesmo "adorar" os conteúdos arquetípicos novamente constelados.

A atitude da Nova Era é de mover-se com o fluir dos tempos, admitir o reino do desejo e da ânsia, encorajar o movimento pagão da sociedade, mas adicionar a este movimento uma dimensão sagrada ou espiritual. A Nova Era basicamente confere "bênção espiritual" a tendências e atitudes que já são existentes na cultura ocidental: consumismo, hedonismo, materialismo e narcisismo. A Nova Era não oferece uma crítica da sociedade, mas simplesmente mitologiza e mistifica as coisas que já nos preocupam. Assim, em uma sociedade ocidental encharcada de sexo e obsedada com o corpo, a Nova Era propõe "sexo sagrado" e argumenta que o corpo é "o templo da alma". Em uma sociedade governada por desejos materiais e gratificação instantânea, a Nova Era vê riqueza como um símbolo de "opulência espiritual" (numa reversão da moralidade judaico-cristã), e considera "relaxamento profundo" como uma busca sagrada (revertendo a santificação cristã de trabalho e fadiga). A Nova Era, como a secular tendência dominante, aponta seu nariz para a autoridade da Igreja, vê o puritanismo como sombrio e embotado, e não está muito interessada em ressuscitar nosso recentemente falecido Deus-Pai. Jung estava empenhado na tarefa de restaurar o Deus Cristão à dignidade cultural e à compreensão humana. O homem da Nova Era quer a Meta (unidade com o divino) sem o Caminho (a disciplina, ética, e auto-cancelamento que tornam tal unidade possível). Ele quer jubilosa união sem o "sofrimento da cruz", renascimento espiritual sem ter primeiro que suportar a morte espiritual. Ele está "enganchado" no sagrado, viciado em técnicas e práticas espirituais, e seu credo é: "Siga sua beatitude", de Joseph Campbell, como se todos fôssemos anjinhos e tudo o que fizéssemos fosse abençoado ("Faça o que quiseres pois é tudo da Lei"). Uma resposta junguiana seria a de duvidar da autenticidade desta assim chamada "espiritualidade" se ela está projetada meramente para prover gratificação instantânea para o ego. Jung veria qualquer otimismo sem fronteiras como uma defesa contra a escuridão, e apoiaria o ocidente cristão em sua ênfase sobre o sofrimento inevitável. De acordo com Jung, nunca se pode escapar do sofrimento, mas deve-se abraçá-lo e aceitá-lo como parte da condição humana (não se pode fugir da sua sombra).

FONTE:http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=4574



Um comentário:

IVO BITENCOURT disse...

A ESPIRITUALIDADE PLENA DE LUZ

A espiritualidade é uma manifestação intuitiva da realidade espiritual do ser humano. A consciência espiritual começou a despertar na mente humana, já no homem de Neandertal, que enterrava seus mortos com reverência e algum ritual, por acreditar na continuação da vida espiritual.
Por paradoxal que pareça, para entendermos a espiritualidade humana é bom seguirmos os passos do progresso da ciência, que reduzindo a matéria nos seus elementos chegou à anti-matéria ou vácuo quântico, substância escura, sem massa que pervade mais de 90% do cosmo observável. É o fundo imóvel de energias em equilíbrio que quando vibra cria matéria e consciência cognitiva, é a causa em potência que se transforma em ato. “Aristóteles”
Todo o universo material, inclusive o homem, provém de um processo organizacional ascendente, da não matéria para partículas, átomos, moléculas, e células neurais.... Portanto podemos identificar essa não matéria como um oceano espiritual no qual estamos submersos e em contato permanente célula por célula.
Interagimos constantemente com esse “Uno” espiritual através da nossa mente nos seus três níveis de consciência: espiritual, emocional e racional.
O nível racional ou consciente é o mais recente desenvolvimento dos humanos, tem sua estrutura neural no córtex cerebral com conexões em série, o pensamento é processado por ondas cerebrais que são interpretadas pelo nível espiritual.
O nível emocional ou inconsciente, instintivo nos animais, é inerente à vida em todas as suas formas, no ser humano suas conexões neurais estão por todo sistema nervoso em redes paralelas, seus registros são processados por ondas cerebrais que também são interpretadas pelo nível espiritual.
O nível espiritual ou super-consciente é a essência do programa do ser que precede a existência, no ser humano a consciência espiritual atua na base cerebral com uma onda de 200 Hz. (descoberta recente) que faz a leitura das ondas do consciente e inconsciente e devolve informação com inteligência, emoção e consciência, portanto a consciência inteligível e emocional é processada no cérebro e interpretada pelo espírito.
Com o entendimento da ciência do ser espiritual, torna-se compreensível o poder da oração e da meditação, pois ambas requerem a focalização do pensamento em algum propósito, e as ondas do pensamento não precisam ganhar as alturas para chegar até Deus, pois o seu espírito está em contato conosco célula por célula. “Vale lembrar o que já foi dito há dois milênios “O reino de Deus está dentro de vós” ou “Deus é Espírito, e importa que os que o adoram, o adorem em espírito e em verdade” ou “A verdade vos libertará”.
Até agora o que foi conseguido em termos de saúde, alegria e paz de espírito por poucos pela fé, poderá ser alcançado por muitos pelo entendimento. Santo Agostinho escreveu, “Compreender para crer, crer para compreender” porque ele acreditava que não só o credo, mas também a razão aproxima o homem de Deus.
E assim a aventura humana vai chegando ao seu topo, com mais compreensão e consciência espiritual.

Ivo da Silva Bitencourt
03/12/2008