SEGUIDORES

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

--> CIRURGIAS ESPIRITUAIS: Milasgre, Picaretagem ou Medicina Avançada?

Milagre, picaretagem ou medicina avançada?

A cirurgia espiritual atrai milhares de pessoas do mundo todo e desafia a ciência com vários – e inexplicáveis – relatos de sucesso nos tratamentos.

Por Luana VillacEditor : Lauro Henriques Jr.

Cecília Guilhereme Cardi chegou ao Santuário Espiritual Ramatís, na cidade de Leme, no interior de São Paulo, em uma cadeira de rodas. Cinco meses antes, a dona-de-casa paulista estava dentro de um elevador quando o cabo de aço se rompeu e o equipamento foi abaixo. Cecília ficou seriamente ferida e passou dez dias no hospital. Depois do acidente, sua vida nunca mais foi a mesma: dores intensas na região da coluna a impediam de se locomover normalmente. Foram meses de sofrimento e seis operações, até que uma vizinha lhe falou sobre um médium que, segundo diziam, era capaz de curar as pessoas por meio de cirurgias espirituais. Cecília resolveu tentar. “Foi a melhor decisão que já tomei”, afirma. “Três dias após a cirurgia, já não sentia dor nenhuma”. Hoje, um ano depois da intervenção do médium, ela anda normalmente e nunca mais teve problemas.

O suposto responsável pela melhora de Cecília atende pelo nome de Waldemar Coelho. Ele é um dos médiuns brasileiros que, todos os anos, atendem milhares de doentes em operações que seriam realizadas pelos espíritos. Na verdade, os médiuns sérios costumam dizer que não são eles, mas, sim, as entidades que curam – eles seriam apenas os “bisturis” nas mãos do além. Seja como for, as cirurgias espirituais atraem multidões e desafiam a medicina tradicional com diversos casos inexplicáveis de cura narrados pelos pacientes.Espírito-socorroSe representam um desafio para a ciência – que até hoje não tem explicações para as curas creditadas ao “lado de lá” –, as operações mediúnicas colocam em cheque o próprio senso comum acerca de como deve ser um procedimento médico. Por vezes, as cirurgias são recheadas de cenas tão surpreendentes quanto aflitivas, como as do médium introduzindo tesouras e pinças pelas narinas dos pacientes ou raspando os olhos dos mesmos com canivetes ou as próprias unhas. E o que é mais impressionante: o processo todo se dá sem anestesia e, ainda, num cenário muito distante dos padrões mínimos de assepsia hospitalar. A surpresa aumenta quando se leva em conta que, além da incrível analgesia dos pacientes – qualquer pessoa em sã consciência estaria berrando de dor –, não há registros significativos de contaminações, o que seria inimaginável em instituições de saúde “deste mundo”, que padecem de índices altíssimos de infecções hospitalares.
O estranhamento com o procedimento, contudo, não parece afastar os pacientes. Só no Santuário Ramatís, Waldemar Coelho, de 69 anos, e sua equipe recebem cerca de 300 pessoas por semana, que se queixam das mais diversas doenças – câncer, hérnia de disco, miomas, catarata e até depressão. Para ser atendido por eles, ou melhor, por intermédio deles, é preciso fazer reserva com pelo menos dois meses de antecedência. No dia marcado, então, enquanto se desenrola uma das operações, o doente estará entre as dezenas, às vezes centenas de pessoas que, de fora, aguardam esperançosas sua vez de “entrar na faca”.
Tão impressionantes quanto as cirurgias são os relatos de cura, que colocam à prova até os mais céticos. Como o do pintor Airton Ferreira, de Rio Claro, no interior paulista, que sempre gostou de praticar artes marciais. O hobby, contudo, acabou lhe custando um problema sério no menisco. Quando procurou um médico, recebeu duas notícias: a única forma de resolver o problema seria através de uma operação. A segunda? Mesmo assim, não poderia voltar a treinar nunca mais. Depois de tentar acupuntura e fisioterapia sem obter resultados, decidiu ir atrás do médium Coelho, que tinha visto na televisão. “Cheguei lá tirando sarro”, relembra Airton. “Trinta dias depois, contudo, eu já estava lutando caratê novamente. Isso foi há dez anos, e até hoje eu freqüento o centro para agradecer”.

Outro elemento responsável pelo intenso fluxo de visitantes ao Ramatís é o custo do tratamento. Ou melhor, a falta dele: as cirurgias são totalmente gratuitas, conforme o preceito espírita de incentivo à caridade. Mas engana-se quem pensa que somente as camadas mais pobres da população procuram o local. Na lista de pacientes que já passaram por lá figuram nomes como Hortênsia e Paula, ex-jogadoras da Seleção Feminina de Basquete, e Pedro Ivo, ex-governador de Santa Catarina. Na entrada do centro, há uma sala com as paredes cobertas por mais de 100 camisas de atletas, além de sapatilhas de balé, quimonos de artes marciais, cartas e fotografias – todos objetos estão assinados por pessoas que lá chegaram em busca de cura e dizem a ter encontrado. Uma camisa de basquete com as cores do Brasil, por exemplo, traz a insinscrição feita à caneta: “Ao Senhor Waldemar, de quem te admira, Paula”.Sistema sobrenatural de saúdeA cerca de mil quilômetros do centro Ramatís, nas cercanias de Brasília, dois outros médiuns atraem caravanas de doentes com seus tratamentos gratuitos. João Teixeira de Faria, de 64 anos, promove sessões de cura desde a década de 70 em Abadiânia, cidade goiana à uma hora da capital. João de Deus, como é chamado, ficou conhecido mundialmente em 1991, ao receber a atriz norte-americana Shirley MacLaine, que foi submeter-se a uma operação espiritual para extrair um câncer no abdômen. Na época, ela deu entrevistas afirmando que estaria curada. Desde então, João de Deus já viajou para mais de 15 países e, hoje, o fluxo de pessoas que o procuram é formado majoritariamente por estrangeiros. Não longe dali, em Gama, cidade-satélite do Distrito Federal, o médium Valentim Ribeiro de Souza, de 66 anos, também recebe multidões do Brasil e do exterior. Mestre Valentim, como é conhecido, realiza centenas de atendimentos gratuitos por semana no Recinto de Caridade Adolfo Bezerra de Menezes. Outro lugar bastante conhecido nessa espécie de “SUS do outro mundo” é o Educandário Social Lar de Frei Luiz, localizado no bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. As operações realizadas na instituição atraem milhares de pessoas por mês ao local, muitas delas atores globais. Aliás, esse tipo de tratamento atrai celebridades de todas as áreas.

Texto publicado no Especial"150 anos do Espiritismo" Volume 2 (pág. 42),do Almanque Abril, da Editora Abril.
Adquira aqui o Especial 150 anos do Espiritismo
FONTE:http://www.partidaechegada.com/2008/01/cura-vem-de-cima.html

_______________________________________________________
FOTOS DAS CIRURGIAS (PEITO E BRAÇO)
Enviei artigo com o título acima para diversas pessoas da lista de contatos. Alguns são rápidos e fui encontrá-lo num Fórum em Portugal, no tópico em que se colocou “O Credo da Ciência” de Huberto Rohden.
http://www.forumespirita.net/fe/index.php/topic,15503.0.html
Também foi disponibilizado, sem as referências bibliográficas, na “Federación Espírita Española”.
http://www.espiritismo.cc/modules.php?name=News&file=article&sid=538%20
Isso parece demonstrar que o fenômeno mediúnico possui o poder de despertar curiosidades.Sem pretender ser extenso e profundo “Efecto Inteligente” é útil aos que se iniciam neste estudo. Vamos ver alguns recortes para avaliar nosso interesse.O médico Arthur Conan Doyle, criador da série Sherlock Holmes, escreveu o livro A História do Espiritismo. Nele diz que os homens de ciência se dividem em três classes:
1) os que absolutamente não examinaram o assunto – o que não os impede de pronunciar opiniões muito violentas; 2) os que sabem que a coisa é verdadeira, mas temem confessá-lo; e, finalmente,3) a brilhante minoria dos que sabem que é verdade e não temem proclamá-lo.
Como se percebe, o Espiritismo, a despeito de ter surgido através do método científico, é alvo da postura discriminatória. Na origem do preconceito estão menos os argumentos religiosos (filosóficos) e mais os de interesses políticos.Os espíritos na realidade são as almas dos seres humanos que já deixaram a Terra, por isso é que lidamos com mentes caprichosas, que não estão à nossa disposição na hora que melhor nos convier. No entanto, pesquisadores que se submeteram à observação criteriosa, disciplinada e principalmente sem intenções subalternas, ficaram diante de fenômenos inusitados. Fatos que se repetiram tantas vezes quantas as necessárias para recolher dados estatísticos ao máximo.
Alguns até que gostariam de pegar um espírito na ponta de uma pinça ou observá-lo num microscópio.Disse Bezerra de Menezes: "Um espírito claro e aberto para a apreensão da Ciência é um supremo bem que Deus confia a certos homens, afim de que eles o empreguem em favor dos mais pobres e humildes".
O observador comanda as pesquisas físico-químicas até onde as energias podem ser controladas. No campo das ciências sócio-morais o cientista faz colheita de dados. Estão na mesma classe a Psicologia, a História, o Direito, a Sociologia... O objeto dessas Ciências é o animal racional, a criatura divina, no uso do livre-arbítrio.Na Ciência da mediunidade há dois socius: o encarnado e o desencarnado, agindo e reagindo, racionalmente. O médium e o Espírito se interpenetram para o efeito da ação conjunta. O melhor então é controlar, observar, registrar, analisar, sintetizar e avaliar para na conclusão chegar o mais próximo que se possa da realidade.O pesquisador deve estar ciente de que ele será um dos elementos da pesquisa. Não haverá condições para uma “neutralidade axiológica” absoluta, como nas “ciências exatas”. Fator que faz diferença é o que diz respeito à conduta moral do investigador. Nas ciências exatas o estado moral do cientista aparentemente não tem a menor interferência no andamento da experiência, mas aqui não se pode dizer o mesmo.Se o leitor desejar examinar o texto completo basta acessar as páginas nos endereços que se segue.
http://www.forumespirita.net/fe/index.php/topic,15503.0.html

Certa vez o nosso Chico Xavier contou que dois espíritos, amigos na Terra, se encontraram depois da “prova final”. Um estava em razoáveis condições no plano espiritual, mas o outro em sofrimento.No encontro a surpresa foi maior, quando o ex-amigo irritado lhe disse que ele era um dos culpados, pela sua desfavorável situação. Sem entender perguntou: “mas, por que eu?”E, ouviu estupefato: - “por que você sabia da existência da Doutrina Espírita e não me disse nada”.Isso vocês não poderão me dizer! Nem ao Júlio César que enviou aos seus amigos a fotografia da sua cicatriz (fotografia anexa) que surgiu após a incisão cirúrgica, feita com bisturi invisível. Júlio tem um grande coração e um coração de “boi”.

Procuramos saber sobre o médium não espírita e encontramos a tese de Mestrado de Inácio Manuel Neves Frade Cruz, “Voador: hibridizações e sincretismos na terapia espiritual de Chico Monteiro.”Não fora e-mail que recebi do psicólogo Júlio Cezar não a teria procurado, pois meu interesse no momento está deslocado para outras áreas de atuação. A tese é da área da Teologia e foi defendida em 2008. Vou colocar o endereço para os que desejarem examiná-la com mais profundidade (**).Em meados da década de oitenta do século passado, o médium Chico Monteiro iniciava um trabalho feito com materialização de instrumentos cirúrgicos e tratamento com vibração das mãos. Inaugurava-se o processo de cura com a entidade espiritual, Doutor Adolfo Fritz, através de Monteiro e sua equipe. Essa terapêutica está inserida em um processo amplo de tratamento espiritual comumente verificável no campo religioso brasileiro. O estudo de Cruz teve como propósito realizar reflexão sobre a atualidade do Espiritismo, que o autor chamou “Kardecista”, das possibilidades de apropriações/resignificações na tessitura social, com base na observação da experiência de vida do paranormal.Abro parêntesis para uma observação que parece importante e pertinente, a que o próprio médium não se diz espírita e não esta preocupado em agradar ao movimento espírita brasileiro, o que não nos impede de verificar “no laboratório de pesquisa” a existência ou não do fenômeno mediúnico e a eventual cura obtida pelos pacientes. Seria interessante explicar de que forma o “placebo” é capaz de produzir uma ferida incisa cicatrizada, uma vez que se utiliza na técnica, um bisturi invisível. Não tenho interesse pessoal em realizar a investigação, mas gostaria que meus colegas das Ciências Biomédicas, criassem as hipóteses explicativas para o fenômeno, não afastando a velha hipótese da fraude, mas incluindo a hipótese do absurdo.A tese de mestrado partiu de uma noção de experiência que não se encerra no modelo dicotômico que contrapõe sujeito e objeto, considerando assim o corpo como condição de nossa inserção no mundo. O pesquisador diz acreditar estar diante de um processo de reestruturação de pactos entre indivíduos e pertenças que altera a vivência dos próprios indivíduos, ao contrário de uma espécie de retorno à cultura de origem.Relata que sua pesquisa fecha o foco em uma possível nova conformação terapêutico-religiosa a partir do Espiritismo, algo que faz conviver o ideário de Allan Kardec com seres extraterrestres. Em suma, um espiritismo à lá Chico Monteiro.Sabemos que o fenômeno mediúnico não é propriedade exclusiva do Espiritismo e por isso a Academia já possui fortes razões para investigar o fenômeno, que até hoje foi magistralmente estudado pelo professor que usou o pseudônimo de Allan Kardec, em o Livro dos Médiuns (***).(*) Sobre o autor – Luiz Carlos Formiga aposentou-se em 1996 pela Faculdade de Ciências Médicas da UERJ. Sua “última” contribuição foi publicada em 2004. – “Patterns of adherence to HEp-2 cells and actin polimerisation by toxigenic Corynebacterium diphtheriae strains. Microbial Pathogenesis, Grã Bretanha, v. 36, p. 125-130, 2004.” Hoje se dedica ao estudo das Ciências Jurídicas, tendo feito em 2007 uma comunicação com o título: “Prudência, Diligência e Perícia no Laboratório de Bacteriologia Clínica“. Veja em: http://www.univercidade.edu/uc/pesqcient/pdf/2007/amb_bacteria.pdf

(**) http://74.125.47.132/search?q=cache:aFw4vmU7Cm4J:www.qprocura.com.br/dp/83272/voador:-hibridizacoes-e-sincretismos-na-terapia-espiritual-de-Chico-Monteiro.html+%22chico+monteiro%22&cd=1&hl=pt-BR&ct=clnk&gl=br
(***) - Este texto foi enviado ao Jornal dos Espíritos, para que o Corpo Editorial avalie a pertinência de sua publicação.
* * *
Notícias da Cirurgia Espiritual que me submeti.Julio Cesar de Sá Roriz (*)
(Domínio público.)
Sábado passado fui convidado por uma amiga para me submeter a uma cirurgia mediúnica com o Espírito Dr Fritz que está operando através de um médium que eu não conhecia (Sr. Chico Monteiro). Venho aqui contar como foi a cirurgia espiritual e mostrar as fotos das marcas que ficaram no meu corpo, em anexo.Como sabem, nasci com um problema congênito no coração que ficou assintomático durante toda a minha vida (mas, todas as radiografias mostravam e os radiologisas registravam, no entanto, não sei porquê, os médicos cardiologistas não liam ou não ligavam): trata-se de um mal que denominamos usualmente de "coração grande" e que é uma cardiopatia grave, como me disse meu cardiologista. No mês que fiz 60 anos, aconteceu uma crise muito grande no meu coração e, daí em diante, passei a tomar 6 comprimidos por dia, com prescrição médica rigorosa para não pegar peso ou fazer exercícios. Os efeitos colateriais são terríveis, mas segui as prescrições médicas e restringi tudo que pudesse ser excesso em termos de esforços, inclusive o volume de palestras doutrinárias anuais que fazia no Brasil e até no exterior. Apesar dos remédios, o cansaço estava comigo sempre, onde eu fosse ou me esforçando (é melhor dizer que ultimamente já estava arrastando-me). Ainda assim tentei levar adiante a minha expiação sem reclamar muito.Lá fui eu. Quatro horas de viagem para a pequena e simpática cidade de Rio Novo, MG. Dois ônibus e um táxi e lá cheguei no acolhedor galpão apinhado de gente necessitada. Tudo muito bem organizado, todos sentados. Os trabalhadores voluntários muito gentis. Dentro do galpão existe uma espécie de CTI ou coisa parecida, onde ocorrem as cirurgias mediúnicas. Lá dentro um ambiente espiritual muito bom, luzes azuis clarinhas e umas 80 macas, tendo em cada uma 3 pacientes sentados. Aqui e ali cadeiras de rodas, macas com pessoas aleijadas ou doentes graves. Apresentaram-me um médico, muito simpático, que me levou para ver, de perto, as cirurgias. Impressionante. O médium é um senhor relativamente jovem e sua esposa é sua auxiliar sempre muito presente em tudo o que requer organização, receitas etc. Vale lembrar que as inscrições são feitas via internet e tudo vai para as mãos da esposa do médium que mantém ao seu redor uma grande equipe de colaboradores. O médium, sempre acompanhado do médico que me ciceroniava, passou por mim, olhou-me visivelmente mediunizado. "Este é orador e escritor espírita e também dirigente de uma Casa Espírita no Rio" - disse-lhe o médico, apresentando-me. Ele me cumprimentou e, imediatamente, foi cirurgiar os doentes. Se duravam 3 minutos era muito, cada cirurgia. O médium se postava na frente do paciente e alguém entregava-lhe um papel com toda descrição da doença e os remédios que o paciente estava tomando. O médium lê, fecha os olhos e começa a agir cirurgicamente, com gestos de “cortar" e de "costurar" tipo "agulha e linha" muito rápidos e vigorosos. Depois que vi bastante todas as expressões de surpresa dos pacientes, chegou minha vez. Ele pediu que eu tirasse a camisa. Olhou fixadamente para meu peito na altura do coração, fixou a mão esquerda no meu peito e fez um gesto que parecia cortar de cima para baixo. Só que não havia qualquer instrumento visível em sua mão e, como nos outros casos, ele cortou e costurou meu coração por dentro do meu peito. É estranho, mas vou tentar descrever o que senti: é algo muito dolorido porque a sensação é de corte com bisturi amoladíssimo; depois vêm as agulhadas no peito e as amarrações como se estivesse amarrando meu coração com fios invisíveis. Depois pegou meu braço e aplicou uma injeção na veia sem que houvesse qualquer seringa em suas mãos. Senti a picada vigorosa no braço e o gosto na boca. Aquele médico com quem conversei estava ao lado do médium, sempre acompanhando tudo. Ele perguntou: "Dr Fritz, o que o senhor está fazendo?" Ele falou para o médico: "Estou amarrando o coração dele para ele não mais se dilatar". O médico contrapôs: "Mas, doutor, assim amarrado o coração dele vai poder bombear?”. Dr Fritz respondeu: "Agora o coração vai poder bombear muito melhor! Fazemos 1200 cirurgia por dia e entre essas faço 100 deste tipo". Dr Fritz olhou para mim e disse: "você vai sentir uns apertos no coração, mas não vá ficar preocupado, pois é assim mesmo". E ante de ir para o próximo paciente ainda me disse: "Seu amigo Raniere está aqui (Espírito desencarnado) e lhe manda um abraço!" (Raniere foi escritor e biógrafo de Chico Xavier; espírita muito atuante, por quem sempre tive grande afeição e admiração pela labuta espírita que empreendeu quando estava aqui na Terra). Voltei para o Rio no mesmo dia e quando cheguei em casa, ao mudar de roupa, minha mulher se assutou com a grande cicatriz vermelha, vertical, estampada no meu peito e uma marca vermelha de "perfuração" no meu braço (1). Os locais estavam sangrando muito pouco e estavam muito doloridos, muito sensíveis. Nos dias seguintes senti os tais apertos no coração (parece que tem uma mão de ferro apertando) e não mais senti qualquer cansaço, até este momento em que estou escrevendo. Parece que a minha vida está voltando ao normal. Dr Fritz pediu para eu voltar mês que vem. Então, depois, eu conto como foi o curativo...
Que seja assim...Julio Cesar de Sá Roriz

(*) Júlio César Roriz é Psicólogo Clínico e Consultor de Empresas. Fundador do Instituto Espírita Tarefeiros do Bem (IETB), e concedeu Entrevista publicada na Revista Cultura Espírita. ICEB - Instituto de Cultura Espírita do Brasil, Rio de Janeiro, Ano I - nº. 03 junho de 2009.* * *


Nenhum comentário: